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Eu não sei quando é que fiquei tão safada. Eu não sei dizer o dia em que acordei e senti a necessidade de ouvir putaria ao pé do ouvido enquanto uma mão desce pelo peito até chegar lá, enquanto alguém me pede baixinho: “dá pra mim?”.

Não sei dizer o dia em que aconteceu, mas aconteceu. E eu dei. 

E o que veio primeiro foi o coração batendo mais forte contra o peito, tão forte que eu jurei que iria atravessar a carne e a pele e se alojar no meu sutiã. E então a respiração se alinhou com o coração, ficou ofegante como se eu estivesse correndo uma maratona, como se eu fosse uma campeã olímpica. Eu podia sentir sua língua explorando cada íntima parte de mim, não só beijando, como sugando, como se quisesse drenar algo de mim, de um jeito delicado.

Houve suor, e houve fluidos, e eu nunca imaginei que ia gostar tanto do gosto de suor, de saliva e de porra misturados. Mas eu gostei, e eu engoli.

Eu também nunca imaginei que a sensação de ser preenchida de todas as formas fosse me acompanhar até depois do orgasmo, até depois que a respiração voltasse ao normal. Não sei quando é que fiquei tão safada, mas tão safada, que ia pedir por mais e mais até levar quem estivesse me fodendo à exaustão completa.

E ele não reclamou. Quem reclamaria?

Eu fiquei de quatro, empinei a bunda e disse “vem”.

Ele olhou cada uma das curvas do meu corpo, desde os meus seios até o ângulo mais íntimo do meu sexo. Ele me dedou, me fez rebolar, me fez encostar a cabeça no travesseiro e gemer profundamente, tão profundamente que nem eu conhecia a voz abafada que saiu. E me fez implorar: “por favor, vem”.

E veio, primeiro com cuidado para não me machucar, depois com uma voracidade que foi difícil esquecer, e eu gritava. Não por dor ou por misericórdia, mas porque gemer já não era suficiente.

Depois, quando os joelhos cansaram, eu deitei, e o agarrei com as pernas, e o obriguei a olhar nos meus olhos, e o obriguei a beijar minha boca, ainda que tenha sido difícil beijar e foder ao mesmo tempo, ainda que tenha sido complicado pelo desespero em respirar. E arranhei suas costas, e fechei as pernas ao seu entorno, e disse: “agora goza, goza pra mim”.

Mas não foi só ele que gozou, não. Eu não sabia o que era gozar assim. Eu só sabia o que era gozar por fora, gozar pelo clitoris. Eu não sabia que a sensação de explodir por dentro era completamente diferente, e então gemi alto.

E eu não tive vergonha de gozar. Não tive vergonha de gemer ou de gritar ou de me expor. Eu não tive vergonha de nada, e por um momento, enquanto o segundo orgasmo se instalava, senti que as luzes do abajour tremeram comigo.

Texto: Pixie

Pixie também é Testosterona Girl

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