• Female Pleasure: fotógrafo capta o momento exato do orgasmo feminino

    Por: | Em: Sexo | 25 de setembro de 2016

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    O fotógrafo lituano Albert Pocej teve uma ideia no mínimo inusitada: ele queria fotografar mulheres no auge orgasmo. Ele sabia que a tarefa não seria fácil, afinal a missão era improvável, já que a grande maioria das mulheres não se sentem confortáveis em compartilhar tal momento sob a lente de uma câmera fotográfica.

    Albert conta que escreveu para praticamente todas as mulheres que conhecia, mas que a maioria respondeu que faltava coragem. Mesmo assim, ele se manteve firme e continuou tentando encontrar mulheres para poder registrar o orgasmo feminino em fotos.

    Desafio

    “Quando eu finalmente encontrei 20 mulheres que estavam prontas a participar do projeto Female Pleasure, algumas acabaram deles desistindo quando eu lhes disse que não poderiam fingir, e outras não foram capazes de relaxar já durante as fotos. Assim, no final, acabei tendo apenas 15.”.

    Ele conta que todas as modelos participantes experienciaram orgasmos reais durante o projeto. Para conseguir os melhores resultados, Albert acabou usando o recurso de timelapse onde sua câmera disparava uma foto por segundo automaticamente enquanto ele estava em outro lugar, para que suas modelos pudessem relaxar.

    “Eu não queria que este projeto fosse um clichê, eu não queria atuação – apenas o sentimento real como ele é. Cada ser humano é diferente, e assim também funcionam os orgasmos. Eu queria fazer aqueles que olharem para estas imagens pensar. E clichês não fazem as pessoas pensar.” Veja o resultado:

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  • 2 vídeos com dicas de sexo oral que indicamos para as mulheres

    Por: | Em: Sexo | 22 de setembro de 2016

    Sexo oral é sempre um assunto que rende muito conteúdo, afinal, quem não gosta de receber um cuidado especial no seu companheiro né? A verdade é que não existe um manual do boquete, não é como fazer um bolo e só seguir a receita, mas existem, sim, algumas dicas que podem te ajudar a fazer do sexo oral algo ainda mais especial não só pro homem, mas também pra você mesma.

    Sexo oral não é nenhum bicho de sete cabeças, não precisa ter medo, é só relaxar e ter confiança.

    Curiosamente nas últimas semanas nos deparamos com dois vídeos sobre o assunto, o primeiro da Clara Aguiar do canal Às Claras, e outro da Debs do Um Canal Aí,  ambos de mulheres falando sobre como agradar um homem na hora do sexo oral. Veja o que elas têm a dizer!

  • Cada um é responsável pelo seu próprio orgasmo, diz especialista

    Por: | Em: Sexo | 09 de setembro de 2016

    Não é muito no sentido de “cada um com seus problemas”, mas é quase isso. A autora de “Vem Transar Comigo” (Bicicleta Amarela, editora Rocco) trata, de maneira didática e fácil, uma enxurrada de informações e dúvidas que permeiam o assunto desde os primórdios, um deles é o polêmico orgasmo feminino.

    Tatiana é psicóloga, mantém consultório no Rio de Janeiro, ministra palestras pelo Brasil e tem seu blog como referência de sexo no país. Recentemente ela se propôs a fazer um manual do sexo quase completo com dicas e instruções que vão desde masturbação até sexo anal, passando pela história da revolução sexual até os modernos sexy toys entre casais.

    Mas o assunto que dá pano para a manga está sempre em torno do famoso “Ponto G”, sobre como é difícil levar uma mulher ao orgasmo e a canseira que os homens levam até, finalmente (com sorte), conseguirem satisfazer totalmente suas parceiras. Sobre isso, Tatiana é muito enfática: “Cada um é responsável pelo seu próprio orgasmo. Se a mulher não souber como ela goza e como ela gosta, ninguém vai fazer isso por ela”.

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    Anne Hathaway e Jake Gyllenhaal em Amor e Outras Drogas (2010)

    A mulher precisa saber

    “É uma questão complicada porque custa ao homem entender que cada um é responsável pelo seu próprio orgasmo. A mulher é muito complexa sexualmente, se ela não se conhecer e não conhecer o próprio corpo, isso reflete no sexo. Muitas vezes a mulher não sabe como ela mesma vai chegar ao orgasmo, então o homem tem essa dificuldade e automaticamente se acha um ‘mau amante’.

    O homem não é responsável por fazer a mulher chegar ao orgasmo, de forma alguma. A mulher tem que entender seu corpo. Como ela faz isso acontecer? Muito através da masturbação, para então ela comunicar o homem. Seja através do exercício “mão sobre mão” (se ela tem vergonha de verbalizar), ou através da conversa. E aí, nesse momento, ele vai entender muito melhor”, explica Tatiana.

