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Este é um assunto sempre muito polêmico. Mulheres reclamam que os homens “entram em jogo sem beijar o gramado”, mas veja só, aparentemente os brasileiros são os que mais fazem sexo oral no mundo. Um levantamento feito este ano, chamado Mosaico 2.0, com três mil participantes entre 18 e 70 anos, revelou que 82,4% dos homens afirmaram fazer sexo oral em comparação a 77,6% das mulheres.

Frequentemente, são feitas e divulgadas pesquisas sobre o assunto, para entender os problemas e encontrar soluções com base em estudos comportamentais e culturais. Mas o caso é tão sério que há pouco tempo falamos aqui que apenas 28% das mulheres realmente gostam de fazer sexo oral – e isso é realmente preocupante.

Os números pioram pelo mundo

Dados de uma pesquisa de 2012 da Natsal (Pesquisa Nacional de Atitudes Sexuais e Estilos de Vida), com mais de 15 mil britânicos entre 16 e 74 anos, eles identificaram que os números pioram conforme a faixa etária aumenta.

Entre 33 e 44 anos, 80% dos homens dizem receber sexo oral contra 75% das mulheres. Na idade de 45 a 54, a parcela masculina que desfruta da prática é de 71% em comparação a 63% das entrevistadas do sexo feminino. E apenas 35% das mulheres de 55 a 64 anos ganham o estímulo contra 52% dos homens na mesma faixa etária.

+ Fazer sexo oral em uma mulher (além de tudo) faz bem à saúde

Lei da troca

Para a educadora sexual e youtuber Aline Castelo Branco, um dos jeitos de resolver isso é aplicando a “lei da troca”: “Quando você proporciona bem estar a outra pessoa, imediatamente, ela vai querer lhe recompensar por isso. Se ela der prazer, vai querer também. Da mesma forma que mulheres odeiam fazer sexo oral, tem homem que também tem nojo. A gente precisa entender o seguinte: os gostos e desejos são diferentes. As pessoas precisam apenas ter a noção qual é a linguagem do amor e do sexo do seu companheiro”.