• Como jogar poker contra oponentes que parecem loucos ou psicopatas

    Por: Rafael Justplay | Em: Poker | 11 de agosto de 2015

    Se você ainda não viu, vai ver. Se já viu, vai entender perfeitamente essa introdução. Algumas vezes nos deparamos com amigos, colegas ou adversários no poker que se portam como loucos. Aumentam todas as mãos, fazem 3bets com regularidade, ganham diversos potes assustando os adversários e a palavra maníaco pode ser uma das melhores definições para o comportamento dele na mesa. O lado bom disso? Você pode jogar bem contra ele, pode vencê-lo e não precisará mais se lamentar sobre quão louco era o cara que quebrou seu par de A. Vamos pensar na forma prática de enfrentar esses oponentes, agora.

    E em primeiro lugar está algo que pode não parecer correto: deixar ele se afundar em um pote contra você. Vamos supor que você tenha um JJ e é um dos primeiros a falar. Na blinda 50/100 você aumenta para 225 e o maníaco reaumenta para 550. Você apenas dá o call aqui, esperando ver o flop de maneira que possa se preparar para o que vier. O flop vem 972 com duas de paus e agora você pode agir de duas formas: tentar apostar por valor e esperar que ele faça uma 3bet novamente ou dar mesa para que ele continue apostando para que você possa pagar. Contra o maníaco, talvez a saída ideal seja esperar ele apostar para que você faça a 3bet aqui. A chance de você tirá-lo da mão com uma jogada dessa existe e, caso isso aconteça, você pode deixar de ganhar algumas fichas. Mas ao mesmo tempo, se você for constante e continuar sendo agressivo quando jogar em mãos contra ele, é possível que você consiga ir controlando um pouco as coisas.

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    Parando um pouco, vou explicar melhor esse ponto: não é tão vantajoso você espantar seu adversário quando você tem uma mão decente e o flop traz uma textura tão complexa assim. Flush draw, conectores e cartas baixas estão definitivamente dentro do range de ação de um jogador desse estilo. A chance de você estar vencendo ele no flop é grande possuindo apenas um over pair mas é melhor que você deixe que ele pense que está no comando da ação, dando a chance de ele ir all in caso você faça o 3bet aqui, ao invés de apostar antes e tirar ele da mão. A questão aqui é entender que o range dele abraça cartas baixas e essa textura de board encaixa no que ele pode acertar, enquanto tudo isso não tira a sua chance de estar na frente. Dê a corda para que ele se enforque, nesse momento. Não importa se a ação que você está realizando é correta se ela for feita pelo motivo errado, você precisa entender bem o que está fazendo e se certificar de que é o momento exato para isso.

    Dando sequência a mão, o turn traz uma dama de paus e essa carta acaba sendo muito ruim para sua mão. Ele pode ter completado o flush, pode ter agora um par maior que o seu ou pode continuar não tendo completado nada. Como nossos JJ não são de paus, isso não nos ajudou. E o problema maior é um só: se você sair liderando uma aposta agora, tem duas possibilidades, cuja principal é ele pensar que você realmente tem uma mão forte. Ele vai fugir nesse momento e deixaremos de ganhar ainda mais fichas num board tão complexo quanto esse, que nesse exemplo acaba até sendo aceitável. A outra hipótese é ele realmente ter formado um jogo e ter a certeza de que, embora você tenha uma mão forte, ele pode te bater aqui.
    Até aqui, para simplificar, temos: o maníaco está numa mão contra você, ele te coloca numa mão forte, por pagar o 3bet dele no flop fora de posição, ele observa o flop e sabe que não foi algo mágico para você e o turn complicou um pouco as coisas, tanto para você quanto para ele, possivelmente. Uma aposta por valor aqui valeria a pena? Não será mais complexo se você der mesa e ele vier com essa aposta por valor?
    Deixarei as perguntas no ar. Voltaremos a falar disso na semana que vem, quero saber como vocês encaram essa mão e o que fariam a respeito dessa Q de paus no turn.

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  • A vida de atriz pornô – entrevistamos duas candidatas ao prêmio Sexy Hot

    Por: Fran Vergari | Em: Entrevista, Ponto de vista feminino | 10 de agosto de 2015

    É possível imaginar que não deve ser tão fácil ser atriz pornô. Até porque, nem tudo na vida são flores (ou orgasmos, nesse caso). A profissão que carrega consigo uma série de preconceitos e tabus tem seus lados difíceis, mas também tem ótimos profissionais que planejam voos altos na carreira e, principalmente, reconhecimento pelo que fazem.

    O Prêmio Sexy Hot é a premiação da indústria pornô brasileira e, em 2015, faz sua segunda edição para eleger os melhores destaques nacionais em 14 categorias. Entre elas, Melhor Filme Hétero, Melhor Filme/Cena LGBT e Melhor Diretor são reservadas ao júri técnico, composto por grandes nomes do ramo, como o ex-ator e diretor Carlo Mossy e a ex-atriz e apresentadora Nicole Puzzi.

