Home Esporte Um cara criou mesas de pebolim no formato real de estádios de futebol

Um cara criou mesas de pebolim no formato real de estádios de futebol

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Martín-Setula
O futebol entra nas nossas vidas muito cedo, desde pequenos adoramos chutar uma bola, jogar futebol no vídeo game, e jogar peboliom (ou totó, como preferirem). Crescemos e nada disso muda, continuamos adorando tudo que envolve este esporte magnífico. Pensando nisso, um argentino resolveu recriar os principais estádios do seu país em pequenas mesas de pebolim.

Martín Setula é desenhista e agora construtor de mesas de pebolim. E seu negócio agora está famoso, desde que Carlitos Tevez recebeu sua La Bombonera. No início de fevereiro, um amigo em comum de Setula e Tevez avisou o desenhista que queria dar a Bombonera de presente de aniversário de 32 anos do atacante. Setula comemorou a encomenda, mas impôs uma condição: só venderia se pudesse participar da entrega.

“Era isso ou não tinha negócio. Mas chegando na casa de Tevez ele nos recebeu como se fosse mais um rapaz do bairro: ajudou a descarregar e levar a mesa. Eu perguntei se ele era tão bom no pebolim como era em campo, aí ele pegou uma bolinha e começamos a jogar. Parecia que éramos amigos”, contou Setula em entrevista à DosisDeNoticias.

O desenhista produziu sua primeira “mesa estádio” há cinco anos, quando fez a Bombonera por ser torcedor do Boca. Logo ele percebeu que o negócio poderia dar certo. Hoje, tem outros cinco modelos à disposição: (River Plate), El Cilindro (Racing), Libertadores de América (Independiente), Viejo Gasometro (antigo estádio do San Lorenzo) e Tomás Adolfo Ducó (Huracán).

Mas foi a foto da Bombonera na casa de Tevez, e as várias reportagens sobre isso, que fizeram os pedidos se multiplicarem. Em média, Setula precisa de 25 dias para fazer cada mesa. “A repercussão foi enorme. Recebi pedidos da Argentina e de vários países, como Brasil, Uruguai, Chile”.

As mesas imitam até detalhes dos estádios, com direito a recursos como músicas ambiente das torcidas reproduzidas em alto-falantes e iluminação própria. “Vejo muitas fotos para poder criar a mesa, mas também visito os estádios para ver tudo de perto. Sempre fui bem recebido. O Monumental de Núñez foi o que deu mais trabalho”, completou Setula.

O desenhista projeta homenagear estádios de outros países também. O Chile está na mira, segundo ele, assim como Itália, Inglaterra e Espanha. O Brasil ainda não está nos planos, aparentemente.

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Fonte: Dosisdenoticias.com

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