As influenciadoras nuas mais buscadas do Brasil não vêm de um molde só. Tem a que viraliza dançando no TikTok e a que veste o personagem de anime no fim de semana. Tem, inclusive, a que transformou o treino de academia em contrato de publicidade. Cada uma chegou até aqui por um caminho diferente, mas quase todas cruzam o mesmo destino: o público de graça na rede aberta, o conteúdo mais picante na assinatura paga.
Reuni aqui cinco recortes desse universo, cada um, aliás, já com o próprio levantamento completo publicado neste acervo. Assim, dá para ver a tiktoker que largou o emprego de vendedora depois de um vídeo viral e a cosplayer que jogou esports profissionalmente antes de vestir um personagem. Tem ainda a musa fitness que trocou a fazenda pelo milhão de seguidores, mas só uma parte vira mesmo influenciadoras nuas onlyfans de verdade. As musas sensuais mainstream deste levantamento vivem de música, moda e carreira pública, sem nenhuma conta fechada por trás do nome.
Vale o método de sempre antes da lista abaixo. Cada influenciadoras nuas fotos que aparece aqui vem do próprio perfil da modelo ou de reportagem específica, nunca de chute. Quando a busca especula nudez sem prova, como acontece com parte das musas sensuais mainstream, o aviso vem antes da promessa vazia.
Neste post sobre influenciadoras nuas no Testosterona Blog
- Influenciadoras nuas que bombam no TikTok
- Quem vende conteúdo no OnlyFans
- Cosplayers e e-girls mais gostosas
- Influenciadoras fitness: as musas da academia
- Musas sensuais mainstream, sem conta paga
- O que diferencia cada tipo de influenciadora nua
- De onde vem a força das influenciadoras nuas no Brasil
- Como reconhecer o perfil real de uma influenciadora nua
- Números das influenciadoras nuas mais buscadas do Brasil
Influenciadoras nuas que bombam no TikTok
O primeiro grupo é, certamente, o mais numeroso do aplicativo. Nasceu de dancinha, humor ou de um vídeo que ninguém esperava, mas cresceu rápido o bastante para virar assinatura paga depois. O levantamento completo, com onze nomes e a trajetória de cada uma, está reunido nas tiktokers gostosas fotos deste acervo. Aqui vai, portanto, só a vitrine, com cinco das mais reconhecíveis.
Um vídeo de poucos segundos pode, afinal, virar carreira inteira. É o que essas cinco provam, cada uma com o próprio jeito de prender o algoritmo antes de abrir a conta paga.
Anna Cangussu, a atriz que uniu OnlyFans à série da Amazon

Anna Cangussu nua combina duas carreiras que raramente andam juntas. Ela conquistou um papel na série “Pink: Um Amor de Verão”, da Amazon Prime Video, e abriu o próprio perfil adulto assim que fez 18 anos. O TikTok LIVE Brasil ainda a reconheceu, em vídeo oficial, como uma das cem maiores criadoras da plataforma em agosto de 2024. Hoje soma cerca de 2,3 milhões de seguidores no TikTok, mas não esconde nenhuma das duas frentes.
O convite da Amazon veio sem que ela precisasse esconder o próprio perfil adulto da produção. As duas frentes convivem lado a lado desde então, sem contrato de exclusividade que force escolher uma.
A trajetória completa dela está no levantamento de tiktokers deste acervo, com o resto do caminho entre o set de filmagem e o perfil pago.
Tais Lacale, a “Japonega” com marca própria de biquíni

Tais Lacale nua é modelo carioca de beleza afro-asiática e fundou a própria marca de biquínis, a TropiCale Rio. Já apareceu no clipe “Mulher do Chefe”, do Nego do Borel. Em 2024, rodou a imprensa por ter sido vista de carro com o cantor MC Cabelinho, boato que nenhum dos dois confirmou. No TikTok, soma cerca de 400 mil seguidores e, além disso, vende conteúdo adulto na Privacy.
O episódio com o cantor rodou pelo menos seis portais de entretenimento em poucos dias. Mas a divergência nunca foi resolvida publicamente, já que nenhum dos dois confirmou ou negou o relacionamento. Isso não impediu que o boato virasse um dos mais comentados da carreira dela até agora, ao lado da própria marca de biquínis que ela mantém.
No TikTok, a conta oficial dela soma cerca de 400 mil seguidores e 9,6 milhões de curtidas acumuladas. O número ajuda a sustentar tanto a marca de biquíni quanto o conteúdo pago.
Raiara Martins, a “musa do trator” que virou meme nacional

Raiara Martins nua ficou nacionalmente conhecida por um único vídeo: ela pilotando um trator no campo, de top e calcinha. O apelido colou de vez e, decerto, virou parte do próprio nome dela nas redes. Hoje o TikTok soma cerca de 1,9 milhão de seguidores e 10,8 milhões de curtidas, com conteúdo adulto vendido na Privacy. Fontes externas ainda associam a passagem dela pela Mansão Maromba, o mesmo reality que revelou nomes das musas fitness deste acervo.
Vale o cuidado de checar o perfil oficial antes de seguir: existe uma pessoa homônima, Rayssa Martins, envolvida numa polêmica distinta de curso digital, sem nenhuma relação com ela.
A trajetória completa, do vídeo viral à Mansão Maromba, está no levantamento de tiktokers deste acervo, ao lado das outras dez integrantes do grupo.
Gabs Colleta, da vendedora de R$700 por mês ao PPK Brasil

