• Marca de cerveja lança linha de cosméticos para homens

    Por: Edu | Em: Cerveja | 15 de agosto de 2015

    beer
    A marca dinamarquesa Carlsberg, dona de 8% do mercado global de cerveja, decidiu expandir seus negócios. E o novo ramo é bem distante das bebidas alcoolicas: produtos de beleza para homens. Ela lançou a linha Carlsberg Beer Beauty, imaginando que os homens que bebem sua cerveja também irão confiar nela na hora de fazer a barba e tomar banho. Os produtos incluem shampoo, condicionador e loção corporal.

    Na fórmula dos cosméticos, há lúpulo, cevada e leveduras usadas na fabricação das cervejas. A marca garante que não é só “licença poética”: há mesmo cerveja nos produtos. Para cada embalagem de 250mL de creme condicionador, por exemplo, foi usada meio litro de cerveja (previamente congelada e desidratada) durante a fabricação. O preço, contudo, será bem salgado: 64 euros pelo kit.

  • Para se manter, banda grava, atua e vende filmes pornôs caseiros

    Por: Edu | Em: Notícias | 15 de agosto de 2015

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    Hoje em dia está cada vez mais difícil manter uma banda de rock. Seja pelos downloads gratuitos, pela concorrência com as bandas clássicas e até pelo desinteresse por bandas novas. Viver de música está cada vez mais complicado. Para lutar pelo sonho de ser músico vale tudo! Até vender seus próprios pornôs caseiros.

    Lobo, líder da banda alagoana Cheiro de Calcinha, grava, atua e vende filmes pornôs caseiros como “Pânico nas X*x*tinhas Alagoanas”, “Bimbadinhas em Maceió”, “Penetrando no Centro de Maceió” e “X*x*tinha Alagoana”. Tudo para manter seu sonho de ser músico. E ele não esconde que, durante muito tempo, sua única fonte de renda vinha dos seus pornôs caseiros.

    “Não só a banda, mas as minhas despesas pessoais. Bancava também a produção dos novos filmes. Era um projeto apoiando outro. Atualmente não, mas teve uma fase que a produção e venda dos filmes era a minha única fonte de renda. Nos filmes o conteúdo é sexo explícito. Já as letras das músicas, que são irreverentes, obedecem limites. Umas falam de infidelidade, outras de amor, algumas tem um duplo sentido leve. De um modo geral é música de festa”

    Fonte: Whiplash

  • Acne, sexo demais e outras curiosas razões pelas quais homens indianos pedem divórcio

    Por: Fran Vergari | Em: Mundo Macho | 14 de agosto de 2015

    Pedir divórcio porque sua mulher se recusou a fazer chá para você e seus amigos, pode? Na Índia, o cara pode dizer que foi “humilhado” e pedir o divórcio, sim!

    Mas esse é o mais “de boa” dos motivos. O problema é que, apesar de a Índia ter uma das menores taxas de divórcio do mundo, os divórcios têm acontecido cada vez mais e por motivos curiosíssimos. Especialistas dizem que a maioria dos casos ocorrem por razões citadas legalmente como “abuso” ou “crueldade”. Mas o que constitui tal abuso é objeto de debate, especialmente na hora de avaliar os danos psicológicos causados a alguma das partes durante o casamento.

    A Corte Suprema indiana estabelece que não existem parâmetros fixos para determinar a chamada “crueldade mental”. E, por causa das amplas definições legais para isso, tribunais indianos acabaram tendo de analisar uma série de interpretações bizarras sobre o que constitui o abuso psicológico.

    E os exemplos são curiosos:

    FESTEIRA

    Recentemente, a Alta Corte de Mumbai reverteu a decisão de uma vara de família no caso de um marinheiro que, em 2011, obteve divórcio alegando que sua mulher ia a muitas festas e que isso era uma forma de abuso. A corte decidiu que o homem também gostava de sair e que, por isso, não teria sido submetido a alguma forma de crueldade. O juiz, M.L. Tahaliyani, disse ainda que “o ato de socializar é permitido na sociedade moderna”.

    indianos-sexo-divórcio
    MÁQUINA SEXUAL

    Um casamento sem sexo é um motivo global para divórcios. Mas, no ano passado, um homem em Mumbai pediu a separação com base no argumento de que sua mulher queria “transar demais”. Na petição, o homem disse que sua mulher tinha um apetite sexual incontrolável desde que tinham se casado, em 2012. E alegou ter sido forçado a manter relações sexuais mesmo quando estava doente – segundo ele, a mulher ameaçava transar com outros homens quando ele se recusava a atender seus desejos. O homem disse que o “comportamento cruel e autocrático” da esposa tornou difícil a convivência. O tribunal decidiu em seu favor e concedeu o divórcio, depois de a mulher não comparecer à audiência para rebater as acusações.

