• Ir ao bar faz bem à saúde mental

    Por: Eduardo Mendes | Em: Destaques, Notícias | 26 de janeiro de 2014

    bar
    Ir ao bar faz bem à saúde mental, meus amigos. A conclusão é da pesquisadora Carol Emslie, da Universidade Glasgow Caledonian, na Escócia. Ela perguntou a 22 escoceses, de 28 a 52 anos, com que frequência iam aos butecos com os amigos e quanto costumavam beber. Ela não precisou perguntar sobre os benefícios da bebedeira, todos eles espontaneamente revelaram que os passeios os deixavam mais relaxados.

    Imagine a Escócia: a maioria dos homens de lá é ainda mais fechado que os brasileiros. Ou seja, dificilmente abrem o coração para os amigos, não falam sobre angústias e problemas. Mas isso só dura até o terceiro ou quarto copo de cerveja. Quando bebem com os camaradas, esse pessoaldesabafa. E, segundo os próprios participantes, voltam para casa mais leves. Relaxados.

    “O que descobrimos foi que beber álcool em grupos tem um efeito positivo na saúde mental. Vocês estão bebendo juntos, vocês dão risada e brincam, isso tudo é edificante. Ajuda você a se abrir e relaxar”, explica Emslie.

    Fonte: Super Interessante

    LEIA TAMBÉM: 16 verdades sobre nível de testosterona e saúde do homem

  • Coluna da Lola #1 – Cantadas ruins

    Por: Eduardo Mendes | Em: Coluna da Lola, Destaques | 09 de dezembro de 2013

    lola-home

    “Oi Vampira, quer sugar minhas energias?”

    Juro que se não ouvisse essa cantada toda vez que saio pra algum lugar acharia a abordagem fenomenal, mas é claro  que existe algo pior que esse comentário: a comparação com  a Cruela Cruelo que revela extrema falta de criatividade e bom gosto. Afinal, Cruela é uma maluca com cabelos a la Eistein. Concordo que isso funcione bem como insulto, mas se o papo tiver como objetivo uma abordagem sedutora: mission failed.

    Um observador perspicaz poderia ir além, fazendo menção à Lily Monster ou à Imelda May as quais tem uma relação mais próxima do meu visual, mas, nestes casos, além de uma dose de sagacidade, é necessário uma pitada de nerdice.

    Levando em consideração minhas experiências e também as de minhas amigas em relação ao tipo de abordagem que recebemos em festas, cheguei à conclusão de que o maior trunfo que um cara pode ter nesse momento é ser divertido e dificuldade está em notar a linha tênue entre ser engraçado e parecer um idiota. O caminho do sucesso exige percepção do contexto: ambiente, pessoas e momento. Cantadas que funcionam bem em baladas sertanejas podem ser um desastre em um pub irlandês, por exemplo.

    Vale a pena observar bem a bola da vez, prestar atenção nos detalhes e tentar apreender algo de sua personalidade. Isso não quer dizer que você tem que grudar na menina durante a festa toda. Detestamos ser sufocadas. O flerte, por mais rudimentar que possa parecer, ainda é o melhor termômetro para sacar se ela está  ou não tão afim de você. A regra é simples: olhares retribuídos = ok, quero você, olhares desviantes: sai daqui. Agora se você é desses que só recebem “sai daqui”, não se desespere e vá à luta. Conheço muitas mulheres lindas que preferem um sapo divertido do que um príncipe cheio de não me toques e sem o menor senso de humor. A questão é saber usar o que você tem a seu favor; você pode não ser um Brad Pitt, mas sua auto estima precisa estar ok. Seja confidante e mesmo que não seja o cara mais seguro do mundo, esforce-se para parecer. Mulheres gostam de homens seguros de si, mas isso não quer dizer que precise agir como se fosse o dono do mundo, ok? Arrogância não funciona bem.

     Se existem coisas que realmente podem destruir suas chances com uma garota, são elas:

    1- Pedir pro amigo chegar: Isso mostra que você é tão mané que não consegue nem se arriscar a impressioná-la, além de evidenciar sua imaturidade e falta de attitude.

    2- Ficar assoviando e gritando idiotices: veja bem, embora muitos rapazes gostem de imaginar as peguetes como equinas relinchantes, não precisa explicitar tanto isso nos tratando como éguas. Já deu pra perceber que assovios funcionam com o seu cachorro, quando muito. Isso os faz parecer patetas sem noção. Além do mais, mulheres detestam ser tratadas como coisas.

    3- Olhar pros peitos ininterruptamente e ficar alisando a garota: Por mais que nao veja a hora de arrancar a roupa dela, esforce-se para desviar o olhar dos melões e fite os olhos. Deixe a mão boba pra depois, antes que seu jeito apressado anule qualquer chance de ter uma trepada.

    4- Não fale da sua vida sexual e nem das suas decepções amorosas, pois não tem o menor cabimento abrir sua caixa de Pandora antes de ter desbravado a caixinha da sua musa.

