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  • 20 tributos a Breaking Bad que você precisa assistir

    Por: Edu | Em: Mundo Macho | 18 de julho de 2015

    – Como seria se Breaking Bad fosse um seriado de humor?

    – Mas e se Breaking Bad fosse uma comédia romântica?

    – Aqui temos a evolução do personagem Walter White, de um professor de química falido, a motherfucker traficante internacional

    – A Evolução do complicado Jesse Pinkman

    Veja como seria a abertura da série se ela se passasse em 1985

    continue lendo…

  • Top 10 carros dos infiéis

    Por: Edu | Em: Notícias | 18 de julho de 2015

    É bem fácil perder as contas do tanto de redes sociais que aparecem por aí. Tem de tudo, para todos. O AshleyMadison.com foi criado para reunir um grupo bastante incomum, de (vamos dizer) pessoas não-adeptas da monogamia. O site é a maior rede de relacionamentos extraconjugais do mundo.

    Aproveitando esse público bem específico, a equipe de marketing do portal resolveu fazer um simples questionário perguntando aos seus usuários qual carro dos infiéis do Brasil. Entre os mais de 2.000 puladores de cerca da ala masculina que votaram, o campeão foi o Volkswagen Jetta. O Honda Civic ficou em segundo lugar. No top 5 ficaram logo em seguida o Ford Ecosport, Toyota Corolla e BMW Serie 3.

    No grupo das mulheres, que contou com cerca de 1.000 participantes da pesquisa, o campeão foi o Tucson, utilitário da Hyundai. Para a preocupação dos moços comprometidos, a medalha de prata ficou com o Citroën C3, compacto preferido delas. Para completar o hall dos 5, marcaram presença o VW Fox, Fiat Punto e Honda Fit.

    É curioso notar que o carro pode demostrar um certo perfil dos infiéis. Dentro das listas de cada sexo, os modelos mais populares não aparecem, mostrando que os adúlteros espalhados pelo país estão provavelmente na meia idade e com carreiras já estabelecidas. Veja abaixo o top 10 e torça para o seu amado(a) não dirija um desses (pelo menos as chances são menores).

    Mulheres
    1. Hyundai Tucson
    2. Citroën C3
    3. VW Fox
    4. Fiat Punto
    5. Honda Fit
    6. Toyota Corolla
    7. Peugeot 207
    8. Honda Civic
    9. Kia Soul
    10. Honda CR-V
    11. BMW X1

    Homens
    1. VW Jetta
    2. Honda Civic
    3. Ford Ecosport
    4. Toyota Corolla
    5. BMW Série 3
    6. VW Golf
    7. Citroën C4
    8. Ford Focus
    9. Mercedes-Benz Classe C
    10. Fiat Palio Weekend
    11. Peugeot 207

    Fonte: Auto Esporte

  • Já experimentou cerveja com Gás Hélio?

    Por: Edu | Em: Cerveja | 18 de julho de 2015

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    Para deixar a cerveja mais efervescente, há a infusão de dióxido de carbono em sua produção. A Samuel Adams resolveu inovar e trocou o dióxido de carbono por Hélio! 
    Quando aspirado, o gás Hélio provoca distorção da voz, deixando-a mais fina, veja só o resultado nesta cerveja Samuel Adams HeliYUM, hilário…

    A idéia é muito boa, mas esta cerveja não passa de uma brincadeira de primeiro de Abril da Samuel Adams. Mas a brincadeira foi tão bem planejada que até criaram seu rótulo e sua página no site da Samuel Adams com todas suas características:

    “Enquanto nos dedicamos à busca “nobre” de aperfeiçoar o sabor de lúpulos nobres, passamos a explorar Gases Nobres também.

    Mais leve que outros gases como o CO2, a cerveja HeliYum leva vantagens das propriedades do hélio – um dos gases nobres – para uma bebida verdadeiramente notável. Índice exclusivo de Hélio de refração cria nitidez, proporcionando uma sensação na boca incrivelmente leve. Já que o Hélio é um gás inodoro, não compete com os aromas naturais dos ingredientes. A partir de uma perspectiva de frecor, o Hélio não oxida o que permite uma vida útil muito mais longa.”

  • Entenda como funciona a traição na internet

    Por: Edu | Em: Mundo Macho | 15 de julho de 2015

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    Logo na página inicial, o dedo indicador encostado nos lábios sugerindo silêncio já representa a intenção dos que vão clicar para preencher o formulário de inscrição. Forçando ainda mais a barra na tentativa de tranquilizar os potenciais usuários, as palavras “discreto”, “seguro” e “confiança” se destacam na página, e bastaram 30 segundos para que se pudesse dar início à procura. “A vida é curta. Curta um caso”, propõe o site que garante que trair “nunca foi tão fácil”. Com três milhões de usuários só no Brasil (33 milhões no mundo), segundo sua assessoria, o Ashley Madison está entre as redes sociais que lucram com a infidelidade.

