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Blog do Edu #2 – Eu não quis ir no Programa do Jô

Na semana passada, eu comecei uma série de posts um pouco diferentes por aqui, e a ideia é que vocês conheçam um pouco mais quem faz o blog. Portanto, sejam bem vindos ao Blog do Edu.

Na primeira edição eu fui tirando print das perguntas, que vocês mandaram pelas nossas redes sociais, mas pra simplificar vou só reproduzir as perguntas aqui dessa vez.

O que acontecerem com os blogs que surgiram com o Testosterona entre 2004 e 2010? Muitos desapareceram

Já são 12 anos que o Testosterona está no ar, então é normal que alguns dos sites e blogs de humor das antigas tenham mudado ao longo desse tempo, e pelos mais diversos fatores.

Não é tão simples assim manter um blog diário, produzindo conteúdo por tanto tempo. Afinal, todo mundo precisa sobreviver, e não é fácil monetizar um site nos dias de hoje, a não ser que você tenha uma audiência absurda, pra concorrer com youtubers, podcasters, e “influenciadores digitais” do instagram.

Home do blog em 2011

As marcas estão procurando “influenciadores” que dialogam direto com as pessoas e geram engajamento, então sua marca precisa ser muito forte pra que você tenha uma relevância como site ou blog.

Até por isso, muitas pessoas que faziam blog migraram pra outras mídias, onde é mais fácil tirar seu sustento. E todo mundo precisa trabalhar, né?

Muitas vezes isso envolve mudar ou evoluir pra atingir o público, que está em contante mudança e amadurecimento também. Eu falei no primeiro post que eu não mudei porque eu sou teimoso mesmo, e sou mesmo.

Tem alguma experiência memorável que o Testosterona te trouxe?

Foram experiências ótimas, conheci pessoas incríveis, nós ganhamos desde viagens pro exterior até a chance de jogar poker contra o Ronaldo Fenômeno, assistir shows como o do Metallica por exemplo, ir no Prêmio Sexy Hot, Prêmio Multishow, visitar os boxes da Fórmula 1, o Instituto Ayrton Senna. Mas sem dúvidas, a melhor experiência foi ter ganho da Samsung ingresso pra final da Libertadores 2012.

Final da Libertadores 2012

Edu, você precisa fazer mais posts de rock, vejo seus stories com dicas no seu perfil pessoal e sempre tem bandas legais.

Eu tenho feito mais posts assim, vou tentar indicar uma banda toda semana na sessão de música do Testosterona. Siga a gente no Spotify também!

O Twitter morreu? Porque não rolam mais as hashtags das leitoras?

O twitter continua sendo minha rede social preferida, não tem tanta censura, e dá pra filtrar informação, entretenimento e muita putaria se assim você quiser. Basta seguir as pessoas certas e silenciar quem te enche o saco.

As hashtags das leitoras é algo que aos poucos foi perdendo força e as meninas pararam de mandar as fotos. Quando alguém lembra e manda foto eu sempre compartilho. Depende mais das leitoras do que de mim.

Edu, conte uma história de bastidores do blog aí pra gente!

Ok, vou contar como eu mesmo boicotei uma possível ida ao Jô Soares.

Mais ou menos em 2011, o Testosterona tinha muito mais visitas do que hoje em dia, era algo em torno de 200 mil pessoas no blog por dia, e muito conteúdo viralizava nas redes sociais. E naquela época ninguém sabia quem fazia o site, e quem era a pessoa por trás dos posts. Isso foi algo que ajudou muito o Testosterona a crescer, por causa da curiosidade que gerava nas pessoas.

Pra contextualizar a situação, vale a pena explicar que eu nunca fiz questão de aparecer, sempre achei que o conteúdo do blog sempre seria mais importante do que os autores dos posts. Então pra mim era importante manter este mistério e eu não estava disposto a mudar isso naquele momento.

Certo dia, recebi um e-mail da produção do programa do Jô, perguntando se eu tinha interesse de participar do programa e se toparia fazer uma pré entrevista por telefone. Então eles me ligaram e perguntaram que histórias eu tinha pra contar relacionadas ao blog, curiosidades e coisa que poderiam ser usadas na hora de entrevista.

Respondi algumas perguntas, vi que o interesse era mesmo mostrar que fazia o blog e naquele momento eu achei que isso não seria nada interessante, 15 minutos de fama era um preço que eu não estava disposto a pagar. Cordialmente agradeci e recusei.

Uns 3 anos depois eu achei que estava na hora de mostrar quem fazia o blog, mas essa história fica pra outro dia.

Até a semana que vem!

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