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O frio do inverno e os e-mails profissionais são duas desculpas para que aqueles que estão mais propícios à infidelidade. É o que demonstra uma pesquisa do AshleyMadison.com – o maior site de encontros de pessoas comprometidas do planeta. Segundo ela, aquela pulga atrás da orelha quando o companheiro dá uma esticada no trabalho pode ter mesmo razão de ser. E, agora no inverno, a situação tende a ficar ainda mais intensa, pois os computadores da firma parecem ser os melhores cúmplices para os “puladores de cerca”.

Os números da pesquisa mostram que, no inverno (especialmente em cidades turísticas) aumenta a preferência dos usuários por buscar casos a partir de computadores no trabalho. Isso fica evidente nos dados dos últimos três anos. Em 2012 o aumento entre junho e agosto foi de 51%, já em 2013, de 64%. No ano passado, 74% a mais de infiéis usaram o horário do expediente para procurar um “affair de inverno”.

Outro aspecto da pesquisa, feita exclusivamente com membros brasileiros do portal, demonstra que entre 41,2% dos homens e 36,7% das mulheres usam a labuta como desculpa para um encontro. Foram ouvidos 8.397 brasileiros com idade entre 30 e 55 anos. Será que a explicação é nossa tendência natural de nos dias mais cinzas permanecermos em ambientes fechados?

— À medida que o inverno se aproxima as pessoas mudam o olhar e começam a procurar parceiros menos distantes. Já que a prioridade está na proximidade com o local de serviço ou de casa, não surpreende esse uso dos equipamentos de trabalho. A prática ainda funciona como um excelente disfarce. Quem irá duvidar do funcionário aplicado em pleno inverno? — comenta Noel Biderman, CEO e fundador do AshleyMadison.com.

O site possui mais de 35 milhões de cadastrados em 46 países, inclusive no Brasil – em que há mais de três milhões de usuários.

Para sexóloga e consultora do portal, Márcia Mathias, o ‘X’ da questão é a astúcia. Quando as pessoas que desejam pular a cerca passam mais tempo trabalhando tendem a saciar seus desejos por ali mesmo.

— Muita gente usa smartphones para jogos, e isto é mal visto, inclusive pela equipe. Na tela do computador fica mais fácil disfarçar, já que, na maioria das vezes, não há como saber se a pessoa está realmente trabalhando — esclarece a especialista.

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