• Conheça Dennis Hof, o cafetão mais famoso dos Estados Unidos

    Por: Edu | Em: Esse é Macho | 25 de julho de 2012

    Cafetinagem, favorecimento à prostituição, indução à prostituição, rufianismo e exploração sexual. Se trabalhasse no Brasil, Dennis Hof poderia ser processado por todos esses crimes e pegar até dez anos de prisão. Para a sorte desse americano de 63 anos, ele vive e trabalha no Estado de Nevada, único lugar dos Estados Unidos em que ser dono de bordel não é crime.

    Sim, Hof é cafetão profissional, o mais famoso dos EUA. Paga altíssimos impostos (R$ 440 mil por ano) para manter seu puteiro, o Moonlite Bunny Ranch, mas diz que o retorno financeiro mais do que compensa.  Nesses 17 anos desde que adquiri o Bunny Ranch, fiquei ainda mais rico do que já era, afirma o americano. Muitas celebridades, atores, músicos e fafarrões do mundo inteiro visitam o famoso inferninho todos os anos. Hof comprou o Moonlite Bunny Ranch em 1993, quando já tinha a vida financeira resolvida graças ao sucesso de seus negócios no ramo imobiliário. Ele conta que, desde então, leva a vida com que sempre sonhou. – Tenho dinheiro e amigos, vivo cercado de belas mulheres e posso fazer quanto sexo quiser.

    As responsáveis diretas pela “vida dos sonhos” de Hof são as mulheres que se prostituem em seu rancho. Embora o dono do bordel não revele os valores médios cobrados pelas garotas de programa, ele afirma que um cliente “empolgado” pode gastar até R$ 3.500 (US$ 2.000) em uma única noite, sem contar valores com bebidas e comida. Hof embolsa metade do dinheiro que as garotas ganham, mas diz que elas têm liberdade para negociar o valor do programa. – É um acordo de 50/50. As garotas podem negociar dependendo do cliente ou do que o cliente quer fazer, e eu levo metade dessa quantia.

    Mais de 500 mulheres estão licenciadas para trabalhar no rancho de Hof e, segundo o cafetão, no mínimo 50 garotas fazem programa no local todos os dias.

  • As verdades que os homens contam: a mentira

    Por: Edu | Em: As verdades que os homens contam | 23 de julho de 2012

    Silvia andava meio cansada dos homens. Pensou até em, como dizem por aí, colar o velcro, beijar o carpete, colocar a aranha pra brigar. Mas desistiu, o negócio dela era mesmo homem. O problema é que homem mente demais. Toda mulher sabe que homem é tudo mentiroso. O que ainda não mentiu, vai mentir. Ela resolveu que ia tentar uma estratégia diferente e se cadastrou num desses sites de relacionamento on-line. Talvez o fato de Silvia ser loira explique porque ela resolveu fugir de homem mentiroso buscando um na Internet. Mas quando o desespero bate, vale qualquer coisa. Vai que, né?

    Sílvia acabou marcando um encontro com Ademir, um típico cara normal. Nem muito alto, nem muito baixo. Nem muito gordo, nem muito magro. O único diferencial do Ademir estava guardado, mais precisamente dentro da cueca. Sílvia fez as contas e chegou a conlusão de que é melhor um cara normal e bom de cama, do que um bonitão ou rico que as mulheres vão ficar dando em cima constantemente. Era melhor diminuir suas expectativas e se ver livre de mentiras do que sonhar alto demais e acabar sofrendo.

    Saíram e foram até a um restaurante para se conhecer melhor. Conversaram bastante, falaram de suas vidas, fizeram confissões, perceberam que tinham gostos parecidos, achavam um ao outro atraentes, tudo estava indo bem. Sílvia não era mulher de dormir com alguém no primeiro encontro, mas a situação tava tão preta que ela resolveu abrir uma exceção (exceção é como as mulheres chamam suas pernas. Já notou que toda mulher que dá no primeiro encontro diz que nunca faz isso?).

    Entre um amasso e outro, uma musiquinha, pega daqui, encoxa dali, foram para o quarto. Ademir deu aquele trato na Sílvia. Praticamente virou-a do avesso nas preliminares. Quando chegou a vez dele, Silvia tirou a roupa dele e na hora que ia cair de boca, ficou indignada e falou:

    – Peraí, Ademir! Assim não dá!
    – Como assim, Silvia? O que tá havendo?
    – Eu fui pra esse maldito site de encontro on-line porque tava cansada de homem mentiroso. Você disse que tinha uma BMW 0km e foi me buscar num Celta, deixei passar. Você disse que morava num apartamento de frente pro mar e me trouxe nesse kitnet. Disse pra mim que era bem dotado e seu pau tem metade do que você disse no perfil. Você não passa de um mentiroso!
    – Calma que eu vou explicar. Meu carro tá na revisão, por isso eu tô rodando com o Celta que a concessionária me emprestou.
    – E esse muquifo aqui?
    – Esse apartamento é de um amigo meu. O meu tá em reforma, tô transformando num duplex. Mas dei uma aumentadinha mesmo no meu pau lá no perfil.
    – Tá vendo? Mentiroso! Canalha!
    – Posso perguntar uma coisa?
    – Vai, pergunta, ordinário!
    – Esses peitos aí, são silicone?
    – São, e daí?
    – Você é loira mesmo ou pintou o cabelo?
    – Pintei, mas o que isso tem a ver?
    – Seus olhos são verdes ou você usa lente?
    – Uso lente, o que é que tem seu filho da mãe?
    – Aquela foto sua no perfil, era você ao natural ou tinha photoshop?
    – Eu pedi pra um amigo meu melhorar um pouco, todo mundo faz isso.
    – Pois é. Eu contei uma mentira. Você controu quatro. Como sou bonzinho, vou te perdoar. Agora cala a boca
    e continua chupando.

  • Sete em cada dez mulheres esperam que homem pague conta do encontro

    Por: Edu | Em: Destaques, Notícias | 22 de julho de 2012

    Todos nós já estamos cansados de ouvir aquela baboseira feminista sobre direitos iguais né? Mas a verdade é que na prática a coisa não funciona bem assim na hora de dividir as despesas.

    Uma pesquisa feita por um site de relacionamentos com 18 mil mulheres e 17 mil homens mostrou que 70% deles pagam a conta no primeiro encontro, por uma questão de educação. Na mesma pesquisa, 44% das mulheres disseram que, quando se oferecem para dividir a conta, fazem isso só para testar o companheiro. É um blefe para ver qual será a reação do homem. Já 47% foram mais radicais. Para elas, se o homem não pagar a conta na primeira saída, melhor desistir do relacionamento.

    Para a consultora de imagem Regina Martelli, há uma regra básica. Quem convida, paga, mas, no primeiro encontro, há uma exceção. “O que é importante é o ato, é a cortesia, é a atenção, é essa conquista, que a mulher gosta de se sentir cortejada e o homem pagando a conta”

    Fonte: Jornal Hoje