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Leon Bridges – A nostalgia do soul

Quando o fantástico Leon Bridges começou a ganhar notoriedade por sua música soul e R&B chegou até mesmo a ser comparado aos inigualáveis Sam Cooke e Otis Redding, mas o cantor respira algo contemporânea e excêntrico.

Leon Bridges

Leon Bridges

Seus dois álbuns, por enquanto, Coming Home (2015) e Good Thing (2018) foram tão bem recebidos pela crítica e pelo público que resultou na vitória do Grammy como “Melhor Performance R&B”.

História

Nascido no subúrbio de Fort Worth, Texas. Leon Bridges (nome artístico de Todd Michael Bridges) foi uma criança solitária, com pais eram separados Leon Bridges cresceu em um ambiente católico, pois sua mãe era uma frequentadora devota da igreja.

Como acompanhava sua mãe, Leon descobriu a música soul na igreja, mas devido a sua timidez não chegou nem ao menos a participar do coro. Entretanto, o cantor adorava dançar sozinho e imitar os passos de moonwalking de Michael Jackson realizados por seu pai.

Apaixonado pelo estilo R&B, Leon aprendeu a tocar violão sozinho, justamente porque começou a escrever seu repertório. Bridges se apresentava em bares locais para um público pequeno, mas que ficava surpreso pela qualidade e potência de sua voz.

Carreira

Leon Bridges

Para poder compartilhar suas músicas com o público ainda maior, Leon Bridges as hospedou no famigerado SoundCloud, o que ele não imagina era que isso atrairia a atenção e curiosidade de muitas gravadoras.

Leon assinou com a gravadora Columbia, que foi responsável por lançar seus primeiros singles, praticamente um som soul que evocava o auge dos anos 60 de uma maneira autoral e simplória.

Aliás, por mais que as letras de Leon Bridges demonstravam uma nostalgia pelas batidas e riffs de guitarra, suas músicas eram relatos de sua vida difícil durante a infância, além até mesmo de citar a relação complicada com sua família.

Por mais que seu primeiro álbum Coming Home foi muito elogiado, apenas em Gold Thing que Leon Bridges mostrou sua originalidade e significado para o cenário musical. Uma explosão de sentimentos sem deixar de lado o poder de dos anos clássicos.

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