O Oscar é a premiação mais importante do cinema e a mais esperada do mundo. A Academia de Artes Cênicas e Cinematográficas revela uma lista de indicados e, a partir dela, acontece a votação para escolher os ganhadores. A cerimônia, este ano em sua 88ª edição, acontece no dia 28 de fevereiro, em Los Angeles, Califórnia.

A Academia tem mais de 6 mil membros aptos para votarem nos filmes indicados e vencedores, para a edição de 2016 foram convidados mais 322 novos membros. Entre eles, os brasileiros João Moreira Salles, Adriano Goldman e Sergio Mendes.

Entre os filmes de 2015 indicados ao Oscar, temos destaque para O Regresso, que pode, finalmente, render o Oscar a Leonardo Di Caprio; Mad Max como segundo mais lembrado pela Academia, com 10 indicações; e uma disputa acirradíssima pelo título de Melhor Filme.

Para falar mais sobre os mais indicados e favoritos, convidamos uma galera que entende demais do que diz. Além da gabaritada equipe do Testosterona, contamos com a participação de editores de outros blogs, sites e portais de cinema – que valem a pena você conhecer a acompanhar.

Mais que uma simples sinopse, eles deixam comentários, críticas, sugestões e até torcida. Agora é assistir aos filmes e acompanhar a premiação. Quais os seus favoritos?

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O REGRESSO – 12 indicações
Melhor Filme – Melhor Diretor (Iñárritu) – Melhor Ator (Leonardo DiCaprio) – Melhor Ator Coadjuvante (Tom Hardy) – Melhor Figurino – Melhor Maquiagem e Penteado – Melhor Fotografia – Melhor Edição – Melhores Efeitos Visuais – Melhor Edição de Som – Melhor Mixagem de Som – Melhor Produção de Arte

Por Francini Vergari, redatora-chefe do Testosterona
O longa, baseado em fatos reais, conta a história de High Glass (DiCaprio), um reconhecido explorador que foi atacado por um urso, em meados de 1820, e abandonado por seus parceiros de expedição para morrer, por ordem do traidor John Fitzgerald (Tom Hardy). O que eles não contavam era que seu desejo de vingança (e sobrevivência) seria tão grande que ele enfrentaria centenas de quilômetros para encontrar os homens que o traíram. E aí é que está a perturbação: o sofrimento, o frio, os ferimentos, os confrontos, e o modo como ele foi milagrosamente superando e se recuperando. Podemos dizer que foi um filme “arrastado”, com pouco diálogo e muito sangue. Se a Academia gosta de ver atores “dando o sangue” por seus personagens, acho que DiCaprio cumpriu a proposta. Se ele vai levar ou não, só cabe a nós torcer para que ele finalmente seja reconhecido. Se não for, uma perda para ele, outra para o Oscar. Leia a resenha completa.

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MAD MAX: ESTRADA DA FÚRIA – 10 indicações
Melhor Filme – Melhor Diretor (George Miller) – Melhor Figurino – Melhor Maquiagem e Penteado – Melhor Fotografia – Melhor Edição – Melhores Efeitos Visuais – Melhor Edição de Som

Por Marcelo Coleto, colunista de Música do Testosterona
Nos últimos anos o cinema tem se voltado para os reebots e filmes que, longe de terem histórias tão novas, fazem diversas referências aos seus antepassados. Em “Mad Max – A Estrada da Fúria” é esta última alternativa que se vê. 30 anos após o terceiro e último filme (Além da Cúpula do Trovão) a violência já não impressiona, as cenas de ação sim. As corridas pelo deserto, explosões, tiros e brigas são de tirar o fôlego, deixando um pouco de lado seu personagem principal. Max, interpretado por Tom Hardy (Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge) é, claro, a figura central, mas quem chama mesmo a atenção é Imperatriz Furiosa (Charlize Theron), que não sabemos de onde vem e qual a sua história. Reza a lenda que vai rolar um filme para nos esclarecer isso, veremos. Fato é que a quarta sequência de George Miller entretêm, cumpre bem este papel e faz dúzias de referências aos anteriores, o que não é ruim. Não dá para querer analisar A Estrada da Fúria como se estivéssemos indo para a premiere de um filme “cabeça”. Explosões, perseguições e gente morrendo. É isso. Um filme bem bacana se encararmos por este lado.

