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  • 9 coisas legais da Tattoo Week SP 2015 (além dos tatuadores)

    Por: Fran Vergari | Em: Listas | 30 de julho de 2015

    No último fim de semana aconteceu em São Paulo a quinta edição da maior convenção de tatuagem da América Latina. A Tattoo Week SP 2015 rolou entre os dias 24 e 26 de julho, no Expo Center Norte, e estima-se que mais de 50 mil pessoas circularam por lá nos 3 dias de evento.

    Foram 460 stands e 1200 expositores, tatuadores do Chile, Japão, Portugal, França, Inglaterra e de todas as partes do mundo. O objetivo da Tattoo Week é promover o intercâmbio internacional entre tatuadores e body piercings, popularizar a arte no Brasil e promover a interação entre público e artistas.

    Mas não é só isso. Muita coisa legal aconteceu por lá e, para sair da mesmice, trouxemos um pouco do que o evento oferece e as curiosidades além de tatuagens incríveis e tatuadores renomados. Confira:

     

    1 – Puffs e almofadas personalizados

    Estilosíssimos, os puffs e as almofadas E-block são personalizados, ecologicamente corretos e são ótimos para decorar quarto, sala, escritório, studios de tatuagem, etc. Apesar de leves, os puffs suportam até 180kg e têm pezinho de alumínio. As almofadas custam R$45, os puffs R$190 e você pode encomendar os seus pela página no Facebook.

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    2 – Hidratante para cicatrizar tatuagem

    A MBoah Cosméticos é especialista no quesito hidratação e lançou uma linha com quatro produtos especiais para quem tem tatuagem. Um deles é o hidratante para fase de Cicatrização da tatuagem, que é hipoalergênico, desenvolvido minimizar alergias, antivermelhidão e calmante da pele. Não tem perfume, os ativos são 100% naturais e ainda são vegan friendly. Na Tattoo Week eles estavam lançando a nova embalagem da linha, que conta com hidratantes para intensificar a cor da tatuagem, nas versões feminina e masculina.

    3 – Santas estilo Catrina

    As peças são feitas à mão pelo artista Macgregor, que também é tatuador. São incomuns, incrivelmente bem-feitas e um ótimo item de decoração. Coloridas à gosto, custam em média R$200 e você pode encomendar a sua entrando em contato pelo site da West Ink Tattoo.

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    4 – Livros sobre tatuagem

    A Tribo do Sol lançou livros com sua editora própria recentemente e estava com grandes títulos em exposição na Tattoo Week. Tanto para colecionar quanto para dar de presente, os livros são ótimos: têm ilustrações incríveis de diversos artistas e, muitos deles, capa dura. Vale a pena dar uma olhada no site.

    5 – Clube do Rock 1957 Rockabilly

    Camisas, camisetas, posters, quadros, relógios, bolsas, discos e muito mais dos anos 50, 60 e 70. O Clube do Rock Rockabilly estava na Tattoo Week pode ser encontrado em feiras de carros antigos em São Paulo e, se você acompanhar a página no Facebook, fica sabendo direitinho das novidades por lá. Em todo caso, pode recorrer ao telefone do Lázaro, representante do Clube (11) 99177-4924.

    6 – Esculturas de resina

    Esculturas no estilo comic são o forte do Rock Lee, que juntou duas artes distintas, tatuagem e modelagem, e criou o Corvo Branco Studio. As peças são feitas com uma massa e depois cobertas com resina. Ele contou que faz uma produção de mais ou menos 10 peças e vende nas redes sociais por volta de R$500, dependendo muito do modelo. Inclusive, foi ele quem fez o troféu das premiações do evento este ano. Você pode agendar uma visita para conhecer o trabalho dele.

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    7 – Projeto Social

    Os visitantes tinham como opção na compra de ingresso para a Tattoo Week levar um quilo de alimento não perecível para pagar meia entrada. Tudo será doado para a Casa de David – entidade que abriga e oferece cuidados médicos a mais de 400 pessoas com deficiência intelectual, física ou com autismo em São Paulo. Na edição passada do evento, foram arrecadadas mais de 8 toneladas de alimento.

    8 – Concurso Miss Tattoo Week

    No segundo dia da convenção foi escolhida a tatuada mais bonita de São Paulo. Aline Cândido levou o título depois de passar pela votação popular online, que teve mais de 47 mil votos para escolher as 10 finalistas. O júri tomou a decisão final. Conversamos com Aline, leia a entrevista exclusiva aqui.

