Ultimate Surrender
Há cerca de 11 anos, Matt Williams criou o Ultimate Surrender, uma versão pornográfica do UFC. Matt é um lutador amador que acabou virando diretor de filmes pornográficos focados em bondage, fetiche em que o parceiro sexual é imobilizado.

Os biquínis são arrancados logo nos primeiros minutos. Nesta luta, não são golpes que marcam pontos, mas sim carícias sexuais. A mais eficiente segundo o regulamento é o sexo oral: cinco pontos a cada 10 segundos. “A maneira mais rápida de vencer é fazer a oponente ter um orgasmo totalmente contra sua vontade”

Apesar de ser um site com o objetivo de vender assinaturas para exibir conteúdo pornográfico, o Ultimate Surrender leva a sério o lado esportivo da coisa. As regras são rígidas e as garotas treinam de verdade, tanto que não são chamadas de atrizes, mas de lutadoras. O diferencial, segundo a própria página, é oferecer três rounds de luta de verdade e um de sexo explícito entre mulheres. Elas lutam para valer, por dinheiro e pontos no ranking. A vencedora ganha o direito de dominar sexualmente a perdedora, geralmente usando cintas penianas.

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Para tentar dar credibilidade às lutas, há regras bem específicas, seja de pontuação ou sobre o que se pode ou não fazer. Ficar em pé, dar socos ou puxar os cabelos é expressamente proibido. Uma das regras ainda reforça: “Mantenha suas risadas no mínimo. Esta é uma competição séria”. Há três divisões de peso, e os combates são divididos em três rounds de 8 minutos, sendo que o quarto round, em que a vencedora “humilha” sexualmente a perdedora, pode ter até 10 minutos.

As melhores lutadoras não ganham cinturões, mas são declaradas campeãs da temporada. Recentemente, o Ultimate Surrender completou sua 12ª. As principais lutas são transmitidas ao vivo e têm a presença de uma plateia selecionada, composta por convidados e figurões da indústria pornográfica. Todos assinam um termo de autorização para aparecer nos vídeos, e vibram como se estivessem vendo uma luta normal.

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