Eu sou apaixonado por peitos. Mas não pensem que é uma paixão vazia, sem mais, nem menos. Tudo começou em um jogo de “verdade ou consequência”, onde eu toquei, pela primeira vez, por milésimos de segundo, em um desses exemplares de criação divina. A Carol, filha da tia Mirna, topou a consequência. E aquelas frações de segundos de toque foram o suficiente para uma paixão instantânea.

Desde então, nunca mais esqueci. Virei um refém de decote, um amante de seios. E não tô falando só de peitões, que também são maravilhosos, mas dos peitos como um todo. Existem de forma democrática, pra todos os estilos e gostos. Pra qualquer um. Não importa se você é rico, pobre, magro, gordo, o peito é justo. Existe um pra você.

Porra, não venham me interpretar mal: “Peito ou bunda, Jack?”. Minha preferência é por mulher. Esse negócio de discutir qual é melhor, é pra quem não tem nem um e nem outro. E falo mais, pra tratar de mulher tem que ter muito respeito. Claro e obviamente com seus atributos também. Peito não aceita desaforo. Não seja babaca. Peito é justo, mas não é besta.

É que tem gente que força, eu já vi. Decote não dá direito de mexer na rua ou em qualquer lugar. Se quiser, aprecie, com moderação, sem incomodar. Aqueles volumes matematicamente calculados e posicionados no decote, como uma obra de arte, não podem ser incomodados. É como observar um animal selvagem. É preciso fazer silêncio e não ser notado.

Ou quando não tem decote, mas a fina malha da camiseta contorna os grandes montes da mulher, nos mostrando a sua silhueta, uma visão misteriosa, que nada mostra, mas muito inspira a imaginação. Os menores não serão esquecidos! Pequenos, porém firmes. São amostras da delicadeza divina em colocar a perfeição em porções menores.

Não importa o tamanho, forma, cor ou qualquer outra característica variável, o peito merece essa homenagem.