• Mulheres que jogam games violentos são namoradas melhores, diz estudo

    Por: Eduardo Mendes | Em: Gadgets & Tecnologia, Notícias | 22 de dezembro de 2015

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    Um recente estudo realizado por cientistas da Universidade de South Wales, na Austrália, constatou que a motivação de muitas pessoas na hora de jogar títulos violentos de video game está fortemente relacionada ao desejo por relações sexuais. Além disso, a pesquisa indica que, no caso das mulheres, curtir um jogo cheio de tiros, explosões e sangue faz com que se sintam mais atraentes para o sexo oposto.

    Para realizar o trabalho, o cientista evolucionário Michael Kasumovic e Tom Denson, professor associado de psicologia da USW, entrevistaram 500 homens e mulheres estadunidenses adultos que se consideram gamers. Os estudiosos incialmente pediram que cada candidato indicasse os cinco games que jogou mais recentemente e explicasse quão violentos achou que esses títulos eram.

    Embora os homens realmente tenham demonstrado gostar mais de jogos cheios de violência do que as mulheres, os pesquisadores revelam que a diferença entre os sexos não foi tão grande quanto os estereótipos costumam sugerir. Na sequência, os cientistas fizeram perguntas para medir o interesse de cada participante por relações sexuais e pediram que os voluntários avaliassem seu próprio valor como namorados em potencial.

    “O que descobrimos é que o desejo sexual está relacionado ao ato de jogar games violentos. Tanto os homens quanto as mulheres que disseram ser mais interessados por sexo costumam se divertir mais com títulos do tipo. Mas o mais interessante foi o que vimos quando olhamos para o ‘valor como parceiro”, explicaram os pesquisadores no estudo.

    Embora os cientistas não tenham encontrado qualquer relação entre a quantidade de games violentos que os homens jogam e a forma como pensam de si mesmos como namorados em potencial, o mesmo não pode ser dito das mulheres. Segundo Kasumovic e Denson, a relação entre os dois fatores foi forte no sexo feminino, com as participantes que curtem títulos violentos claramente se considerando “partidos melhores” do que as que preferem outros tipos de jogos.
    namorada

    Para confirmar os resultados, os cientistas repetiram a pesquisa com mais 500 participantes e aproveitaram para pedir que os voluntários avaliassem o quanto as jogatinas fazem com que se sintam fortes, atraentes e sensuais. “Parece que as mulheres eram levadas aos games porque isso melhorava a percepção de si mesmas como parceiras românticas de alta qualidade”, afirmam os estudiosos.

    Kasumovic e Denson afirmam que o achado faz sentido do ponto de vista evolutivo, já que, assim como qualquer animal, as pessoas que conseguiam competir melhor para conseguir suprimentos e parceiros acabavam tendo mais filhos. Dessa forma, aqueles que desejam ter acesso a uma variedade maior de pretendentes precisam ser competitivos o suficiente para ter acesso a eles.

    “Então, os jogos violentos podem estar ativando alguma inclinação ancestral para comportamentos competitivos que servem para provarem seus próprios valores como companheiras”, desenvolve o estudo. Como os games do tipo costumam proporcionar uma arena virtual que permite que homens e mulheres possam competir de igual para igual, Kasumovic e Denson nomearam seu achado de “hipótese da prática de dominância”.

    E você, acha que as garotas gamers realmente costumam se achar namoradas melhores do que as que não jogam? Acredita que a pesquisa é generalista e não possui qualquer utilidade prática? Deixe sua opinião nos comentários.

    Fonte: Daily Mail

  • Última conversa: projeto coloca ex-namorados frente a frente

    Por: Eduardo Mendes | Em: Notícias | 16 de dezembro de 2015

    Você já como reagiria se tivesse a oportunidade de ficar frente a frente com o seu ex? Poder falar pra ele tudo o que ficou engasgado desde que vocês terminaram e de quebra ainda fazer algumas perguntas também? 30 ex-casais toparam essa experiência no projeto interativo The And, e jogaram a sujeira no ventilador. Mágoas, traições, crises, tudo foi passado a limpo.

