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Quarentona Carente | Conto Erótico

Nesta sessão de contos eróticos do Testosterona nós abrimos espaço para leitores e leitoras que queiram compartilhar suas aventuras e experiências conosco. O conto Quarentona Carente foi enviado pela nossa leitora maravilhosa Rachel Kruger

Quarentona Carente

Maysa estava atrasada para o trabalho e seu carro estava na oficina. Precisava ir de ônibus, o que não a deixava de bom humor matinal. Segunda feira, calor de matar às 07:30 da manhã, em Florianópolis. Maysa é analista de vendas externas em uma grande empresa do setor automobilístico. Cabelo impecável, preso em um coque, seu colar de pérolas no pescoço, e usava um belo terninho e saia lápis cinza. Estava calor e seu corpo suava em baixo de toda aquela roupa pomposa que sua chefe exigia de todas as funcionárias dos setores administrativos. Ok, ela gosta desse estilo, ela adora andar no salto e estar se sentindo plena com ela mesma, ama estar bem arrumada. Afinal, ela não é mais nenhuma menina de 20 anos! Tem 41, teve 3 filhos, e faz o que pode para sempre aparentar menos. As pessoas se espantam quando sabem de sua idade, e ela aparenta não ter nem 35.

​Em frente a uma escola local, sobem dois jovens rapazes, e sentam no banco atrás de Maysa. Ela mal os olhou, pois nessa hora estava pensando se desligou mesmo a cafeteira, e mandou mensagem ao marido: “Oi, checa pra mim se eu desliguei a cafeteira? Estou com a cabeça a mil essa semana.” Ele ainda estaria em casa, geralmente sai para o trabalho no seu utilitário as 08:00 da manhã, trabalha em uma cidade vizinha. “Não desligou! Você quer colocar fogo na nossa casa? Sabe que algo parecido já aconteceu antes.” Ela se sentiu culpada. “OK, obrigada Vilmar, desculpa tá? Sou humana, eu realmente tô passando dias de muito estresse”. Ela enviou com raiva, as vezes ela se pergunta porque ainda está junto dele, se os momentos felizes são tão poucos, mas ele era um bom homem…

Seus pensamentos foram interrompidos quando ouviu o garoto de trás falar: “Você não tem noção cara, ela chupou até jorrar tudo na carinha dela, a cadela fez questão de ficar me olhando, até limpou as gotas de porra do chão”. Maysa ficou imóvel. Sexo… fazia um tempo que ela nem pensava no assunto. Ela se ajeitou no banco, tossiu de leve para fazer com que eles percebessem que ela poderia ouvir, mas o assunto deles estava intenso e eles não repararam que poderiam ser ouvidos. “Nossa, mas ela não tem tipo, o dobro da sua idade?” O outro rapaz falou. “E daí? Uma cinquentona maravilhosa, eu queria chupar aquela buceta todos os dias antes de ir dormir”. Maysa sem perceber, se recostou mais no banco, ficou com o corpo mais relaxado, estava se interessando pela conversa. “Eu perdi as contas de quantas vezes ela gozou”. O outro jovem, tinha uma voz tão doce, nem parecia que essa voz poderia falar coisas do tipo, mas falou: “Ah, eu nunca fiquei com uma mulher tão mais velha, mas confesso que tenho vontade, só me resta saber se um mulherão desse iria querer um cara que acabou de entrar na faculdade e tirar a habilitação, rsrs!”. Com certeza nesse mundo, está cheio de coroa mal comida e carente por aí.” Maysa estava com tanto calor que abriu levemente suas pernas para arejar, sorte a sua que não tinha ninguém no banco ao lado.