Gabs Colleta nua era vendedora e ganhava R$700 por mês antes de um vídeo sensual passar de dez milhões de visualizações em 2021. Depois disso, portanto, faturou R$50 mil só com conteúdo adulto. Em 2024, representou o Mato Grosso na semifinal do concurso PPK Brasil. Hoje mantém perfil ativo no TikTok, no Instagram, na Privacy e no OnlyFans, cobrindo as duas grandes plataformas de assinatura de uma vez.
Em julho de 2025, relatou publicamente ter sido afastada da igreja onde nasceu e cresceu, em Londrina, depois de ser hostilizada por produzir conteúdo adulto. Mesmo assim, afirmou que a própria fé segue firme, e o relato ficou restrito à experiência dela mesma, sem detalhar a comunidade religiosa em si.
Hoje mantém perfil ativo em quatro frentes, TikTok, Instagram, Privacy e OnlyFans, cobrindo as duas grandes plataformas de assinatura de uma vez.
Alannis Proença, da youtuber de pegadinhas à marca de cosméticos

Alannis Proença nua começou no YouTube em 2016 com pegadinhas e desafios, canal que já passa de 1,3 milhão de inscritos e 126 milhões de visualizações. Depois, migrou parte do trabalho pro TikTok, misturando dança com conteúdo mais sensual, e lançou o próprio single de funk em parceria com o MC Gimenes. Hoje mantém a marca própria de cosméticos Alannis Proença Beauty, mas não tem OnlyFans nem Privacy confirmados em nenhuma fonte externa.
Hoje ela é mãe e mantém canal em família com o parceiro AnderShow, ao lado da marca de cosméticos que leva o próprio nome.
A trajetória inteira dela, do YouTube ao TikTok, está no levantamento de tiktokers deste acervo.
Influenciadoras que vendem conteúdo no OnlyFans
Esse segundo grupo já nasceu perto da plataforma paga ou migrou pra ela assim que a audiência apareceu, cada uma como criadora de conteúdo adulto de tempo integral. O levantamento completo, com onze criadoras e a trajetória de cada uma, incluindo três cantoras com carreira musical real, está nas onlyfans brasileiras fotos deste acervo. Aqui, a vitrine com cinco delas.
Nenhuma delas, afinal, segue o mesmo roteiro. Tem quem tenha vindo de concurso de beleza, quem venda pacote avulso sem usar OnlyFans e quem cante funk havia mais de dez anos antes de abrir a conta paga.
Angelica Sulla, a Bela da Copa do Mundo pelo Canadá

Angelica Sulla onlyfans concorreu pelo Canadá no concurso Bela da Copa do Mundo de 2022, com a final em São Paulo. Antes da disputa, já vinha de um episódio que rodou a imprensa: abriu o próprio perfil pago a pedido de jogadores de futebol depois de uma festa. Faturava, decerto, cerca de R$60 mil por mês na época. Não há número de seguidores confirmado depois de 2022, mas o perfil segue indexado em 2026 no Instagram, no TikTok e no Threads.
Em entrevista, ela se declarou “maria-chuteira”, apelido que o público dá a quem já namorou jogador de futebol. Reforçou também que encara o trabalho como profissão: “Hoje sou criadora de conteúdo profissional.” Na bio atual, se descreve como alguém que transita “entre Miami e o mundo”.
Segundo reportagem da época, ela faturava cerca de R$60 mil por mês logo depois de abrir o próprio perfil pago. O valor ajuda a explicar a decisão de seguir na carreira.
Gaby Souza, a estética caseira que conquistou fãs fora do Brasil

Gaby Souza onlyfans construiu a carreira em cima de uma estética caseira e amadora, sem produção de estúdio por trás. O conteúdo dela circula, portanto, no OnlyFans, na Privacy e num canal VIP no Telegram. Parte da audiência vem de fora do país, algo raro num nicho dominado por público local. Vale o cuidado com o nome: existe uma Gabriela Sousa distinta, ligada a um caso de estelionato, sem nenhuma relação com essa criadora.
Ela fala inglês fluente com boa parte do público e já viajou aos Estados Unidos e à Espanha pra encontrar fãs internacionais, segundo relato do próprio perfil.
O levantamento completo, com as onze criadoras de OnlyFans deste acervo, detalha o resto da trajetória dela lado a lado com as demais.
Naj Ferreira, do canal de humor derrubado à venda direta de packs

Fotos da Naj Ferreira circulam depois de uma trajetória que começou no YouTube, com vídeos de humor. O canal chegou a passar de 100 mil inscritos, mas foi removido pela própria plataforma. Hoje ela vende pacote avulso direto pelo Twitter e pelo WhatsApp, cobrando cerca de R$50 por vídeo, sem depender de OnlyFans nem de Privacy. Circulam pelo menos cinco variações do próprio nome nas redes, então vale conferir sempre o perfil oficial antes de seguir qualquer link.
Entre as variações mais comuns estão Naja Ferreira, Najila Ferreira e Najla Ferreira, algumas com biografia completamente diferente da dela.
O levantamento completo com as onze criadoras de OnlyFans deste acervo traz o resto da trajetória, do canal derrubado à venda direta.
Carol Kunst, a vida em kombi que divide espaço com o conteúdo adulto

