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  • Mulheres, futebol e histórias de amor (pelo esporte)

    Por: Fran Vergari | Em: Futebol | 29 de janeiro de 2015

    Por Fran Vergari

    mulheres-no-futebol_torcedoras-brasilHá alguns meses subimos, neste mesmo espaço, uma reportagem sobre mulheres que gostam e entendem de futebol. Enquanto montava a pauta, conversei com algumas seguidoras no Twitter (como faço sempre) e foram aparecendo histórias malucas/engraçadas/tristes envolvendo futebol. Pedi que fossem me mandando seus relatos por e-mail e aqui estão, para lembrar que, sim, tem mais mulher fazendo maluquice por futebol do que vocês imaginavam.

    Não acho que eu tenha alguma boa história pra contar, mas guardo algumas comigo. Menti algumas vezes pros meus pais para ir ao Pacaembu ver o Corinthians (vi a despedida do Tite, a aposentadoria do Alessandro e uma derrota vergonhosa para o São Bernardo em 2014) porque eles acham perigoso demais uma mulher ir ao estádio, aquela coisa. E há pouco tempo fui ao último jogo no Pacaembu ver Palmeiras e Atlético Mineiro, na torcida organizada do Palmeiras. E eu tinha caído de moto no dia anterior, meu pé estava inchado, mas fiquei lá fingindo que sabia contar aquelas músicas horríveis e batia palma fingindo um sorriso, com medo de apanhar se me descobrissem. Ah, e teve a vez que viajei a Brasília e fiz um drama digno de novela mexicana, chorar, pra um guarda me deixar entrar no Mané Garrincha só pra dar uma olhadinha.

    Aqui, temos história de quem quase perdeu (ou perdeu) o namorado por causa de futebol; de quem realizou sonho de conhecer estádio; de quem ficou tão ansiosa pra realizar um que perdeu a voz; de quem apostou o salário na vitória do time e perdeu! A mulherada não está pra brincadeira. E, como bem já disse a sábia pensadora Ângela Bismarchi: “Mulher e futebol são uma calcinha de surpresas”.

    Luciana Ferreira, analista de T.I.

    “Era uma tarde de domingo, eu estava prestes a tentar um ingresso para ver Vasco x Flamengo no Maracanã. O lugar estava cheio de cambistas e eu estava sozinha com uma camisa do Vasco, andando de um lado para outro na esperança de achar alguém conhecido ou uma boa alma que não me vendesse o ticket por um rim em troca! Esbarrei com um fofo Vascaíno chamado Felipe. E, para a minha sorte, o gato estava querendo vender uma entrada pois a garota que saia com ele desistiu em cima da hora. Resumo: ganhei o ingresso, assisti ao jogo e ainda passei a noite com o cara! Infelizmente, ele nunca mais apareceu e perdemos contato. Acontece, mas valeu pela diversão do jogo. Meu time perdeu com um gol roubado e choramos de raiva juntos!”

    Camila Teixeira, bióloga

    “Desde que consigo lembrar sou apaixonada por futebol e pelo Cruzeiro Esporte Clube. Comecei a namorar e o rapaz sempre soube que eu era apaixonada por futebol e que, em dia de jogo, eu não fazia mais nada a não ser ficar na frente da TV. Dizia ele que tinha um time, mas que não gostava muito do esporte e também não acompanhava os jogos. Num domingo, depois de almoçar e prosear na casa dele, estava louca para voltar pra minha casa e ver o jogo com meu pai (lembro que em 2006 não foi um ano muito bom para o Cruzeiro). Não sei o que passou na cabeça do rapaz que, perto das 16h, ao invés de me levar para casa, queria dar uma namoradinha na praça. Eu disse que precisava ir para casa porque o jogo já ia começar e já tínhamos passado a manhã toda e parte da tarde juntos – ele não entendeu. Foi quase 1h de discussão e eu estava um pouco longe de casa. O argumento dele era que eu parecia gostar mais de jogo do que dele e eu o lembrei de que sabia muito bem como eu era antes mesmo de começar a namorar. Resumindo, perdi o primeiro tempo, tive que ir para casa a pé (emburrada) e ficamos quase dois dias sem nos falar. No final acabamos fazendo um acordo de que eu veria os jogos do meu time e, quando ele pudesse, assistira comigo. Passou um tempo, terminamos e hoje estou namorando com um rapaz que gosta tanto de futebol quanto eu. Apesar de não torcermos pro mesmo time, nos divertimos assistindo jogos juntos. Bem melhor assim!”