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    9 – Lançamento do samba-enredo da Rosas de Ouro

    A escola de samba Rosas de Ouro vai apresentar, no carnaval de 2016, o tema “Arte à flor da pele: a minha história vai marcar você”. O carnavalesco André Cezari conta que será uma “homenagem em flashes, estêncil, agulhas e tintas, mostrando os pigmentos e marcas na pele dos componentes”.

     

    E ainda tem um vídeo para sentir o que rolou na Tattoo Week SP 2015:

  • Os 12 países que lideram o índice de satisfação sexual

    Por: Jean Vieira | Em: Listas, Notícias | 04 de maio de 2015

    satisfacaoSegundo uma pesquisa publicada pelo jornal britânico “The Independent”, a Suíça é o país mais satisfeito sexualmente. A marca Durex, que encomendou o estudo, chegou a esta conclusão depois de entrevistar 26 mil pessoas, em 26 países diferentes, todas acima de 16 anos.

    De acordo com os dados revelados pela publicação, 44% das pessoas estão totalmente satisfeitas com suas vidas sexuais. Além da Suíça, Espanha e Itália aparecem no topo da lista. O Brasil aparece em quarto lugar.

    O “The Independent” destacou a ausência da França, dos Estados Unidos e do Reino Unido no ranking. “Se as pessoas têm boa saúde física e mental; estão livres de estresse e disfunção sexual; e têm relações sexuais e preliminares frequente, são mais propensas a ter satisfação”, escreveu o jornal.

    Confira a lista completa:

    1 – Suíça
    2 – Espanha
    3 – Itália
    4 – Brasil
    5 – Grécia
    6 – Holanda
    7 – México
    8 – Índia
    9 – Austrália
    10 – Nigéria
    11 – Alemanha
    12 – China

    Via O Globo.

  • 11 bares para se tomar boas cervejas no Brasil

    Por: Diego Pucci | Em: Cerveja, Listas | 21 de abril de 2015

    Nos últimos anos, a quantidade de bares especializados em cerveja e que investem em boas cartas de cerveja. No Brasil, temos bares que chegam a ter entre 100 a 800 rótulos de cerveja a disposição de seus exigentes clientes.  Logo abaixo, montamos uma seleção dos melhores bares que eu já visitei. Obviamente existem vários outros excelentes bares, mas como ainda não tive o prazer de visitá-los, não estarão nesta seleção. Vambora?!

    ACONCHEGO CARIOCA – SÃO PAULO/SP
     aconchego
    Importado da Praça da Bandeira, no Rio de Janeiro, onde a chef Kátia Barbosa inaugurou a matriz em 2002, a filial paulistana oferece uma didática carta de cervejas, elaborada por Eduardo Passarelli, que traz 200 rótulos divididos por estilo e nacionalidade.

    Endereço: Alameda Jaú, 1372 – Jardim Paulista – São Paulo
    Telefone: (11) 3062 8262
    Site: www.facebook.com/aconchegocariocasp

     

    APOLINÁRIO – PORTO ALEGRE/RS

    apolinario
    O Apolinário é o mais tradicional bar de cerveja da cidade baixa em Porto Alegre. O conceito do bar é o Slow Food, Slow Beer, onde a preocupação com o que se come e se bebe é prioridade, por este motivo o bar é a sede do Slow Food no Rio Grande do Sul. As comidas, são todas frescas, preparadas na hora e os ingredientes comprados de produtores da região. Os temperos dos pratos são da horta no fundo do bar. Seguindo o mesmo conceito, as cervejas oferecidas são de vários estilos de cervejarias locais entre outras brasileiras e importadas. São mais de 200 rótulos em garrafa e 10 torneiras para apreciar com calma e moderação, incluindo a cerveja da casa, a Apolinário Pilsner.

    Endereço: Rua José do Patrocínio, 527 – Cidade Baixa – Porto Alegre

    Telefone: (51) 3013 0158
    Site: www.facebook.com/apolinariobar

     

    brewdog
    BREWDOG BAR – SÃO PAULO/SP

    A primeira unidade fora da Europa da aclamada cervejaria escocesa! A BrewDog ficou bastante conhecida pela forma extrovertida de se tratar uma cerveja. O destaque do bar fica por conta de um cuidadoso processo de transporte e estocagem, que passa por contêineres e armazéns refrigerados mais uma câmara fria no bar. Por isso, seus chopes estão sempre frescos, mantendo a qualidade, aromas e sabores. O legal é que outras cervejarias parceiras estão a disposição, como a dinamarquesa Mikkeller.

