Taison é forte candidato a um lugar entre os 23 que vão para a Copa (Lucas Figueiredo – CBF)

De volta à seleção brasileira para os amistosos contra Japão e Inglaterra, em novembro, Taison, hoje com 29 anos, ainda não se firmou como um grande atacante do futebol mundial.

Mas houve quem apostasse que o jogador seria um “extra-classe”, com potencial para ser um futuro Messi, um melhor do mundo.

Em 2009, o jornalista gaúcho Wianey Carlet falou sobre a então grata revelação do Internacional em sua coluna no clicRBS. Inebriado pela boa atuação de Taison contra o Coritiba, Carlet foi sucinto. “Taison jogará em um grande clube europeu, não deverá ser outro o seu destino (…) Hoje, Messi desponta como candidato fortíssimo a melhor do mundo. Dentro de algum tempo, provavelmente, Taison desfrutará dessa posição. E, dentro de uns dez anos, será possível questionar: Quem foi melhor, Messi ou Taison?“.

Na época, as palavras de Carlet rodaram o Brasil e o mundo. A reação, claro, foi de espanto. Afinal, Messi já era uma realidade e caminhava a passos largos para ser o melhor do mundo daquele ano, o que de fato aconteceu.

Taison deixou o Inter em 2010 rumo ao modesto Metalist Kharkiv, da Ucrânia. Em 2013, assinava com o também ucraniano Shakhtar Donestk, seu clube desde então.

O tempo tratou de enterrar as previsões de Carlet. Messi ganhou quase tudo na carreira e foi eleito melhor do mundo em cinco oportunidades. Já Taison ainda luta por um lugar ao sol entre os atacantes reservas da seleção brasileira.

Mas o futebol é uma caixinha de surpresas. Vai que o garoto de Pelotas faz o gol do hexacampeonato para o Brasil em 2018…

 

 

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