    CALÇA JEANS E SAIAS

    Outro caso bizarro em Mumbai, mas dessa vez o argumento apresentado por um marido em busca de divórcio foi que o vestuário de sua mulher era uma forma de crueldade. O homem, casado desde 2009, ficou angustiado pela decisão de sua mulher de não usar trajes tradicionais indianos, e sim saias e calças jeans para ir trabalhar. Um vara de família concedeu o divórcio, mas a Alta Corte derrubou o veredito no ano passado.

    indianos-sexo-acne
    ACNE

    Casamentos arranjados são comuns na Índia, e em 2002 um homem conseguiu a anulação do seu com o argumento de ter ficado traumatizado com a acne de sua mulher. Em sua petição, o homem disse que as espinhas e cravos no rosto da mulher até o tinham impedido de “consumar” o matrimônio, em 1998. Um tribunal de Mumbai deu ganho de causa ao homem, observando que, embora a condição da mulher fosse um problema para ela, era também traumática para o marido. A corte considerou ainda que a “mulher enganou o homem ao não revelar que tinha uma doença de pele”. Isso mesmo depois de um parecer do médico da mulher, estabelecendo que a condição era tratável e não afetaria a vida sexual do casal.

    HOSPITALIDADE HOSTIL

    Em 1985, um tribunal na cidade de Allahabad manteve a decisão de uma vara de família local de conceder divórcio a um homem que disse ter sido vítima de abuso psicológico pela mulher. Ele teria se sentido humilhado quando sua mulher se recusou a fazer chá para ele e seus amigos.

    Fonte: BBC (As charges são de autoria de Kirtish Bhatt, da BBC Hindi)

  • 8 perfis de Instagram que juntam carros e mulheres sensacionais

    Por: Victor Borges | Em: Carros | 13 de agosto de 2015

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  • Especialista afirma que, no futuro, existirão prostitutas robôs

    Por: Edu | Em: Sexo | 13 de agosto de 2015

    Matt-McMullen
    Mesmo enquanto deixamos a tecnologia invadir atividades diárias e reinar sobre nossas relações interpessoais, pensar no mundo digital ocupando lugar na vida íntima da nossa cama ainda parece algo enigmático e repleto de tabus. Entre pornôs de realidade virtual, brinquedos sexuais controlados por bluetooth e sexo com robôs, os avanços eletrônicos estão se fazendo presentes no quarto com uma série de novas opções. Bonecas ultrarrealistas e ambientes virtuais que tentam simular uma relação sexual entre duas pessoas a distância já estão por aí.

    Em um relatório publicado no ano passado pelo centro Pew Research sobre inteligência artificial, o especialista americano em tecnologia Stowe Boyd afirma que até 2025 “parceiros sexuais robôs vão ser lugar-comum”. Em outro estudo, divulgado em 2012 na revista científica “Futures”, dois pesquisadores neozelandeses escreveram sobre um bordel imaginário no famoso Red Light District, em Amsterdã, na Holanda. Ian Yeoman e Michelle Mars sugeriram, a partir dessa brincadeira, que até 2050 haverá prostitutas robôs.

    RELACIONAMENTO COM UM ROBÔ

    Dez ou 35 anos podem parecer muito tempo, mas talvez não seja necessário esperar tanto. Idealizada inicialmente com um objetivo puramente artístico, “mais como uma brincadeira do que qualquer coisa”, a boneca articulada de silicone criada pelo americano Matt McMullen, hoje obra-prima da empresa RealDoll, deve ser incrementada com inteligência artificial e robótica. O novo produto pode estar disponível no mercado nos próximos dois anos. O fabricante, que produz de 300 a 400 bonecas por ano, pretende lançar uma versão que seja capaz de manter um diálogo com seu comprador — ou parceiro.

    real-doll
    — A novidade surgiu a partir de uma demanda constante das pessoas. É o caminho natural, uma vez que cada vez mais gente está se envolvendo com seus aparelhos — afirma McMullen.

    Segundo ele, algumas pessoas “desenvolvem fortes conexões” com essas bonecas, e há casos em que foram estabelecidos laços matrimoniais com o produto. Mesmo assim, ele acha que as pessoas não precisam se preocupar com o futuro das relações convencionais, dizendo que elas não serão substituídas por essas alternativas tecnológicas.

    — Ambas podem coexistir. Cada um tem seu gosto e seus desejos. Tem muita gente que curte essa interação, e vai ser algo bem atraente, mas naturalmente ainda haverá sexo tradicional — diz McMullen, que, junto com seus clientes, recebe críticas de quem acha que esse tipo de uso da tecnologia afasta os indivíduos uns dos outros. — Há pessoas que não respeitam outras que querem viver novidades.

    ÓCULOS DE REALIDADE VIRTUAL

    Já Toon Timmermans aposta na realidade virtual como o futuro dos brinquedos sexuais. O holandês é criador do Kiiroo, plataforma para casais que se relacionam à distância. Um vibrador se conecta via internet a um masturbador, batizado de Pearl, que simula uma vagina, chamada de Onyx. Quando uma das pessoas no casal realiza um movimento sobre o aparelho, este se comunica com o outro, que reproduz o movimento na segunda pessoa.

    A empresa acaba de lançar uma espécie de Tinder do “sexo virtual”. O site Red Light Center serve como uma rede social para usuários do produto transarem à distância. Cada pessoa cria um avatar e encontra com outros em um ambiente virtual, em primeira pessoa. A ideia é usar a nascente tecnologia dos óculos de realidade virtual, que permitem mudar o ângulo de visão só com o movimento natural da cabeça.

    — É uma revolução no sexo virtual — diz Timmermans. — Você cria o seu próprio mundo, realiza qualquer fantasia. E é só o começo, muitas novidades surgirão em pouco tempo.

    Fonte: O Globo