• Rock de Domingo – Volbeat

    Por: Edu | Em: Música | 26 de julho de 2015

    ROCK-DE-DOMINGOO Volbeat é uma banda dinamarquesa formada em 2001. O seu estilo musical é uma mistura de rock ‘n’ roll e heavy metal. O Volbeat foi inspirado por bandas como Metallica, Social Distortion e até por Elvis Presley e Johnny Cash. A banda é composta pelo vocalista Michael Poulsen, pelo guitarrista Thomas Bredahl, baixista Anders Kjøholm e baterista Jon Larsen. A banda lançou cinco álbuns de estúdio e um DVD, além de um álbum ao vivo.

    Os três primeiros álbuns da banda The Strength/The Sound/The Songs (2005), Rock the Rebel/Metal the Devil (2007) e Guitar Gangsters & Cadillac Blood (2008) conquistaram o ouro na Dinamarca. O segundo álbum Rock the Rebel/Metal the Devil (2007) foi álbum platina. Em 2010 foi lançado o quarto álbum da banda, “Beyond Hell/Above Heaven”, e foi um sucesso por toda a Europa, EUA e no Canadá.

    O nome da banda foi tirado do álbum Vol. Beat da antiga banda de Michael Poulsen,Dominus. “Vol” significa volume e “Beat” significa batida. O mais recente álbum de estúdio da banda, foi “Outlaw Gentlemen & Shady Ladies” e consolidou definitivamente o Volbeat com músicas como Lola Montez e Cape of our hero.

  • Testosterona Indica – Entrevista com a fundadora do Suicide Girls e mais

    Por: Testosterona | Em: Testosterona Indica | 26 de julho de 2015

    suicide_girls_7-652x434

    – Entrevista com a fundadora do Suicide Girls

    Somos grandes fãs das Suicide Girls, vocês sabem. Além de fotos, também já postamos reportagens especiais com modelos brasileiras contando como funciona o processo todo até se tornar uma do grupo. Este mês o site IdeiaFixa entrevistou a fundadora do Suicide Girls, Selena Mooney (que atende por Missy Suicide). Na entrevista, ela define “beleza alternativa”, elege uma representante ideal do estilo, fala sobre concorrência e feminismo. Leia a entrevista completa aqui.

    – Saiu o trailer de 007 contra Spectre

    A Sony Pictures divulgou nesta quarta-feira (22) o trailer final de “007 contra Spectre”, o 24º filme da franquia de James Bond. Dirigido por Sam Mendes, o longa estreia no dia 5 de novembro e tem Daniel Craig no papel do agente secreto pela quarta vez. Agora, ele se infiltra em uma reunião secreta e descobre a existência da organização conhecida como Spectre.

    – Badass Dogs

    Confira como seriam os heróis e vilões da Marvel transformados em cachorros. Veja aqui

    cao

    Links da semana:

    Fotos: Vandalismo moderno

    Vídeo: Fatos estranhos sobre a indústria pornô

    Imagens: A nova onda do instagram

    Humor: Por causa de Eva eu tô passando roupa a vida inteira

    Fotos: Gatas tatuadas

    Vídeo: Virgindade artificial

    Fotos: Um ensaio sensual diferente

     

     

  • 10 mulheres disputam título de tatuada mais bonita de São Paulo

    Por: Edu | Em: Notícias | 24 de julho de 2015

    tatuadas
    Com corpos desenhados por tatuagens variadas, dez mulheres vão disputar o título de Miss Tattoo Week 2015, neste sábado (25), no Expo Center Norte, em São Paulo. Elas foram selecionadas em uma votação pela internet que recebeu mais de 45 mil votos em duas semanas. Quem vencer a disputa vai receber a faixa e o troféu das mãos de Bruna Barros, campeã no ano passado.

    Os jurados vão avaliar atitude, estilo, beleza, simpatia, personalidade e ousadia, além das tatuagens e os piercings. Uma das juradas é Megan Massacre, considerada por quem é do ramo como uma das tatuadoras mais sexy do mundo.

    Em solo tupiniquim, a atual mais sexy está ansiosa para passar a “coroa” para outra musa das tatuagens. “Ganhei o troféu em 2014 e fui convidada a ajudar na organização do concurso de miss neste ano. Foi muito legal ter vencido o concurso para mostrar as tatuagens. Trabalho como tatuadora desde 2013, sou casada com tatuador e a tatuagem está no meu sangue”, disse Bruna.