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PERDIDO EM MARTE – 7 indicações
Melhor Filme – Melhor Ator (Matt Damon) – Melhor Roteiro Adaptado (Drew Goddard) – Melhores Efeitos Visuais – Melhor Edição de Som – Melhor Mixagem de Som – Melhor Produção de Arte

Por Tatá Snow, escreve sobre filmes e séries na Freakpop – Portal Geek
Provavelmente uma das surpresas cômicas do ano, Perdido em Marte é uma ficção que soube brincar, muito bem por sinal, com a criação de um cenário ainda impossível para a nossa realidade. O astronauta Mark Watney (Matt Damon) é dado como morto e abandonado por sua equipe após uma tempestade em solos marcianos. Para a surpresa de todos, Watney não só está vivo como precisa reestabelecer contato com a NASA e dar um jeito de sobreviver em um planeta onde ele não consegue nem respirar sem ajuda. Com bom humor e serenidade bem equilibrados, ele planta batatas e registrar em vídeos seu período sozinho enquanto busca uma forma de retornar à Terra.

Dirigido por Ridley Scoot, Perdido em Marte tem uma abordagem criativa, dinâmica e muito eficiente sobre uma temática que talvez não esteja tão longe de ser realizada pelos humanos. Sem deixar o lado tecnológico e científico de lado, o filme oferece uma experiência interessante para quem gostaria de viver em outro planeta. Vai por mim, as infinitas areias vermelhas não são tão atrativas assim. Merece a principal estatueta dourada? Não, mas certamente é uma ótima opção de entretenimento e fará todo mundo evitar comer batatas por um bom tempo.

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PONTE DOS ESPIÕES – 6 indicações
Melhor Filme – Melhor Ator Coadjuvante (Mark Rylance) – Melhor Roteiro Original – Melhor Trilha Sonora – Mixagem de Som – Melhor Produção de Arte

Por Tulio Dias, editor do Cinema de Buteco
Steven Spielberg voltou a trabalhar com Tom Hanks, também conhecido como o ator favorito das famílias norte-americanas, em grande estilo nesse suspense de espionagem. Um dos grandes problemas dos últimos filmes do cineasta foi justamente a necessidade dele em tentar arrancar lágrimas do espectador. Ao deixar esse fetiche de lado, Spielberg acerta em cheio e mostra porque ele é um dos gênios do cinema.

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SPOTLIGHT – 6 indicações
Melhor Filme – Melhor Diretor (Thomas Mccarthy) – Melhor Ator Coadjuvante (Mark Ruffalo) – Melhor Atriz Coadjuvante (Rachel Mcadams) – Melhor Roteiro Original – Melhor Edição

Por Gustavo Gusmão, colunista de Tecnologia do Testosterona
Fazer jornalismo investigativo não é um negócio fácil. E quando a pauta envolve a Igreja e ainda por cima é tocada pelo jornal de uma cidade muito religiosa, as coisas ficam ainda mais complicadas, como mostra a história real contada por Spotlight. Os protagonistas são os jornalistas da editoria de matérias investigativas do Boston Globe, a Spotlight, e o enredo (pesado e cheio de momentos de tensão) mostra como eles conseguiram desmascarar um esquema de pedofilia omitido pela Igreja no mundo todo. Méritos do diretor, Tom McCarthy (que concorre ao Oscar na categoria), e do elenco excepcional, com destaques para Rachel McAdams, indicada ao Oscar de melhor atriz pelo papel de Sacha Pfeiffer, e para Mark Ruffalo (o Hulk), que aqui faz o repórter paranóico Mike Rezendes. O plantel ainda inclui Michael Keaton (que conseguiu manter uma sequência de bons trabalhos depois de Birdman) e Liev Schreiber (o ex-Dentes de Sabre, aqui no papel do recém-chegado diretor de redação Marty Baron), e é esse conjunto de história tensa e atuações memoráveis que faz desse um filme obrigatório.