    Endereço: Rua dos Coropés, 41 – Pinheiros – São Paulo

    Telefone: (11) 3032 4007
    Site: www.brewdog.com/bars/worldwide/sao-paulo

     

    cervejoteca
    CERVEJOTECA – NOVO HAMBURGO/RS, SÃO PAULO/SP E SOROCABA/SP

    A Cervejoteca é mais do que uma loja de cervejas especiais, é um espaço para a cultura cervejeira. Seja você um fã de lagers, ales ou lambics, se gosta de cervejas mais escuras ou claras, mais doces, amargas ou até ácidas, vai encontrar sua cerveja ideal lá. Se não sabe o que são metade desses tipos de cerveja, a Cervejoteca é lugar certo para descobrir qual mais te agrada. E o legal que lá não importa se você gosta de beber no copo alto, na tulipa, na taça, no pint ou no gargalo, pois existe espaço para novatos e veteranos, para deslumbrados e descolados, para malucos e caretas, jovens e adultos, homens e mulheres de todos os lugares, raças, cores, crenças e credos.

    Endereço: Matriz – Rua Sena Madureira, 749 – Vila Mariana – São Paulo
    Telefone: (11) 5084 6047
    Site: http://www.cervejoteca.com.br/

     

     clubedomalte

    CLUBE DO MALTE – CURITIBA/PR
    O Clube do Malte é uma marca especializada no comércio de cervejas especiais. A loja conceito de Curitiba, que une um restaurante, um bar e um empório, tem mais de 600 rótulos de cervejas do Brasil e do mundo.

    Endereço: Rua Desembargador Motta, 2200 – Centro– Curitiba
    Telefone: (41) 3014 3414
    Site: www.clubedomalte.com.br

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  • 5 comidas de rua para experimentar em São Paulo

    Por: Jean Vieira | Em: Listas, Ponto de vista feminino | 02 de abril de 2015

    Por Fran Vergari.

    capa-comidaEstivemos no lançamento do primeiro guia de comida de rua de São Paulo, que tem resenhas, descrições detalhadas e a históriapor trás dos pratos mais tradicionais da cidade. A autora ainda indicou 5 delícias especialmente para os leitores do Testosterona.

    Na última sexta-feira (27), a jornalista Bianca Paulino Chaer lançou o livro Comida de Rua e reuniu dezenas de pessoas na Livraria da Vila, em Pinheiros, com o Buzina FoodTruck a preços especiais. O livro lista feiras típicas, festas tradicionais, eventos gastronômicos e tem um índice alfabético de barracas e foodparks, além de um pequeno guia de etiqueta e um manual de sobrevivência com dicas ótimas.

    Bianca conta um pouco da história de cada lugar e comida que experimentou, o que há por trás de cada barraca e o que têm a dizer os responsáveis pelas delícias que fazem parte do roteiro gastronômico da capital. “A comida de rua é muito mais do que simplesmente comida; não há dúvidas de que ela tem muito da personalidade de seu país de origem e é, assim como a gastronomia em geral, um verdadeiro tratado sobre a sociedade e as relações sociais”, explica Bianca.

    Com a moda da “gourmetização” das comidas de rua, que eram mais simples e baratas, agora podemos encontrar saladas que custam quase o preço de um hectare de alface inteiro. Enfeitar e encarecer um prato típico não dá a ele o título de gourmet – nem justifica seu aumento. Sobre essa “onda”, Bianca diz que não chega a incomodar: “Eu acho que, mesmo existindo essa “gourmetização”, ainda é possível achar nas ruas de São Paulo comida simples e barata. Mesmo assim, muitos dos foodtrucks que estão inaugurando não visam o público que é tipicamente (e historicamente) consumidor de comida de rua. Hoje comer na rua virou um programa. Está na moda. É ‘cool’. Então, naturalmente, o trabalho de muita gente é feito de outra maneira e visando um outro público. O que importa é que a cidade é grande e tem espaço para todo mundo!”.