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    Terminar um relacionamento é sempre difícil, alguns casais conseguem levar isso na boa e outros nem tanto. A maioria sempre guarda uma mágoa e fica aquela sensação de que faltou dizer algo ao ex-amor. O Projeto “The And”, uma espécie de documentário interativo, resolveu colocar 30 ex-namorados, de todas as orientações sexuais, frente a frente para resolverem de uma vez por todas aqueles problemas que ficaram para trás.

    O caso que ganhou mais repercussão foi de Ali e Andrew que namoraram durante sete anos. O ex-casal gravou a participação no “The And” (em inglês) depois de dois anos do término da relação. A conversa já começa tensa, com a moça perguntando “ Por que você me traiu tantas vezes?”, a partir daí a coisa fica bem mais profunda e os dois terminam se debulhando em lágrimas. Confira o caso de Ali e Andrew.

    No site do projeto é possível ver outros casais, o usuário só tem que responder a algumas perguntas, por isso que o projeto é chamado de interativo. Ficou curioso? É só clicar aqui para entrar no site do “The And”.

    Veja o vídeo, e caso você não fale inglês, utilize as legendas do youtube para entender melhor

  • Por que as mulheres se perdem mais que os homens?

    Por: Eduardo Mendes | Em: Notícias | 14 de dezembro de 2015

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    Nós homens sempre nos gabamos das qualidades de sentido e orientação que temos. E agora existe um estudo que  comprova isso. Um grupo de cientistas colocou mãos à obra e descobriu a razão pela qual as mulheres se perdem mais do que os homens.

    Eles chegaram a uma conclusão simples: a testosterona tem a culpa deste fenômeno. Ao longo dos anos, várias investigações já mostravam maior aptidão dos homens para tarefas espaciais e isto já não é novidade para ninguém. Foi a partir desta ideia que um grupo de investigadores da Universidade de Ciências e Tecnologia da Noruega conseguiu provar a teoria de que um homem se perde menos do que uma mulher. Após alguns testes, os cientistas conseguiram compreender que os hormônios são responsáveis por esta vantagem masculina.

    Para chegar até este resultado, foram feitos uma série de testes que incluíram tarefas de orientação de mulheres e homens num mapa tridimensional num período de 30 segundos, mas também ressonâncias magnéticas para visualização das diferentes atividades cerebrais.

    Com as ressonâncias, os cientistas conseguiram perceber que os indivíduos do sexo masculino utilizam diferentes partes do cérebro nas atividades de orientação, isto em comparação com as mulheres presentes no estudo. O que foi entendido deste estudo é que os homens usam pontos cardeais para a sua orientação e isso faz com que a sua forma de raciocínio seja mais eficaz nestes casos.

    E se uma mulher tomar testosterona?

    Houve ainda uma segunda investigação em que foram dados hormônios masculinas a 50% de um grupo de indivíduos do sexo feminino. Neste estudo, não houve uma melhoria efetiva das capacidades de orientação. No entanto, houve uma atividade cerebral diferente da mostrada pelas mulher que não tinham tomado esses hormônios.

    Ficou assim provado que a testosterona tem uma influência direta em todas as tarefas espaciais feitas por alguém.

  • Doença rara faz com que americano esteja sempre bêbado

    Por: Eduardo Mendes | Em: Notícias | 12 de dezembro de 2015

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    Seria sensacional se você pudesse ficar sempre bêbado sem gastar um centavo com cerveja ou qualquer álcool, né? Pois o americano Mathew Hogg convive com a síndrome de fermentação intestinal há 20 anos e sabe bem como é ficar bêbado sem ter bebido. A doença faz com que o organismo produza álcool durante a ingestão de açúcares e carboidratos.

    Ele conta que sempre teve problemas estomacais, mas foi apenas na adolescência que viu os sintomas piorarem, sofrendo de inchaço e gases após as refeições. Mesmo assim, o mais preocupante não era isso, mas sim a sensação de embriaguez que vinha logo depois e, posteriormente, uma terrível ressaca.

