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O Brasil corre o risco de colocar na ilegalidade o acesso a sites pornográficos caso o projeto apresentado pelo deputado federal Marcelo Aguiar (do Democratas de São Paulo) seja aprovado.

Segundo o Projeto de Lei, o acesso a sites pornográficos seria proibido em todo o território do país e as operadoras de telefonia e internet seriam obrigadas a criar algum tipo de dispositivo que filtrasse os acessos dos usuários e bloqueasse o acesso à pornografia.

Mas, hã?

A justificativa de tal projeto é bizarra. Segundo ele, “estudos atualizados informam um aumento no número de viciados em conteúdo pornô e na masturbação devido ao fácil acesso pela internet” e isso estaria criando uma geração de pessoas “autossexuais”, ou seja, pessoas que não precisam de sexo com outras pessoas, apenas sexo consigo mesmo para satisfazerem-se.

Ainda tentando valer-se de uma justificativa um pouco mais nobre para tal projeto, o deputado diz que o PL também tem como objetivo evitar que pornografia infantil e fruto de violência sexual seja consumido.

É cada uma

O deputado, vale ressaltar, assinou uma proposta que impede que travestis e transexuais que trabalhem no serviço público federal usem seus nomes sociais em seus crachás, obrigando-os a usarem seus nomes de registro.

É provável que nada aconteça devido a esse projeto, mas ainda assim, é um absurdo que esse tipo de sandice ainda seja proposta em pleno 2017.