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  • Os 12 países que lideram o índice de satisfação sexual

    Por: Jean Vieira | Em: Listas, Notícias | 04 de maio de 2015

    satisfacaoSegundo uma pesquisa publicada pelo jornal britânico “The Independent”, a Suíça é o país mais satisfeito sexualmente. A marca Durex, que encomendou o estudo, chegou a esta conclusão depois de entrevistar 26 mil pessoas, em 26 países diferentes, todas acima de 16 anos.

    De acordo com os dados revelados pela publicação, 44% das pessoas estão totalmente satisfeitas com suas vidas sexuais. Além da Suíça, Espanha e Itália aparecem no topo da lista. O Brasil aparece em quarto lugar.

    O “The Independent” destacou a ausência da França, dos Estados Unidos e do Reino Unido no ranking. “Se as pessoas têm boa saúde física e mental; estão livres de estresse e disfunção sexual; e têm relações sexuais e preliminares frequente, são mais propensas a ter satisfação”, escreveu o jornal.

    Confira a lista completa:

    1 – Suíça
    2 – Espanha
    3 – Itália
    4 – Brasil
    5 – Grécia
    6 – Holanda
    7 – México
    8 – Índia
    9 – Austrália
    10 – Nigéria
    11 – Alemanha
    12 – China

    Via O Globo.

  • 5 comidas de rua para experimentar em São Paulo

    Por: Jean Vieira | Em: Listas, Ponto de vista feminino | 02 de abril de 2015

    Por Fran Vergari.

    capa-comidaEstivemos no lançamento do primeiro guia de comida de rua de São Paulo, que tem resenhas, descrições detalhadas e a históriapor trás dos pratos mais tradicionais da cidade. A autora ainda indicou 5 delícias especialmente para os leitores do Testosterona.

    Na última sexta-feira (27), a jornalista Bianca Paulino Chaer lançou o livro Comida de Rua e reuniu dezenas de pessoas na Livraria da Vila, em Pinheiros, com o Buzina FoodTruck a preços especiais. O livro lista feiras típicas, festas tradicionais, eventos gastronômicos e tem um índice alfabético de barracas e foodparks, além de um pequeno guia de etiqueta e um manual de sobrevivência com dicas ótimas.

    Bianca conta um pouco da história de cada lugar e comida que experimentou, o que há por trás de cada barraca e o que têm a dizer os responsáveis pelas delícias que fazem parte do roteiro gastronômico da capital. “A comida de rua é muito mais do que simplesmente comida; não há dúvidas de que ela tem muito da personalidade de seu país de origem e é, assim como a gastronomia em geral, um verdadeiro tratado sobre a sociedade e as relações sociais”, explica Bianca.

    Com a moda da “gourmetização” das comidas de rua, que eram mais simples e baratas, agora podemos encontrar saladas que custam quase o preço de um hectare de alface inteiro. Enfeitar e encarecer um prato típico não dá a ele o título de gourmet – nem justifica seu aumento. Sobre essa “onda”, Bianca diz que não chega a incomodar: “Eu acho que, mesmo existindo essa “gourmetização”, ainda é possível achar nas ruas de São Paulo comida simples e barata. Mesmo assim, muitos dos foodtrucks que estão inaugurando não visam o público que é tipicamente (e historicamente) consumidor de comida de rua. Hoje comer na rua virou um programa. Está na moda. É ‘cool’. Então, naturalmente, o trabalho de muita gente é feito de outra maneira e visando um outro público. O que importa é que a cidade é grande e tem espaço para todo mundo!”.

    Quer montar um roteiro para explorar a gastronomia da cidade também? A autora indicou, especialmente para os leitores do Testosterona, 5dos quase 40 pratos que estão no livro:

    1 – Buzina Burguer, do Buzina FoodTruck

    buzinaO chef brasileiro Márcio Silva e o americano Jorge Gonzalez são amigos e criaram o Buzina FoodTruck em 2013 com a ideia de serem fieis ao modelo americano de comida de rua junto à paixão dos dois por hambúrgueres caprichados. O blend de carne que eles usam mistura costela e capa de contrafilé e tem cerca de 20% de gordura. São 150 gramas de carne que entram na composição do lanche, responsável por 70% das vendas.