​Mas afinal, quem eram esses rapazes? Ela estava tão curiosa, que precisava dar uma olhadinha…. Mas não tinha coragem, ela só tentava reorganizar sua mente, precisava pensar na reunião que teria as 09:00 com os representantes de vendas e… “Delicia foder ela todinha, foi minha cadelinha obediente, e pra melhorar, ela quer me ver três vezes por semana! O marido viaja muito”. Maysa estava excitada e nem tentava mais focar seus pensamentos em outra coisa, ela sentia desejo, há meses não sentia um pau pulsar dentro dela e nunca transou com outro homem a não ser seu marido, afinal, se casou virgem. Apesar de que, ela se diverte muito bem sozinha, assiste a vídeos pornô de madrugada, tem um vibrador e um consolo de 19cm guardados a sete chaves na sua penteadeira. Sua imaginação estava a levando à loucura ali dentro desse ônibus. Sentia sua calcinha molhar!

​O papo acabou repentinamente, os dois rapazes se despediram e um deles levantou e foi até a porta de saída do ônibus, esperando abrir. Ele acenou para o amigo, e nisso olhou para Maysa. Ela, envergonhada, abaixou a cabeça, mas viu de relance ele fazer um sinal com a cabeça para o amigo. O rapaz desceu em frente a um ponto de ônibus. Maysa ficou um pouco decepcionada, mas tentou se recompor, nem acreditou quando percebeu que queria ouvir mais. De repente, alguém senta ao seu lado. Ela ficou imóvel, e o rapaz disse “bom dia”, em uma voz que ela sabia quem era. Um calafrio percorreu seu corpo. “Nunca vi a senhora por aqui, é daqui mesmo?”. Ela se recompôs e disse um sim quase inaudível. Ele persiste na conversa: “Desculpe se eu e meu amigo estávamos deixando a senhora constrangida, ele tem o costume de falar demais, e gosta de se gabar também…”

Ele foi ficando tímido, nitidamente Maysa ouviu e estava acanhada. Ele então se encostou mais perto dela e sussurrou em seu ouvido “Me desculpe se deixei a senhora constrangida”. Maysa reparou na pele morena do rapaz, marcada com tatuagens e um relógio de prata. Ela lembrou de um de seus vídeos pornô preferidos, onde há um rapaz muito parecido, e isso deu a ela a coragem que geralmente ela não tem, esticou seu braço e colocou a mão dela sobre seu pau, que instantaneamente ficou duro. O rapaz então jogou seu casaco por cima, para ninguém mais poder ver aquilo. “Não precisa me chamar de senhora, meu nome é Maysa e o seu?” Ela perguntou em uma voz quente, sussurrando em seu ouvido. “Alisson”, ele respondeu com um sorriso de canto. Maysa não estava pensando direito, estava deixando seu corpo dominar a situação. Ela abriu o zíper da calça dele, e sem nem pensar duas vezes agarrou seu pau duro, que latejava de tesão na sua mão. “Então, você um dia ainda quer ter uma experiencia com uma mulher mais velha, certo? Posso proporcionar isso a você hoje”. O rapaz fechou os olhos e soltou um gemido abafado. Maysa olhou ao redor e ninguém, absolutamente ninguém estava reparando nessa cena! Cada ser ali nesse ônibus estava ocupado demais com sua vidinha, sem tempo para observar a vida ao redor da tela de seus celulares. “Podemos parar em algum lugar?” ele falou a ela, olhando seus lindos olhos verdes. Ela por sua vez sorriu e confirmou com a cabeça. ‘Eu mereço isso, eu quero realizar essa fantasia, e não quero mais esperar, será hoje!’ ela pensou. “Tem um lugar muito bacana aqui perto, só descer comigo”. Alguns minutos depois, eles desceram perto de uns prédios, andaram uns 5 minutos e chegaram em uma casa pequena, ao lado de um terreno baldio.

