• Testosterona Lifestyle #3 – Trabalhando na indústria pornográfica

    Por: Eduardo Mendes | Em: Destaques, Testosterona Lifestyle | 16 de julho de 2013

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    Nos últimos 11 anos, poucos foram os dias que não vi alguém ficar meio chocado, animado ou dar uma risadinha ao saber que eu trabalho na Brasileirinhas. Todos imaginam ser o trabalho dos sonhos, afinal, quem não gostaria de ser pago pra ver lindas mulheres nuas transando na sua frente, certo? CERTO!!! É sim uma ótima maneira de ganhar a vida. E se você acha que é só nudez e fodinhas, saiba que é parte das funções de quem trabalha com isso ir em feiras da indústria pornográfica em lugares como Las Vegas, Los Angeles e Berlim. É o céu na Terra.

    A pornografia é um assunto cada vez mais recorrente e menos proibido em qualquer rodinha de amigos. Eu imagino que não há um ser humano vivo nesse país que já não tenha visto uma cena pornô na internet ou DVD e folheado uma revistinha de sacanagem. E nesse ponto, me sinto bastante feliz por ter, através da Brasileirinhas, dado a minha contribuição.

    O que faz da pornografia uma coisa tão interessante além do óbvio, é a curiosidade que as pessoas têm com relação aos seus bastidores, e é essa a idéia da coluna que você lê agora. Desde o1º contato, assinatura de contrato, até a filmagem da cena, é um processo dos mais curiosos de se acompanhar.

    Vou tentar responder algumas das dúvidas mais frequentes:

    • Não existe teste do sofá

    • Sim, as vezes atriz pornô goza

    • Os atores muitas vezes tomam Viagra

    • Atriz ganha mais que ator

    • Tem que ter pau grande

    • É preciso um exército pra separar uma briga entre travestis

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    Parece meio estranho dizer isso, mas acredito que pra se trabalhar com pornô, ou você tem que ser completamente fanático ou não ligar nem um pouco pra coisa. Pra quem chega pela primeira vez num set de filmagem, certas coisas vão impressionar. Uma delas com certeza, é o clima de profissionalismo envolvido.  Ninguém corre pelado atrás de ninguém, e a nudez das pessoas é absolutamente natural.

    Existe sim um roteiro pré-definido, e dificilmente foge do trivial :beijo, oral nele, oral nela, papai-mamãe, ela por cima, de quatro,  põe no cu e goza na cara.

    As vezes um pênis se nega a endurecer, e aí entra a combinação boquete+viagra+paciência.

    A produção de um filme pornô envolve dezenas de pessoas: Desde o motorista da van, passando pelo eletricista, iluminador, produtor, maquiador, assistentes, câmeras,  diretor, atrizes, atores. E se contarmos a equipe de pós-produção, esse número cresce com edição de vídeo, tratamento de imagem, direção de arte, redação, descrição de conteúdo, marketing, atendimento ao cliente, programação, etc.

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    Agora algumas coisas que eu jamais me esquecerei:

    • O anão que desabava da mesa onde ele transava a cada 3 minutos de bombadas (pra ele o tombo era grande)

    •  Ator que foi chupar a menina, colocou ela de quatro, deu aquela lambida e descobriu que ela havia se lambuzado inteira de xilocaína. Tivemos que esperar uns 40 minutos até o cara parar de falar mole.

    • O Cadillac do primeiro filme da Rita Cadillac, que ficou sem bateria.  Imagina ligar pra um mecânico as 11 da noite dizendo : “Aqui é da Brasileirinhas e precisamos de uma chupeta pro filme da Rita”

    • A atriz francesa que teve sua bagagem extraviada, foi levada ao shopping pra comprar roupa, não gostou de nada e saiu nua do provador dizendo que ia até o outro piso. Foram necessários 5 seguranças pra convencer a moça que não era bacana andar pelada num shopping do Brasil.

    • O 1º filme do Frota, onde durante a cena, a atriz Chloe Jones teve um ataque epilético, mas o Alexandre achou que ela estava só gozando.

    • Márcia Imperator sendo eletrocutada de leve durante uma cena.

    • O dia em que um travesti ficou bravo com uns caras que olhavam a cena por cima do muro da locação e ficavam gritando “Viadooo”. O travesti levanta pelado, pula o muro, dá porrada nos 3 e volta dizendo “Agora podemos trabalhar em paz”

    Espero que vocês que tenham gostado e que essa seja a primeira de muitas colunas. Abraço! Veja mais algumas fotos aqui

    fabao

  • Máquina que vende calcinhas de colegiais no Japão

    Por: Eduardo Mendes | Em: Notícias | 16 de julho de 2013

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    Estamos acostumados a ver máquinas que vendem refrigerantes, salgadinhos, chocolates e até livros. Mas a mania por máquinas no Japão é muito maior. Os japoneses compram de tudo, de comida a brinquedos. Cresce por lá também o mercado de material pornográfico em máquinas. Além das revistas, uma das peças mais curiosas que são vendidas por essas máquinas são roupas íntimas de estudantes japonesas. Usadas! As peças ainda vêm com a foto da ex-dona, e custam cerca de 50 dólares. Esse tipo de comércio foi proibido em 1993, mas ainda existem máquinas clandestinas por lá.

    Dica do Buteco da Net