Panicats nuas é assunto que não sai de moda, e a razão é simples: o Pânico virou uma fábrica de musa como poucos programas na história da TV brasileira. Toda tarde de domingo, uma leva de mulher bonita dançava, brincava nos quadros e aguentava a zoação do elenco. E bastava uma temporada pra o país inteiro decorar o nome delas. O programa tinha esse dom estranho, pois pegava uma assistente de palco anônima e, em poucas semanas, devolvia uma celebridade nacional.
E quando entra beleza, carisma e sensualidade na conta, a curiosidade só cresce, porque o público nunca larga esse tipo de mulher. Algumas viraram capa de Playboy, outras estamparam a Sexy, outras pegaram a onda do OnlyFans, e ainda tem as que só sensualizaram sem nunca tirar a roupa. É essa mistura de fama, corpo e memória que mantém o assunto vivo, e faz o nome delas voltar toda vez que o papo é panicats peladas.
Neste post, eu reuni as panicats que marcaram época: quem elas foram, por que viraram desejo nacional e onde a gente encontra cada uma hoje. É o recorte do Pânico dentro do arquivo das famosas brasileiras peladas do país.

Neste post sobre panicats nuas no Testosterona Blog
Quem eram as panicats, e por que viraram desejo nacional
Panicat era o nome das assistentes de palco do Pânico, o programa de humor que dominou as tardes de domingo por mais de uma década. Elas entravam pra dançar, brincar nos quadros e aguentar as zoações do elenco. Bastavam poucas semanas, e o país inteiro já sabia o nome delas de cor.
O quadro passou por duas casas. Começou na RedeTV!, como Pânico na TV, e migrou pra Band em 2012, virando Pânico na Band. Cada era teve a sua leva de panicats, e quase todas acabaram numa capa de revista.
O talento em comum não era dançar. Era chamar atenção, e a câmera gostava delas tanto quanto o público. Por isso a Playboy e a Sexy perceberam o filão rápido. Foi assim que uma vaga de assistente de palco virou o caminho mais curto pra capa de revista. E “ex panicat” virou quase um selo de desejo, que sobreviveu ao fim do programa.
Temporada após temporada, o quadro funcionou como vitrine. Quando uma assistente de palco se destacava, logo vinham o convite de revista, o ensaio e a fama nacional. Foi assim que o Pânico revelou boa parte das musas mais lembradas dos anos 2000 e 2010.
Panicats na Playboy: as capas que pararam o país
Era RedeTV! (Pânico na TV). Na fase da RedeTV!, o Pânico virou fábrica de capa de Playboy. Cinco musas daquela leva foram pra revista, das pioneiras Dani Souza e Tânia Oliveira até a explosão de Nicole Bahls. Foi essa a geração que colou de vez a ideia de panicat pelada à capa de revista.
Nicole Bahls e a Playboy de 2010

A Playboy de Nicole Bahls nua saiu em outubro de 2010, bem no auge da fama dela no Pânico. Logo virou uma das capas mais lembradas da era RedeTV!, dessas que renderam manchete por semanas.
Mas a capa foi só o começo. Depois dela veio reality e apresentação: venceu o Power Couple Brasil 4, em 2019, ao lado do então marido. Em 2024, também comandou o programa “Colônia Bahls”, no Multishow. Com o tempo, ela virou quase sinônimo de panicat que deu certo bem longe do quadro.
Pra ter noção do tamanho daquela capa, é só lembrar da época. A Playboy Brasil ainda era um fenômeno de vendas no fim dos anos 2000, pois, quando uma panicat posava, a edição virava assunto de rua. Aquele ensaio de 2010 teve peso de evento, não de foto solta, e desde então a imagem de Nicole ficou colada à ideia de capa de revista. Hoje, mesmo longe das revistas, ela ainda é a primeira lembrança de muita gente quando o assunto é panicat.
Babi Rossi e a capa de 2011