    Presente em 50 países, o site tenta agora retomar atividades na Coreia do Sul, onde é banido, após a Justiça do país ter abolido no último dia 26 de fevereiro uma lei em vigor há mais de 60 anos que penalizava o adultério. O Brasil ocupa o segundo lugar em faturamento e em usuários no mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos.

    Para entender o que atrai o acesso de tantas pessoas, a reportagem criou um perfil no site. Optou-se por um nome fictício e foi pulada a etapa de colocar uma foto.  Com essa escolha, o site logo avisou: a probabilidade de alguém contatar um perfil sem imagens era cerca de 37 vezes menor. Mais alguns cliques e chegou-se ao “cardápio” principal. Embora haja a opção de pessoa solteira em busca de parceiros, a grande maioria dos perfis era mesmo de comprometidos buscando um caso — pelo menos na internet. Em uma semana sem foto no perfil, as abordagens foram poucas e apenas pingavam as chamadas “piscadinhas” que são a marca registrada do site.

    Alguns dias depois, foi colocada no perfil uma foto em que não se mostrava um rosto, apenas o tronco da pessoa. Em menos de dez minutos, mensagens começaram a chegar à caixa postal e já era possível colecionar acessos às fotos privadas de outros usuários. São registros de viagens, inúmeros “selfies”, alguns retratos posados no espelho. A maioria do pescoço para baixo, dispensando a camisa, ou, quando os usuários ousam mostrar o rosto, utilizam o duvidoso recurso da máscara ou da tarja que o site oferece. Mas não são poucos os corajosos que mostram a identidade. E há fotos explícitas. É possível ocultá-la, como explica o site, em miúdas letras azuis.

    O perfil criado é o de uma suposta mulher casada. As abordagens de aproximação variavam: “Quero uma boa amizade colorida”, dizia um interessado. A caixa de entrada se dividia entre os que apenas tentavam contato (“Oi, gata, podemos conversar? Depois marcamos um encontro”), aqueles mais diretos (“Me liga, anota meu WhatsApp e Skype”) e os que se abriam, mergulhando numa catarse (“A rotina é fogo”).

    CONQUISTA, A CHAVE

    Nas descrições, o campo semântico gira em torno de prazer, curiosidade, fuga da rotina, sigilo, frio na barriga e uma chance de aproveitar a vida. Entre os depoimentos dos casados, alguns motivos do tempo gasto na rede social sobressaem: por exemplo, insatisfação no sexo, mas vontade de permanecer comprometido.

    — É comum que pessoas com questões mal resolvidas pessoalmente ou frustradas em alguma área da vida vejam na traição uma saída, mas ela acaba sendo uma fuga que não resolve o problema — afirma a psicóloga e especialista em mudança de comportamento Daniela Faertes. — A traição on-line é mais uma forma para aqueles que decidiram trair. Ela se diferencia do uso dos serviços de prostituição por não envolver dinheiro e ter a questão da conquista. Além disso, fica claro para ambas as partes que são pessoas comprometidas.

    Embora os homens sejam maioria (65%) no site, as mulheres também têm participação significativa (35%). No entanto, o número varia conforme a faixa etária. Por exemplo, acima dos 50 anos, são 13 homens para cada mulher (99% são homens), o que a empresa chama de “Geração Viagra”. Já na faixa dos 20-40 anos, há um homem para cada mulher (50%).

    — Na época do lançamento no Brasil, em 2011, recebi inúmeros e-mails com críticas de grupos religiosos. Fui mandado para o inferno várias vezes, mas há mais de um ano não recebo nada do tipo — conta o diretor-geral da Ashley Madison no Brasil, Eduardo Borges.

  • 16 verdades sobre nível de testosterona e saúde do homem

    Por: Fran Vergari | Em: Mundo Macho, Ponto de vista feminino | 15 de julho de 2015

    Pesquisa revelou que, apesar da preocupação com o desempenho sexual, 51% dos brasileiros com mais de 35 anos nunca foi ao urologista e 62% já tomaram remédio para disfunção erétil sem prescrição médica. Os problemas podem ser mais graves do aparentam e nunca é cedo demais para começar a se cuidar.

     man-doctor-111207Você vai dizer: “Mas é só chegar uma mulher para começar com assunto sério”. Sim. Sabe por quê? Homens não vão ao médico. Tente se lembrar da última vez que foi a um consultório fazer exames de rotina. Conseguiu? A verdade é que os homens não gostam de ir ao médico, acham que não precisam se cuidar e, quando o fazem, são acompanhados (empurrados) pela mãe (quando crianças), pela esposa ou pela filha (quando velhos).