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CAROL – 6 indicações
Melhor Atriz (Cate Blanchett) – Melhor Atriz Coadjuvante (Rooney Mara) – Melhor Roteiro Adaptado – Melhor Figurino – Melhor Fotografia – Melhor Trilha Sonora

Por Tulio Dias, editor do Cinema de Buteco
Todd Haynes é um cineasta sensível que sabe muito bem como captar a essência de um relacionamento. No caso, em Carol, ele mostra o amor proibido entre duas mulheres. Esqueça qualquer exagero libidinoso, como em Azul é a Cor Mais Quente, o importante aqui é a maneira como as duas mulheres (Cate Blanchett e Rooney Mara) se envolvem.

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A GRANDE APOSTA – 5 indicações
Melhor Filme – Melhor Diretor (Adam Mckay) – Melhor Ator Coadjuvante (Christian Bale) – Melhor Roteiro Adaptado – Melhor Edição

Por Eduardo Mendes, editor do Testosterona
A grande aposta é um dos grandes filmes dentre os indicados. Incrivelmente cativante, merece com louvor as indicações que recebeu. Focando nos últimos anos antes da crise financeira de 2008, o filme mostra como a crise foi prevista por algumas pessoas, que de posse dessa informação valiosa, tentam lucrar o máximo possível com isso, não se importando com questões morais e éticas, tomando decisões que ajudaria a arrasar com a vida de milhões de pessoas. O elenco é recheado de astros como Ryan Gosling e Brad Pitt, mas quem realmente rouba a cena é a dupla Christian Bale e Steve Carrell, suas atuações tornam seus personagens muito interessantes e mantêm o enredo em constante equilíbrio. A direção é excepcional, deixando que em alguns momentos o personagem converse direto com a câmera e fale direto ao telespectador, sem frescuras, deixando a narrativa muito mais ágil e didática para nos explicar algumas questões mais complicadas que envolvem o mercado financeiro. A grande aposta é um ótimo filme, que consegue além de nos entreter, fazer com que façamos algumas reflexões sobre o quanto o dinheiro ganhar dinheiro importa mais do que ajudar o próximo.

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STAR WARS: O DESPERTAR DA FORÇA – 5 indicações
Melhor Edição – Melhores Efeitos Visuais – Melhor Trilha Sonora – Melhor Edição de Som – Melhor Mixagem de Som

Por Matheus Bordallo, ilustrador, é o cara das tirinhas do Testosterona
Depois de 10 anos longe dos cinemas, a série consagrada Star Wars volta com o seu sétimo e novo episódio intitulado de “O despertar da força”. Agora dirigida por J.J Abrams, o universo talvez mais incrível e original de todos os tempos no cinema voltou com tudo. Além de ter os já conhecidos personagens Han Solo, Leia e Chewbacca, novas caras foram apresentadas. Os novos protagonistas são tão bons quanto os antigos e enriquecem de uma maneira formidável a obra. Finn, o ex stormtrooper, a catadora de lixo espacial chamada Rey e o piloto Poe Dameron funcionam com uma química perfeita, lembrando bons tempos de Luke, Leia e Solo. O enredo talvez tenha sido o elemento mais fraco dessa obra pois se assemelha demais ao primeiro filme da saga espacial. Mesmo com alguns deslizes, Star Wars voltou de uma maneira magnifica, agradando os antigos e novos fãs e fazendo todos desejarem os próximos episódios.

