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“A vida sem música seria um erro.” Nietzsche estava certo, mas esqueceu de acrescentar que a vida com música acompanhada de uma boa cerveja é ainda melhor. É claro que, na verdade, essa combinação não importa muito, desde que a gente esteja bebendo e ouvindo o que gosta. Mas se você quiser brincar de fazer harmonização, aqui vão algumas dicas para combinar cerveja com diferentes estilos musicais:

Rock: É mais que um som, é um estilo de vida. O rock influenciou a moda, a linguagem e as atitudes. Roqueiros amam a força da guitarra e o ritmo acelerado. Este estilo pede cervejas de força e personalidade: American IPA, cervejas com aromas intensos de lúpulos cítricos e amargor em destaque.

Bossa Nova e MPB: Um cantinho e um violão. Quem curte bossa e mpb costuma ser bom vivant. A sutileza e apelo politico do estilo fizeram a cabeça de estudantes e intelectuais. Esse som merece: cervejas com ingredientes tipicamente brasileiros, como a Tupiniquim Saison de Caju, Amazon Beer Taberebá Witbier, Colombina India Pale Ale com rapadura… São tantas que é impossível enumerá-las!

Jazz e Blues: Blues traz notas com uma frequência baixa e com final expressivo, excelente para quem gosta de relaxar e, mais do que isso, de transcender através da música. Já o jazz se adaptou a muitos estilos musicais, com uma grande variedade melódica, harmônica, rítmica e deliciosa. Esses estilos pedem: Belgian Dark Strong Ales, cervejas complexas, encorpadas, escuras, alcoólicas, adocicadas, introspectivas…

Rap: Letras fortes som pesado, com um discurso rítmico com rimas e poesias. O apelo político e a necessidade de mostrar as diferenças. Esse som agrada quem não tem medo de dar a “cara para bater” e combina perfeitamente com: Imperial Stout, cervejas escuras e muito intensas, tanto em amargor quanto em teor alcoólico. Não é para os fracos!

Reggae: A parte boa da música é que quando ela te atinge, não sentes dor alguma, diria Bob Marley, pai do reggae e dono de uma voz única. Quer relaxar? Então aumenta e abre uma: Witbier, uma cerveja de trigo da escola Belga, muito refrescante, e que combina com praia — assim como o Reggae.

Pop: Um apelo comercial é o estilo queridinho dos mais jovens. Na balada esse som enche a pista. Para quem está com o gás todo e ama curtir a noite: Weissbier, as cervejas de trigo da tradição alemã. São cervejas levemente adocicadas e com aromas frutados, que conseguem agradar a maioria das pessoas sem perder a personalidade.

Sertanejo: Quem ama a vida do interior certamente se delicia com um sertanejo de raiz. Amantes de uma vida pacata, os fãs de sertanejo merecem: Saison, estilo que apresenta aromas que remetem ao campo e à natureza

Samba e Pagode: Impossível ficar parado. Até para que não curte o som, se estiver por perto vai mexer o pezinho.Música animada, faz com que grupos de amigos se acabem de dançar, além de ser um prato cheio pra quem tá de paquera. Para brindar: German Pils, a versão artesanal das cervejas massificadas. Dourada e suave, mas com muito sabor, é leve o suficiente para poder dançar bastante depois de beber!

Música clássica: Com um estilo mais conservador e elegante, os amantes de música clássica também merecem uma cerveja para curtir esse momento intenso. Arrume um lugar tranquilo, coloque seu compositor favorito e abra uma: Wood-Aged Beer, termo genérico para cervejas envelhecidas em barris de madeira. De modo geral são cervejas elegantes, mais alcoólicas, que evoluem com o tempo e devem ser tomadas quase à temperatura ambiente, sem pressa, e apreciando cada nota (aromática e musical).–

Fonte: Mestre-Cervejeiro.com

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