    “Acho os lanches deliciosos! Uns mais, outros menos ogros. Sou fã incondicional do cheese salada, mas tem também o Buzina, feito com aioli e fritas NO MEIO do lanche.”

    Onde e quando? Itinerante: ver facebook.com/buzinafoodtruck

    2 – Comida mexicana, do Tchicano Ai AiAi

    tchicanoOs pratos servidos são adaptados do tex-mex, uma variação americana da comida feita no México (e a pimenta, em respeito ao paladar alheio, eles só colocam se o cliente pedir). O cara por trás dos fogões é Ricardo Viola, conhecido por causa de sua banda de trashgrind, Rhino. Viola foi cozinheiro no escritório do Google e criou o vídeo-cast “Menos de Vinte”, voltado para o público que quer fazer um bom rango com pouco dinheiro.

    “Comida mexicana delícia, tem chili no prato, burritos feitos com massa de cerveja, versões vegetarianas das comidas e uma pimenta caseira animal! É bem picante, mas muito saborosa! O [Ricardo] Viola também tem uma outra versão de pimenta muito muito forte, que fica guardada, eles nem oferecem, tem que pedir, e você se serve por sua conta e risco.”

    Onde e quando? Sábados, das 12h às 15h30, na Praça do Carmo, Santo André; Domingos, das 9h às 18h, Feira de Artes e Artesanato do Parque Trianon, Avenida Paulista.

    3 – Sanduíche de pernil, do Pernil do Zezé

    PernilZeO sanduíche de pernil era uma das comidas de rua mais fáceis de se encontrar e tornou-se popular quando era vendido na porta dos estádios (local que atualmente é evitado por conta da fiscalização. Mineiro de Uberlândia, José Xavier de Araújo, o Zezé, mora em São Paulo há quase quinze anos e fica no varejão da Ceagesp. Em duas visitas à barraca, ele já sabe se o seu é com ou sem vinagrete, se vai cebola ou pimenta.

    “O pernil é assado com molho da própria carne e cebolas caramelizadas, montado no pão francês, caprichadíssimo!”

    Onde? Avenida Dr. Gastão Vidigal, 1946, Vila Leopoldina

    Quando? Quarta, das 14h às 22h (portão 7); sábado, das 7h às 12h30; domingo, das 7h às 13h30 (portão 3).

    4 – Guioza dos Nakamura, na Liberdade 

    Guioza

    O bolinho é, na verdade, um prato típico da culinária chinesa e foi levado para o Japão por soldados que lutaram no leste asiático durante a Segunda Guerra Mundial. A receita é simples e a barraca oferece sete tipos de recheios diferentes para o pão

    “Oguioza pode parecer inofensivo, mas é do tamanho de um punho fechado! Tem de vegetais, frango, boi e porco e todos com curry também. Depois de assado no vapor ele passa na chapa para ficar crocante. Tem um mini-bufê de acompanhamentos e molhos, uns mais outros menos apimentados, gengibre, shoyu, etc.”

    Onde? Feira da Ate, Artesanato e Cultura da Liberdade

    Quando? Domingos, das 8h às 18h

    5 – Espetinho do Gringo, no Bexiga

    gringoO clássico churrasquinho de rua, que tem lugar cativo no coração do paulistano! Para Bianca, o espetinho do Gringo é o melhor da cidade (e talvez do país). Ela brinca que, “apesar de ser feito por um argentino, é muito bom”.

    “O espetinho não é feito de carne de gato – muito pelo contrário! E o Carlos, o argentino que comanda a grelha, está mais do que disposto de dar uma verdadeira aula de churrasco para quem quiser. Ele faz um molho chimmichurri que é matador! Minha sugestão é pedir a kafta no pão (com ou sem queijo), e caprichar no vinagrete e na farofa!”

    Onde? Rua Treze de Maio, esquina com a Rua Conselheiro Carrão

    Quando? Segunda a sábado, das 17h às 22h