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Com o boom cervejeiro que está tomando conta do mundo nos últimos anos, e algumas empresas viram uma grande oportunidade neste momento. Unindo a tradição japonesa em maquinas automáticas (a estimativa é de uma máquina para cada 23 habitantes) e a cerveja, eles criaram a DraftServ’s, que promete acabar, ou pelo menos reduzir muito, as filas em estádios e eventos.

Agora a pergunta que não quer calar: Será que uma máquina dessas daria certo por terras tupiniquins? Pois, seria muito fácil para qualquer pessoa que tenha altura suficiente comprar uma breja, mesmo sendo menor de idade, certo?

Errou feio amigo, errou rude. Pensando nisso, os japas fizeram um sistema que se faz necessário a apresentação da identidade original para poder liberar a bebida, além de uma câmera que promete fiscalizar a pessoa que está comprando a cerveja. Adaptar esse sistema aos documentos brasileiros não seriam difíceis. Além das máquinas desligarem as 23 horas.

Alguns estádios de basebol, como o Target Field, lar do Minnesota Twins utilizaram o sistema DraftServ’s com a Bud Ligth, que está entre as 3 cervejas mais vendidas do mundo. E o resultado de satisfação com os torcedores que utilizaram do serviço que novas versões com outros rótulos estão disponíveis pelos estádios americanos.

No Japão, a máquina é praticamente exclusividade da Kirin, servindo, entre outras, a Kirin Ichiban . Simplesmente fantástica a ideia de se ter um chopp com o minimo de fila e sem muita enrolação. Acredito que em breve estará em terras Brasileiras. E como seria maravilhoso se os rótulos artesanais brasileiros fizessem parte disso.

Via: Etílicos