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Eduardo Mendes – O Criador do Testosterona

Repi Bãããrdei tiuuu iuuu! Hoje é o niver de número 13 do Testosterona Blog. 13!! Então essa gata preta aqui vai preparar uma festinha exclusiva com o e-du. Ou seja, Eduardo Mendes, o criador de todo esse barulho. E que barulho! Compartilha com sua tia da igreja, vai ser gostoso!

Eduardo Mendes

De onde você é? E qual sua primeira lembrança de ter visto uma cena de sexo em sua vida? 

Eu sou da periferia de São Paulo (um salve pra galera da Zona Leste, aqui é curintia!). Pra ser sincero, não tenho muita lembrança da primeira vez que vi uma cena de sexo, muito provavelmente foi assistindo Cine Privé na madrugada de um sábado qualquer na Band.

Eduardo Mendes

Com quantos anos deixou de ser cabação? 

Eu tinha 15 ou 16 anos, por aí… Foi bem tranquilo e eu diria até que inesperado. Eu tinha ficado umas duas vezes com a menina, que era um pouco mais velha do que eu e muito provavelmente já tinha alguma experiência. Não lembro dos detalhes, mas lembro das sensações, de como foi tranquilo e parecia que eu sabia o que estava fazendo. Ela ter sido bem parceira ajudou bastante a fazer a coisa fluir naturalmente.

Quando o e-duzão era só um e-duzinho, o que ele imaginava ser na vida adulta? 

Eu tinha aquela visão idealizada de que a vida adulta era o máximo da existência humana. Queria ter uma banda de rock e viver de música, já que eu percebi rapidinho que eu não tinha o menor jeito pra ser jogador de futebol. Parece que não deu muito certo.

E como surgiu o Edu Testosterona? 

O Edu Testosterona surgiu da forma mais aleatória possível. Foi basicamente na hora de criar o perfil do blog no Twitter. O username testosterona já estava registrado, então coloquei meu apelido na frente.  Usando o Twitter meio como conta pessoal meio como perfil do blog esse personagem foi se desenvolvendo meio que naturalmente.

Eduardo Mendes
Eduardo Mendes

O que seus pais pensam sobre esse seu trampo? 

Meus pais sempre apoiaram minhas decisões. Na verdade, depois que eu saí de casa eu não senti nenhuma obrigação ou necessidade de dar satisfação a eles sobre meu trabalho. Entretanto, eles sempre perguntam como o blog está indo e nunca pareceram incomodados com o meu trampo, não. Minha mãe me manda até sugestão de posts às vezes.

Imaginava que o blog chegaria a ser tão grande como é? Que duraria mó cota na internê? 

Minha opinião sobre o blog mudou bastante ao longo dos anos. No começo eu achei que duraria muitos anos. Quando a onda do YouTube chegou eu achei que em pouco tempo o blog acabaria, porque produzir conteúdo em vídeo não era algo que me atraia. Mas depois de alguns anos trabalhando com internet eu aprendi a me reinventar, a acompanhar as tendências e a forma de produzir conteúdo. Acho que o Testosterona já foi grande, aliás, muito maior do que eu jamais imaginei. Mas a internet é dinâmica, e tudo muda de forma muito rápida. Hoje penso que o blog é um site pequeno, mas com um público fiel, e isso que me importa.

O que você acha dessa reputação do blog ser machista?

Eu acho que a reputação não surgiu do nada. No começo do Testosterona a gente fazia muito humor machista, acredito até que uma parte do sucesso que o blog fez/faz vem justamente por isso. Claro, hoje nosso discurso e postura é um pouco diferente, até porque ninguém quer ficar fazendo a mesma coisa pra sempre, mas o estigma de blog machista ficou. As pessoas gostam de rótulos, é mais rápido e prático chamar o Testosterona de machista do que entrar no site e ver o que está sendo feito.

O que você mais gosta no blog? 

Que ele me permita ser meu próprio chefe e pague minhas contas.

Se num piscar de olhos você voltasse hoje a um dia antes de criar o blog, você desistiria ou faria tudo de novo?

Eu faria tudo de novo 100 em 100 vezes. 

É verdade que já foi casado? O que acha da monogamia? 

Já fui casado sim, no papel e tudo. Na igreja não porque nenhum de nós acreditava em deus. Já casei outra veze eu entendo a monogamia, só acho que ela simplesmente não funciona. Ela gera ansiedade, ciúme e diversos outros comportamentos ruins e anti-naturais. É mais uma das convenções que a sociedade nos empurra goela abaixo.

O que pensa pro futuro e-du? 

Eu quero continuar fazendo o que eu gosto, que é produzir conteúdo em paz e no meu ritmo, seja com o Testosterona explorando novas formas pra se manter ativo e relevante, ou com outros projetos pessoais. Gosto mais de viver o presente do que ficar tentando imaginar como será o futuro.

Agora você tá com um novo projeto, o “Jornada Literária”, como surgiu isso? 

Quando a pandemia forçou a gente a ficar mais tempo em casa eu acabei redescobrindo meu amor pela literatura. Comecei a ler mais e mais e me aventurar por gêneros literários que eu nem conhecia. Em algum momento tive a ideia de compartilhar essa experiência de leitura com outras pessoas. Passar minhas impressões e aprendizados com os livros. E isso tem aberto minha cabeça completamente, eu to adorando.

Tendo recusado uma entrevista pro Jô Soares, não sente uma frustração de ter aceitado dar uma entrevista pra mim, que tipo sou merda nenhuma na fila dos biscoito? 

Isso é curioso, eu realmente gosto de ser uma pessoa que fica nos bastidores do Testosterona. Existem raríssimas entrevistas comigo, porque eu realmente não curto. Eu não tenho essa necessidade de aparecer e ser um “influenciador digital”, eu prefiro que as pessoas gostem do resultado do meu trabalho. Mas quando você deu a ideia de ser entrevistado por você eu gostei! E só enrolei um mês e meio pra gente fazer né?

Eduardo Mendes

Se estivéssemos eu e você disputando o coração da Tori Black, que tipo de duelo toparia? 

  • A) ver quem come mais porra de 100 mendigos num pote de sorvete
  • B) ver quem aguenta ser enrabado por um pau de mais 30 cm enquanto lê livros de autoajuda
  • C) todo dia colocar um piercing de argola na biqueta da teta e ser puxado por um caminhão por 10km

Não tenho a menor chance de disputar o coração da Tori Black com você, eu já entraria derrotado nessa.

Carol responde: você tá certo deboísta do caralho! Perderia na A: tenho experiência com meus ex, tudo desempregado. Perderia na B: é meu hábito de leitura com dildos aos domingos. Perderia na C: cê nem sabe como eram os bullyings no meu colégio. Criei resistência.

Mas pra encerrar essa entrevista, diga uma coisa bem escrota pros seus haters. 

Se você chegou até aqui você não me odeia.

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