Se você é daquele tipo de homem que perde muito tempo quando vai tomar banho na hora do almoço, naquela ida ao banheiro no final da tarde ou quando vai desligar o computador de madrugada, e estava se preocupando com a quantidade de água desperdiçada masturbações que estava fazendo, saiba que os cientistas tem uma boa solução para o seu caso, ou seja, masturbação faz bem!

Mais um daqueles estudos inúteis, comprovou que homens devem se masturbar pelo menos 21 vezes por mês podem ter suas chances de câncer de próstata reduzidas em até um terço.

Estudiosos de Universidade de Harvard comprovaram o que todo homem já sabia no fundo do seu subconsciente: masturbação faz bem para a saúde! Se feito com frequência, o ato pode realmente resultar em um risco significativamente menor de câncer de próstata.

O estudo consistiu em um questionário dado a 31.925 homens em um período de 18 anos, nos quais eles deviam dizer a frequência de ejaculações no ano anterior à distribuição do questionário e entre as idades de 20 e 29 e 40 e 49 anos. O estudo parece mostrar uma redução estatisticamente significativa nos casos de câncer de próstata quando os homens se masturbam com frequência.

Estudos anteriores sugeriram que uma vida sexual ativa pode ajudar a reduzir o risco de câncer, mas agora o número de orgasmos de ouro por mês foi sugerido por esses pesquisadores. Não está confirmada a razão para isso, mas alguns cientistas acreditam que um orgasmo bem-sucedido pode eliminar as toxinas determinantes para o câncer que se acumulam na próstata.

Câncer de próstata no Brasil

No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma). Felizmente, a taxa de sobrevivência das pessoas com câncer de próstata é relativamente alta em comparação com outros tipos de câncer e, dependendo do estágio do câncer, o tratamento varia de não-invasivo para cirurgia. Radioterapia e cirurgia (prostatectomia radical) estão disponíveis para tumores localizados, mas o tratamento pode deixar você com efeitos que alteram a vida, como incontinência (incapacidade de controlar a micção) e impotência (incapacidade de obter uma ereção).

À luz desses potenciais efeitos colaterais, é uma opção muito melhor prevenir o desenvolvimento do tumor do que sofrer os tratamentos pós-diagnóstico. Esta pesquisa visa melhorar os estilos de vida com o objetivo de reduzir o risco – a prevenção é melhor do que uma cura, afinal.

Não basta apenas se masturbar

Mas não basta apenas sair batendo a bronha por aí e achar que ficará tudo bem. Uma dieta saudável, exercícios físicos e exames regulares com um médico reduzem significativamente o risco e recomenda-se que você combine tudo isso.

Fonte: Hypescience

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