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O QUARTO DE JACK – 4 indicações
Melhor Filme – Melhor Diretor – Melhor Atriz (Brie Larson) – Melhor Roteiro Adaptado

Por Tatá Snow, escreve sobre filmes e séries na Freakpop – Portal Geek
UAU! Que filme claustrofóbico! ‘O Quarto de Jack’, novo longa da diretora Lenny Abrahamson é, no mínimo, aflitivo. Nesta película acompanhamos uma mãe sequestrada e residente de um cativeiro há sete anos que vive em um cubículo chamado “quarto” ou “Room” (nome original do filme) com seu filho de cinco anos. Enclausurados em poucos metros quadrados, o quarto representa a infinita ausência da esperança de liberdade para Joy (Brie Larson) e um mundo completamente inofensivo para Jack (Jacob Tremblay). Afinal, como uma criança se comportaria em um micro espaço tendo apenas desenhos animados e os relatos de sua mãe sobre o que há “fora da porta” como referências? Desesperada para retomar sua vida, Joy aposta todas as fichas em Jack para voltar a viver uma vida normal. Mas a presença perturbadora de Velho Nick (Sean Bridgers)– de um ponto de vista da audiência – e opressora – de um ponto de vista dos personagens, é a “cereja no bolo” para o desenrolar de uma trama estranhamente fascinante.

Preparem-se para um longa que mexe com o psicológico, emociona de uma forma incontrolável e choca por, infelizmente, ser uma história possível. ‘O Quarto de Jack’ é um soco no estômago assertivo, a ponto de dividir opiniões do expectador. O sólido roteiro é pincelado, em muitos momentos, pela sabedoria de Jack, uma criança que não sabe como o mundo é e ainda oferece opiniões assustadoramente novas sobre as descobertas infantis. Papais e mamães, segurem o choro: O Quarto de Jack veio para ganhar a atenção da Academia, merecidamente ficar com a estatueta de Melhor Atriz e garantir uma experiência envolvente para o espectador.

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OS OITO ODIADOS – 3 indicações
Melhor Atriz Coadjuvante (Jennifer Jason Leigh) – Melhor Fotografia – Melhor Trilha Sonora

Por Eduardo Mendes, editor do Testosterona
O filme é quase uma homenagem à sua própria obra, afinal temos um roteiro que lembra Cães de Aluguel, um cenário que nos remete a Django Livre, e o famoso flashback que acontece em filmes como Pulp Fiction e Bastardos Inglórios, além de ter atores que participaram de todos os filmes anteriores citados. Nada mais Tarantino do que recriar a sua própria obra, certo? A verdade é que Tarantino está mais maduro e conseguiu construir um roteiro mais complexo e que não é baseado numa vingança, dando mais vida e multiplicidade aos seus personagens. A trama é muito bem amarrada e apresentada de uma forma que o diretor sabe fazer como ninguém, separando a história em diferentes fases e abordando as mesmas cenas sob mais de um ponto de vista, deixando o longa com algumas reviravoltas e mudanças de andamento, e claro, com muito sangue. Tudo o que você já viu e espera num filme de Tarantino está lá do mesmo jeitinho, mas apresentado de uma forma diferente. Leia a resenha completa.

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DIVERTIDA MENTE – 2 indicações
Melhor Animação e Melhor Roteiro Original 

Por Gustavo Gusmão, colunista de Tecnologia do Testosterona
Pode admitir: você ficou pelo menos um pouco emocionado com o final dessa animação da Pixar. Só o enredo bonitinho de Divertida Mente já faria esse filme merecer um lugar no coração de todo mundo. Mas não é só por isso que a história de Riley e de suas emoções é um longa-metragem incrível. Além da trama interessante, que explora assuntos como a depressão, a obra é também uma das melhores representações da mente humana já feitas para o cinema. Temos aqui cinco personagens representando as principais emoções de uma menina (Alegria, Tristeza, Medo, Nojo e Raiva), diversas esferas laranjas e azuis representando cada memória, uma espécie de “arquipélago” fazendo as vezes de bases emocionais e vários outros aspectos psicológicos representados por coisas tão curiosas quanto. A ideia da animação é mostrar o que acontece, tanto dentro quanto fora da cabeça de alguém, quando a Alegria e a Tristeza – a dupla de personagens principais – deixam de fazer seu trabalho. Recomendo ver o filme na versão legendada, porque Amy Poehler e Phyllis Smith ficaram realmente ótimas nos papéis.

