Nós pedimos: não seja esse cara. Ben, de 28 anos, gasta mais de R$ 3.800 por ano de seu salário como desenvolvedor de software para que uma usuária do aplicativo que admira lhe envie fotos, mensagens e e-mails, como se fosse sua namorada. E o pior: o conteúdo não é erótico.

Para Ben, o interessante é a troca de mensagens comuns, que são habituais em relacionamentos de longa data. “Nunca rolou nenhum papo quente… Na maioria das vezes é aquele tipo de coisa que você encontra em um relacionamento normal”, afirmou em entrevista ao jornal inglês The Independent.

Para não precisar passar por isso, você sabe, nós aqui sempre damos dicas preciosas pra você conquistar mulheres reais e mantê-las com você, se quiser.

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Rotina de sonho

As mensagens são bem simples. “Pela manhã eu recebo uma selfie do Snapchat com a mensagem: ‘Bom dia, querido’. Mais tarde, ela me envia outra mensagem através de outro aplicativo sobre como foi seu dia no trabalho”, explica ele. “Se ela tiver dor de garganta ou de cabeça, eu ficarei sabendo. E se ela estiver na balada, eu recebo Snapchats que ninguém mais vai ver.”

Apesar de afirmar que o relacionamento “não é maluquice”, Ben não quis que seu sobrenome fosse divulgado. Ele conta que nunca conseguiu ter um namoro sério por estar sempre “muito ocupado” e acredita que a namorada falsa, uma modelo com mais de 20 mil seguidores no Twitter e Snapchat, faz com que as coisas “pareçam mais normais” em sua vida.

Tá na moda

O mercado das namoradas virtuais teve um boom em 2014 com o aumento das empresas online como Invisible Girlfriend e Dream Lover. Desde então, modelos de pouca projeção e atrizes de filme pornô com número considerável de seguidores nas mídias sociais têm faturado com isso. “Eu não acho que seja tão estranho quanto inicialmente possa parecer”, ele acrescenta. “Temos uma conexão.”

Com informações da Marie Claire

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