Descubra o que elas estão fazendo agora

Monique Elias sabe como é estar nos holofotes, da vida de modelo para a carreira no jiu jitsu Mundial, diversos títulos nas mais variadas faixas fizeram de Monique uma referência e tanto no esporte.

Monique Elias

 

Falamos com exclusividade com essa bela atleta campeoníssima nos tatames, apelidada de “Magra” a gaúcha de sorriso cativante e extremamente agressiva no combate, que falou sobre como foi o momento de decidir entre os tatames e a passarela e não descartou voltar a vida de modelo, porém com um foco totalmente diferente! Confira mais uma entrevista exclusiva para o Testosterona:

Monique, você foi de modelo a atleta profissional de bjj, como foi essa mudança de vida?

Foi natural, meu corpo foi mudando, e a vontade de treinar para competir foi crescendo. Tomou conta de toda minha vida. Então chegou um dia que a agência pediu pra eu fazer uma campanha e eu queria treinar pra lutar uma competição. Eu disse que não precisaria mais me ligar pra casting. Eu estava me dedicando somente ao jiu jitsu.

Ser bonita ajuda ou complica a carreira de uma atleta?

 

 

Eu acho que ajuda na construção da imagem. As marcas ficam satisfeitas de ter um perfil legal de patrocinar. Facilita na hora de fazer fotos pra divulgar alguma empresa ou marca.

Voltaria a ser modelo, acha que é possível aliar as duas carreiras?

Acho difícil voltar a ser como era. Eu participava de concursos de beleza, passarela, e comerciais. Exigia um padrão bem diferente do que o meu corpo é hoje.
Acho que no seguimento fitness teria mais chances. Mas ainda sim teria que perder bastante peso e massa muscular. O que não seria tão conveniente para o meu jiu jitsu. Quando eu era modelo, eu tinha 55 kg e 1,70 hoje são 72kg para 1,70. Uma grande diferença.

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