Após um período sem escrever contos, hoje separei um momento para relatar um encontro que tive essa semana.

É sobre um rapaz mais novo que eu.

Quem me acompanha sabe do meu favoritismo por homens mais velhos, gordinhos, japas e nerds. Porém esse rapaz está nas extremidades da minha curva de Gauss de gostos. E isso me surpreendeu de forma positiva.

Ele tem 23 anos, porte físico magro, mais alto que eu. Engenheiro, falante, solteiro, bonito e disse ser super caseiro.

Conto Erótico

Acompanha-me desde quando comecei no Twitter, mas ele é estilo cliente namoradinho, e quando curte sair com uma garota sempre volta procurar a mesma cia. Adorável.

Ele saia com uma amiga minha, mas, devido alguns desencontros cotidianos de ambos, decidiu marcar comigo.

A abordagem foi rápida, marcamos no motel Messalina em frente à estação do Tatuapé.

Ao chegar, achei o hotel engraçado pela sua aparência com um labirinto.
Bem diferente do Lidão de guerra (Hotel no centro de São Paulo), onde eu já conheço bem.

Ele estava no banho enquanto eu esperava na porta. Fiquei lá alguns minutos, curtindo a excitação do desconhecido.

Quando ele abriu a porta, estava somente de toalha, escondendo o caralho que nos próximos minutos eu iria me apossar. Subia da sua pele um vapor quente misturado com feromônio de rapaz viril que começava a me excitar.

Senti arrepios quando ele me tocou. Parecia estar feliz por finalmente me conhecer.

Tocou-me de forma meticulosa, como geralmente homens mais velhos fazem, bem como eu gosto de ser tocada.

Ele, apesar de muito agitado e falante, colocava-me sempre em evidência. Falava sobre o meu cabelo, minha estatura, minha boca, meu olhar e principalmente sobre o meu rabo que ele rapidamente aproveitou para encher a mão e sentar um tapa de pegada firme.

Normalmente não gosto de receber tapas, e instantaneamente olho de cara feia franzindo as minhas grossas sobrancelhas, e mordendo os lábios de forma nada sexy. Rs

Meu jeito simples de demonstrar que não estou gostando de algo sem eu precisar dizer nenhuma palavra.

Acho que tivemos uma boa conexão, um bom encaixe, pois ele me compreendeu bem.

Ele me pegou de jeito, deitou-me arreganhada depois de alguns tapas de mãos abertas. Deixou-me de quatro, enquanto eu me insinuava para ele.

Fiquei igual uma cadelinha, safada, molhadinha.

Ele me dedilhava, até o fundo… colocava para fora da minha buceta com a ponta dos dedos a lubrificação intensa que eu estava fazendo ao ponto de escorrer pelo meu rabo e melar os lençóis.

Volta e meia ele abocanhava aquela babação que saia das minhas pernas, que ele brincava com os dedos.

Sua língua pontuda, com bastante saliva só aumentava a nossa putaria singular.

Olhando pelo espelho, já descabelada, de lingerie branca, eu balançava para lá e para cá com o cu empinado para ele, como se estivesse pedindo mais tapas ou uma boa linguada também, no meu cuzinho que já estava piscando.

Adoro essa libidinagem, principalmente quando o cara é mais novo que eu.

Ele foi safado, foi intenso e gentil. Apesar da pouca idade, fazia tudo na medida certa.

Pedi para abusar dele enquanto ainda estava empinada de quatro, jeito que adoro ficar.

Engatinhei na cama atraída pelas suas bolas lisas e bem desenhadas. Não era sacudo, eram bolas medianas, com a pele esticada fazendo a curvatura certa para minha boca sugar por completo de quatro.

O som as bolas quando se soltam de uma boca que as estão sugando me dá muito tesão.

Não demorei muito para fazer o mesmo com a cabeça daquela rola.

E que rola gostosa!

Aquele garoto fez valer a pena o labirinto que eu andei, pois no fim encontrei o Minotauro e cavalguei com tesão!

Meu prêmio mitológico.

O momento da cavalgada foi de fazer minha buceta encharcar.

A virilha dele estava melada com a lubrificação intensa que saia de mim.

Fazia ploft, ploc em sincronia com a minha sentada.

Aquela cabeça rosa fazia-me gemer, revirando os olhos e suspirando, queria sentir tudo bem no fundo.

Foi gostoso, foi delicioso.

Enquanto escrevia esse texto não perdi tempo em me tocar.

Aos que estiverem lendo, saibam que tudo foi digitado regado a tempero de putaria.

Texto: Cleo