Babi Rossi posou pra Playboy de abril de 2011, numa capa fotografada em São Miguel dos Milagres, em Alagoas. Dois anos depois, ainda estampou a capa da edição especial das Panicats, a de número 439A.
Ela soube esticar a imagem de musa bem depois do programa, porque emendou ensaios pro Paparazzo e presença forte nas redes. Por um bom tempo, foi quase sinônimo de panicat de capa. E voltava às revistas quando queria, sempre no controle da própria imagem.
Poucas colegas apareceram em tantos formatos diferentes no mesmo período. Enquanto muitas fizeram uma capa e sumiram, Babi emendou revista, Paparazzo e a edição especial, um atrás do outro. O nome dela resiste nas retrospectivas mais de uma década depois. Quando alguém lista as panicats na Playboy, ela costuma aparecer entre as primeiras.
Jaque Khury, da Playboy de 2008 direto pro palco

Jaque Khury fez o caminho ao contrário. Posou pra Playboy de março de 2008, logo depois do BBB8, e só então virou panicat. Quando entrou no quadro, já chegou rosto de revista.
Ela ainda emplacou a Sexy na fase do programa, o que a coloca no grupo raro que estampou as duas grandes revistas. Duas ondas de fama, o reality e o Pânico, no mesmo currículo.
Depois do quadro, ela seguiu ligada à moda fitness e ao empreendedorismo, bem longe dos ensaios. Assim como várias colegas, usou a fama do reality e do Pânico como plataforma de negócio. Hoje o nome dela é lembrado tanto pelo BBB quanto pelas capas, o que é raro. Foram duas ondas de fama que pouquíssimas colegas conseguiram juntar num currículo só.
Dani Souza, a Mulher Samambaia que posou antes da fama

A Mulher Samambaia é a pioneira absoluta daqui. Dani Souza posou pra Playboy de novembro de 2003, no ensaio “As Felinas”, e logo depois emendou capas da Sexy em 2004 e 2007. A nudez de revista veio antes mesmo da fama no Pânico.
Quando virou panicat, ela já era modelo com estrada de revista. O caso dela liga a geração pré-Pânico à leva de assistentes de palco que dominou as capas. Antes dela, quase nenhuma panicat chegava ao quadro com esse currículo pronto.
A trajetória dela mostra a força da Revista Sexy naquele momento, com duas capas seguidas depois da Playboy. Na época, era comum uma mesma musa circular entre as duas concorrentes, então ver o mesmo rosto em revistas rivais não chocava ninguém. Dani Souza é um retrato fiel do mercado dos anos 2000, quando a nudez editorial ainda movia venda milionária. Hoje, com as revistas fechadas, é difícil imaginar uma modelo emplacando três ensaios em poucos anos.
Tânia Oliveira e a capa de 2006

Foi em fevereiro de 2006 que Tânia Oliveira estampou a Playboy, numa capa inspirada no clássico “Bye Bye Brasil”. Ela foi das primeiras a levar o rótulo de panicat direto pra revista.
A Playboy da época caprichava no conceito de cada ensaio, de modo que o dela ganhou um ar quase de cinema. Nas retrospectivas da era RedeTV!, o nome de Tânia aparece sempre.
Fora das câmeras, ela construiu uma segunda vida bem diferente, ligada ao esporte e ao bem-estar. Depois da fama de musa, virou referência em treino funcional, de modo que o corpo que rendia capa passou a render aula. Tânia é o exemplo de panicat que tratou a fama como trampolim, não como teto. Hoje a capa de 2006 é só um capítulo antigo, não a história inteira.
Era Band (Pânico na Band). Quando o quadro mudou pra Band, em 2012, uma nova geração repetiu a fórmula. Entre 2012 e 2014, saiu capa de Playboy quase todo ano, com Aryane Steinkopf virando best-seller e Carol Narizinho fechando contrato de peso. Foi o último grande ciclo de panicats em ensaio sensual antes das revistas saírem de cena.
Vanessa Zotth e a “Dona Fifi” de 2012