    Orgasmo via penetração

    “Os homens também não sabem que 80% das mulheres tem orgasmo via clitóris, menos de 20% tem orgasmo via pura penetração. Então, obviamente, se ele vai pular o sexo oral ou a masturbação, e vai direto para a penetração, sem nenhum estímulo clitoriano, vai ser realmente muito difícil da mulher chegar ao orgasmo. E aí ele fica frustrado, ela fica frustrada, e fica essa sensação de que ela é frígida ou ele é mau amante, e isso é absolutamente equivocado”, esclarece a sexpert.

    “Sexo é uma experiência egoísta”

    “Cada um vai sentir aquilo e não tem como os dois estarem sentindo a mesma coisa. Claro que, uma vez na vida, existe o momento em que os planetas, as estrelas, tá tudo alinhado e acontece aquela transa que parece que vocês estão gozando juntos e tal. Essa história de gozar junto é a maior furada que tem! Não tem isso, cada um goza pra si, cada um vai sentir um prazer, não tem como sentir o prazer do outro.

    Existe prazer vendo o outro. Pelo que o homem mais sente prazer? É vendo a mulher sentir prazer. Disso não tenha dúvida! Ou seja, se você parar pra pensar, o homem é muito mais generoso sexualmente do que a mulher, nesse sentido. Porque a mulher é uma coisa mais de fundição. E as pessoas querem me matar quando digo que sexo é uma experiência egoísta, mas é verdade”.

    Fingir orgasmo

    “Cada um tem que estar sintonizado com o próprio corpo para poder expressar pro outro, através de palavras ou atos, o que sente. E se a mulher está fingindo que está gostando, o cara está lá fazendo a técnica que fez com as cinco namoradas anteriores, e todas fingiram. O que acontece? Ele vai continuar se achando o máximo se a mulher fingir de novo. Ele precisa saber que não está arrasando. Porque é pelo gemido que ele sabe se tá fazendo a coisa correta ou não, se tá agradando ou não. Alguém precisa avisar.”

  • “Vamos ver um filme lá em casa?” – 7 opções para se dar bem

    Por: | Em: Filmes e Séries, Sexo | 09 de setembro de 2016

    Atire a primeira pedra quem nunca usou o clássico golpe de convidar a gata para ver um filme em casa. A verdade é que existem boas chances de dar certo, a depender de vários fatores. Mas se a moça aceitar seu convite com as mesmas intenções, só do que você precisa mesmo é de um bom clima.

    E nada de filme pornô, não! O Tulio Dias, editor do Cinema de Buteco, separou sete filmes quentes e garantiu que é noite ganha. Apesar de alguns nem terem cenas explícitas de sexo, o conjunto “trama + atores + trilha sonora” é fatal para criar o clima.

    Dos anos 90 pra cá, esses títulos devem ter embalado noites de incontáveis casais pelo mundo e, agora, podem dar sorte a você também.

    Segundas Intenções (1999)

    “Clássico” dos anos noventa, Segundas Intenções é uma nova adaptação do livro Les Liaisons Dangereuses (que já havia sido levado para os cinemas em 1988, no igualmente excitante Ligações Perigosas) e um daqueles filmes que todos os jovens deram um jeitinho de assistir escondido na época do seu lançamento. Mesmo sem incluir cenas explícitas, a trama conquista a nossa atenção pela dinâmica sedutora de Sarah Michelle Gellar, Reese Whiterspoon e Ryan Phillippe e seus jogos de mentiras e sedução.

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    9 1/2 Semanas de Amor (1986)

    Clichê, eu sei. Mas é um clichê que funciona. Em tempos de 50 Tons de Cinza recebendo atenção sem mérito algum, esse longa do final dos anos 1980 dá um verdadeiro show de sedução e sacanagem. Kim Basinger interpreta uma mulher bem sucedida que se envolve com um homem misterioso (e chegado num BDSM) e vivem juntos uma história baseada exclusivamente no prazer e na submissão. Provocante até falar chega, o filme de Adrian Lyne é famoso por causa do striptease ao som de “You Can Leave Your Hat On”, de Joe Cocker. Se você não sabe do que estou falando, sugiro experimentar mudar isso – e ser feliz.

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    Mata-me de Prazer (2002)

    Se vocês conseguirem ignorar a trilha sonora horrível, a história de Mata-me de Prazer pode ser um tanto interessante para esquentar o clima de noite. A linda Heather Graham vive uma garota com uma vida perfeita e que tem tudo revirado ao avesso depois de conhecer um estranho na rua e se apaixonar perdidamente. O filme é cheio de cenas de sexo provocantes e a química entre os atores causa arrepios no espectador.

