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A luz da lua entrava pela janela do quarto, iluminando os músculos perfeitos do corpo de Peter. Parado aos pés da cama, apenas com as calças jeans surradas, lançou-me aquele sorriso de lado, fazendo com que todos os pelos do meu corpo se eriçarem.

Calmamente, ele anda até onde estou e tira o cinto, dobrando ao meio e colocando ao lado das minhas coxas. Faz o mesmo com a calça. Assisto toda a cena em silêncio, admirando aquele corpo escultural que se assoma sobre mim. Com aquele mesmo sorriso malicioso, Peter olha para mim e diz:

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Posso te oferecer uma experiência inúmeras vezes melhor do que todo sexo que você já fez na vida – meu corpo volta a se arrepiar.

E o que preciso fazer para conseguir? – pergunto, retribuindo o sorriso.

É um jogo. Você só precisa concordar – diz ele, me deixando curiosa.

Fale-me sobre, Peter – peço.

É uma experiência com saco plástico, – faz uma pausa esperando por alguma reação minha e então continua – eu o coloco em sua cabeça e quando estiver tendo um orgasmo, você rasga o plástico. Seu cérebro se enche de sangue com alto teor de oxigênio e você tem uma sensação de euforia.

A ideia me pareceu absurda, mas era Peter. Não podia e não queria negar.

Então, Regina – a forma como diz meu nome faz meu corpo estremecer. – Você aceita?

Claro, Peter – concordo, desejando essa barba rala roçando meu corpo.

Quietinha – diz ele sorrindo, enquanto vai em direção à cozinha pegar o saco plástico.

Minutos depois ele volta ao quarto com o saco plástico em mãos e novamente aquele sorriso me leva à loucura. Peter pode muito bem ser comparado aos Deuses Gregos que os poemas tanto falam; com seu corpo todo definido, seus cabelos louro escuro e bagunçados e seu olhar penetrante, capaz de fazer qualquer mulher ficar molhada.

Ele se aproxima devagar e senta ao meu lado, olhando fixamente em meus olhos e deslizando os dedos por meu corpo. Seus dedos fazem uma trilha de fogo em minha pele, queimando docemente por onde passa, me fazendo estremecer e soltar pequenos gemidos de prazer. A trilha começa em meu joelho esquerdo e sobe vagarosamente até minha virilha, voltando novamente ao ponto de partida. Sinto meu clitóris pulsar a cada vez que
seus dedos voltam à minha virilha.

Peter senta em meu colo, beijando meus seios suavemente e subindo até o pescoço. Tremo mais uma vez, implorando mentalmente para que ele me penetre logo. Sua língua brinca com o lóbulo de minha orelha e eu me entrego de vez à loucura.

Peter, – sussurro em seu ouvido – por favor…

Ele levanta a cabeça e sorri para mim. Com a travessura brilhando em seu olhar, pega o saco plástico e coloca em minha cabeça.

Quando estiver gozando é só rasgar – diz ele novamente. – Estamos entendidos?

Balanço a cabeça positivamente. Mal me aguento dentro desse corpo. Sinto que estou enlouquecendo aos poucos, de tanto desejo.

O saco é transparente, mas não consigo enxergar ao certo o que Peter faz. Seu corpo sai de cima do meu e ouço barulho de plástico em algum lugar à minha esquerda. Deve ser a camisinha.

Segundos depois Peter volta a sentar ao meu lado, traçando novamente o trilho de fogo em minha pele. Dessa vez ele brinca com os dedos, contornando o limite que a calcinha impõe. Estremeço mais uma vez com seu toque.

Delicadamente ele afasta a calcinha e desliza seu dedo para dentro de mim, fazendo com que o gemido preso em minha garganta seja liberado. Com movimentos leves, ele me faz delirar. Mexo meu quadril contra seu dedo e ele responde colocando seu dedão em meu clitóris e massageando. Gemo outra vez. O ar vai ficando abafado dentro do saco plástico.

Peter tira o dedo, me fazendo choramingar, e volta para cima de mim. Com uma das mãos afasta minha calcinha e com ajuda da outra, me penetra. Sinto o sangue subindo por minhas veias. Arqueio as costas e solto um grunhido de prazer. O ritmo começa, um vai e vem delicioso e lento. Passo as pernas em volta de seu corpo, puxando-o mais para perto e começo a rebolar. Ele segura meu quadril e acelera os movimentos, indo cada vez mais rápido e mais fundo.

Meu corpo todo queima e o ar fica cada vez mais raro. Dentro de mim, um monstro parece querer sair, explodindo para fora de minha pele. Estremeço como nunca antes e me contorço toda. A sensação é inexplicável.

Agarro-me com força às coxas de Peter, cravando as unhas profundamente. Ele continua com o ritmo rápido e ritmado. A fera em mim explode e o grito de prazer toma conta do quarto. Rasgo o plástico no mesmo momento em que a fera. Minha cabeça queima com a súbita corrente de ar e viajo entre as estrelas. O êxtase dura minutos.

Texto: Jesz

Jesz também já foi Testosterona Girl

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