Vanessa Zotth abriu a era Band na Playboy de janeiro de 2012, a edição 440, apelidada de “Dona Fifi”. Ela foi, logo de cara, uma das primeiras da nova fase a estampar a revista.
O apelido virou marca da edição e ajudou a fixar a imagem dela, porque um bom conceito de capa ainda fazia diferença na venda naquele momento. Logo depois, outras panicats da Band seguiriam a mesma receita de ensaio temático.
A capa consolidou Vanessa entre as musas do começo da era Band. Quando o Pânico chegou à Band, a revista quis marcar a nova fase logo com um nome do elenco, e ela foi a escolhida. Virou referência da transição entre as duas emissoras. Mesmo com menos exposição que outras colegas, o ensaio dela abriu o ciclo mais recente de capas.
Aryane Steinkopf, a best-seller de 2012

Aryane Steinkopf estrelou a Playboy de abril de 2012 num ensaio que virou fenômeno: ela posou na Avenida Paulista, e a edição foi das mais vendidas do ano. É nome obrigatório entre as panicats na Playboy.
O sucesso da revista abriu porta pra uma carreira longa de modelo e, depois, de empresária, porque uma capa best-seller virava cartão de visita. A capa de 2012 foi o ponto de virada de uma trajetória que segue ativa. Dali ela emendou trabalho de modelo, TV e, mais tarde, o próprio negócio.
O detalhe da locação explica parte do estrondo: posar na avenida mais famosa de São Paulo deu à capa um ar de acontecimento urbano. Quando a edição saiu, a repercussão foi muito além do público de sempre, e logo virou uma das mais caçadas por colecionador. Depois daquele sucesso, a carreira dela deslanchou de vez. Anos depois, aquela capa ainda é lembrada como uma das mais fortes da era Band.
Carol Narizinho e o contrato de 2013

A Playboy de Carol Narizinho nua saiu em março de 2013, e rendeu um dos maiores contratos da fase Band, algo em torno de 200 mil reais mais percentual. Foi um dos ensaios mais valorizados da época.
Anos depois, ela recusou propostas pra produzir conteúdo adulto por assinatura, e manteve a exposição no nível que escolheu. Posar na revista e ir pro OnlyFans, no caso dela, foram decisões separadas, e ela deixou isso claro na prática.
Um contrato daquele porte só se explica pelo tamanho da audiência do quadro, uma vez que, no auge da era Band, uma capa certa vendia sozinha. Com o tempo, o número virou lenda, e Carol aparece sempre como referência de cachê nas retrospectivas. Com o mercado de revista fechado, é difícil imaginar outro acordo assim.
Thais Bianca e o cabelo rosa de 2013

Thais Bianca posou pra Playboy de abril de 2013, numa capa marcada pelo cabelo rosa que virou assinatura dela. Ela entrou pra lista das panicats mais fotogênicas da era Band.
Depois da revista, ela migrou pro mundo da moda e da estética, tocando os próprios negócios. Seguiu o caminho de várias colegas que viraram empresárias. Com o tempo, o nome dela passou a aparecer mais na moda do que nas retrospectivas de capa.
O visual marcante ajudou a se destacar, porque muitas disputavam as mesmas páginas naquele período. O cabelo rosa virou identidade na hora, algo raro numa época de ensaios parecidos. Depois da revista, ela levou esse mesmo olhar de estética pro próprio negócio. Hoje o ensaio dela é lembrado tanto pela ousadia visual quanto pela nudez.
Fernanda Lacerda, a Mendigata de 2014