    Aproveitando que dia 15 de julho é Dia do Homem, a Bayer organizou uma coletiva de imprensa com médicos de diversas áreas da medicina para falar sobre a saúde e sexualidade do homem. O Testosterona esteve lá e voltou com uma lista de dicas, mitos, verdades e números assustadores que você, homem, devia saber sobre a sua saúde. Se achar que algumas dicas ou sintomas ainda não servem para você, passe a informação para o seu pai ou seu avô, ajude a cuidar de quem cuidou de você.

    1 – Homens usam a falta de tempo como desculpa por não cuidarem da saúde

    Para você ver como os homens são muito alheios à própria saúde, 51% dos entrevistados nunca consultou um urologista. A pesquisa foi feita pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) em parceria com a Bayer, com 3.200 homens com mais de 35 anos em 8 cidades brasileiras. Desses, 33% diz que é por falta de tempo. Isso acontece porque os homens colocam na frente preocupações como trabalho, “revisão do carro”, e deixam a saúde de lado.

    2 – 62% já tomou remédio para disfunção erétil (o famoso Viagra) sem prescrição médica por medo de “falhar”

    É um dos dados mais preocupantes da pesquisa, segundo os médicos. O remédio é comprado por indicação de amigos, farmácia e informações da internet. Mas os riscos da automedicação são bem altos. Pode acontecer de o homem não ter problema nenhum e, depois de começar a usar o remédio, passou a só ter ereção com ele. Além, é claro, da dependência. Com medo de falhar, ele toma o remédio porque imagina que, sem ele, não vai dar certo – e na maioria das vezes pode acontecer por mero efeito psicológico. Segundo o Dr. Contardo Calligaris, psicanalista e dramaturgo, isso acontece porque o homem vê a sexualidade como uma obrigação, que vem primeiro de dentro dele, depois da sociedade, e os remédios são uma expressão, um reflexo dessa pressão que ele sente.

     3 – Impotência sexual pode estar ligada a obesidade e problemas cardiovasculares

    Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Urologia-SP, Dr. Roni de Carvalho Fernandes, a obesidade e o diabetes somados à hipertensão e ao sedentarismo podem desencadear doenças cardiovasculares, entre outros problemas de saúde, afetando a vida sexual dos homens. Para a psicanalista e escritora Regina Navarro, a ansiedade também está diretamente ligada à impotência sexual: “Pode ser a ansiedade, a ideia de que não pode falhar, precisa ser o melhor. Ou então acaba sendo egoísta, goza muito rápido e a mulher ainda sai com cistite”, brinca Regina.

     4 – “Andropausa” é a menopausa dos homens, só que menos dramática

    Agora vamos lá, 57% dos entrevistados nunca ouviu falar em “andropausa”. Explicando: o termo é usado para fazer uma relação com a menopausa, mas os médicos garantem que ela não é uma experiência dramática como a que acontece nas mulheres. É o hipogonadismo, um processo natural do organismo masculino em que acontece a queda na produção de testosterona e, em muitos casos, ocasiona na temida impotência sexual. A boa notícia é que tem tratamento! (Tá no item 8)

     5 – 71% não sabe quais são os sintomas da “andropausa”

    Então, para você saber, os principais sintomas são: redução da libido; depressão; redução da massa muscular e distúrbio do sono. É importante lembrar que todos esses sintomas devem estar relacionados à redução dos níveis de testosterona para ter certeza de que é a “andropausa”. Se você tem mais de 35 anos e se identificou com esses sintomas, procure um médico (qualquer um!) e explique para ele. Ele vai pedir exames para diagnosticar e, se for preciso, iniciar um tratamento de reposição hormonal.

     6 – 87% (e aposto que você também) não sabe para que serve reposição hormonal

    Os sintomas, como falamos, atingem diretamente a autoestima do homem e também seu relacionamento. E, com esse número, é sabido que a maioria não sabe que pode resolver isso com reposição hormonal. A Dra. Elaine Frade Costa, endocrinologista, alerta: “O nível de testosterona não pode estar nem muito abaixo da média, nem muito acima. Deve começar com a indicação de um médico, depois de diagnosticado o problema, e acompanhado por ele, sempre”.  Normalizando o nível de testosterona, todos esses problemas e sintomas são resolvidos e a vida volta ao normal, com autoestima recuperada, melhora no relacionamento e no dia a dia.