Carol Kunst onlyfans é catarinense e, certamente, mantém dois projetos separados nas redes. De um lado, o “VanLife Real”, ao lado do parceiro, documentando a vida viajando numa kombi, com canal que já passa de 40,8 milhões de visualizações no YouTube. Do outro, o perfil pessoal dela, com 203 mil seguidores, mantém o conteúdo adulto ativo no OnlyFans e na Privacy, as duas frentes publicando normalmente em 2026.
O canal VanLife Real é ativo desde 2017 e já passa de 216 mil inscritos, número que sustenta a vida em estrada ao lado das 40,8 milhões de visualizações acumuladas.
O restante da trajetória dela, entre a kombi e o conteúdo adulto, está no levantamento de OnlyFans deste acervo.
DJ Miury, a vocalista de funk que virou nome na música eletrônica
DJ Miury onlyfans, nome artístico de Amanda Miury, é vocalista do grupo de funk Jaula das Gostosudas desde 2014. Um single dela, então, passou de seis milhões de visualizações em 2017. Hoje ela também assina como DJ de música eletrônica, com perfil pago ativo desde pelo menos junho de 2022. Em março de 2025, virou assunto de imprensa nacional ao ser identificada como DJ contratada para uma festa ligada a Neymar. Ela, porém, afirmou publicamente ter assinado acordo de confidencialidade sobre o evento.
O grupo dela, o Jaula das Gostosudas, existe desde 2009 e ganhou os primeiros holofotes num desfile da escola de samba Portela, no Rio de Janeiro, em 2010. Hoje ela divide a agenda entre a música e a própria conta paga, mas sem que uma frente atrapalhe a outra.
O single “Tu Gosta, Não Gosta”, lançado em setembro de 2017, passou de 6 milhões de visualizações no YouTube em apenas três meses. É o maior sucesso da carreira musical dela até hoje.
Influenciadoras cosplayers e e-girls mais gostosas
Esse terceiro grupo é, todavia, o menor e o mais coeso do acervo. São quatro criadoras com vínculo real e verificável ao cosplay, sem encher a lista com e-girl genérica que só tem estética parecida. O levantamento completo está reunido em cosplay gostosa fotos, com o personagem confirmado de cada uma e a plataforma paga onde vende o material mais picante.
De ex-jogadora profissional de esports a ex-Suicide Girl, o cosplay brasileiro reúne caminhos bem diferentes até o mesmo palco: o personagem na rede aberta, o ensaio mais picante na assinatura.
Vitoria Holt, Instagram ativo desde 2012 e mais de 600 mil seguidores

Vitoria Holt pelada tem a conta de cosplay mais antiga deste levantamento, ativa desde outubro de 2012 e hoje com mais de 600 mil seguidores. Já confirmou, certamente, pelo menos quatro personagens em posts próprios, entre eles Tsunade, de Naruto, e Gwen Stacy, do universo Aranhaverso. Em 2023, entrou pro elenco do canal de reacts Janela da Rua, e hoje mantém o cosplay ativo no Instagram enquanto vende conteúdo adulto no OnlyFans e na Privacy.
O handle oficial usa dois T (@vitoriaholtt), detalhe que vale conferir antes de seguir qualquer perfil parecido com o dela.
Os personagens confirmados e a plataforma paga de cada cosplayer estão no levantamento de cosplay deste acervo.
Leticia Shirayuki, cosplayer ativa em três redes de uma vez

Leticia Shirayuki nua descreve a própria bio como “Cosplay Model” e mantém a produção de personagem ativa no Instagram, no Twitter e no TikTok, quase sempre ao mesmo tempo. O conteúdo adulto roda no OnlyFans e na Privacy, com um canal gratuito de prévia no Telegram por cima das duas. Existe, contudo, uma cosplayer diferente com nome parecido, Leticia Shirakiin, sem nenhuma relação confirmada entre as duas.
Circulam pistas de personagem sem confirmação em fonte primária, como uma possível Wandinha. Mas o critério aqui é simples: sem post da própria criadora confirmando o cosplay, o nome do personagem não entra no texto. O material disponível sobre a origem dela na web, aliás, ainda é raso, e o texto prefere isso a inventar cidade ou história que nenhuma fonte confirma.
Por cima do OnlyFans e da Privacy, ela ainda mantém um canal gratuito de prévia no Telegram, terceira frente que soma às outras duas.
Julia Mayumi, a pioneira dos esports que hoje faz cosplay

Julia Mayumi nua foi a primeira mulher a jogar profissionalmente por uma organização brasileira de esports, aprovada numa seletiva exclusiva pra mulheres na INTZ, em 2019. Depois de deixar a carreira competitiva, virou streamer da Team Liquid e, inclusive, chegou a somar mais de um milhão de seguidores no Weibo chinês. Hoje mantém o cosplay e o conteúdo adulto ativos no OnlyFans e na Privacy, ao lado da própria Twitch, ainda cobrindo torneios de games em 2026.
Em entrevista, ela relacionou a virada pro conteúdo adulto ao próprio TEA. “Essa coisa de mostrar minha intimidade está me salvando”, disse, sobre lidar com barreiras de interação social através do trabalho. O canal dela na Twitch, portanto, segue ativo em 2026, com transmissões cobrindo até o MSI daquele ano.
A trajetória completa, do esports à Team Liquid e ao cosplay atual, está no levantamento de cosplay deste acervo.
Liza Blue, ex-Suicide Girl que estreou recentemente no cosplay