Fernanda Lacerda, a Mendigata, fechou o ciclo com a Playboy de outubro de 2014, já perto do fim da fase Band. O personagem dela era um dos maiores fenômenos de popularidade do quadro.
O carisma dela na TV se traduzia direto em venda de revista, de modo que a capa de 2014 fechou a era com força. Mesmo com o mercado já em queda, a Mendigata puxou venda.
Ela pegou o fim de um ciclo que já se despedia das revistas. Um ano antes, a edição especial das Panicats, de 2013, tinha dado sobrevida a fotos antigas, sinal de que espaço pra ensaio novo minguava. Quando a capa da Mendigata saiu, em 2014, era quase o último suspiro. Ainda assim, ela ficou lembrada como uma das últimas grandes musas de capa do programa.
A era das capas ainda deu um último suspiro coletivo. A edição especial das Panicats, a Playboy número 439A, saiu em 27 de maio de 2013, com Babi Rossi na capa. Não eram ensaios novos, e sim fotos inéditas de trabalhos anteriores reunidas num volume só. Foi um jeito de esticar um mercado que já se despedia, revivendo velhas panicats peladas num número só.
Panicats na Revista Sexy: as clássicas de capa
A Playboy não teve exclusividade nas panicats. A Revista Sexy fez as suas capas, e a mais famosa foi a tripla de outubro de 2008. Ela juntou Dani Bolina, Gabi Monteiro e Lizi Benites num número que virou item de colecionador. Depois disso, a revista seguiu emplacando panicats em ensaio sensual até meados dos anos 2010.
Dani Bolina e a capa tripla de 2008

Dani Bolina foi uma das estrelas da capa tripla da Sexy de outubro de 2008, ao lado de Lizi Benites e Gabi Monteiro. A edição virou item de colecionador por juntar três panicats de uma vez.
Depois do quadro, ela seguiu carreira de modelo e empresária, com passagens fora do país. Isso porque a capa de 2008 foi só o começo de uma vida longe da TV. Do Brasil, ela levou a carreira de modelo pra fora e por lá ficou boa parte do tempo.
A capa tripla foi uma jogada esperta da Sexy pra competir com a Playboy. Quando três musas dividiam um número, o apelo de venda dobrava e o valor de colecionador junto. Aquela edição de 2008 acabou entre as mais lembradas da revista. Ainda hoje, Dani Bolina entra na história ligada a esse marco, não só a um ensaio individual.
Gabi Monteiro na capa tripla da Sexy

Gabi Monteiro completou o trio da capa tripla da Sexy de 2008, junto de Dani Bolina e Lizi Benites, na maior vitrine dela na fase de panicat.
Por dividir a capa, o nome dela ficou menos lembrado sozinho do que o das colegas de trio. Loira e de corpo escultural, ela era das mais fotografadas da fase Sexy do quadro. Ainda assim, aquela edição foi o auge da exposição dela em revista, e um dos ensaios mais bonitos daquela leva.
É comum que uma capa coletiva ofusque parte das participantes com o tempo. Depois de alguns anos, o público lembra do trio, mas nem sempre de cada nome sozinho. Aquele número de 2008 segue entre os mais cultuados da Revista Sexy, e Gabi divide o crédito por igual com as colegas de capa.
Lizi Benites e o cachê da capa de 2008

Lizi Benites foi a terceira da capa tripla da Sexy de 2008, e o ensaio dela rendeu um cachê estimado em torno de 80 mil reais. Um dos trabalhos mais valorizados daquela leva.
Anos depois, a vida dela tomou outro rumo, ligado à fé e à mentoria. O contraste entre a capa e o presente é dos mais comentados quando o papo é panicat hoje. Depois da fase de musa, ela raramente toca no assunto, e hoje o foco é bem outro.
A virada de Lizi chama atenção justamente pelo tamanho da distância entre os dois momentos. Antes, a capa mais cara do trio; hoje, uma vida ligada à fé e à mentoria. O caso dela aparece bastante nas retrospectivas do quadro. O trajeto dela virou o retrato de que a fase de musa foi um capítulo, não a identidade definitiva de ninguém.
Carol Dias e a capa da Sexy de 2013

