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Pode notar: toda semana pelo menos uma série, filme ou documentário original surge na Netflix. O motivo é simples, a gigante do streaming anunciou a quantia de 6 bilhões de dólares de investimentos para conteúdos próprios em 2016. A conta é que a cada 10 ou 14 dias alguma coisa nova seja lançada, durante todo o ano.

Com isso muita gente se perde no que assistir, ou acaba perdendo seu tempo com bobagens. E como as séries originais são hypadas por si só, que tal um guia básico do que assistir em séries dramáticas NÃO ORIGINAIS? Selecionamos algumas ótimas disponíveis por lá:

Dexter (completa)

Se você é novo em dramas e não entende muito bem porque a maioria dos protagonistas são pessoas de caráter duvidoso, prontos para distorcer a moral para explicar suas atitudes, começar com Dexter é um pé na porta. Aqui temos a história de um serial killer que criou um código de regras particulares para viver em sociedade e vez ou outra, cometer aquele assassinato.

É uma ótima série que dosa bem os casos da semana com o andamento da trama principal. O final da quarta temporada é uma das coisas mais apavorantes da televisão.

 

Homeland (quatro temporadas)

Homeland é extremamente contemporânea e viciante. Fica difícil não partir pra uma maratona, já que a quantidade de dúvidas plantadas ao longo das duas primeiras temporadas (principalmente) deixa qualquer mente em total desespero. Um soldado que passou anos nas mãos de extremistas islâmicos pode retornar para seu país e viver normalmente como um bom americano?

Ficou para Carrie Mathison, agente da CIA, desvendar esse mistério.

 

Vikings (quatro temporadas)

Quem espera por uma série cheia de ação e invasão vikings sairá satisfeito. Quem espera por um drama cheio de momentos de contemplação da cultura viking também sairá satisfeito. Vikings é um banho de momentos insanos e um choque cultural.

Repleta de personagens interessantes, Vikings encontra seu auge quando o líder Ragnar Lothbrok está em cena.

 

The Killing (completa)

Séries sobre detetives em busca de assassinos são puro tédio e repetição de tema, mas The Killing se destaca no meio. Melancólica, ela transborda sofrimento com a morte de uma adolescente que simplesmente não se transforma em um mero detalhe pra mover a trama. Você sente a dor dos familiares e se infiltra na difícil investigação. Aqui, nada de detetives geniais.

Ah, se você gosta da primeira temporada de True Detective, vai encontrar muita influência aqui, já que esse foi o primeiro trabalho de Nic Pizzolatto como roteirista pra tv.

 

The Americans (três temporadas)

É difícil acreditar que The Americans caminha para sua quinta temporada e ainda é invisível aos olhos da maioria dos “fãs de série”. Drama tenso sobre uma família de espiões russos morando nos EUA em plena Guerra Fria, The Americans te faz grudar na cadeira como poucas obras.

Sem barrigas ou personagens desnecessários, a série é bastante ciente do que quer contar e qual caminho pretende seguir até seu fim. É bem crua. Em alguns momentos os serviços que Elizabeth e Philip precisam prestar para a Mãe Rússia, certamente te deixarão com o estômago embrulhado.

 

Sons Of Anarchy (completa)

Uma família de motoqueiros criminosos. Apesar de ninguém ali prestar, Sons Of Anarchy cria laços com seu espectador como poucas obras conseguiram. Com um elenco enorme, fica difícil escolher um personagem favorito. A série deu vida a momentos de pura barbárie, que você simplesmente não acredita no que viu.

É uma obra que vai além de motoqueiros machões e barbudos.

 

Breaking Bad (completa)

Desde que Breaking Bad estreou em 2008, nenhuma outra série feita chegou aos seus pés. Vince Gilligan transformou a jornada de um homem comum rumo a destruição em uma obra de arte. Belíssima em cada frame, poderosa em cada diálogo, Breaking Bad muda qualquer um que assiste.

Além de entregar vários dos momentos mais icônicos da televisão, Breaking Bad ainda é um ensaio sobre ego, vícios e frustração. Uma obra essencial.

Boa maratona!