• Testosterona Entrevista – Bruna Surfistinha

    Por: Fran Vergari | Em: Entrevista | 27 de agosto de 2015

    bruna-surfistinha
    Raquel Pacheco praticamente dispensa apresentações. A ex-prostituta conhecida pelo pseudônimo de Bruna Surfistinha esteve em um evento para contar sobre seus novos projetos e deu uma entrevista exclusiva ao Testosterona.

    Assim que encerrou uma conversa com uma fã, logo antes de falar comigo, pude ouvir o que ela dizia: “Não gosto de ficar no papai-e-mamãe, gosto de ficar em cima e escolher as posições”. É raro ouvirmos coisas sobre Bruna Surfistinha que ainda não sabemos. Sua vida é um livro aberto – literalmente. A autobiografia “O Doce Veneno do Escorpião: o Diário de uma Garota de Programa”, lançado em 2005, se tornou best-seller literário, ganhou adaptação em filme (Bruna Surfistinha, em 2011) e agora vai virar série na TV (estreia em abril de 2016 na Fox).

    Ao Testosterona Entrevista, Raquel contou sobre como lida com as lembranças delicadas da sua vida, respondeu sobre arrependimentos, revelou que quer ter filhos logo e como pretende contar a eles sobre quem foi.

    Entrevista: Fran Vergari

    O que você já sabe sobre a sua série?

    Bom, o que eu já sei é que está em fase de finalização do roteiro e que as gravações vão começar agora em setembro. A Maria [Bopp], que vai me interpretar, já está em fase de laboratório e treinamento. Porque ela é iniciante, é novinha, fez um papel só na TV. E o objetivo da diretora, a Márcia Freire, era justamente pegar uma atriz nua e crua, sem vícios, nova, para começar, inexperiente mesmo. E eu aceitei, até porque acho que é bacana, no filme já teve a Deborah [Secco], então vai ser o oposto, porque a Deborah é super conhecida, famosa, e agora a Maria. Eu achei muito bacana essa ideia porque pensei muito naquela série da Globo, Presença de Anita (2001), com a Mel Lisboa, e ela mega se entregou porque era a oportunidade dela de começar.

    Vocês se falam muito?

    No dia em que a gente se conheceu, no comecinho de julho, ela já foi com o preparador dela, o Tom [Tomás Rezende] e ele fez um encontro diferente. Ele me vendou, vendou a Maria e a gente teve que se sentir, sentir a respiração da outra, ele colocou minha mão no coração dela, a mão dela no meu coração, a gente não se via e teve que sentir. Tanto os batimentos cardíacos quanto a energia uma da outra, para sincronizar tudo. E a gente ficou vários minutos assim, chegou um momento em que a nossa respiração estava no mesmo ritmo, igual, sem saber que essa era a intenção dele, a gente entrou na mesma energia. E ela é bem mais nova do que eu, eu tenho 30 anos e ela está com 23 e, quando ele tirou a venda, eu me vi na Maria. Apesar da diferença física, como aconteceu com a Deborah, que também era muito diferente de mim, a Maria também é bem diferente. Primeiro que os olhos são claros, mas eu me vi muito nela, assim, de quando eu comecei mesmo. Porque essa era a intenção: pegar uma atriz novinha porque nessa primeira temporada vai ser a minha vida com 17, 18 anos, então exigia uma atriz mais novinha. Fizemos outros trabalhos de interpretação juntas e eu consegui me enxergar nela, assim como eu consegui me enxergar na Deborah. Vai ser um trabalho bem forte, bem marcante para mim. E eu torço muito por ela.

    Em nenhum momento você pensou em fazer você mesma?

    Ah não, acho que não tem graça. Da mesma maneira que o filme, na época me perguntaram muito “ah, por que você não faz?”. Primeiro que, para mim, tem muito mais graça ver alguém me interpretando, e outra que eu não sou atriz, eu nunca tive essa pretensão. Até para “me fazer” eu teria que me interpretar hoje em dia, né? Porque faz tanto tempo essa época de prostituição, eu tinha 17, até os meus 20 anos, já faz 10 anos que eu parei de fazer programa. Eu parei em 2005, vai fazer 10 anos já. Então, assim, 10 anos depois, querendo ou não, eu teria que me interpretar. Eu sou outra pessoa, do que eu fui com 20 anos. Eu teria que ser atriz e eu não ia conseguir.

    Tem partes da sua história que você prefere que não entrem no roteiro ou que estavam no filme e você não quer na série?

    Não, não. Eu sou muito tranquila. Não tem nada da minha vida que eu não queira lembrar ou que “volte à tona”. Até com os momentos mais difíceis para mim eu não tenho esse problema. Tanto que os roteiristas do filme ficaram à vontade para escrever e eu tive acesso só quando estava finalizado. E com a série é a mesma coisa.

    Seu psicológico então lida muito bem com tudo?