Carol Dias entrou pra história das panicats por uma capa que muita gente troca de revista. O ensaio mais quente dela, dono das Carol Dias fotos que ficaram famosas, é da Revista Sexy de novembro de 2013. Foi a edição de 21 anos, gravada na Riviera Maya, no México, e não a Playboy que o nome dela costuma vir grudado por aí.
Depois da fase de panicat, ela trilhou o caminho mais inesperado do grupo e virou educadora financeira, voltada a investimento. É das viradas de carreira mais radicais de toda a lista.
A capa de 2013 pegou o finzinho da era de ouro das revistas, quando ainda dava pra uma panicat estrear em grande estilo. Aquele ensaio na Riviera Maya ficou como um dos últimos retratos daquele mundo. E é ali, na Sexy, que mora a Carol Dias mais quente, por mais que a lembrança geral aponte pra outra revista.
Ana Paula Minerato e a capa de 2014

Ana Paula Minerato posou pra Revista Sexy em 2014, no auge da fase de panicat e musa de escola de samba. Foi das últimas a emplacar capa, porque as revistas já minguavam.
A trajetória dela guarda um capítulo recente e espinhoso: em novembro de 2024, ela foi demitida da Band depois de uma acusação de racismo. Entrou na história como fato, sem apagar o que veio antes.
Antes disso, Minerato tinha construído uma imagem forte entre a Sexy e o carnaval de São Paulo. Durante os anos 2010, ela transitava bem entre a capa de revista e a avenida, sempre em evidência. O episódio de 2024 mudou o rumo dessa carreira. Hoje o nome dela guarda os dois momentos, o auge de musa e a queda recente, lado a lado.
Panicats no OnlyFans e no conteúdo próprio
Nem toda panicat precisou de capa pra virar desejo. Umas trataram a própria imagem no tempo delas, sem nunca tirar a roupa pro estúdio. Outras pegaram a onda do OnlyFans e viraram donas do próprio conteúdo, mandando no preço e no que mostram. É a geração que viu o modelo mudar e trocou a revista pela conta própria.
Mari Gonzalez, a musa que o Pânico lançou pro Brasil

Mari Gonzalez é a prova de que dava pra virar musa nacional do Pânico sem nunca tirar a roupa, porque a fama dela veio de outro lugar. Ela fez um trabalho sensual pro Paparazzo em 2015, de lingerie, e nunca precisou de mais que isso.
Claro que a beleza abriu a porta. Mas o que segurou o público foi o carisma. Depois do quadro, ela virou uma das maiores influenciadoras do país e ainda passou pelo BBB20, com uma audiência que fez o Pânico parecer pequeno.
Hoje, Mari Gonzalez pelada é uma das mulheres mais seguidas do Brasil, e comanda um verdadeiro império de publicidade. O apelo dela sempre foi esse: a menina do Pânico que o país adotou e nunca mais soltou.
Renata Molinaro, do Pânico aos palcos da dança
Renata Molinaro construiu a carreira bem longe dos ensaios. Dançarina de formação, ela virou rosto de TV e nunca fez questão da capa. Chegou a brincar que “a Playboy levou dois nãos” dela.
O caminho dela foi outro. Renata estreou na TV como assistente de palco no Caldeirão do Huck, em 2011. No ano seguinte entrou pro Pânico, onde ficou até 2015, quando saiu por não concordar com os rumos do programa. Enquanto muitas iam pra revista, ela apostou na dança e depois firmou a carreira de apresentadora.
Na época, dizer não pra Playboy rendia quase tanta manchete quanto aceitar, pois tal era o peso da revista. Renata disse, mais de uma vez, e seguiu firme na carreira que escolheu. O nome dela aparece aqui pela trajetória de dançarina e apresentadora, que sustentou a fama muito além do quadro.
Aline Mineiro, o maior nome do time

Aline Mineiro pelada é o nome mais forte deste time, e o material de verdade tem endereço certo: o OnlyFans que ela abriu logo depois d’A Fazenda 13. Ali ela controla o preço e o que mostra, no mesmo caminho das famosas brasileiras no OnlyFans.
Antes disso, ela tinha feito só um topless, em 2017, e passou longe da capa de revista. A nudez completa veio mesmo na plataforma, porque foi ali que ela escolheu mostrar tudo, no formato pago e no próprio ritmo.
É por isso que o desejo por Aline vive hoje na conta própria dela, não numa página de revista. Ela pegou a virada do mercado no ponto exato e fez da própria imagem o negócio, sem intermediário no meio.
Aricia Silva e o conteúdo próprio

