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Cerveja – Uma das mais antigas bebidas, é feita da fermentação de cereais e grãos. A mais consumida é a de cevada, mas também tem de trigo, milho, arroz, aveia, centeio e sorgo. Em 1700 a.C, o Código de Hamurabi condenava à morte quem produzisse cerveja de baixa qualidade.

Cachaça – Veio para o Brasil junto com a cana-de-açúcar e foi usada durante o século 18 para comprar escravos na África. Como se tornou mais popular que as bebidas portuguesas, a metrópole tentou várias vezes proibir seu consumo. Não adiantou, até hoje é o destilado mais consumido aqui.

Vodca – Destilações e filtragens da vodca buscam neutralizar o sabor dos cereais. No final do século 19, o comércio da bebida era monopólio do Estado russo, mas foi proibido em 1914, na Primeira Guerra. O mercado negro acabou forçando a liberação em 1924.

Uísque – A preocupação dos fabricantes é manter o sabor dos cereais destilados, envelhecendo a bebida em tonéis. A primeira notícia desse processo é de 1494, nos mosteiros da Escócia. Mas os irlandeses insistem que seu padroeiro, São Patrício, começou a produzir a bebida, no século 4.
Champanhe – Já no século 16, as uvas da região francesa de Champagne eram conhecidas. Mas foi só por volta de 1700 que foi descoberto que seus vinhos se tornavam espumantes quando passavam por um segundo processo de fermentação.

Gim– Surgiu na Holanda no século 17, quando o médico Franciscus de la Böe tentou inventar um remédio para os rins a partir da destilação de cereais e do zimbro. Depois das Guerras Anglo-Holandesas, os soldados ingleses levaram a bebida para seu país, onde ela levou a um elevado grau de alcoolismo no final do século 18.

Vinho – Provavelmente a mais antiga das bebidas. Para a cultura judaica, foi descoberto por Noé. As primeiras evidências de seu surgimento datam de 7000 a.C. Pode ser feito de várias outras frutas além da uva, mas ela foi provavelmente uma das primeiras a virar bebida, já que tem o fermento naturalmente ligado à sua casca.

Rum – É um parente bem próximo da cachaça, já que ambos são feitos da destilação da cana-de-açúcar. Em 1665, o rum começou a fazer parte da ração diária fornecida aos marinheiros ingleses. Na mesma época, surgiam os piratas, que eram em sua maioria marinheiros rebeldes, sem ninguém para controlar a quantidade de rum consumida.

Saquê – A mais forte das fermentadas, com graduação de até 20%. Na Segunda Guerra Mundial, devido à escassez de arroz, os produtores começaram a misturar álcool e produzir uma bebida de qualidade inferior. Pena, uma dose de saquê era a última coisa tomada pelos kamikazes antes de partir para a morte.

Via: To na Folga

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