    Sim, eu tenho consciência de que eu vou ter que lidar com isso até o meu último momento de vida. Então eu lido de uma maneira muito natural com o que eu fui, do que aconteceu na minha vida, sem problema nenhum.

    Você se arrepende de alguma coisa?

    Não. Eu sempre lidei muito bem com isso tudo. Eu nunca me arrependi da prostituição. Eu fiz filme erótico também e, na época que eu fazia programa, eu me arrependi do filme. Eu fiz o que tinha que ter feito, fiz o que eu tive vontade. Acho que arrependimento é pior, não adianta nada. Já aconteceu e a vida tem que continuar. Então, hoje em dia eu não me arrependo de nada em relação à prostituição, ao que eu fiz ou deixei de fazer, sabe? continue lendo…

  • Mulheres muito maquiadas têm mais chances de match no Tinder, diz app

    Por: Edu | Em: Notícias | 27 de agosto de 2015

    tinder
    As mulheres que usam maquiagem em sua foto de exibição no “Tinder”, o aplicativo de relacionamento mais famoso do mundo, largam na frente quando o assunto é dar “match”. Foi isso que o Tinder informa ter identificado após realizar um levantamento baseado nas fotos que moças presentes no serviço utilizam como imagem de exibição. E as usuários que carregam na maquiagem se dão ainda melhor. Elas possuem 26% mais chance de receberem sinal verde do que as usuárias que apostam em maquiagem, mas sem exagerar

    Para o Tinder, há uma explicação para a vantagens das mulheres que capricham na produção. Aquelas que recorrem a truques cosméticos melhoram o tom da pele e tornam o rosto mais simétrico. As duas características são dois sinais físicos que, afirma o aplicativo, sinalizam aos pretendentes que elas possuem bons genes.

    As usuárias são que carregam na maquiagem são, segundo o Tinder, 39% do total das mulheres com perfil no aplicativo. Aquelas com maquiagem leve são a maioria, 53% do total. Já as moças que preferem exibir fotos com um visual natural representam 9%. Contando homens e mulheres, o Brasil possui o segundo maior número de usuários do Tinder no mundo, logo atrás dos Estados Unidos, país em que o app foi criado.

    A publicação de fotos de mulheres usando ou não maquiagem virou assunto de discussão, a ponto de a defesa dos cosméticos terem gerado uma campanha em redes sociais. No fim de junho, Nikkie, youtuber holandesa que publica tutoriais de maquiagem, convenceu jovens do mundo todo a postarem fotos no Instagram com metade do rosto pintado e acompanhadas da hashtag #powerofmakeup.

    “Notei muito que ultimamente as garotas estão envergonhadas em dizer que gostam de se maquiar. Atualmente, se você diz que adora maquiagem é porque você quer ficar bonita para os homens, ou porque você é insegura e não se ama. É praticamente um crime dizer que você gosta de cosméticos”, afirmou Nikkie.

    Fonte: Folha de São Paulo

  • Testosterona Girls: Joy, Isa e Carol

    Por: Edu | Em: Testosterona Girls | 26 de agosto de 2015

    Saiu mais um ensaio da nossa série Testosterona Girls e, desta vez, temos um ensaio triplo!

    Se você está chegando agora, explicamos: o Testosterona Girls é um projeto em que a nossa equipe viaja e passa um fim de semana fotografando mulheres lindas para publicar o ensaio depois aqui pra vocês. Nesse segundo tour do projeto, em São Paulo, estivemos com a fotógrafa Kasha Lee clicando Hopeful e Suicide Girls como as famosas Bruna Bruce e Jeh Suicide para ensaios incríveis.

    Aqui você confere as lindas Joy, Isa e Carol juntas:

    testosterona-girls-1 2 3 continue lendo…

  • Casamento pode te levar à morte

    Por: Edu | Em: Notícias | 26 de agosto de 2015

    morte
    Calma jovem, essa notícia não pretende estragar todos os seus sonhos românticos. Um casamento só pode encurtar sua vida se for mal vivido, daqueles cheios de brigas e tristeza. Nesses casos, os riscos de sofrer problemas cardíacos aumentam. Relacionamentos felizes causam o efeito contrário: fortalecem seu coração. Só que, infelizmente, os efeitos negativos são sempre piores…

    A descoberta é de pesquisadores da Universidade do Estado de Michigan. Eles analisaram dados sobre a vida de 1,2 mil homens e mulheres ao longo de cinco anos. Havia relatos sobre a qualidade do casamento e informações sobre a saúde cardiovascular dos participantes.

    Quando bateram os dados, os pesquisadores se deram conta que osriscos de morrer por conta de um infarto ou derrameaumentam quando o casal vive um relacionamento ruim. E quanto mais velho o casal pior: eles sentem ainda mais os efeitos negativos do casamento. É que com o passar dos anos as funções do sistema imunológico começam a declinar. Aí o estresse ganha bem mais espaço.

