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Desejos Felinos

Desejos Felinos

Por: Julia Silvestrin
Instagram: @sgmalika_

Todo dia é a mesma coisa, ele me devora com seus olhos negros, e eu fico a
espera de uma atitude, quase como um desespero por conhecer seu toque, seu gosto, seu cheiro.

Uma vez que foi chegando na roda, de mansinho, trouxe consigo uma leveza, mas toda vez que encontro seu olhar, me perco em um furacão. Contudo, ao longo do caminho teve muitos risos, trocas de ideias, mil noias internas e eu ali, me guardando, como uma felina a espreita, porém, sei que ele me caça também.

Cada palavra é um arrepio, cada movimento parece ser estratégico, ele não
consegue tirar os olhos da minha boca. Será que pensa o mesmo que eu, será que esse risco vale a pena?

Os dias e charmes passam e se repetem, como uma dança de encanto para os animais, mas sem estragar nossa, até então, amizade, mas eu quero é porra louca, cansei desse status monótono, pode vir chacoalhar minha vida, consumir meus desejos sádicos e alcançar sua carta de real glória e prazer. Eu te pego pelos dedos, com aquele riso de canto, esperto, com olhos mareados, quero me perder no bosque e me encontrar em você, que dó, perderás a consciência por chegar ao em um ápice sem qualquer pudor.

Diante do pé de deus, ele me encara, se fazendo de bobo até o último minuto, com as mãos em minha cintura, me gira inteira, guardando cada pedaço na memória, eu de shorts justo, blusa branca curta e molhada e um casaco jogado caindo sob os ombros, o desejo e necessidade já estava estampado em nossos rostos. O meu estava corado, lábios molhados entre abertos, embora estivesse pronta, saio de seu comando e fico atrás, tirando sua camisa pelas costas, agarrando os braços firmes, com beijos e lambidas no pescoço, meu corpo o sente ofegar.

Alto, pele muito clara, sardas lindas por todo seu corpo e um cabelo como fogo, selvagem essência da sua provável virilidade, mas quem o guia agora sou eu e lhe arranco um beijo com sede, com gosto, não resistindo, me toma em seu colo, com as mãos agarrando meus cabelos. Não há mais ar, só vontade.

Beijando meu pescoço, arranca meu casaco e eu ajudo a tirar tudo que possa atrapalhar, seguro-o pelas beiradas das calças e percorro insinuante a mão por sua virilha. Nus, ele me derrete, dos lábios aos lábios, incansável, mas o jogo é para ser jogado, meu intuito é deixá-lo senil, vou chegando com leves mordidas na coxa, virilha, até alcançar o pênis, imponente, latejando, que passa por toda minha língua deixando um fio de lubrificação entre meus lábios, ao acariciar a cabeça , olhando profundamente em seus olhos, o tomo inteiro por minha boca, de chupadas leves a intensas, brinco com cada pedaço seu, a punheta é constante ao acariciar as bolas
e vice versa.

Me puxando para cima, pelos cabelos, segurando meus pescoço, me vira de costas e com uma suave inclinação de corpo, bum bum empinado e pernas semi abertas, voltamos a brincadeira de vai e vem, seguida de muitos apertões, tudo parecia ferver e escorrer por mim inteira, junto a seu membro. Escorremos de suor, de pecado, de prazer, não suportando mais, ele vai se fazendo presente dentro de mim, quente, firme, vigoroso. Cada vez que entrava mais fundo, mais forte, mais sólido o sentia, meus lábios se apertaram, pouco fôlego para tanto exercício, apertando suas mãos, e mantendo o ritmo intenso.

Na primeira oportunidade em que houve descanso, era a minha vez, me viro e o encaro profundamente no comando, coloco-o ao chão, entre algo que beirava o estar deitado e não, sentei em seu colo de forma constante, segurando vigorosamente meu pescoço, com um leve enforcamento, sento com mais força, com mais ritmo, com mais desespero para ele, devagar de forma sensual, rebolando do onde seu pênis estava 100% dentro de mim, a momentos em que sentava devagar, subindo e descendo como se fosse lhe negar o deleite, apreciando cada pedaço deste ato saboroso, sem dar chance para que ele retome o poder, ambos já estamos perdendo o controle , é o ápice, então eu peço “me pega de 4, me doma, me toma”, quase que com uma raiva de mais apetite, ele me penetra sem parar, constante, pesado, como eu gosto, enquanto me toco, vamos assim sem fim, ao ponto de soltar gargalhadas e sentir seu gozo quente em mim. Sem forças, ali permanecemos curtindo a natureza, sabendo, que tudo isso se
repetiria.

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