Aricia Silva sempre foi das mais desejadas do Pânico, onde entrou em 2016. Depois ainda participou d’A Fazenda 11, na Record. Por vezes ousada, ela fez ensaios sensuais, manteve a imagem ligada à sensualidade e construiu um público grande nas redes.
Quando o OnlyFans chegou, ela logo aproveitou a onda. Abriu a conta em julho de 2021 e, só nos primeiros 90 dias, faturou cerca de R$ 560 mil, antes de descontar plataforma, agência e imposto. É de lá que vem o Aricia Silva pelada de verdade hoje.
Capa de revista com nudez ela nunca teve. O que existe é o conteúdo próprio dela. Aricia representa a última geração de panicat, uma vez que viu o modelo mudar e seguiu junto. Antes o caminho era a revista; hoje é a conta própria de assinatura, com o corpo virando negócio direto.
As panicats hoje: onde cada uma foi parar

Depois que o Pânico saiu do ar em 2017, o destino das panicats virou quase o oposto do estereótipo. Boa parte trocou a exposição sensual por negócio próprio, consultório ou sala de aula. A imagem de panicat pelada congelada nos anos 2010 não se sustentou; a fama de musa virou trampolim, não teto.
Do palco pro fitness e pros negócios
Boa parte foi parar no mundo fitness e da saúde, no ritmo de quem trocou a capa de revista pela audiência das redes. Aryane Steinkopf virou nutricionista e toca a marca Casa D’Ary. Hoje reúne cerca de 2 milhões de seguidores, um público que a Playboy dos anos 2010 nunca deu. Tânia Oliveira foi pioneira do kettlebell no Brasil e hoje vive de palestra de bem-estar, longe dos holofotes do palco. Dani Souza seguiu o caminho mais improvável do grupo: depois da TV, abriu uma farmácia de manipulação e ainda apresenta o podcast “Doutor, pode?”. Quando a Playboy saiu de cena, em 2018, fechando o ciclo das revistas masculinas impressas, essas três já tinham o próprio negócio de pé. A fama de musa virou porta de entrada, e cada uma levou o nome pra um mercado bem distante do ensaio sensual.
Das capas pros próprios negócios
Já outras foram pro mundo dos negócios. Thais Bianca toca uma marca de moda e trabalha com estética. Depois da fama, Babi Rossi virou empresária. Carol Dias surpreendeu todo mundo e virou educadora financeira, voltada a investimento. E Lizi Benites seguiu um caminho ligado à fé e à mentoria.
No geral, o time todo virou uma vitrine de reinvenção. Depois dos anos de musa, muitas viraram referência em treino, dieta e empreendedorismo. O que se encontra delas hoje é perfil de negócio, não galeria antiga. É o oposto do que a fama de musa de revista costumava sugerir.
Algumas nunca saíram do radar. Nicole Bahls emenda reality, apresentação e campanha até hoje, e é das ex-panicats mais presentes na TV. Depois do Pânico, Carol Narizinho migrou pro marketing digital. E Dani Bolina foi morar em Miami, onde mantém a carreira de modelo.
O padrão é claro. O retrato das panicats hoje é esse: empresária, nutricionista, educadora e influenciadora, longe da imagem congelada dos anos 2010. Várias construíram nas redes um público maior do que tinham no auge do quadro.
O que mais chama atenção é justamente o tamanho desse público. Depois do Pânico, elas migraram a audiência da TV pras redes, e hoje somam milhões de seguidores no Instagram. Aryane e Nicole alcançam um número que a revista dos anos 2010 nunca deu. A revista morreu; o público delas só cresceu.
Quem ainda aparece na TV
Algumas nunca trocaram a telinha pelo consultório. Nicole Bahls segue firme entre reality e apresentação, e hoje é uma das ex-panicats mais presentes na TV aberta. Outras voltam de vez em quando, numa participação ou num reality. Mesmo assim, a regra do grupo é mesmo a reinvenção, não a permanência no palco.
Sabrina Sato e a confusão com as panicats