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EX MACHINA – 2 indicações
Melhor Roteiro Original e Melhores Efeitos Visuais

Por Gustavo Gusmão, colunista de Tecnologia do Testosterona
Aquela história de robôs que se passam por humanos para confundir os próprios humanos não é nada exatamente novo. Blade Runner trabalhou em cima disso ali na década de 80, por exemplo. Mas Ex Machina – um filme independente, com orçamento bem menor do que das maiores produções do Oscar – consegue explorar essa ideia de uma forma diferente. No filme, vemos o programador Caleb Smith (papel de Domhnall Gleeson) ser convocado para realizar o chamado Teste de Turing com um novo tipo de inteligência artificial, que fica na propriedade de Nathan Bateman (Oscar Isaac). Esse teste, caso você não manje de computação e essas coisas, serve para avaliar se a máquina avaliada é capaz de demonstrar consciência. Para a surpresa de ninguém, é bem isso que Ava, o robô criado por Nathan, consegue mostrar. E é na relação dela com os homens que gira a história, das mais tensas e cheias de boas reviravoltas. Pontos extras aqui para a ambientação do filme e também para o ótimo uso de efeitos visuais.

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CREED: NASCIDO PARA LUTAR – 1 indicação
Melhor Ator Coadjuvante (Sylvester Stallone)

Por Francini Vergari, redatora-chefe do Testosterona
O filme consegue unir referências dos outros seis filmes de forma que a densidade emocional seja tamanha e capaz de encher de lágrimas, em algum momento, até os olhos dos mais fortes e durões. É incrível como, aos 69 anos, Sylvester Stallone se apresentou de forma impecável, mantendo as características conhecidas dos filmes anteriores e mostrando a capacidade de renovação do ator e deixando claras as dificuldades advindas da idade avançada. O que eu quero dizer é que, não tentaram criar um Rocky invencível, imune a tudo – pelo contrário. O que podemos ver é um Rocky frágil, que sofre com os problemas do tempo como qualquer outra pessoa. Leia a resenha completa.

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JOY: O NOME DO SUCESSO – 1 indicação
Melhor Atriz (Jennifer Lawrence)

Por André Filho, cronista do Testosterona, da coluna Pensamentos Machos
Joy, tanto o filme quanto a personagem, nos convidam ao fundo do poço. É a imersão em uma vida que tudo que pode dar errado, dá. Até quando dá certo, dá errado. O filme é uma série de baixos para nos mostrar o quão sofrido e batalhado foi o alto. Nos ensina a valorização. Tanto pessoal, quando do que temos em mente. É um filme inspirador e um tanto intrigante. Saí do cinema agoniado, com uma vontade imensa de me transcender como a personagem o fez. E ao transcender-se, ela passa por cima dos problemas, das dificuldades e desafios. Não sei se ganha o Oscar, mas ganhou minha alma.

amy
AMY – 1 indicação
Melhor Documentário

Por Francini Vergari, redatora-chefe do Testosterona
A produção, um impactante longa de duas horas, do premiado diretor Asif Kapadia (que também assinaSenna, retrato da vida do piloto brasileiro tricampeão de Fórmula 1), Amy traz às telas a trajetória da cantora vencedora de seis prêmios Grammy em suas próprias palavras. Reunindo vídeos caseiros, entrevistas com pessoas próximas e faixas inéditas, o documentário analisa sua rápida ascensão à fama e os motivos que a levaram à autodestruição e consequentemente à morte, aos 27 anos de idade. Leia a resenha.

CONFIRA TAMBÉM A NOSSA LISTA DE INDICADOS AO OSCAR 2015