Liza Blue nua começou como Suicide Girl, a comunidade internacional de nu artístico alternativo, e só depois expandiu pro OnlyFans e pra Privacy. Paulistana de 24 anos, ela é, certamente, a integrante mais recente do grupo. Começou a produzir cosplay havia pouco tempo, somando o figurino novo ao estilo tatuado que já era marca registrada dela. “Recentemente também comecei a produção de cosplays”, contou em entrevista de maio de 2026.
O conteúdo dela circula nas três frentes, com o cosplay recente convivendo com o estilo alternativo mais antigo, que já vinha de antes.
A trajetória completa, da Suicide Girl ao cosplay, está no levantamento desse recorte deste acervo, ao lado das outras três integrantes.
Influenciadoras fitness: as musas da academia
O quarto grupo, decerto, nasceu do treino pesado e virou negócio de nicho. Aqui, o corpo esculpido na academia é o cartão de visita, mas o que sustenta a carreira é a constância de quem posta quase todo dia. O levantamento completo, com dez musas fitness e a trajetória de cada uma, está publicado nas musas fitness deste acervo.
A academia deu a essas mulheres o corpo e a plateia ao mesmo tempo. Cada uma, afinal, transformou a disciplina do treino num personagem que o público reconhece de longe.
Bruna Fermiano, a novinha tatuada do shape impecável

Bruna Fermiano nua fez do shape tatuado a marca registrada, com pouco mais de 150 mil seguidores no Instagram e um jeito debochado que segura a base fiel. Vende, decerto, conteúdo adulto no OnlyFans e na Privacy, com prévia solta no Telegram para quem quer decidir antes de assinar. Nos dois lados da linha, ela não some entre um post e outro, o que separa a criadora profissional da amadora que desaparece em poucos meses.
É dela a frase que resume o próprio tom nas redes: “bom dia para os casados do meu Insta”, jeito de transformar provocação em engajamento.
O levantamento completo, com as dez musas fitness deste acervo, está publicado no pilar dedicado a esse recorte.
Ana Bruna Ávila, a mais de 1 milhão de seguidores que ainda cursa faculdade

Ana Bruna Ávila nua passou de 1 milhão de seguidores no Instagram enquanto ainda cursava Administração na Universidade Federal de Santa Catarina. É a mais poliédrica do grupo, fã de Titanic e dos Vingadores. Mas também é criadora que ampliou a atuação para o OnlyFans com ensaios produzidos com cuidado de luz e ângulo. Essa naturalidade, portanto, é o que a coloca acima da média das gatas da academia.
Ainda por cima, ajuda na empresa da família e usa o próprio Instagram como blog de moda e vida pessoal, não só de conteúdo adulto.
O resto da trajetória dela está no levantamento de musas fitness deste acervo, com o restante do grupo.
Vitoria Mondoni, a cheia de curvas que virou empresária

Vitoria Mondoni nua começou no Instagram em 2013 e hoje soma cerca de 600 mil seguidores, tratados com estratégia de quem entende que atenção também é ativo. É sócia de uma marca de roupas e de outra de acessórios femininos, além de manter conteúdo adulto exclusivo no OnlyFans e na Privacy. Administra a própria fama, portanto, do mesmo jeito que administra um negócio.
A primeira selfie, lá em 2013, foi o ponto de partida de uma construção lenta, até ela virar uma das influenciadoras mais lembradas da própria rede.
O resto da trajetória dela, com o restante do grupo, está no levantamento de musas fitness deste acervo.
Sara Hardel, a modelo de Curitiba com campanha da Calvin Klein

Sara Hardel nua carrega uma carreira de modelo de cerca de oito anos e já estampou campanha de uma marca do porte da Calvin Klein. Soma cerca de 300 mil seguidores no Instagram e outros 250 mil no TikTok. Mantém o feed público no registro conceitual, mas reserva o material mais ousado para os assinantes da Privacy. É a prova de que dá pra ser modelo de campanha grande e criadora de conteúdo sensual, sem que uma coisa atrapalhe a outra.
O currículo dela impressiona pelo nome das parcerias, já que também fechou acordo com uma marca de suplementos. É o tipo de contrato que confirma uma coisa: ali não é só beleza de rede social. Existe, certamente, alcance de verdade por trás do shape, construído ao longo de quase uma década.
Loira e de Curitiba, ela é a prova de que dá pra ser modelo de campanha grande e criadora de conteúdo sensual sem que uma coisa atrapalhe a outra.
Victoria Imlau, a musa que saiu da Mansão Maromba

