• Jogar videogame pode fazer bem pra sua saúde

    Por: | Em: Testosterona Lifestyle | 10 de setembro de 2016

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    Um estudo realizado por pesquisadores do Hospital do Mar e do Instituto de Saúde Global (ISGlobal) de Barcelona, constatou que jogar duas horas de videogame por semana pode ser benéfico pra saúde. O trabalho, liderado pelo doutor Jesús Pujol, médico do serviço de Radiologia do Hospital tenta encontrar a relação entre as horas por semana dedicadas a jogar aos videogames e certas habilidades intelectuais e problemas de conduta em 2.442 crianças de entre 7 e 11 anos. O estudo, que orienta sobre quantas horas por semana são apropriadas para que as crianças em idade escolar joguem videogames, foi publicado na revista científica “Annals of Neurology”.

    As crianças que jogam videogames têm melhores habilidades motoras e um melhor rendimento escolar, embora duas horas por semana sejam suficientes para obter estes benefícios. O estudo constatou que jogar nove horas ou mais por semana se associa à presença de problemas de conduta, conflitos com os companheiros e menores habilidades sociais.

    Na análise das imagens de ressonância magnética do cérebro de um subgrupo de crianças, é possível observar que o uso dos videogames “estava associado a um melhor funcionamento de circuitos cerebrais que são importantes para a aquisição de novas habilidades através da prática, concretamente das conexões entre os gânglios basais e os lóbulos frontais”, explicou Pujol. Segundo o pesquisador, “tradicionalmente, as crianças adquirem as habilidades motoras através da ação, por exemplo com esportes e jogos ao ar livre.

    A pesquisa sugere agora que o treino com os entornos virtuais e de computador é capaz também de modificar os circuitos do cérebro que se ocupam da aprendizagem de habilidades motoras”. Os especialistas concluíram que os videogames em si não são nem bons e nem maus, mas a quantidade de tempo investida nele faz com que seja uma coisa ou outra.

    Fonte: Online Library

  • Cada um é responsável pelo seu próprio orgasmo, diz especialista

    Por: | Em: Sexo | 09 de setembro de 2016

    Não é muito no sentido de “cada um com seus problemas”, mas é quase isso. A autora de “Vem Transar Comigo” (Bicicleta Amarela, editora Rocco) trata, de maneira didática e fácil, uma enxurrada de informações e dúvidas que permeiam o assunto desde os primórdios, um deles é o polêmico orgasmo feminino.

    Tatiana é psicóloga, mantém consultório no Rio de Janeiro, ministra palestras pelo Brasil e tem seu blog como referência de sexo no país. Recentemente ela se propôs a fazer um manual do sexo quase completo com dicas e instruções que vão desde masturbação até sexo anal, passando pela história da revolução sexual até os modernos sexy toys entre casais.

    Mas o assunto que dá pano para a manga está sempre em torno do famoso “Ponto G”, sobre como é difícil levar uma mulher ao orgasmo e a canseira que os homens levam até, finalmente (com sorte), conseguirem satisfazer totalmente suas parceiras. Sobre isso, Tatiana é muito enfática: “Cada um é responsável pelo seu próprio orgasmo. Se a mulher não souber como ela goza e como ela gosta, ninguém vai fazer isso por ela”.

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    Anne Hathaway e Jake Gyllenhaal em Amor e Outras Drogas (2010)

    A mulher precisa saber

    “É uma questão complicada porque custa ao homem entender que cada um é responsável pelo seu próprio orgasmo. A mulher é muito complexa sexualmente, se ela não se conhecer e não conhecer o próprio corpo, isso reflete no sexo. Muitas vezes a mulher não sabe como ela mesma vai chegar ao orgasmo, então o homem tem essa dificuldade e automaticamente se acha um ‘mau amante’.

    O homem não é responsável por fazer a mulher chegar ao orgasmo, de forma alguma. A mulher tem que entender seu corpo. Como ela faz isso acontecer? Muito através da masturbação, para então ela comunicar o homem. Seja através do exercício “mão sobre mão” (se ela tem vergonha de verbalizar), ou através da conversa. E aí, nesse momento, ele vai entender muito melhor”, explica Tatiana.

    Orgasmo via penetração

    “Os homens também não sabem que 80% das mulheres tem orgasmo via clitóris, menos de 20% tem orgasmo via pura penetração. Então, obviamente, se ele vai pular o sexo oral ou a masturbação, e vai direto para a penetração, sem nenhum estímulo clitoriano, vai ser realmente muito difícil da mulher chegar ao orgasmo. E aí ele fica frustrado, ela fica frustrada, e fica essa sensação de que ela é frígida ou ele é mau amante, e isso é absolutamente equivocado”, esclarece a sexpert.