    A atual Miss Tattoo Week segue dois lemas e resolveu escrevê-los em sua pele. No peito, ela tatuou “meu corpo, minhas regras” e, na barriga, tatuou “conquista”. “Gosto mais do estilo old school e do realismo”, explicou Bruna. A disputa entre as mais belas mulheres tatuadas vai acontecer na convenção Tattoo Week SP, que vai reunir 50 tatuadores e profissionais de body piercing de mais de 20 países entre sexta-feira (24) e domingo (26). Segundo a organização, serão montados 460 estandes com mais de 1,2 mil expositores.

    tatuadas1

    tatuadas2 tatuadas3

    Fonte: G1

     

  • O DeepDream do Google Virou Oficialmente uma Categoria Pornô

    Por: Edu | Em: Notícias | 24 de julho de 2015

    deep-dream1
    Se você passou qualquer tempinho na internet nos últimos anos, não deve ter se surpreendido quando usuários pegaram a nova ferramenta de reconhecimento de imagens do Google, a DeepDream, e a usaram para criar pornô psicodélico para robôs.

    As comunidades /r/deepdream_porn e /r/deepdreamporn do Reddit já contam com mais de 40 contribuições cada, com uma ou outra repetição. Novos membros postam imagens processadas pelo algoritmo do Google todos os dias. Ambas as comunidades têm mais de 400 assinantes cada. Existe até mesmo um Tumblr com dezenas de fotos e vídeos.

    O DeepDream usa o aprendizado por máquina para identificar com o que partes de uma imagem se assemelham. Em essência, duplica tal imagem até que sobram cães e minhocas por toda a foto – saiba como funciona aqui.

    Como tudo mais na internet, o pornô DeepDream agora tem alguns gêneros próprios.

    Há posts de si mesmo (“Passei minha vagina no DeepDream!“, “Meu pênis demoníaco bizarro!“) e outros em que só uma parte da foto é alterada, deixando um peito ou pau intocados enquanto o resto parece uma viagem de Hunter S. Thompson. (Falando no célebre escritor americano, usuários também fizeram o experimento do Deep Dream em uma cena de Medo e Delírio em Las VegasMedo e Delírio em Las Vegas, a adaptação do lisérgico livro de Thompson pelos EUA.)

    Não rola muita conversa nestas comunidades, então é difícil confirmar se tem alguém se masturbando com essas coisas, mas quem queremos enganar? A resposta provavelmente é “sim”.

    deep-dream deep-dream2

  • Testosterona Entrevista – Syanne Neno

    Por: Fran Vergari | Em: Entrevista | 23 de julho de 2015

    Syanne Neno foi a primeira repórter esportiva a vestir saias no estado do Pará, apresentou por 10 anos o Globo Esporte regional e foi, durante esse tempo, a repórter de Rede, contando as histórias do Paysandu na Libertadores da América, em 2003, para todo o Brasil. Hoje, com 42 anos, Syanne mantém o blog Neno de Salto e é colunista no Testosterona Sports.

    Para o Testosterona Entrevista, Syanne contou sobre sua paixão pelo Paysandu, sobre o subestimado futebol da segunda divisão e mais: que já viu jogador sem toalha em entrevista no vestiário!

    Entrevista: Fran Vergari

    Conta como é o seu caso de amor com o jornalismo esportivo?

    Sempre fui apaixonada por futebol! Comecei a ir ao estádio com uns 7 anos, acompanhando meu pai e meu irmão. Ficava fascinada com a torcida, os cantos e as vezes esquecia até do jogo para prestar atenção naquelas figuras típicas dos estádios: o velhinho com o radinho de pilha, o desdentado sem vergonha na hora de gritar o gol…Tudo me despertava tanta curiosidade quanto os discos de história que eu escutava. Comprava a “Placar’ e colecionava figurinhas, uma loucura! (risos) Assistia às reportagens de TV sobre os jogos de futebol e prestava atenção nos textos, desde antes de decidir fazer jornalismo. Minha irmã era repórter de TV na afiliada da Globo em Belém e eu pedia a ela para me trazer os roteiros do Globo Esporte. Ficava lendo na frente do espelho, fingindo ser apresentadora. A decisão já estava dentro de mim e eu nem sabia. Escrever sobre futebol e sentimentos era meu sonho, que virou realidade.

    syanne-neno-1

    Foi difícil em algum momento por você ser mulher? Sabemos que o clube do bolinha geralmente resiste à presença de mulheres.

