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A tatuadora Jully Assad tem um poder incrível: te fazer ficar apaixonado. E você pode conferir isso e muito mais nestes cliques da queria Doce Suicide.

Jully Assad

Aos 34 anos, a curitibana Jully Assad, além de modelo alternativa, trabalha como tatuadora há mais ou menos dois anos. Mas para ela, essas duas tarefas não são nem um pouco chatas: “Eu amo posar, por isso vivo fazendo ensaios!  Amo tatuar e estar em boas companhias, meu maior sonho é ser reconhecida na profissão e morar um tempo fora, Europa ou Estados Unidos”.

Jully Assad

Buscando sua sensualidade

Dá pra acreditar que Jully Assad já foi casada durante 14 anos? A modelo começou a fotografar ensaio sensuais depois que se separou: “Senti uma necessidade de achar meu lado sensual, foi quando comecei a fazer fotos mais ousadas e me encontrei, achei minha sensualidade e isso fez me sentir bem melhor, me recuperei como mulher!”. Demais, né? Nós também adoramos, Jully!

Jully Assad

Carinho

E se você curtiu as fotos de Jully Assad, saiba que não está sozinho, ela também adorou. “As fotos para o Testosterona foram feitas com muito carinho para os leitores do site. Ficaram sensuais, diferentes e lindas”, conta a modelo. E sabe quem teve um toque especial nisso? Nossa querida fotógrafa Doce: “Ela soube explorar minha beleza e a sensualidade. Há tempos esperávamos para trabalharmos juntas e ficamos muito satisfeitas com o resultado final”.

Maturidade que faz a diferença

Jully Assad namora há quatro anos e está muito bem acompanhada! “Fico muito feliz com a maturidade dele em respeitar meu trabalho. Isso que sempre busquei”, conta a modelo que é feliz demais ao lado do namorado. E ela deu as características que a fizeram se apaixonar: “Muito amor, desejo, respeito e confiança são essenciais em um relacionamento comigo”.

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Mais uma vez

A fotógrafa Doce Suicide está de volta! Tem como não amar suas fotos? A fotógrafa vem se dedicando somente a ensaios sensuais desde 2017 e de vez em quando também é a modelo. “Eu diria que sou um combo! [risos] Aplico a experiencia que obtive nesse tempo trabalhando como modelo e ajudo as meninas que querem entrar nesse mercado. Então faço toda parte de recrutamento, fotografia e mentoria”, diz.

Sua missão desafio na hora de fazer as fotos? “Mudar a visão que as mulheres têm sobre si mesmas. Por conta de experiencias negativas que tiveram no passado, muitas acabam se deixando de lado e se reprimindo. Minha missão é fazer com que elas se enxerguem como são, se amem e se valorizem por isso”.