    Além disso, quem mais sofre com o casório, em geral, são as mulheres. Segundo a pesquisa, elas tendem a internalizar os sentimentos negativos e, por isso, acabam entrando em depressão – e desenvolvendo mais problemas cardíacos. Um casamento ruim tem consequências piores do que os benefícios trazidos por um relacionamento feliz. Ou seja, amigos, é preciso mesmo escolher bem. Pelo bem da sua vida.

    Fonte: Science News

  • Parece a Megan Fox, mas é a vice Miss Bumbum brasileira

    Por: Edu | Em: Mulheres | 26 de agosto de 2015

    @alendeclaudia Promo @hotmodelsworld @superluxuryco

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    Acreditem ou não, essa mulher NÃO é a Megan Fox. A mulher da foto acima é a brasileira Cláudia, que é muito parecida (mesmo) com a atriz americana.

    Eu já tinha visto o rosto dela pelo Instagram, já tinha me passado pela cabeça a semelhança, mas nunca reparei o quanto realmente era. Até que, certo dia, ela estava na home do site da Playboy gringa!

    A modelo paranaense de 20 anos é vice Miss Bumbum 2014 e fico conhecida na época como sósia da atriz Megan Fox. Não fosse pelas curvas todas,  seria facilmente confundida mesmo. Li algumas coisas sobre ela e descobri que tem 1,60m, 55kg e próteses de silicone de 350ml. Tem um namorado há mais de 7 anos e disse que jamais posaria nua.

    Bom, mas isso  não importa muita coisa. Vamos ver algumas das melhores fotos dela no Instagram:

    @alendeclaudia 🌟 Promo @trendfashionday @hotmodelsworld

    A video posted by Cláudia Alende (@claudiaalende) on

     

    👕 @lesterning _ @alendeclaudia @bodygoalsgram

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  • Tem horas que largar uma mão no poker é melhor do que disputar até o fim

    Por: Rafael Justplay | Em: Poker | 25 de agosto de 2015

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    O poker tem algumas armadilhas, as vezes. Não é sempre que estamos com a frieza necessária de deixar um adversário levar poucas fichas do pote para ficarmos vivos e tentarmos numa próxima oportunidade. Porém, esse é um dos fundamentos mais importantes para ser um vencedor no nosso esporte da mente. E hoje eu vou tentar ensinar vocês a soltarem mãos boas que podem estar batidas quando chegarmos no river. E vocês vão me agradecer por isso.

    Quando aprendemos poker, somos instruídos a jogar somente com mãos premium. Grandes partes, AJo+ e eventualmente TKs+ são mãos que sabemos que estamos com boas chances de estar na frente. Mas especialmente quando jogamos com grandes pares temos a tendência de não largá-los após o flop, turn ou talvez até no river. O que quero propor aqui é algo que pode mudar um pouco sua forma de jogar o poker e se sentir mais confiante para deixar uma mão se sentir que pode estar perdendo.

    Jogadores mais experientes ou mais confiantes possuem uma tendência em comum: eles entram em mãos com uma range maior de cartas. 78 do mesmo naipe é uma mão que pode disputar bem contra um AK, por exemplo, num flop baixo. O par de KK pode tomar uma virada horrível quando o TJ acertar o flop TJx. Nesse último exemplo, são tantos os combos possíveis que fica complicado apostar e ir contra o adversário, concordam? São possibilidades maiores do que aquelas que estamos habituados, mas são possibilidades reais ainda assim. E é por isso que temos que prestar atenção extrema aos outros fatores, como tamanho da aposta, velocidade de resposta e creditar um determinado range ao nosso adversário.

    Você só vai ser feliz realmente no poker quando tiver um AA na mão e conseguir largar antes de chegar ao final da mão. E isso não é estranho, porque portar AA antes do flop não te garante a vitória naquela mão. Uma parcela das mãos você será batido e um dos segredos é conseguir largar essa mão para viver e continuar na disputa, procurando uma possibilidade melhor.

    Eu demorei para conseguir largar um AA. Por sinal, eu larguei um AA antes de largar um KK pela primeira vez na vida. Mas foi a partir desse momento que eu consegui ter um pouco mais de confiança no meu jogo, um pouco mais de entendimento do poker e de suas possibilidades e foi, definitivamente, a partir daí que eu parei de chorar pelas maravilhosas possibilidades que levaram meu adversário a vitória e passei a tentar explorar isso de forma mais efetiva. E eu lembro, por exemplo, qual foi a última vez que quebrei um par de AA, já que foi na última quinta-feira. Acontece, é do jogo, use a seu favor.

    Não pense que sua mão é imbatível, se você não estiver com o nuts. E se houver a menor possibilidade de ser batido, analise se você realmente está ou estão blefando você. É melhor correr e viver do que não conseguir largar e perder suas últimas fichas, você vai sentir isso também. E nos vemos semana que vem!

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