    Fui a primeira repórter esportiva a vestir saias no Pará. E quando comecei, tinha 21 anos e cara de menininha. Foi difícil no início ser assertiva e convencer aqueles marmanjos que aquela baixinha não estava ali pra tietar jogador e que eu entendia, sim, sobre futebol. Mas a aceitação foi menos demorada do que eu pensava. Graças a Deus, o meu talento conseguiu despontar de forma inquestionável.

    Já aconteceu de passar por situações embaraçosas por ser mulher? Tipo, receber cantada de fonte, essas coisas? 

    Não. Acho que o fato de ser reservada e tímida (sim, eu era!) ajudou. Agora, com jogadores já é mais complicado. Uma noite, depois de um Paysandu x Flamengo, em 1995, tive que entrar no vestiário, que é uma coisa que evitava de todos os jeitos. Naquela época, não tínhamos assessor de imprensa. O Flamengo perdeu o jogo por 2 a 0 e o então técnico Edinho caiu. A nossa afiliada pediu uma entrevista com ele para o Jornal da Globo. Não tinha jeito dessa vez.  Respirei fundo e entrei no vestiário do Flamengo. Fiz a entrevista com o Edinho, mandei pelo motoqueiro e, aproveitando o embalo, gravei com o Edmundo também. No meio da entrevista, ele deixou cair a toalha com a qual ele estava enrolado. Me fiz de lesa, continuei com o nariz empinado, terminei a entrevista, agradeci e fui embora.

    A paixão pelo Paysandu você consegue explicar?

    Meu tio era jogador e foi o herói bicolor do título de 72, com um gol no último minuto. Meu pai já foi diretor de futebol do Paysandu e eu amava ouvir as histórias dele. Futebol era o principal cordão umbilical da caçula temporã com o pai. A paixão pelo Paysandu aumentou ainda mais depois que virei jornalista. A época gloriosa do Papão, Campeão dos Campeões, que foi à Bombonera calar o Boca Juniors, foi a minha melhor fase profissional. Eu ajudei a contar a história desse time para o Brasil. Como não amar?

    O público não implica por você declarar para qual time torce? 

    Em Belém, a rivalidade é algo que extrapola qualquer limite do bom senso. A implicância de alguns torcedores do Remo era enorme, mas na época em que era repórter da Globo em Belém. Meu sorriso era o símbolo do “insucesso” do rival. E sabe como é cabeça de torcedor fanático, eles viam uns 64 dentes em mim quando eu falava do Paysandu… Mas isso foi serenando com o tempo e principalmente com os meus textos nas crônicas para o jornal e blog. Independente do time, eles sabem que eu escrevo com paixão e verdade. Meu maior orgulho hoje é ver textos sobre o Remo até mais elogiados do que alguns sobre o Paysandu.

    syanne-neno-3

    E com os blogs agora, como está sendo o digital para você, com o retorno imediato dos leitores? 

    Estou em um relacionamento muito sério com o jornalismo digital. O blog e a repercussão dele através das redes sociais é muito estimulante.

    Sua coluna no Testosterona Sports é sobre a série B do Brasileiro. Acha que é um jeito de levar mais espectadores para a segunda divisão?

    Espero que sim! Decidi escrever sobre a série B porque, além de ser a minha realidade, esse ano traz o Brasil de fato em campo, com times de todas as regiões. É um universo muito rico de personagens e culturas diferentes.

    syanne-neno-2

    Aliás, acha que as pessoas subestimam o futebol da segunda divisão?

    Acho que subestimam porque acabam sabendo menos sobre ele também. Falta um pouco de carinho da mídia nacional. É preciso assimilar de vez que existe talento além da série A. A divulgação é menor e o torcedor não tem estímulos para se interessar pela série B.

    Tem algum projeto em mente, além do blog? 

    Quero fazer especialização e virar professora. Continuar aprendendo sempre, estudar e também ensinar. Me fascina a ideia de repassar experiência, dicas e ajudar a formar profissionais éticos, criativos, que amam de verdade o futebol e não usam o jornalismo esportivo apenas como um trampolim para “aparecer na TV”.