Victoria Imlau ficou conhecida na Mansão Maromba, reality do mundo dos treinos, antes de aproveitar a visibilidade pra virar nome nas redes. Soma cerca de 400 mil seguidores no Instagram e mais de 303 mil no TikTok, com 2,2 milhões de curtidas acumuladas. “Vocês pediram, eu obedeci”, escreveu ao abrir a Privacy, transformando o público fitness gratuito em assinante fiel do conteúdo mais quente.
O corpo escultural é o centro do feed, mas o que segura a audiência é o humor: ela mistura a pose sensual com o vídeo debochado.
A trajetória completa, da Mansão Maromba à Privacy, está no levantamento de musas fitness deste acervo.
Influenciadoras sensuais mainstream, sem conta paga
O quinto grupo, todavia, inverte a lógica do resto deste acervo. Nenhuma das cinco famosas aqui, contudo, tem conteúdo adulto confirmado. A sensualidade delas mora no ensaio de revista, no clipe de música ou na marca própria de moda praia, nunca numa assinatura fechada. O levantamento completo está nas musas sensuais mainstream deste acervo, com o aviso de que nenhuma vende nudez.
Tem quem venha de talent show, quem tenha estourado com hit de funk e quem virou DJ e empresária. Nenhuma delas, porém, depende de conteúdo fechado pra manter o público por perto.
Belle Kaffer, a ex-Voice Kids que virou cantora de estilo emo

Belle Kaffer começou aos 14 anos no “The Voice Kids”, em 2016, e desde então fez da estética emo e alternativa a própria marca registrada. Hoje soma 1,7 milhão de seguidores no Instagram e 700 mil inscritos no YouTube, com parcerias musicais ao lado de Ana Castela e de Luan Pereira. A carreira musical segue, portanto, como o eixo real da fama dela, sem nenhum conteúdo adulto confirmado.
Cantou “Quando a Chuva Passar”, de Ivete Sangalo, na audição do talent show, o momento que abriu a carreira musical dela ainda na adolescência.
O resto da trajetória dela está no levantamento de musas sensuais mainstream deste acervo, ao lado de Thallita Treyce, Manuela Vagueiro, Lara Jucah e Nathalia Valente.
Thallita Treyce, a Treyce que emplacou “Lovezinho” nacionalmente

Thallita Treyce começou a dançar no TikTok aos 14 anos, mas foi o hit “Lovezinho” que a projetou nacionalmente em 2023. Naquele ano, chegou à sexta posição do Top 50 Brasil do Spotify e cantou ao lado de Anitta no Carnaval de Salvador. Lançou, além disso, a própria marca de roupa, “by Treyce”, e fez uma turnê de onze shows pela Europa em 2024. Tornou-se mãe em 2025, sem nenhuma conta paga de conteúdo adulto confirmada.
Em maio de 2023, “Lovezinho” saiu das plataformas de streaming por disputa de direitos autorais com a Sony, já que usava um trecho de “Say It Right” sem acordo fechado. Treyce, contudo, afirmou publicamente ter sido enganada pelo produtor da faixa. Antes disso, porém, já tinha gravado o proibidão “Aí Que Delícia”, em parceria com o MC M10, ainda em 2022.
Lançou, além disso, a própria marca de roupa, “by Treyce”, e fez uma turnê de onze shows pela Europa em 2024, um ano depois do hit estourar.
Manuela Vagueiro, a DJ dona da marca de moda praia Vagueiros

Manuela Vagueiro soma 566 mil seguidores no Instagram e forma a dupla de DJs “Mavi” ao lado de outra modelo. É também dona da marca de moda praia Vagueiros, com coleções lançadas em 2026, e cursa Comunicação e Propaganda na ESPM, no Rio de Janeiro. Em quase dez anos de carreira digital, todavia, nunca apareceu conta paga de nudez associada a ela.
Antes da dupla de DJs, ela começou na internet em 2016, com o canal de vlog “Desnorteadas”, no YouTube, ainda longe da música eletrônica.
O resto da trajetória dela está no levantamento de musas sensuais mainstream deste acervo, ao lado de Belle Kaffer, Thallita Treyce, Lara Jucah e Nathalia Valente.
Lara Jucah, a empresária de biquíni que virou pauta pelo affair com Orochi

Lara Jucah é dona da marca de biquíni By Lara Jucah, com faturamento médio de R$150 mil por mês, e namorou o rapper Orochi entre 2019 e 2026. Em 2023, viralizou nacionalmente ao revelar ter recebido uma proposta de R$2,1 milhões para viver um namoro fake por seis meses. Já fotografou, certamente, para uma campanha do estilista Philipp Plein, sempre sustentando a carreira com o próprio negócio de moda, sem nenhum conteúdo adulto confirmado.
Participou ainda do reality show “Rancho do Maia” em dezembro de 2025. Dias após o fim do namoro com Orochi, foi vista com o jogador Giovanni Leoni, do Liverpool, numa festa em Ibiza. Cursa Psicologia numa faculdade do Rio de Janeiro, mas é a marca de biquíni que segue sendo o negócio que sustenta a carreira dela no dia a dia.
O resto da trajetória dela está no levantamento de musas sensuais mainstream deste acervo, ao lado de Belle Kaffer, Thallita Treyce, Manuela Vagueiro e Nathalia Valente.
Nathalia Valente, a ex-Miss Teen que virou CEO de duas marcas