    Syanne Neno, jornalista e autora do blog Neno de Salto

    “Em 2002, o Paysandu disputou a final da Copa dos Campeões contra o Cruzeiro, em Fortaleza. Faltando uma semana pra o jogo, meu chefe avisou: “Pode fazer as malas. Serás a repórter que vai cobrir a decisão, inclusive com matéria nacional”. Não seria apenas minha primeira viagem a trabalho para fora do estado depois de 10 anos, seria o jogo mais importante da história do futebol paraense, com o meu time de infância disputando um título inédito e uma vaga pra Libertadores. Alem de tudo, o jogo ainda seria em Fortaleza, cidade onde moram tios e primos os quais eu não via há quase 10 anos. A ansiedade pela viagem foi tanta que eu fiquei completamente afônica. Fui ao otorrino, ele fez todos os exames possíveis e diagnosticou a rouquidão psicológica! Teria sido melhor ele não ter dito isso pra mim. Passei dois dias fazendo gargarejos, experimentando todas as receitas caseiras e nada da voz voltar. Era tarde demais. Uma repórter que tinha entrado na TV há poucos meses viajou no meu lugar. Foi só o avião partir rumo a Fortaleza para minha voz voltar.”

    fran-spfcAline Santos, estudante de Engenharia

    “Eu trabalhava com um colorado num escritório de contabilidade e apostei o salário do mês na final da libertadores de 2006, que São Paulo ganharia o bi campeonato. Resultado: o tricolor perdeu e eu paguei a aposta. Sem o título pro meu soberano e sem dinheiro.”

    “Teve outra história. Eu dava uns pegas num cara, era um rolinho de faculdade que foi ficando mais sério com o tempo, comecei no final do ano e quando as aulas voltaram estávamos engatando um namoro, enquanto isso rolava o campeonato Paulista, existia as trolagens por ele ser corinthiano e eu são paulina, mas na semi final, quando o São Paulo perdeu pro Corithians nos pênaltis, ele veio zoar. Eu pedi a ele pra parar, ele continuou e pior: falou mal do Rogério Ceni. Pra mim, a relação acabou ali. Eu aceito até traição, mas São Paulo pra mim é sagrado.”

    fran-AnfieldBrunna Paese, empresária e poetisa

    “Fui para Liverpool assistir ao jogo do Liverpool x Manchester City, visitei o museu do futebol em Manchester e assisti ao jogo no Wembley do Brasil x México em Londres nas Olimpíadas. Minha história com o futebol é longa, da época que eu ia jogar bola com os meninos no colégio. Sempre fui amante do esporte, de acompanhar time, saber nome de jogadores e tudo. Tenho coleção de camisa de futebol e sempre que viajo incluo conhecer estádios no roteiro. Com o tempo isso foi mudando um pouco e passei a acompanhar menos os jogos, principalmente por ser Palmeirense e há tempos não ver o time tão bem. Sou fã do Liverpool faz uns 10 anos, mais ou menos, e comecei a acompanhar o campeonato inglês e a Champions League por conta de um namorado que era bem fã. O Anfield é bem diferente, ele não é tão grande como os outros estádios da Inglaterra, mas ele tem uma acústica impressionante, o que faz tremer quando cantam ‘You’ll never walk alone’, momento que nunca esquecerei. O jogo acabou empatado, mas valeu muito a pena, não só para estar no estádio vendo o Liverpool jogar, principalmente por sentir aquele momento que sempre quis viver.”

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  • Patrocínio de site pornô pode fazer clube inglês ser banido de campeonato

    Por: Jean Vieira | Em: Testosterona Sports | 01 de novembro de 2014

    cabecalho-tsO Rutherford Raiders, time que participa de torneios de futebol da Universidade de Kent, na Inglaterra, recebeu uma notificação, no mínimo, curiosa.

    Após uma brincadeira dos jogadores, o site ‘PornHub’, especializado em conteúdo pornográfico, foi estampado na camisa da equipe, como sendo patrocinador. O clube recebeu uma mensagem da Universidade informando que ‘é totalmente inapropriado sancionar este tipo de patrocínio e que, caso não seja retirado, o time não participará dos campeonatos internos’.

    Após saber da brincadeira, o dono do site entrou em contato com o Rutherford Raiders para um patrocínio de fato, mas, como foi proibido pelos reitores da Universidade, o acordo não foi selado.

    Rutherford-RaidersVia Placar.