    “Sexo é uma experiência egoísta”

    “Cada um vai sentir aquilo e não tem como os dois estarem sentindo a mesma coisa. Claro que, uma vez na vida, existe o momento em que os planetas, as estrelas, tá tudo alinhado e acontece aquela transa que parece que vocês estão gozando juntos e tal. Essa história de gozar junto é a maior furada que tem! Não tem isso, cada um goza pra si, cada um vai sentir um prazer, não tem como sentir o prazer do outro.

    Existe prazer vendo o outro. Pelo que o homem mais sente prazer? É vendo a mulher sentir prazer. Disso não tenha dúvida! Ou seja, se você parar pra pensar, o homem é muito mais generoso sexualmente do que a mulher, nesse sentido. Porque a mulher é uma coisa mais de fundição. E as pessoas querem me matar quando digo que sexo é uma experiência egoísta, mas é verdade”.

    Fingir orgasmo

    “Cada um tem que estar sintonizado com o próprio corpo para poder expressar pro outro, através de palavras ou atos, o que sente. E se a mulher está fingindo que está gostando, o cara está lá fazendo a técnica que fez com as cinco namoradas anteriores, e todas fingiram. O que acontece? Ele vai continuar se achando o máximo se a mulher fingir de novo. Ele precisa saber que não está arrasando. Porque é pelo gemido que ele sabe se tá fazendo a coisa correta ou não, se tá agradando ou não. Alguém precisa avisar.”

  • “Vamos ver um filme lá em casa?” – 7 opções para se dar bem

    Por: | Em: Filmes e Séries, Sexo | 09 de setembro de 2016

    Atire a primeira pedra quem nunca usou o clássico golpe de convidar a gata para ver um filme em casa. A verdade é que existem boas chances de dar certo, a depender de vários fatores. Mas se a moça aceitar seu convite com as mesmas intenções, só do que você precisa mesmo é de um bom clima.

    E nada de filme pornô, não! O Tulio Dias, editor do Cinema de Buteco, separou sete filmes quentes e garantiu que é noite ganha. Apesar de alguns nem terem cenas explícitas de sexo, o conjunto “trama + atores + trilha sonora” é fatal para criar o clima.

    Dos anos 90 pra cá, esses títulos devem ter embalado noites de incontáveis casais pelo mundo e, agora, podem dar sorte a você também.

    Segundas Intenções (1999)

    “Clássico” dos anos noventa, Segundas Intenções é uma nova adaptação do livro Les Liaisons Dangereuses (que já havia sido levado para os cinemas em 1988, no igualmente excitante Ligações Perigosas) e um daqueles filmes que todos os jovens deram um jeitinho de assistir escondido na época do seu lançamento. Mesmo sem incluir cenas explícitas, a trama conquista a nossa atenção pela dinâmica sedutora de Sarah Michelle Gellar, Reese Whiterspoon e Ryan Phillippe e seus jogos de mentiras e sedução.

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    9 1/2 Semanas de Amor (1986)

    Clichê, eu sei. Mas é um clichê que funciona. Em tempos de 50 Tons de Cinza recebendo atenção sem mérito algum, esse longa do final dos anos 1980 dá um verdadeiro show de sedução e sacanagem. Kim Basinger interpreta uma mulher bem sucedida que se envolve com um homem misterioso (e chegado num BDSM) e vivem juntos uma história baseada exclusivamente no prazer e na submissão. Provocante até falar chega, o filme de Adrian Lyne é famoso por causa do striptease ao som de “You Can Leave Your Hat On”, de Joe Cocker. Se você não sabe do que estou falando, sugiro experimentar mudar isso – e ser feliz.

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    Mata-me de Prazer (2002)

    Se vocês conseguirem ignorar a trilha sonora horrível, a história de Mata-me de Prazer pode ser um tanto interessante para esquentar o clima de noite. A linda Heather Graham vive uma garota com uma vida perfeita e que tem tudo revirado ao avesso depois de conhecer um estranho na rua e se apaixonar perdidamente. O filme é cheio de cenas de sexo provocantes e a química entre os atores causa arrepios no espectador.

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  • Educadora sexual dá dicas para melhorar o sexo e tira dúvidas dos leitores

    Por: | Em: Sexo | 09 de setembro de 2016

    Finalizando a programação especial da #SemanaDoSexo, a jornalista e educadora sexual Aline Castelo Branco fez uma transmissão ao vivo pela página do Testosterona no Facebook e conversou com os leitores sobre orgasmo feminino, sexo oral e inseguranças durante o sexo. Se você não conseguiu assistir ao vivo, ainda dá tempo de ver por aqui e sanar algumas dúvidas.

    De forma muito didática e bem humorada, Aline logo conquistou a confiança de quem participava da live e explicou como funciona o orgasmo para as mulheres: “O problema é que vocês homens veem muito filme pornô e acham que toda mulher solta aquele ‘jato’, o ‘squirting’, e não é verdade. Só uma em cada dez mulheres faz aquilo, e nem é o mais importante do sexo. O importante é o prazer mesmo”.