Nathalia Valente venceu o Miss Teen Universo em 2018, aos 15 anos. Hoje soma, certamente, cerca de 10,4 milhões de seguidores no Instagram e comanda as marcas de moda praia e fitness Nava Beachwear e Nava Fitwear. Em 2026, ela mesma denunciou publicamente um perfil falso que produzia montagem dela sem roupa e tentava vender esse material. Trata-se de um golpe de nudes falsas: ela se apresentou como vítima do esquema, nunca como parte dele.
Pouco depois de vencer o concurso, viralizou dançando no TikTok, o gancho que levou a fama de adolescente pra além do título de beleza.
Passou também por “A Fazenda 15”, da Record, em 2023, sendo a primeira eliminada do programa, antes de focar de vez nas duas marcas próprias.
O que diferencia cada tipo de influenciadora nua
Os cinco grupos deste acervo compartilham a mesma vitrine, redes abertas como Instagram e TikTok, mas se separam pelo destino do conteúdo mais ousado. As tiktokers costumam viralizar com um vídeo só, dança ou humor, e só depois abrem OnlyFans ou Privacy. As criadoras de OnlyFans, por outro lado, já nascem perto da plataforma paga ou migram assim que a audiência aparece. Entre elas estão, inclusive, cantoras que somam o conteúdo adulto como fonte extra de renda.
As cosplayers seguem um roteiro parecido, mas com um produto de entrada diferente. Em vez de treino de academia ou dancinha viral, é o personagem produzido com capricho que puxa o primeiro clique, e só depois vem o ensaio mais picante na assinatura. Já as musas fitness erguem a audiência de graça na academia, com o shape virando conteúdo diário, antes de abrir a conta fechada. O padrão, portanto, se repete em todas: vitrine grátis primeiro, produto pago depois.
As musas sensuais mainstream, porém, quebram esse padrão de propósito. Nenhuma delas, contudo, depende de conteúdo fechado pra manter o próprio nome relevante. Em vez disso, a carreira roda em contrato de gravadora, marca própria de moda ou campanha publicitária tradicional. É um jeito de fama mais parecido com o de uma artista de TV do que com o de uma criadora nativa da internet. Isso difere da maioria das influenciadoras digitais deste acervo. Por isso, esse grupo aparece separado do resto do acervo.
Mesma fórmula, produto de entrada diferente
Tirando as musas sensuais mainstream, os outros quatro grupos seguem a mesma fórmula com produto de entrada diferente. Dançar, malhar, vestir um personagem ou simplesmente aparecer são, portanto, portas distintas pro mesmo destino. Mas nenhuma dessas influenciadoras chegou até aqui do dia para a noite, porque o que segura a audiência antes da conta paga é sempre a mesma coisa: constância. Quem posta hoje sabe que precisa postar amanhã, e é essa disciplina que transforma seguidor casual em assinante fiel.
Já entre as musas sensuais mainstream, o critério de permanência é outro. Um hit de funk, um título de beleza ou uma marca de biquíni registrada seguem rendendo audiência mesmo quando a rede social muda de regra do dia para a noite. Enquanto a criadora de conteúdo depende do algoritmo pra converter seguidor em assinante, a artista mainstream depende de um contrato, de um lançamento ou de uma coleção nova. São, certamente, dois modelos de negócio bem diferentes dentro do mesmo universo de influenciadoras.
De onde vem a força das influenciadoras nuas no Brasil
O gosto brasileiro por esse tipo de conteúdo, certamente, não nasceu com o TikTok nem com o OnlyFans. Vem de décadas de reality show, concurso de beleza, cultura pop e vídeo curto, formatos que sempre premiaram quem une talento, corpo e ousadia na medida certa. O verbete da própria enciclopédia sobre influenciador digital registra bem essa virada de palco. Hoje qualquer um desses caminhos pode virar carreira digital de tempo integral, sem precisar de contrato de TV nem de gravadora grande por trás.
Cada grupo deste acervo, porém, carrega uma origem cultural própria. O TikTok emprestou o formato de vídeo curto pras tiktokers. Já o cosplay chegou ao Brasil pelas convenções de anime e de games dos anos 2000, décadas antes de virar conteúdo pago de verdade. A academia, por sua vez, sempre foi retrato de disciplina, mas só virou vitrine depois que o Instagram deu palco todo santo dia pro corpo em forma.
O funk e o pop também empurram parte desse interesse, sobretudo entre as tiktokers e as musas sensuais mainstream. Um hit tocado em toda festa, caso de “Lovezinho”, projeta uma cantora pro mesmo patamar de fama de qualquer criadora de conteúdo nativa da internet. Já quem busca conteúdo adulto de verdade segue outro apetite, ligado à mesma curiosidade que sustenta o restante do universo de famosas nuas do país.
Como o público descobre cada nova influenciadora
A descoberta, hoje, quase sempre começa pelo algoritmo, não pela revista impressa nem pelo programa de TV. Um vídeo de trator, uma dancinha de academia ou um personagem bem produzido bastam pra colocar um nome novo na frente de milhões de pessoas em poucos dias. Foi assim com Raiara Martins e também com Gabs Colleta, duas provas de que a viralização depende mais de timing do que de estratégia de marketing tradicional.