    “No final da adolescência, experimentei ressacas alcoólicas severas, geralmente nas manhãs depois de comer refeições ricas em carboidratos. Eu tinha dores de cabeça terríveis, náusea severa, às vezes com vômito, desidratação, boca seca, suores frios e mãos trêmulas. Era como se eu tivesse saído na noite anterior e bebido o bar inteiro, mas eu não tinha consumido nada de álcool“, disse em entrevista.sempre-bebado-2
    Não é tão legal quanto parece

    Ele conta que, por mais que essa pareça uma maneira barata de ficar bêbado, os efeitos não são exatamente os de uma festa eterna. Pelo contrário, as ressacas costumam ser muito mais fortes do que o efeito de estar um pouco bêbado, o que fez com que ele tenha passado a evitar carboidratos e açúcares e aderido a uma dieta muito próxima da dieta paleolítica, mas sem as frutas.

    Matthew conta ainda que os efeitos da doença em sua vida foram devastadores: ele sempre havia pensado em seguir carreira acadêmica ou nos esportes, mas precisou largar tudo por se sentir constantemente cansado graças aos efeitos da doença. Para se ter uma ideia dos efeitos, ele conta que, caso coma uma porção de arroz, terá uma ressaca equivalente a que uma pessoa normal teria após tomar três garrafas de vinho.

    Fonte: Hypeness

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  • Blogueira prepara pão usando fungos da própria vagina

    Por: Eduardo Mendes | Em: Notícias | 10 de dezembro de 2015

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    Sempre aparece alguma blogueira fazendo umas bizarrices por aí. Mas essa talvez tenha ido longe demais. Ela preparou o próprio pão fermentado com fungos de sua vagina! Em seu blog, Zoe Stravi conta como teve a ideia de fazer a experiência inusitada: “Tudo começou com uma combinação perversa de humor, uma mente científica afiada e um toque de fungos”, escreveu a mulher.

    Ela continuou relatando que quando acordou com a coceira vaginal acabou dando risada ao pensar que poderia usar aquilo para seu benefício próprio, como fazer um pão. Para coletar os fungos para fermentar sua massa, ela raspou seu vibrador em uma bacia que continha farinha e água. Sim.

    Receita

    A receita preparada por Zoe é de uma típica massa lêveda: além dos ingredientes básicos (uma xícara de farinha e meia xícara de água), é necessária a inclusão de lactobacilos ou leveduras, que no caso da blogueira foram substituídos por fungos vaginais. Ela também compartilhou toda a experiência em seu perfil no Twitter, mostrando, inclusive, o processo de fermentação que levou três dias.

    Resultado

    Ela disse que o formato do pão não ficou dos melhores, “mas para uma primeira tentativa de panificação estava aceitável”. Ela conta que o gosto também estava maravilhoso. Ainda que não fosse o melhor pão que ela havia provado na vida, era, sim, muito gostoso. Principalmente pelo fato de ela ter comido com manteiga enquanto ele ainda estava morninho.

    Você encararia?!
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    Fonte: TecMundo

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  • Homem pede dinheiro de volta após mulher não aceitar segundo encontro

    Por: Eduardo Mendes | Em: Notícias | 09 de dezembro de 2015

    Você marca um encontro pra sair com a garota, você se conhecem, conversam, descobrem interesses incomuns, mas nem sempre isso é garantia de um segundo encontro. Foi o que aconteceu com Lauren Crouch, de Islington, na Inglaterra.

    A inglesa de 28 anos se encontrou com um homem na entrada da estação de metrô perto da sua casa. Os dois foram tomar um café. A conta – R$ 20 – foi paga por ele. Depois de 20 minutos de conversa, o homem convidou Lauren para um segundo encontro: um jantar na casa dele.

    Lauren não aceitou. Depois, em conversa por smartphone, ela agradeceu o convite, mas salientou que “não houve química” entre os dois. Decepcionado, o homem então pediu um ressarcimento: os R$ 20 gastos com os cafés.

    “Você pode me devolver o dinheiro dos cafés? Não gosto de jogar dinheiro fora. Prefiro gastá-lo em encontro com outra pessoa”, escreveu ele (imagem acima, em amarelo), em resposta ao argumento de Lauren: “Não vou à casa de pessoas que mal conheço” (em azul). Em outra mensagem, ele deixou o número da conta bancária.

    A história foi relatada por Lauren em seu blog. Ela não esclareceu se “devolveu” o dinheiro.

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    Fonte: Not bat dates, just good histories