Se prepare para se apaixonar pelas fotos da suicide girl hopeful Thay Marques, clicadas por Daniel Campello

Sim, essa não é a primeira morena com tatuagens que aparece por aqui, mas pode ser que seja a sua preferida. Thay Marques, conhecida nas redes sociais como Thay Walli, tem 22 anos, é de Curitiba (PR) mas atualmente mora em São Paulo, modelo fotográfica, faz vídeos eróticos e durante à noite trabalha em uma balada.

Nessa vida agitada de tantos trabalhos, Thay não abre mão de alguns hobbys: ”Gosto muito de cantar, ouvir música e montar quebra-cabeça”, conta. Mas a modelo tem bem certo o que quer conquistar: ”Meu sonho é comprar meu apartamento, fazer com que meu trabalho flua muito mais, ser reconhecida como modelo , viajar pelo mundão e chegar nos 50 quilos [risos]”.

Aprendendo a se amar

Thay usou seu lado sexy para começar a acreditar em si mesma: ”Semprei tive vergonha do meu corpo por ser muito magra, mas quando fiz meu primeiro ensaio sensual eu achei WOWWWWWW! Fiquei linda! Mesmo com os ossinhos, as estrias. Além disso, foi uma boa forma de perder a timidez também”, diz.

 

O lado B

Nas fotos dá pra ver tudo isso que a Thay nos contou, afinal ela é uma mulher linda e a autoconfiança é muito sexy. Mas infelizmente nem tudo são flores e nessa profissão existe um lado que incomoda muita gente.

”Pessoalmente nunca sofri preconceito, mas recebo muitas mensagens de homens pedindo um nude, mandando foto de pau, ou falando alguma coisa escrota.”

 

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Hobby e trabalho

Daniel Campello tem 38 anos e é fotógrafo profissional há 5 anos, mas só em 2017 passou a trabalhar com ensaios sensuais, área da fotografia que hoje se dedica quase que exclusivamente. ”A fotografia é um trabalho, mas não deixa de ser um hobbie também, onde me dedico basicamente à fotografia analógica”, conta.

O maior desafio da fotografia sensual para ele é o estigma, no qual, as pessoas acham que o fotógrafo está la para ver ‘mulher pelada’: ”A fotografia sensual não tem nada a ver com isso. Um ensaio sensual, além de mostrar a feminilidade e a beleza feminina e sua infinita diversificação, é um atestado da força das mulheres em se desprender dos paradigmas da sociedade em relação á sua sexualidade e a sua exposição, além de ser uma injeção de autoestima”, diz o fotógrafo.

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