“Essa casa é minha, eu morava aqui faz alguns anos, coloquei para alugar, mas no momento não tenho inquilinos”. Entraram, ela em momento algum se sentia arrependida da sua decisão, pelo o contrário, achava o rapaz cada vez mais atraente. Ele a encostou na parede assim que fecharam a porta, se beijaram com desejo, as mãos do rapaz foram diretas aos seios dela, ela arrancou com uma mão seu terninho, ficando apenas de regata de seda branca. Ela já não tinha folego, o beijava enquanto sua mão percorria o corpo dele, abriu o zíper e seu pênis foi exposto na mesma hora. Ele a conduziu até o chão para se ajoelhar, e assim ela fez. Ali estava Maysa, uma mãe casada de 41 anos, chupando a rola de um jovem de 20, uma rola grossa, mas que cabia perfeitamente dentro da sua boca, ela chupava a cabeça do pau, olhava pra ele e depois o engolia para dentro da garganta, voltava e o deixava extremamente molhado, com as mãos ela punhetava o membro, era preciso suas duas mãos. Maysa pensou que nunca na vida veria um pau daqueles de verdade, era delicioso, ela não queria tirar a boca dali. O garoto a segurava pelo pescoço, e as vezes pelo seu cabelo. O rapaz só pensava em a jogar na cama e abrir o máximo possível as pernas dela, queria a penetrar o mais fundo possível.

​Maysa ficou de pé novamente, o beijou e no meio desse beijo, ela mesma ergueu sua saia e ele afastou sua calcinha, dedilhou um grelinho duro, e logo desceu mais um pouco e pode lambuzar seus dedos em meio a umidade que escorria da buceta raspadinha dela. A jogou na cama, ele estava duro como pedra, e abriu suas pernas. A admirou, uma buceta tão perfeita, carnuda e molhadinha, ele deslizou dois dedos para dentro, e nesse vai e vem ele olhava para ela, e via uma linda mulher gemendo de tesão entre seus dedos. Ele estava extasiado, nada melhor que ver a parceira gostando de sua performance. Ela olhava furiosa, pedindo por mais, ele entendeu e foi logo beijando suas coxas, e depois sua virilha. As mãos de Maysa encontraram a nuca do rapaz, e ela o forçava a ir direto ao ponto, mas o rapaz gostava de saborear cada detalhe. Ela implorou “Me come, me fode forte e me faz gozar”. Ele precisava provar, encostou sua boca na buceta dela e o cheiro do seu corpo era tão bom, um perfume floral levemente adocicado. Ele estendeu a língua e percorreu do clitóris até o cuzinho, ela deu um urro de tesão que parecia um animal. Ele sugava, penetrava com a língua, e seu dedo indicador foi direto penetrar seu cuzinho apertado. Maysa gozou em menos de dois minutos dessa brincadeira, ele sugou e lambeu cada gota de gozo espesso que foi em sua boca. Após o primeiro êxtase dela, ele tirou uma camisinha da carteira e colocou no pau latejante, ela já recuperada olhava com tanto desejo o rapaz, que ele deitou sobre ela, a beijando de língua enquanto cada centímetro de seu caralho entrava naquela buceta úmida e quente. Ela virou os olhos, e ele estocou fundo os últimos centímetros.

​Eles suavam, e ele não conseguia parar de meter. “Você é deliciosa, gostosa pra porra” ele disse. Ela trocou a posição e sentou em cima de seu pau, subindo e descendo, ela não perdia o ritmo, era tanto tesão acumulado, tantos vídeos que já tinha visto e sonhava em fazer de verdade o que via na ficção, que ela só pensava em aproveitar o momento. “Geme pra mim, eu tô aqui cavalgando gostoso nesse pau, delícia de caralho, tá me fodendo gostoso”. Ela falou e o rapaz gemia alto, qualquer pessoa que passasse muito perto da casa ouviria nitidamente duas pessoas transando. Depois ela ficou de quatro, baixou a cabeça, empinou bem sua bunda para o alto, o rapaz montou por cima, admirando aquela cena do seu pau entrando e saindo daquela buceta, deixando-a alargadinha, fodendo tão forte que fazia estalos quando a bunda dela chocava com sua virilha e ele a segurava pelos cabelos já soltos. Ela gozou novamente, e ele apertou seus peitos nesse momento, deu um tapa na sua bunda e chamava ela de cadela gostosa. Ela realmente se sentia uma verdadeira putinha, que deixou tudo para trás para foder gostoso com um desconhecido.