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  • Rali de macho é assim

    Por: Jean Vieira | Em: Testosterona Sports | 18 de outubro de 2014

    cabecalho-ts Rock-BouncingNada de carros Nissan ou Mitsubishi, o buraco aqui é um pouco mais embaixo. Nesse vídeo veremos os melhores momentos da Southern Rock Racing, uma competição de Rock Boucing, um tipo de rali com carros gigantes, pilotados por malucos, sim os caras só podem ser malucos pra fazer uma parada dessas.

    O vídeo é um pouco longo, mas garanto o entretenimento, veja:

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  • Uma Trophy Truck de 800 cavalos, um helicóptero e uma aposta de macho

    Por: Jean Vieira | Em: Testosterona Sports | 04 de outubro de 2014

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    monsterEm um vídeo promovido pela Monster Energy, o piloto BJ rasga as ruas estreitas da cidade de Ensenada, no México com sua Trophy Truck de 800 cavalos. Ele corre contra o tempo para ganhar uma aposta com o playboy milionário do poker, Dan Bilzerian. Claro que as mulheres de Dan também teriam espaço no vídeo.

    Bom, é melhor vocês assistirem do que eu ficar aqui tentando explicar:

    Que vídeo foda!

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  • Que tal praticar base jump com o equipamento preso na própria pele?

    Por: Jean Vieira | Em: Testosterona Sports | 13 de setembro de 2014

    cabecalho-ts PQPStanislav Aksenov decidiu juntar a prática de suspensão corporal, aquela mesmo onde os malucos prendem ganhos na pele e ficam suspensos, com o base jumping.

    O salto, de uma altura de 445 metos, com ganchos presos na pele sustentado o paraquedas foi apenas o sétimo salto nesse estilo.

    É melhor vocês assistirem do que eu ficar aqui tentando explicar:

    Meu deus, doeu só de ver!

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  • Só caso se o tema da cerimônia for o Manchester United

    Por: Jean Vieira | Em: Testosterona Sports | 06 de setembro de 2014

    cabecalho-ts fanaticoUm torcedor fanático pelo Manchester United teve a brilhante ideia de fazer seu casamento com o tema do clube inglês. O casal do Quênia teve bolo personalizado da Chevrolet (patrocinadora do time), carro com bandeira do escudo do clube e o noivo usando a camisa 2014/2015 com o escrito “Just Married” nas costas durante a cerimônia.

    QUE SENSACIONAL!

    As fotos, publicadas no Red Pepper, um site local, mostram como o noivo foi extremamente cuidadoso para não deixar passar nada na celebração e a alegria estampada no rosto do cidadão.

    A esposa é que parece ter adorado tudo isso. Veja mais fotos:

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  • Não tem frescura com as mulheres da Lingerie Football League

    Por: Jean Vieira | Em: Testosterona Sports | 30 de agosto de 2014

    cabecalho-ts LFLA Lingerie Football League, hoje chamada de Legends Football League nos proporciona imagens sensacionais. Como eu gosto dessas mulheres, qualquer chegada mais forte é motivo para CENAS LAMENTÁVEIS, não foi diferente dessa vez. Só que agora todo mundo entrou no meio, sobrou até para alguns membros das comissões técnicas.

    A partida em questão era entre Atlanta Steam e Jacksonville Breeze, valendo o título da Conferência Leste.

    Veja como as moças são delicadas:

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  • Para poder se concentrar, treinador de time da Suécia mandou sua mulher para as montanhas

    Por: Jean Vieira | Em: Testosterona Sports | 23 de agosto de 2014

    cabecalho-ts HareideO Malmö, está disputando uma vaga na fase de grupos da UEFA Champions League, seu adversário é Red Bul Salzburg, da Áustria. Pensando somente nisso e focado na partida, o treinador do clube sueco teve uma grande ideia para manter a concentração pré-partida: mandou a esposa para as montanhas para ter um pouco de sossego.

    “Eu mesmo despachei minha esposa para as montanhas da Noruega para que eu possa estar em paz e me preparar para essas duas grandes partidas”, disse o norueguês Age Hareide.

    “Quando se chega antes de partidas como essas, eu entro quase que em uma bola e só penso nos detalhes do jogo, não quero saber de mais nada”, completou o treinador.

    No jogo de ida, atuando fora de casa, o Malmö perdeu por 2 a 1. Agora recebe o Salzburg para tentar avançar e o treinador Hareide mostrar que despachar sua mulher deu algum resultado.

    Bom, resta saber se a esposa não vai arrumar “desafios para se concentrar” e talvez não queira mais descer as montanhas. posts colunas-jean