    Quer montar um roteiro para explorar a gastronomia da cidade também? A autora indicou, especialmente para os leitores do Testosterona, 5dos quase 40 pratos que estão no livro:

    1 – Buzina Burguer, do Buzina FoodTruck

    buzinaO chef brasileiro Márcio Silva e o americano Jorge Gonzalez são amigos e criaram o Buzina FoodTruck em 2013 com a ideia de serem fieis ao modelo americano de comida de rua junto à paixão dos dois por hambúrgueres caprichados. O blend de carne que eles usam mistura costela e capa de contrafilé e tem cerca de 20% de gordura. São 150 gramas de carne que entram na composição do lanche, responsável por 70% das vendas.

    “Acho os lanches deliciosos! Uns mais, outros menos ogros. Sou fã incondicional do cheese salada, mas tem também o Buzina, feito com aioli e fritas NO MEIO do lanche.”

    Onde e quando? Itinerante: ver facebook.com/buzinafoodtruck

    2 – Comida mexicana, do Tchicano Ai AiAi

    tchicanoOs pratos servidos são adaptados do tex-mex, uma variação americana da comida feita no México (e a pimenta, em respeito ao paladar alheio, eles só colocam se o cliente pedir). O cara por trás dos fogões é Ricardo Viola, conhecido por causa de sua banda de trashgrind, Rhino. Viola foi cozinheiro no escritório do Google e criou o vídeo-cast “Menos de Vinte”, voltado para o público que quer fazer um bom rango com pouco dinheiro.

    “Comida mexicana delícia, tem chili no prato, burritos feitos com massa de cerveja, versões vegetarianas das comidas e uma pimenta caseira animal! É bem picante, mas muito saborosa! O [Ricardo] Viola também tem uma outra versão de pimenta muito muito forte, que fica guardada, eles nem oferecem, tem que pedir, e você se serve por sua conta e risco.”

    Onde e quando? Sábados, das 12h às 15h30, na Praça do Carmo, Santo André; Domingos, das 9h às 18h, Feira de Artes e Artesanato do Parque Trianon, Avenida Paulista.

    3 – Sanduíche de pernil, do Pernil do Zezé

    PernilZeO sanduíche de pernil era uma das comidas de rua mais fáceis de se encontrar e tornou-se popular quando era vendido na porta dos estádios (local que atualmente é evitado por conta da fiscalização. Mineiro de Uberlândia, José Xavier de Araújo, o Zezé, mora em São Paulo há quase quinze anos e fica no varejão da Ceagesp. Em duas visitas à barraca, ele já sabe se o seu é com ou sem vinagrete, se vai cebola ou pimenta.

    “O pernil é assado com molho da própria carne e cebolas caramelizadas, montado no pão francês, caprichadíssimo!”

    Onde? Avenida Dr. Gastão Vidigal, 1946, Vila Leopoldina

    Quando? Quarta, das 14h às 22h (portão 7); sábado, das 7h às 12h30; domingo, das 7h às 13h30 (portão 3).

    4 – Guioza dos Nakamura, na Liberdade 

    Guioza

    O bolinho é, na verdade, um prato típico da culinária chinesa e foi levado para o Japão por soldados que lutaram no leste asiático durante a Segunda Guerra Mundial. A receita é simples e a barraca oferece sete tipos de recheios diferentes para o pão

    “Oguioza pode parecer inofensivo, mas é do tamanho de um punho fechado! Tem de vegetais, frango, boi e porco e todos com curry também. Depois de assado no vapor ele passa na chapa para ficar crocante. Tem um mini-bufê de acompanhamentos e molhos, uns mais outros menos apimentados, gengibre, shoyu, etc.”

    Onde? Feira da Ate, Artesanato e Cultura da Liberdade

    Quando? Domingos, das 8h às 18h

    5 – Espetinho do Gringo, no Bexiga

    gringoO clássico churrasquinho de rua, que tem lugar cativo no coração do paulistano! Para Bianca, o espetinho do Gringo é o melhor da cidade (e talvez do país). Ela brinca que, “apesar de ser feito por um argentino, é muito bom”.

    “O espetinho não é feito de carne de gato – muito pelo contrário! E o Carlos, o argentino que comanda a grelha, está mais do que disposto de dar uma verdadeira aula de churrasco para quem quiser. Ele faz um molho chimmichurri que é matador! Minha sugestão é pedir a kafta no pão (com ou sem queijo), e caprichar no vinagrete e na farofa!”

    Onde? Rua Treze de Maio, esquina com a Rua Conselheiro Carrão

    Quando? Segunda a sábado, das 17h às 22h