    Para concorrer, produtores de todo Brasil inscreveram seus melhores filmes e cenas, que foram avaliados pelo canal Sexy Hot. As três melhores produções de cada categoria vão ao site para votação do público. Até o dia 13 de julho, os amantes de produções pornô podem ajudar a decidir os melhores. A premiação será no dia 18 de agosto.

     MELHOR CENA DE FETICHE – BÁRBARA COSTA

    Bárbara Costa (nome artístico) concorre na categoria de Melhor Cena de Fetiche com o filme “Cornolândia, o Submundo dos Cornos”, da produtora MM Video. No ano passado ela teve duas indicações: Melhor Cena de Sexo Oral e Melhor Título, com o filme “Disk Boquete”, da produtora Xplastic, mas não ganhou.

    Vídeo game =))))))

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    Bárbara tem 27 anos e é atriz pornô “há 5 anos, entre idas e vindas”. Ela conta que tudo começou por um ato de rebeldia contra um ex-namorado: “Naquela época não fazia ideia de como o pornô era, eu fiquei interessada em fazer porque queria me vingar de um ex-namorado que era amante do pornô. Eu ainda estava machucada e era imatura, não imaginava como isso seria irreversível na minha vida”, desabafa.

    E é preciso muito jogo de cintura para lidar com a reação da família e das pessoas na rua. Com os pais, Bárbara diz que não foi tão difícil: “Aos poucos fui divulgando para eles, primeiro as fotos, depois a revista e, enfim, os vídeos. Minha mãe ainda fala: ‘Você tem que arrumar outra coisa para fazer’. Já o meu pai: ‘Você é livre, tem direito de fazer o que quiser com a sua vida e arcar com as consequências’.

    Mensagens e propostas desrespeitosas? Bárbara não poupa medidas: “Um monte, toneladas e mais porralhadas delas. A mensagem que mais me incomoda é perguntando sobre programa. Que saco! Se eu quisesse anunciar programa, anunciaria num site, pô! Mas na página [do Facebook], no Twitter e no Instagram, estou divulgando meu trabalho como atriz de filmes adultos, uma coisa não tem nada ver com a outra!”, esbraveja Bárbara.

    Bárbara revela que já recusou várias produções por não concordar com o que era proposto no filme, como violência, cenas “hardcore demais”, anal, “engolir” e sexo sem preservativo: “Mas é sempre tudo conversado antes, o produtor oferece o cachê e informa como será a cena, o ator e o local, e eu aprovo ou não”, ela explica.

    Perguntada se se arrepende de alguma coisa que fez, Bárbara dá uma resposta que podemos usar de lição: “Sinceramente, o que temos que fazer é se adaptar com as escolhas feitas no passado e pensar bem antes de refazê-las no futuro. O arrependimento é uma excelente forma de aprendizado e lamentar-se não adianta muita coisa. Então, eu não me arrependo, eu me adapto”.

     

    MELHOR ATRIZ LGBT – MAYANNA RODRIGUES 

    Também concorrendo ao prêmio pela segunda vez, Mayanna, 29 anos, é performer (burlesca/fetichista), altmodel, bartender e produtora de eventos. Na primeira edição do Prêmio, concorreu a Melhor Filme de Fetiche com o “Diário de Uma Dominadora do FetishBoxxx”, da Xplastic. Este ano, indicada pelo filme “Jujubas”, também pela Xplastic, ela confessa que seria legal ganhar um prêmio depois de dez anos no ramo, mas que, infelizmente, sente que “os premiados não se tornam alvo no mercado aqui no Brasil, como acontece nos Estados Unidos, por exemplo”.

     

    Mayanna entrou para as produções pornô em 2005, quando veio para São Paulo: Conheci uma garota que já tinha gravado e tinha virado booker, ele me viu dançando e me fez a proposta, achei legal e aceitei. Sempre tive interesse e curiosidade pelo pornô e pelo meio erótico no geral, já havia cogitado entrar no meio. Foi fácil”, conta.

    Ela diz que não tem grandes problemas com a questão da família e é bem direta: “Tirando minha mãe, e me dou super bem com ela, não tenho proximidade com familiares e pouco me importa as opiniões e reações deles. Mas com o público, mensagens desrespeitosas e propostas, Mayanna dispara a crítica: “Os homens ainda não entenderam que o fato de você tirar a roupa ou transar na frente de uma câmera por opção própria não é sinônimo de você estar disponível para ele. Ou porque você se sujeita a isso, você se sujeitaria a fazer o que eles propõem. Sempre teve e sempre vai ter esse tipo de cara”.

    Falando em situação difícil, Mayanna conta que já passou por casos complicados em gravações: “Em uma cena, em 2005, eu estava de TPM e naqueles dias. Tive que optar por fazer uma cena só de anal e de mal humor. Acabei mordendo o ator fortemente num impulso. Hoje dou risada, mas no dia o clima ficou tenso”. Hoje Mayanna diz que só grava com meninas e que as cenas são sempre naturais.

    Para o futuro, com ou sem o prêmio, a atriz pretende ingressar no meio de eventos e continuar na pornografia. Atualmente ela faz parte do coletivo The Burlesque Takeover (coletivo de burlesco junto com a Sweetie Bird e o Sete de Ouros). Mayanna faz apresentações frequentes em Brasília, Porto Alegre, Balneário Camburiú e em São Paulo.

