O Brasil tem vivido uma crise econômica rigorosa nos últimos anos como há muito tempo não se via. Mas se existe um mercado que não tem tempo ruim, é o segmento erótico. Mesmo com a taxa de desemprego altíssima, inadimplentes e tudo o mais, o público não decepcionou. A Soft Love, maior empresa de cosméticos eróticos do país, registrou um crescimento de 8% no volume de venda do primeiro semestre de 2017 em relação ao mesmo período do ano passado.

Para o presidente da marca, Mauro Morata, esse crescimento em meio à crise deve-se ao fato de que as pessoas estarem procurando o divertimento e o prazer em casa. “Diminuiu a saída dos casais, mas aumentou a procura por cosméticos sexy. Em vez de sair e gastar dinheiro, você faz a festa e se diverte em casa gastando pouco. Nós temos o melhor custo benefício. Com pouco, você pode se divertir muito”, palpita Morata.

Inovação é a chave

Com uma gama de produtos que chega a mais de 200 criações (contando com as variações e sabores de cada gênero), a Soft Love não para de trazer novidades ao mercado e lança pelo menos um produto novo por mês. O sucesso é tanto que eles acabam de inaugurar uma loja em Miami, Flórida, onde tem bom fluxo de exportação.  

Entre os mais vendidos estão o Facilit (primeiro 4×1 do mercado, desenvolvido especialmente para o sexo anal); Eletric Plus (o primeiro vibrador líquido) e o mais novo lançamento da Soft Love que já está entre os campeões: a Camisinha Comestível.

Tecnologia de ponta

Todos os produtos são fabricados na empresa, em um parque industrial em São Pedro, interior de São Paulo, com 22 mil metros em área – uma verdadeira cidade de produtos eróticos. Referência no segmento, a Soft Love utiliza plantas, óleos e extratos exclusivos da Amazônia em suas fórmulas e conta com um seleto grupo de profissionais especializados: técnicos químicos, engenheiros químicos e farmacêuticos que seguem os mais exigentes padrões de procedimento e qualidade.

Conheça a Soft Love:

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