​Ele sentiu que iria gozar logo, e a mandou ficar de joelhos novamente: “Chupa meu pau cadela, chupa bem gostoso, como uma verdadeira putinha casada que você é”. Ela amou ouvir aquilo, quase gozou só dele falar assim. Prontamente ela obedeceu, lambeu seu saco, chupou suas bolas e ele deu um tapa em seu rosto: “Abre essa boca pra eu foder ela”. E assim ela obedeceu novamente, ele fechava os olhos e metia seu pau sem dó nessa garganta, ela babava e se engasgava, seus olhos lacrimejaram e sua maquiagem já estava toda borrada, mas estava completamente extasiada de tesão, tocava sua buceta enquanto ele metia o pau na sua boca, e de repente ele botou o caralho grosso e não tirou, despejou todo seu gozo quente direto na garganta dela, e ela estava se deliciando com essa situação! Que delícia era pra ela, ver um rapaz tão novo a usando e gozando nela. Depois de alguns instantes, ele a olhou e sabia que ela não estava totalmente satisfeita ainda. Então, ela deitou e ele a beijou inteira, até chegar em seu cuzinho, ela ficou de quatro, empinou o bumbum e disse: “Chupa meu cuzinho?”

Ele ficou duro na mesma hora, mas primeiramente lambeu e chupava aquele cuzinho gostoso, rosadinho, todo apertadinho. Ela delirava e contorcia, fazia pressão pra esfregar aquele cu gostoso na cara dele. Logo, ela sentiu algo mais grosso na entradinha desse cuzinho. “Vai querer comer meu cu é?” – “Ah eu vou sim, vou encher esse cu de porra e fazer você ir trabalhar sentindo minha porra quente descer”. E assim ele fez, foi extremamente apertado, ela se contorcia, gritava e gemia ao mesmo tempo, a dor era intensa, porém o tesão era muito maior. Ele estocou devagar, e deixou que ela determinasse o ritmo, assim Maysa de quatro, ia e voltava no caralho dele! Logo, ela mesmo já abriu mais o cu com as mãos, para ele entrar com mais facilidade. Ele estava engatado nela como um animal, nunca havia comido um cu tão gostoso! Maysa era uma mulher maravilhosa, sexy da cabeça aos pés. Ela gozou com o pau dele atolado dentro do cu dela, e foi tão intenso que ela pensou que iria desmaiar. “Agora vou gozar bem gostoso dentro desse rabo, cadela gostosa, não vai esquecer de mim tão cedo…” E ele gozou dentro do cuzinho dela, bem lá no fundo, ela sentiu a porra quente dentro dela, e assim que ele tirou, sentiu uma gota escorrer, logo ela passou o dedo e lambeu. Ele não conseguia tirar os olhos dela, era gostosa demais, perfeita, uma perfeita vagabunda casada.

​Eles se vestiram, Maysa tentou se recompor o máximo possível, arrumou a maquiagem, chamou um Uber e eles se beijaram como adolescentes na despedida. Logo quando ele estava para sair a frente dela, ela diz: “Semana que vem no mesmo horário aqui?” e ele sem nem pensar disse: “Com certeza minha vadia casada, eu quero tratar você como você merece.” Realmente o rapaz estava certo, Maysa passou o dia no trabalho sentindo seu cu melado, e não conseguiu sentar sem sentir dor, por três dias, mas estava mais feliz do que nunca, se sentia bem comida como deveria ser.

Quarentona carente | Texto: Raquel Krueger

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