  • Ashley Madison, o site de traição que já tem mais usuários que o Tinder

    Por: Edu | Em: Notícias | 09 de agosto de 2015

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    Noel Biderman costuma mentir se alguém pergunta o que ele faz para viver. Ele provavelmente vai dizer que é advogado, o que é verdade. Só que ele também é um empresário bem-sucedido, que ganha mais de US$ 5 milhões por ano. O problema é que dizer o nome de sua empresa é o suficiente para causar certo constrangimento. Biderman é o cofundador e CEO da Ashley Madison, um site que facilita o romance extraconjugal. “Quando eu digo isso pras pessoas, a conversa acaba”, conta.

    Mas esse constrangimento não bate com o sucesso da empresa. De acordo com documentos fiscais compartilhados por Biderman, a Avid Life Mídia, dona da Ashley Madison, arrecadou US$ 115 milhões em 2014, um aumento de 45% em relação ao US$ 78 milhões em 2013, e até quase três vezes desde 2010. Segundo números de novembro, em todo o mundo, o site tem mais de 31 milhões de usuários. Um bom número se comparado ao famoso Tinder, com 30 milhões de registrados.

    Os clientes da Ashley Madison são mais velhos do que os do Tinder e não estão interessados em mostrar suas jogadas. “Quarenta e até 50 anos de idade, os homens casados entendem que não estão indo para fazer login em uma conta no Facebook”, explica o empresário.


    Biderman, um ex-advogado de esportes, lançou o site Ashley Madison com um parceiro de negócios em 2002. Cada um deles colocou cerca de US$ 500.000. Demorou cinco anos para atrair o primeiro milhão de membros, mas o crescimento decolou após cortes de empregos da recessão de 2008, pois criou muito mais tempo livre para muitos homens.

    As mulheres não pagam nada, mas os homens são cobrados por cada contato feito. Eles normalmente gastam entre US$ 200 e US$ 300 por ano no site. Até a segurança da confidencialidade tem seu preço. Para os arrependidos que quiserem limpar completamente o seu perfil, é preciso desembolsar US$ 19.

  • Rock de Domingo – Ghost

    Por: Edu | Em: Rock de Domingo | 09 de agosto de 2015

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    O Ghost  é uma banda sueca de rock formada em 2008 na cidade de Linköping. Sua discografia é composta até o momento de 3 álbuns de estúdio.

    O estilo da banda mistura um hard rock/heavy metal clássico, típico dos anos 70, com um rock alternativo mais moderno. As letras das músicas são, em sua maioria, satanistas, o que contrasta com a sensibilidade pop e os vocais limpos que permeiam as canções. Os teclados vintage e a produção muito limpa, sem exageros de compressão, fazem os álbuns soarem inteiramente analógicos e também remeterem à década de 70. Vários críticos descreveram a música deles como “sedutoramente lisa e memorável”.

    Os membros da banda são anônimos, apesar de fortes especulações sobre a identidade dos mesmos apontarem para músicos de bandas suecas desformadas. As apresentações do sexteto trazem uma atmosfera cênica inspirada em rituais satânicos e filmes de terror clássicos, com todos os membros caracterizados como sacerdotes em uma missa negra. O vocalista adentra o palco vestido como um pontífice e carregando um turíbulo utilizado nas litanias católicas.

  • Testosterona Indica – Clássicos de Martin Scorsese e mais

    Por: Testosterona | Em: Testosterona Indica | 09 de agosto de 2015

    – Tatuadora lança livro de colorir para quem ama tatuagem

    Pelo visto, a moda dos livros de colorir não vai parar tão já. E nós já indicamos aqui anteriormente o Suruba para Colorir, uma opção bem diferente dos tradicionais “jardins e mandalas” que circulam por aí. Desta vez, a indicação é para quem curte tatuagem. A renomada tatuadora Danee Suave lançou recentemente o “Feito Tatuagem”, pela editora Best Seller, que reúne 50 páginas ilustradas com temas variados, criados pela própria autora. O livro custa R$29,90 (mas pode ser encontrado por menos!) e tem prefácio escrito pelo vlogger PC Siqueira.

     

    – Clássicos de Martin Scorsese e Robert De Niro são exibidos de graça em São Paulo

    O projeto Cine na Praça tem uma programação especial dedicada à parceria do diretor Martin Scorsese com o ator Robert De Niro. O evento é realizado na Praça Victor Civita (Rua Sumidouro, 580, Pinheiros, São Paulo). As apresentações são na arquibancada coberta da praça, com capacidade para receber 290 pessoas. Em todas as sessões haverá distribuição gratuita de pipoca! As sessões gratuitas começaram na última quinta (20), sempre às 19h. Confira a programação completa aqui.

     

    – Fãs se reúnem para criar versão remasterizada do clássico Mortal Kombat

    Um grupo de fãs do clássico Mortal Kombat resolveu matar a saudades e trazer para qualidade HD o game de 1992. Com uma nova técnica de animação eles estão recriando todos os personagens e seus movimentos. Veja mais

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