    Polêmicas

    Perguntada sobre “beijo grego“, Aline contou do que se tratava e tranquilizou os que têm receio: “Não muda em nada a masculinidade do cara. É uma zona super erógena para o homem, por causa da próstata, vale tentar. Não vai mudar em nada sua opção sexual”.

    E Aline mandava na lata o que os homens precisavam saber: “Sexo oral não é só chegar com a língua lá e fica. A mulher vai olhar pra cima e contar carneirinho, vai pensar na vida, e não vai sentir prazer. Precisa ir perguntando se ela tá gostando, se não tá, como ela quer. Isso faz toda diferença”.

    Assista à transmissão da Aline:

     

     

     

     

  • Iron Maiden lança mais uma cerveja oficial, a Trooper Red N’ Black

    Por: | Em: Cerveja | 08 de setembro de 2016

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    O Iron Maiden lançou a terceira edição da cerveja oficial, a Trooper Red N’ Black, que já está disponível no Reino Unido e deve chegar ao Brasil até o final de setembro.

    Essa é a cerveja mais forte da linha até agora. A Red ‘N’ Black tem 6.8% de álcool na versão em garrafa e 5.8% de álcool na versão em barril/torneira. O nome vem da cor da cerveja, com um brilho vermelho quando vista contra a luz e da música ‘The Red and the Black’ do álbum de 2015 do Iron Maiden, The Book of Souls.

    A cerveja, novamente criada pelo vocalista e aficcionado por cervejas Bruce Dickinson, junto com Martyn Weeks, mestre cervejeiro da Robinsons, tirou sua inspiração de uma antiga receita da Robinsons que foi brassada pela primeira vez em 1850; uma época em que o estilo porter estava ficando cada vez mais popular na Grã Bretanha.

  • “Cães de Guerra” conta história real (e absurda) do mercado de armas

    Por: | Em: Filmes e Séries | 08 de setembro de 2016

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    O filme “Cães de Guerra” conta a história de dois jovens maconheiros que se tornam traficantes internacionais de armas, burlaram o Pentágono e embolsaram milhões de dólares até serem pegos vendendo balas chinesas estocadas desde a década de 1950 na Albânia como novas para as forças armadas da maior potência militar do planeta. Tão absurdo que não parece real – mas é. Transformada em comédia, chega aos cinemas brasileiros nesta quinta (8).

    Do mesmo diretor da trilogia “Se Beber Não Case”, Todd Phillips, “Cães de Guerra” é estrelado pelo indicado ao Oscar Jonah Hill (“O Lobo de Wall Street”, “O Homem que Mudou o Jogo”) e Miles Teller (“Whiplash – Em Busca da Perfeição”, trilogia “Divergente”). Tem ainda no elenco a belíssima atriz cubana Ana de Armas e o quatro vezes indicado ao Oscar Bradley Cooper (“Sniper Americano”, “Trapaça”, “O Lado Bom da Vida”).

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    Humor negro

    O filme é baseado em uma reportagem de Guy Lawson para a Rolling Stone EUA em 2011 e do livro que o repórter escreveu em seguida, e narrado pela perspectiva de David, um massagista que está prestes a ter seu primeiro filho e decide se envolver com seu melhor amigo de infância na venda de armas.

    Tudo começa porque, durante a Guerra do Iraque, eles descobrem uma iniciativa pouco conhecida do governo que permite que as pequenas empresas possam participar de licitações de contratos militares nos Estados Unidos. Partindo quase do zero, eles fazem muito dinheiro e passam a viver uma vida de luxo. Mas a dupla passa a ter problemas quando consegue um contrato de US$ 300 milhões para armar o exército afegão – que os coloca em contato com pessoas muito suspeitas, algumas das quais se revelam membros do próprio governo norte-americano.

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    Sem patriostismo

    Diferentemente dos costumeiros filmes americanos de guerra, a adaptação procura justamente mostrar as falhas e situações absurdas que estão por trás do “mercado da guerra” – e o humor está justamente nesse surrealismo todo.

    “Quis que as pessoas rissem do governo, sim, mas também de nós mesmos. Os EUA vivem realidade bem diversa em suas guerras de conflitos históricos como a Segunda Guerra Mundial, a Coreia ou o Vietnã. Não há alistamento. Tudo parece acontecer em uma realidade distante de todos nós, em um universo paralelo. E é esta nossa ignorância que nos leva a situações embaraçosas como as dos meninos que burlaram o Pentágono. E o riso, doído, infelizmente, está também no fato de que ninguém, além dos dois, foi punido pela Justiça. É para rir ou para chorar? Ou os dois?”, pergunta o diretor Phillips, em entrevista.

    Se quiser um filme para se divertir, nem pense duas vezes antes de escolher este. A risada é garantidíssima, a trilha sonora e as referências a outros filmes também são ótimas. Caguetes dos personagens, diálogos curtos, aulas de picaretagem e tudo o que se tem direito!

    Assista ao trailer: