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A garota da sessão de fotos | Conto Erótico

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Nesta sessão de contos eróticos do Testosterona nós abrimos espaço para leitores e leitoras que queiram compartilhar suas aventuras e experiências conosco. A garota da sessão de fotos é a história dessa semana.

A garota da sessão de fotos

Olá galera do Testosterona. Gostaria de compartilhar com vocês uma história que aconteceu comigo anos atrás. Na época eu trabalhava como assessor de imprensa de uma marca de moda feminina. Conheci Juliana acompanhando um ensaio fotográfico pro lançamento da nova linha de lingerie da marca.

Meu objetivo era passar despercebido e não atrapalhar o andamento do ensaio. Fiquei num canto do estúdio observando a movimentação, quando ela se apresentou e me disse seu nome: Juliana. Uma ruiva alta e tatuada que aparentava ter não mais que 25 anos. 

Ela sorriu pra mim e disse que seria a próxima a ser fotografada e me pediu pra tirar algumas fotos de bastidores com o celular dela. Respondi apenas: “Deixa comigo!”. Enquanto ela posava pro fotógrafo, tirei algumas fotos com meu próprio celular, já pensando em pegar o contato dela pra mandar as fotos depois. E foi o que aconteceu, salvei o número dela no meu telefone e mandei as fotos.

Vez ou outra puxava papo com ela no whatsapp, e quando as fotos foram publicadas numa revista do ramo eu mandei o link pra ela dar uma olhada. Juliana confessou que não tinha gostado do trabalho do fotógrafo, e que minhas fotos tinham ficado mais legais. Era a minha chance! Eu disse em tom de brincadeira que era fotógrafo amador e que tiraria fotos dela com o maior prazer, mas que ela teria que me pagar um drink antes.

Para minha surpresa ela topou de imediato, nós dois sabíamos que aquela conversa estava cheia de segundas intenções, mesmo assim perguntei se deveria levar minha câmera. Ela respondeu: “Claro!” Alguns dias depois nos encontramos num pub, a conversa fluiu como se nos conhecêssemos há anos. Depois de alguns drinks rolou um beijo delicioso, Juliana sabia muito bem alternar seu jeito carinhoso de menina tímida com um olhar de safada,  isso me deixava louco de tesão. 

Começaram as provocações: ela roçava as pernas nas minhas, eu deslizava a mão pelo seu corpo. Sussurrei no seu ouvido que ela era uma safada e ela retrucou dizendo: “hoje eu sou a sua safada”. Não dava pra continuar ali, sugeri irmos pra outro local. Ela topou.

Chegando no motel tirei sua roupa sem pressa enquanto ela fumava um beck que tinha trazido na sua bolsa. Fumei com ela e aproveitei cada curva e detalhe do seu corpo. Deslizei a língua pela sua barriga, chupei seus seios que cabiam nas minhas mãos e senti sua boceta ficando molhada ao meu toque.

Eu já estava chapado e viajando nas suas tatuagens coloridas. Tinha a noite toda pela frente, não era preciso pressa e continuei curtindo o momento.

Algum tempo depois, senti a respiração dela ofegante, Juliana disse que não era justo só ela estar nua, me empurrou na cama; tirou minha roupa de forma sensual, entre um trago e outro no beck começou a lamber minha virilha, abocanhou minhas bolas e deu uma mamada gostosa no meu pau, sempre me olhando nos olhos com um jeitinho de estudante aplicada. 

“Agora é minha vez de te chupar” eu disse enquanto a girava e descia pro meio das suas pernas. Minha língua deslizava por sua boceta depilada e molhada, eu passaria tranquilamente uma semana chupando Juliana. Não parei até ela gozar, com as pernas enroscadas no meu ombro e me puxando pra dentro dela. Foi uma delícia. 

Totalmente relaxada, ela acendeu um cigarro, deitou no meu peito e conversamos pelo que me pareceram horas, mas que na prática deve ter sido coisa de 15 minutos. Em algum momento senti sua mão deslizando pela minha barriga até o meu pau que cresceu na sua mão nos minutos seguintes. 

“Que caralho gostoso!” ela disse com sua voz rouca e depois com cuidado começou a lamber a cabeça do meu pau. Atingiu um ritmo gostoso alternando punheta e chupadas vigorosas, eu fechei os olhos e aproveitei o momento curtindo a brisa. Mal percebi quando ela parou de chupar e sentou em cima de mim. Aquele corpo perfeito subindo e descendo, o barulho da sua bunda “plac, plac plac” batendo na minha coxa era poesia pros meus ouvidos. Que noite, meus amigos!

Mudamos de posição, ela ficou de quatro e pude ver aquele corpão submisso a mim, que sensação incrível de vitória! Senti meu pau deslizar centímetro a centímetro dentro de Juliana e quase gozei quando ela pediu: “Me arregaça!”. Avisei que estava prestes a gozar, ela então voltou a abocanhar minha rola com gosto. Reparei nas suas mãos longas que punhetavam meu pau até que explodi e gozei. Ela direcionou a porra pros seus peitos e espalhou meu líquido pelo seu corpo. 

Pouco tempo depois dormimos, exaustos e chapados. Nos encontramos algumas vezes depois, ainda hoje me bate uma sensação gostosa quando vejo fotos dela em alguma revista, site ou mesmo no instagram. Relembro cada momento do dia que comi a garota da sessão de fotos”.

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