Mas nem toda descoberta depende de sorte. Angelica Sulla usou um concurso de beleza internacional pra ganhar visibilidade, e Julia Mayumi carregou pro cosplay a audiência que já tinha da fase de esports. Cada caminho é, decerto, diferente. Mas o destino de quem quer conhecer uma influenciadora nova continua sendo o mesmo: seguir o perfil oficial e checar a plataforma paga quando ela existir. Nunca vale, portanto, confiar em nome parecido sem confirmação.
Como reconhecer o perfil real de uma influenciadora nua
Perfil de sucesso atrai cópia, e isso vale pra qualquer influenciadora deste acervo, mesmo pras cinco musas sensuais mainstream que nunca venderam conteúdo adulto. Contas clonadas costumam, aliás, repostar as mesmas fotos e pedir pagamento fora da plataforma oficial. O primeiro cuidado é sempre conferir se o perfil bate com o link que a própria modelo divulga no Instagram, no TikTok ou no site da marca própria dela.
Nome parecido é, certamente, outro risco real. Anna Cangussu, por exemplo, divide o nome com uma Ana Clara Cangussu sem relação nenhuma. Naj Ferreira, por sua vez, já teve pelo menos cinco variações do próprio nome circulando com biografia diferente da dela. O mesmo cuidado vale pras musas sensuais mainstream: Belle Kaffer também aparece grafada de forma errada em conteúdo de fã, e nada disso confirma perfil oficial.
Vale, portanto, separar bem duas coisas. De um lado, está o ensaio sensual autorizado, o clipe de música ou o conteúdo pago que a própria criadora confirma vender. Do outro, completamente diferente, está o material fabricado por terceiros sem consentimento nenhum, caso do golpe de nudes falsas sofrido por Nathalia Valente. Buscar nudez com o nome de qualquer famosa sem confirmação própria não é curiosidade: é risco real, tanto pra imagem dela quanto pra quem cai no golpe.
Golpes que miram até quem nunca vendeu conteúdo adulto
O golpe de montagem, contudo, não é exclusividade de quem já é criadora de conteúdo adulto assumida. Nathalia Valente, que nunca teve conta adulta confirmada, foi alvo de um perfil falso que produzia imagem de nudez fabricada com o nome dela. Ela, portanto, precisou denunciar o esquema publicamente em 2026. Esse tipo de golpe também mira nomes menores, sobretudo quando o perfil real ainda tem poucos seguidores e menos gente pra notar a cópia rápido.
Por isso, o cuidado vale em dobro pras musas sensuais mainstream. Como nenhuma delas vende nudez, o critério é simples. Qualquer imagem picante atribuída a Belle Kaffer, a Thallita Treyce, a Manuela Vagueiro ou a Lara Jucah fora do perfil oficial é montagem ou golpe. Nunca é, decerto, fato novo sobre a carreira delas.
Pagamento oficial: onde mora o golpe
OnlyFans, Privacy e as demais plataformas de assinatura cobram só pelo próprio sistema de pagamento. Pedido de PIX direto fora da plataforma oficial, prometendo conteúdo de graça em nome de qualquer uma das influenciadoras deste acervo, costuma ser golpe quase certo. O jeito mais seguro de acompanhar é sempre o mesmo: seguir o perfil oficial, com o mesmo link que já está no perfil de cada uma aqui no blog.
Vale desconfiar também de qualquer promessa fora do padrão, como sorteio de assinatura grátis ou depósito antecipado por fora do sistema oficial. Nenhuma das influenciadoras deste acervo, certamente, anuncia esse tipo de oferta pelo próprio perfil. Checar o link oficial, desconfiar de preço fora do padrão e nunca pagar por fora resolvem a maior parte dos golpes que circulam por aí. Isso vale sobretudo pros que miram nome famoso pra vender o que não existe.
Números das influenciadoras nuas mais buscadas do Brasil
Juntos, os cinco grupos deste acervo, portanto, somam um universo bem desigual em tamanho e em modelo de negócio. Isso prova que não existe um único jeito de virar influenciadoras nuas onlyfans relevante no Brasil.
Cada número abaixo vem do levantamento completo do próprio grupo, publicado neste acervo, nunca de chute solto. Somadas, as 24 influenciadoras deste levantamento cobrem praticamente todo o mapa de conteúdo digital voltado ao público masculino brasileiro hoje. São a dança curta, o personagem de convenção, o treino de academia e a carreira artística tradicional.GRUPO MODELOS PLATAFORMA PAGA DESTAQUE LEVANTAMENTO TikTokers 11 OnlyFans, Privacy Lara Silva, entre as 30 mais seguidas do TikTok (17,1 mi) tiktokers gostosas OnlyFans 11 OnlyFans, Privacy, Quero Pack Jessica Patez, quase 800 mil no Instagram onlyfans brasileiras Cosplay 4 OnlyFans, Privacy Vitoria Holt, +600 mil desde 2012 cosplay gostosa Fitness 10 OnlyFans, Privacy Jaine Cassu, 1,4 milhão no Instagram musas fitness Sensuais mainstream 5 nenhuma (sem conteúdo adulto) Nathalia Valente, 10,4 milhões no Instagram musas sensuais mainstream
O contraste entre os cinco grupos
O contraste, decerto, chama atenção. As tiktokers e as criadoras de OnlyFans, certamente, somam a maior quantidade de nomes. É a prova de que esses dois caminhos continuam sendo a porta de entrada mais comum pro conteúdo adulto no Brasil. O cosplay, por outro lado, fica menor de propósito: só entram criadoras com vínculo real confirmado ao personagem, nunca e-girl genérica pra encorpar a lista.