    7 – Urologista não é o “ginecologista dos homens”, nem só o “médico do exame de toque”

    Talvez esse seja o principal “medo” dos homens em relação ao urologista. Mas engana-se quem pensa que ele é o “ginecologista do homem” e só o “médico do exame de toque”. O urologista cuida do trato urinário dos homens e das mulheres, rins, ureteres, bexiga urinária, uretra e (aí sim) órgãos do sistema reprodutor masculino (testículos, epidídimos, ducto deferente, vesículas seminais, próstata e pênis). E, para ficar sabendo, o exame de toque é indicado para homens acima dos 45 anos, então, relaxa que ainda tem tempo.

    8 – Procurar um médico não significa perder a virilidade

    A psicanalista e escritora Regina Navarro Lins apontou que, culturalmente, os homens tendem a relacionar isso (procurar um médico) a um símbolo de fraqueza e perda da virilidade, da “macheza”. E também de que há a ideia de que as mulheres são mais frágeis e então são elas que precisam de cuidados. Os médicos concordaram que a sociedade vem dando uma atenção maior à saúde do homem, inclusive reprodutiva, no que se refere, principalmente, à prevenção.

    9 – É preciso pensar mais em saúde e menos em doença

    Tirar essa imagem de que os médicos são para quando você já está com sintomas e dores. Como diz o ditado: “É melhor prevenir do que remediar”. Ter uma vida saudável e um acompanhamento médico são hábitos essenciais para evitar complicações sérias na velhice (e até antes dela).

    10 – Os homens vêm apresentando baixa no nível de testosterona cada vez mais cedo

    E, segundo a endocrinologista, Dra. Elaine Frade Costa, por diversos fatores externos, como estresse, vida sedentária, hábitos, etc. Por isso não dá para esperar os cabelos brancos aparecerem para começar a pensar na própria saúde.

    11 – Reposição hormonal não causa câncer de próstata

    “Se acontecer de aparecer um tumor depois de começar um tratamento de reposição hormonal, é porque você já tinha predisposição genética”, garante o Dr. Carlos Sacomani, Diretor de Comunicação da Sociedade Brasileira de Urologia.

     12 – Retirada da próstata não causa disfunção erétil

    O Dr. Roni de Carvalho Fernandes, presidente da Sociedade Brasileira de Urologia-SP afirma que não é uma regra: “A cirurgia de retirada da próstata pode alterar a ereção, isso em 20 ou 30% dos casos, mais por uma questão de autoestima pós cirurgia. Mas tem um fato a ser levado em conta. Quanto mais velho o paciente, maior a chance de ter disfunção erétil depois da retirada total da próstata por um câncer, por exemplo”.

    13- A redução do nível de testosterona interfere nas decisões do dia a dia

    “Ousadia, coragem, tomadas de decisão de risco, tudo isso tem a ver com o nível de testosterona e reflete no seu dia a dia, no trabalho. Quanto mais baixo o nível, menos decisões arriscadas você toma, menos ousado você fica, e aí vem a depressão, um dos principais sintomas”, explica o cardiologista Dr. Maurício Wajngarten.

    14 – Diminuição da libido é diferente de diminuição de ereção

    A disfunção erétil tem menos a ver com hormônio e mais a ver com problemas psicológicos, problemas de irrigação vascular, por exemplo, entre outros fatores – que também merecem atenção!

     15 – Anabolizantes e doses excessivas de testosterona causam danos a longo prazo

    A Dra. Elaine explicou que a dose fisiológica usada no tratamento da reposição hormonal é muito maior do que a dose usada nos anabolizantes. Por isso, tentar resolver por conta própria não é, nem de longe, uma boa ideia. Além disso, jovens que tomam essa quantidade excessiva podem ter sérias complicações a longo prazo, como doenças no fígado, no coração e até infertilidade.

    16 – Você pode falar sobre sexualidade com qualquer médico

    Sim, qualquer médico. Por mais que ele não seja o especialista na área, ele vai saber orientar você para resolver, seja o que for. Confie sempre nos médicos, eles sabem o que fazer.

    Bônus: Não é possível aumentar o pênis

    “Existem cirurgias que retiram um ligamento que sustenta o pênis para ganhar mais ou menos 2 centímetros, mas sem esse ligamento ele não tem sustentação, então vai ficar ‘com a cabeça baixa’”, brinca o Dr. Roni de Carvalho Fernandes, presidente da Sociedade Brasileira de Urologia-SP. Ele também alerta que injeções que são comuns em propagandas na internet não são recomendadas pelas complicações que podem causar: “É melhor um pequeno funcionando do que um maiorzinho que não consegue desempenhar suas funções”. O Dr. Roni também faz um alerta aos pais, contando que o chamado micropênis (no adulto, menor que 4cm em flacidez ou menor que 7,5cm em ereção) é uma doença e deve ser diagnosticada na infância para propor correções cirúrgicas.

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