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  • Educadora sexual dá dicas para melhorar o sexo e tira dúvidas dos leitores

    Por: | Em: Sexo | 09 de setembro de 2016

    Finalizando a programação especial da #SemanaDoSexo, a jornalista e educadora sexual Aline Castelo Branco fez uma transmissão ao vivo pela página do Testosterona no Facebook e conversou com os leitores sobre orgasmo feminino, sexo oral e inseguranças durante o sexo. Se você não conseguiu assistir ao vivo, ainda dá tempo de ver por aqui e sanar algumas dúvidas.

    De forma muito didática e bem humorada, Aline logo conquistou a confiança de quem participava da live e explicou como funciona o orgasmo para as mulheres: “O problema é que vocês homens veem muito filme pornô e acham que toda mulher solta aquele ‘jato’, o ‘squirting’, e não é verdade. Só uma em cada dez mulheres faz aquilo, e nem é o mais importante do sexo. O importante é o prazer mesmo”.

    Polêmicas

    Perguntada sobre “beijo grego“, Aline contou do que se tratava e tranquilizou os que têm receio: “Não muda em nada a masculinidade do cara. É uma zona super erógena para o homem, por causa da próstata, vale tentar. Não vai mudar em nada sua opção sexual”.

    E Aline mandava na lata o que os homens precisavam saber: “Sexo oral não é só chegar com a língua lá e fica. A mulher vai olhar pra cima e contar carneirinho, vai pensar na vida, e não vai sentir prazer. Precisa ir perguntando se ela tá gostando, se não tá, como ela quer. Isso faz toda diferença”.

    Assista à transmissão da Aline:

     

     

     

     

  • “Minha vida sexual começou com uma prostituta e aprendi a respeitá-las”

    Por: | Em: Sexo | 08 de setembro de 2016

    Muito homem não admite, ainda mais publicamente. Existe vergonha de ser achincalhado como “arame liso”, como um cara que “não consegue pegar ninguém”. Mas homem gosta, e muito, de pagar por sexo.

    Minha vida sexual começou com uma prostituta. Sempre aparentei mais idade do que tinha, então com 14 anos, fui lá. Não foi tão travado como os meus amigos disseram que foi a primeira vez, mas também não foi as mil maravilhas.

    Estava estranho, com alguém que nunca tinha visto – hoje seria mais comum, tenho ela no Facebook e é uma grande amiga – e eu sempre pensei que sexo era pra fazer com alguém que se ama. Só fui aprender que nem sempre é assim depois deste dia.

    Depois, paguei pelo serviço outras três vezes. Duas delas em Salvador. A primeira fui numa viagem em 2014, num bate-volta que fiz entre Aracaju, onde moro, para lá, para duas entrevistas importantes que fui fazer. Precisava matar o tempo, estava com vontade, paguei. Hoje, essa moça também é minha amiga. Até a vi no Carnaval deste ano, onde trabalhei pelo SBT.

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    Marine Vacth em cena no filme “Jovem e Bela” (2013)

    A segunda foi em São Paulo. É uma grande amiga de Twitter que é “namorada de aluguel”, como ela mesmo se define. Uma pessoa agradável, inteligente, educada. Pelo menos no Twitter sempre se mostrou assim. Sempre tive curiosidade para conhece-la. Nesse caso, nem foi tanto pelo sexo, que foi ótimo, mas por outros fatores. E esses outros fatores fizeram a experiência ser fantástica.

    A terceira foi em Salvador, no mês de maio. Foi um dia que tudo tinha dado errado, e eu decidi relaxar. Foi rápido, mas foi legal. Curiosamente, também fiquei amigo da moça e a tenho no meu Facebook.

    “Mas espera, você ficou amigo de todas essas então?”. Sim, pois é. E aí é que vou ter que voltar no tempo um pouco. Em 2011, me mudei e fui morar num bairro turístico, o Atalaia, um dos mais conhecidos de Aracaju. Reduto de prostitutas, sempre que voltava do colégio, descia num ponto rodeado de mulheres da vida. E quando ia para ele, por estudar de tarde, também. E sempre batia papo, conversava.

    Foi lá que aprendi a respeita-las e não a tratar como pedaço de carne. Toda garota de aluguel tem uma história, toda puta no fundo só quer sair dali e ter uma vida melhor. Toda prostituta chegou ali porque não tinha outra saída.

    Acima de tudo, elas são mulheres. E elas todas já tiveram ou têm um amor. Sexo pago é apenas um emprego para elas, mas com muito risco.

    Hoje, eu admito que o sexo pago é algo que consumo. E não tenho vergonha de dizer. Sexo é natural. E as mulheres, boa parte, são pessoas. Em menos de uma hora, se pode construir uma amizade, se o respeito ocorrer. E por que não gozar se os dois quiserem?