As musas sensuais mainstream fecham a tabela com o maior número individual de seguidores, graças a Nathalia Valente, mas com zero plataforma de conteúdo adulto confirmada em todo o grupo. Isso mostra que audiência gigante e conteúdo fechado são coisas separadas, e nem sempre andam junto.
Quantas plataformas o acervo cobre ao todo
Somados, os quatro grupos com conteúdo adulto confirmado cobrem pelo menos dez redes e plataformas diferentes. São Instagram, TikTok, Twitter/X, YouTube, Twitch, Telegram e WhatsApp, além de OnlyFans, Privacy e Quero Pack. Nenhuma influenciadora usa todas ao mesmo tempo, mas juntas elas cobrem praticamente todo o mapa disponível hoje no Brasil.
Essa distribuição joga a favor da segurança do próprio negócio de cada uma, principalmente diante de mudança repentina de algoritmo. Perder alcance numa rede não significa perder quem já paga direto na plataforma fechada, e é por isso que quase nenhuma influenciadora deste acervo depende de um único canal.
Do vídeo viral à carreira consolidada: tempo de estrada
O tempo de estrada, decerto, varia bastante entre os cinco grupos. Vitoria Holt está documentando cosplay desde 2012, mais de uma década de constância. Lara Silva, certamente, viraliza no TikTok desde 2017. Já Raiara Martins mostra que a virada pode ser instantânea: um vídeo só, o do trator, bastou pra render quase dois milhões de seguidores.
Entre as musas sensuais mainstream, o tempo de estrada é medido em anos de carreira, não em vídeos virais. Belle Kaffer segue relevante dez anos depois do Voice Kids, e Nathalia Valente segue relevante oito anos depois do Miss Teen Universo. Não existe, portanto, um tempo mínimo pra virar influenciadoras nuas relevante no Brasil. Existe, isso sim, uma escolha de onde investir a constância, seja na dança, no treino, no personagem ou na carreira artística tradicional.
Some os cinco grupos, e o padrão, certamente, fica claro. Quanto mais cedo a criadora entende o próprio eixo, seja ele o vídeo curto, o treino ou a carreira artística, mais rápido a transformação acontece. Seguidor casual vira, assim, audiência que volta todo dia. É essa disciplina, mais do que o golpe de sorte de um vídeo viral isolado, que sustenta cada nome deste acervo ano após ano.
Perguntas frequentes sobre influenciadoras nuas
Quais são os principais grupos de influenciadoras nuas no Brasil?
Este acervo separa cinco grupos: as tiktokers que viralizam dançando, as criadoras que vendem direto no OnlyFans e as cosplayers que vestem personagem antes da assinatura paga. Somam-se as musas fitness que saíram da academia e as musas sensuais mainstream, com carreira pública real e sem conteúdo adulto confirmado.
Todas as influenciadoras deste acervo têm OnlyFans?
Não. As tiktokers, as criadoras de OnlyFans, as cosplayers e as musas fitness costumam vender conteúdo adulto no OnlyFans ou na Privacy. Já as cinco musas sensuais mainstream, como Belle Kaffer e Nathalia Valente, não têm nenhuma conta paga de conteúdo adulto confirmada.
Onde ver as influenciadoras nuas fotos deste levantamento?
Cada um dos cinco grupos tem o próprio levantamento completo publicado neste acervo, com a trajetória e os números reais de cada modelo. Esta página reúne só uma vitrine de cada grupo, com link direto pro levantamento inteiro e pro perfil individual de cada uma.
Mais dúvidas sobre as influenciadoras nuas do acervo
Qual grupo de influenciadoras tem mais seguidores?
As musas sensuais mainstream somam o maior número individual, puxado por Nathalia Valente, com cerca de 10,4 milhões no Instagram. Entre quem vende conteúdo adulto, Jaine Cassu e Lara Silva lideram, cada uma acima de um milhão de seguidores em pelo menos uma rede.
Como saber se um perfil de influenciadora é falso?
O caminho mais seguro é conferir o link oficial divulgado no Instagram, no TikTok ou no site da marca própria de cada uma. Perfil pedindo pagamento fora da plataforma oficial, ou oferecendo nudes de graça em nome de quem nunca vendeu conteúdo adulto, é falso por definição.
Por que as musas sensuais mainstream entram num acervo de influenciadoras nuas?
Porque dividem o mesmo universo de influenciadoras digitais brasileiras e o mesmo interesse do público, mesmo sem conteúdo adulto. O texto separa bem os dois modelos de negócio, deixando claro que nenhuma das cinco vende conteúdo fechado.
Testosterona Blog: o maior acervo de influenciadoras nuas do Brasil
Das dancinhas do TikTok ao personagem de anime, do shape de academia à carreira musical sem conta fechada por trás: são caminhos bem diferentes. Juntos, provam que não existe um molde único pra virar uma das influenciadoras nuas mais desejadas do Brasil. Cada grupo deste acervo tem o próprio caminho, mas todos dividem o mesmo público interessado no que vem a seguir.
No Testosterona Blog, cada um dos cinco grupos tem o próprio levantamento completo, com o perfil de cada modelo, a trajetória real e onde acompanhar o conteúdo mais ousado. Comece pelas tiktokers gostosas fotos ou pelas onlyfans brasileiras fotos. Sempre tem uma nova influenciadora pra descobrir por aqui.
