cervejas
1) Barriguinha – Cerveja não dá barriga. A descoberta foi feita por nutricionistas da universidade de Gotemburgo. Durante quatro anos, eles monitoraram o peso, a quantidade de cerveja tomada por dia e as medidas de quadril e cintura de cerca de 20 mil pessoas. No fim, os cientistas constataram que o consumo da bebida gerou aumento da gordura corporal total, mas não necessariamente na região da cintura.

2) Moderação – A frase “beba com moderação” já é um clássico das propagandas de cerveja. O que pouca gente sabe é que essa moderação já foi medida pela Organização Mundial da Saúde. A entidade recomenda que mulheres não bebam mais que uma lata de cerveja por dia e que homens se limitem a duas. Ir além disso já representa risco para o corpo humano.

3) Dinheiro – Em sua dissertação de mestrado, a economista da Universidade de São Paulo Valéria Ikeda verificou que há uma relação entre o poder aquisitivo dos paulistanos e suas bebidas favoritas – após analisar dados colhidos em mais de 2.500 residências. Enquanto a classe média prefere o chope, a cerveja engarrafada está entre as preferências das classes alta (junto com o uísque) e da faixa mais pobre (junto com a cachaça).

4) Futuro – Astronautas da Estação Espacial Internacional conseguiram produzir cerveja no espaço. Os testes tinham um finalidade nobre, já que a combinação de água e álcool presente na bebida mata bactérias e pode ser uma importante alternativa de hidratação para futuras colônias espaciais.

5) Gripe – Um dos ingredientes da cerveja, o lúpulo contém humulona. Esse composto químico protege o organismo da ação de um dos causadores da gripe, o vírus respiratório sincicial. A descoberta é de cientistas da Universidade Médica de Sapporo. Entretanto, os apreciadores da bebida não devem ficar muito animados. Como a concentração de humulona na cerveja é baixa, seria preciso beber 30 latas de cerveja para ficar protegido da gripe – o que pode acarretar outros problemas…

6) Genoma – Tomar cerveja pode estar mexendo com o seu DNA. A descoberta é de cientistas da universidade de Tel Aviv. Em testes realizados com material genético de uma levedura muito parecido com o de humanos, eles verificaram que a exposição a soluções com concentração de etanol entre 5% e 7% é capaz de alongar os telômeros – que são estruturas que ficam localizadas nas extremidades de cada cromossomo.

7) Raciocínio – De acordo com cientistas da universidade de Illinois, a cerveja deixa o raciocínio mais preciso e mais rápido. A constatação surgiu após um experimento com 40 homens. Metade deles tomou duas tulipas de cerveja e a outra metade não. Então, os dois grupos participaram de um jogo, no qual cada integrante recebia três palavras e deveria pensar num quarto termo ligado a elas. No fim, aqueles que beberam tiveram 40% a mais de sucesso e, em média, fizeram as associações em 2,5 segundos a menos do que os outros.

8) Consumo – No Brasil, os homens bebem cinco vezes mais cerveja do que as mulheres. O dado é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ainda segundo o órgão, 5% dos homens bebem cerveja todos os dias. Em mais de 60% dos casos, a bebida é tomada fora de casa.

9) Satisfação – Cerca de 50 homens foram submetidos a um experimento realizado por neurologistas da universidade de Indiana. Nele, os participantes deveriam escolher entre tomar sua cerveja favorita ou uma bebida isotônica. A bebida escolhida era oferecida a eles em pequenas porções pelos cientistas. No estudo, ficou constatado que a liberação de dopamina (hormônio ligado à satisfação) era maior quando as pessoas bebiam cerveja do que quando elas tomavam a outra bebida (mesmo que elas dissessem preferir tomar o isotônico).

10) Saúde – Tomar um copinho de cerveja de vez em quando pode ser uma boa para o seu coração. Pelo menos, é o que afirmam cientistas da Universidade de Boston. Segundo eles, a ingestão diária de 43 gramas da bebida reduz em 42% as chances de uma pessoa desenvolver problemas cardiovasculares.

11) Ressaca – Você sabia que já existe uma cerveja que evita a ressaca? A bebida inusitada foi criada por médicos do Instituto de Saúde Griffith, na Austrália. Por trás da ausência de efeitos colaterais dessa cerveja, estão os eletrólitos. Incluídos na receita da bebida, esses minerais mantêm o corpo hidratado – o que evita a sensação de mal estar no dia seguinte.

12) Hidratação – Após exercícios físicos, beber cerveja moderadamente pode ser tão eficaz quanto tomar água para efeitos de hidratação. Pelo menos, é o que afirmam pesquisadores da universidade de Granada. Segundo eles, não foram encontrados efeitos negativos que pudessem ser atribuídos a ingestão moderada de cerveja nessa situação.

13) Câncer – O uso de cerveja no preparo de carnes marinadas reduz a chance desses alimentos causarem câncer no futuro. A descoberta é de cientistas da universidade do Porto. De acordo com os pesquisadores, a aplicação da bebida sobre a carne a ser assada reduz os nível de hidrocarbonetos aromáticos policíclicos presentes nesses alimentos. Testes com animais mostraram que esses hidrocarbonetos estão relacionadas ao desenvolvimento de câncer.

14) Banho – Na Áustria, a cervejaria Starkenberger conta com sete piscinas aquecidas preenchidas cada uma com 12 mil litros de água e 300 litros de cerveja. Segundo a cervejaria, o banho de cerveja tem propriedades curativas – como a cicatrização de feridas e a melhora da circulação sanguínea. Um mergulho de duas horas sai por quase 700 reais.