    Bem, agora que você já recebeu algumas dicas do que não fazer, vale a pena ouvir uma sugestão amiga. Existe uma coleção de livros com As Melhores Cantadas Nerds, escritos por um grupo de amigos; são vários volumes, divididos até por temas. Vale a pena adquirir alguns desses exemplares, decorar algumas cantadas e usá-las a seu favor, quando o momento for oportuno. Cada vez mais, as mulheres gostam de nerdices  divertidas e fora do comum. Tirar um sorriso delas é o melhor começo…

  • 4 razões científicas para gostar de cerveja

    Por: Jean Vieira | Em: Destaques, Notícias | 03 de dezembro de 2013

    cervejaNão é difícil gostar de cerveja. Afinal, basta um gole para você se sentir bem – pelo menos é o que garante a ciência. Mas existem ainda outros benefícios à saúde. Dá uma olhada:

    CERVEJA FAZ BEM PARA OS OSSOS
    Uns cientistas espanhóis perguntaram a 1700 mulheres, com idade média de 48 anos, quais eram os hábitos alcoólicos. E perceberam que as voluntárias fãs de cerveja tinham melhor densidade óssea (isso diminui o risco de osteoporose) do que as que bebiam vinho ou não tomavam álcool. Segunódo a pesquisa, os benefícios vêm dos hormônios naturais da cerveja – e não do álcool.

    CERVEJA PROTEGE CONTRA PNEUMONIA
    Só que exigiria um fígado de aço. Segundo pesquisa da Universidade Sapporo Medical, o humulone, componente do lúpulo, ajuda a combater um vírus que causa bronquiolites e pneumonia. Mas como não vai muito humulone nas receitas de cerveja, seria necessário beber 10 litros por dia para sentir os efeitos benéficos dele. Melhor cuidar da pneumonia de outra forma, né?

    CERVEJA FAZ BEM PARA O CORAÇÃO
    A pedido de pesquisadores gregos, 17 homens tiveram de beber 400 mL de cerveja em uma hora. Antes e depois desse difícil desafio, eles passaram por testes para avaliar a saúde dos vasos sanguíneos. E, tcharan, depois da cervejinha, as artérias ficaram mais flexíveis. Culpa do álcool e dos antioxidantes da bebida: essa união protege contra doenças cardíacas. Segundo a pesquisa, beber um pouco mais de meio litro de cerveja por dia diminui os riscos de infarto e derrames em até 30%.

    NOITE COM CERVEJA PODE ACABAR EM SEXO
    Pois é. O pessoal do OkCupid, site de relacionamento americano, perguntou aos seus usuários se curtiam uma cerveja e se topavam sexo no primeiro encontro. Resultado: os cervejeiros são 60% mais propensos a ir para cama com um recém-conhecido.

    BORA BEBER, CAMBADA!

    Via Super Interessante.

  • Evidência científica de que sair para beber com os amigos é importante para o homem

    Por: Eduardo Mendes | Em: Destaques, Notícias | 27 de novembro de 2013

    men-drinking-beer-at-the-bar-everett
    No mês passado, Robin Dunbar, professor da Universidade de Oxford (Reino Unido), cujas ideias sobre a sociabilidade humana são influentes no mundo acadêmico, apareceu em uma série de propagandas da cerveja Guiness em horário nobre no Reino Unido.

    Os anúncios contam com uma situação cultural familiar para os telespectadores decomerciais de cerveja do planeta todo: a felicidade e união que vêm com reuniões masculinas encharcadas de álcool.

    Os anúncios não pretendem levar os homens a fazer isso, já que eles se saem muito bem sozinhos nessa tarefa. Eles pretendem provar a importância do encontro, com Dunbar sendo a voz da autoridade científica.

    A propaganda busca proteger a prática milenar masculina de “tomar uma juntos” da ameaça com potencial destruidor das mensagens de texto, redes sociais e outras formas de comunicação eletrônica. O comediante e ator Danny Wallace, em um dos anúncios da série, coloca de forma sucinta: “A ciência diz: divirtam-se mais juntos, façam mais coisas”.

    Em outro dos anúncios, Dunbar projeta um “experimento social” para provar o argumento. Ele e Wallace pedem que um grupo de amigos jogue futebol em videogames, cada um sentado em sua própria casa se comunicando através de fones de ouvido. Em seguida, o grupo joga uma partida real de futebol, lado a lado, a qual eles ganham de forma dramática.

    Os companheiros preenchem pesquisas depois de ambas partidas, real e virtual, sobre como se sentiram em relação um ao outro, ou seja, o quanto forjaram uma ligação social.

    Embora este projeto tenha produzido um gráfico de dados de aparência oficial, não se qualifica como uma experiência em qualquer sentido científico da palavra. O tamanho da amostra é pequeno e não há grupo de controle para provar que a diferença de camaradagem não foi devida a qualquer número de variáveis ao invés de estar juntos ou não.

    O fato de que jogar em um time de verdade aproxima mais as pessoas do que ficar sentado em casa gritando para um fone de ouvido não seria um choque, mas a experiência não descarta, de fato, a possibilidade de que simplesmente ganhar o jogo pode ter causado o efeito. Ou que estar em um ambiente externo, e não interno, não é importante. Ou que correr e liberar endorfinas no corpo, em vez de sentar em um sofá, não é o fator que desempenha o principal papel no resultado. Em resumo, este não é o tipo de estudo que Dunbar tentaria publicar em uma revista científica. Mas certamente é uma boa desculpa para homens de todo o mundo convencerem suas namoradas e esposas de que o futebol de sábado é essencial para seu bem-estar.

    Vale ainda lembrar que não há nada de novo sobre anúncios alistando autoridades médicas e científicas. Corporações pagam dezenas de milhares de dólares para personalidades carismáticas dizerem o que a ciência pode fazer para ajudar a vender seus produtos há anos. Acrobacias comerciais dramáticas que “emprestam” métodos científicos são pelo menos tão antigas quanto o Desafio Pepsi. Ciência comportamental simplificada vende muitos e muitos livros. Por que não cerveja?