Sabrina Sato é a estrela que todo mundo associa ao Pânico, e com razão. Ela foi repórter e musa do programa entre 2004 e 2013, da RedeTV! à Band, uma das caras principais do elenco. Só que panicat, no sentido de assistente de palco, ela nunca foi.
A diferença importa porque a trajetória dela é de outro tamanho: Playboy, carnaval e uma das maiores carreiras de apresentadora do país. A Sabrina Sato nua que o público lembra tem endereço na revista, e ela pertence mais ao time das musas do carnaval nuas e das grandes estrelas da TV.
Ainda assim, o nome dela volta toda vez que o assunto é panicat, porque foi ali, no palco do Pânico, que o Brasil aprendeu a desejá-la. Com a carreira gigante que construiu, esse detalhe de origem virou nota de rodapé. Mas explica por que ela aparece em toda conversa sobre o quadro.
Perguntas frequentes sobre panicats nuas
Quais panicats já posaram nuas?
A maioria. Na Playboy: Nicole Bahls, Babi Rossi, Jaque Khury, Dani Souza, Tânia Oliveira, Vanessa Zotth, Aryane Steinkopf, Carol Narizinho, Thais Bianca e Fernanda Lacerda. Na Revista Sexy: Dani Bolina, Gabi Monteiro, Lizi Benites, Carol Dias e Ana Paula Minerato. Foi, no geral, um dos grupos que mais estampou revista no país.
A Aline Mineiro posou na Playboy?
Não. Aline Mineiro fez só um topless em 2017 e ficou fora das capas. A nudez completa dela veio no OnlyFans, aberto depois d’A Fazenda 13. O material real dela é a plataforma de assinatura, no ritmo e no preço que ela decide.
Qual panicat foi recordista de vendas?
Entre as capas mais fortes, Aryane Steinkopf, na Playboy de abril de 2012, foi best-seller do ano, com o ensaio na Avenida Paulista. A edição especial das Panicats, a de número 439A de 2013, reuniu várias musas num só volume, com capa de Babi Rossi.
Mais sobre panicats nuas
Alguma panicat foi pro OnlyFans?
Sim. Aline Mineiro e Aricia Silva produzem conteúdo próprio na plataforma. Já Carol Narizinho, mesmo tendo posado pra Playboy, preferiu não fazer conteúdo por assinatura depois. São escolhas separadas e legítimas.
A Sabrina Sato era panicat?
Não. Sabrina Sato foi repórter e musa do Pânico entre 2004 e 2013, mas nunca integrou o grupo de panicats, as assistentes de palco. É uma confusão comum, porque ela ganhou fama dentro do programa, só que em outro papel.
Quando o quadro das panicats acabou?
O Pânico saiu do ar em 2017. A Playboy saiu de circulação em 2018, e a Revista Sexy logo em seguida. O ciclo de capas de panicat se encerrou, e a maioria delas seguiu pra negócios próprios, longe da exposição de revista.
Testosterona Blog: do Pânico à capa e às redes
Faz tempo que o Pânico saiu do ar, mas as panicats não saíram do imaginário. Umas viraram capa de Playboy, outras estamparam a Sexy, outras foram pro OnlyFans, e várias trocaram o palco pelo próprio negócio. Mais de uma década depois, elas seguem entre as musas mais lembradas do país.
No Testosterona Blog, a gente vive de acompanhar essas mulheres e mapear onde a sensualidade brasileira anda hoje. Cada panicat tem uma carreira inteira por trás da capa. A próxima parada natural é o arquivo das famosas brasileiras peladas do país, onde elas dividem espaço com atriz da Globo, cantora, ex-BBB e outras celebridades nuas de toda época.
