Atrizes da Globo nuas são um capítulo inteiro da cultura brasileira, das capas de Playboy dos anos 70 às cenas de novela que pararam o país. Entre elas, a mais vendida foi a de Grazi Massafera, em 2005, com 563.865 exemplares. Cada geração aparece com obra, ano e fonte, com o ensaio de revista separado da cena de dramaturgia.
De um lado, as atrizes que posaram na Playboy; do outro, quem marcou época numa cena de novela ou de streaming. São dois tipos de ousadia que a Globo colecionou ao longo das décadas. Para o panorama maior, vale também a página das famosas brasileiras peladas do Brasil.
A nudez em novela da Globo mudou muito, e hoje as cenas contam com coordenadora de intimidade e protocolo no set. Logo, cada cena é trabalho audiovisual, com obra, ano e personagem, nunca exposição privada ou boato de galeria.
Neste post sobre atrizes da Globo nuas no Testosterona Blog
As atrizes nas capas de revista (anos 70 a 2000)
Por décadas, a capa da Playboy foi um rito de passagem para a atriz da Globo. Das musas dos anos 70 e 80 às campeãs de venda dos anos 2000, quase toda geração teve seu ensaio marcante. Clássicas do posto de modelo, como Luiza Brunet, também viveram esse auge, e o acervo completo dessas capas está na página das famosas na Playboy.
Deborah Secco, duas capas em três anos

Deborah Secco tem duas datas na Playboy: a primeira em agosto de 1999 e a segunda em agosto de 2002. Na virada dos anos 2000, ela era uma das atrizes da Globo mais requisitadas, no auge de novelas de sucesso. As duas capas dela viraram referência da última grande fase da revista com estrelas da emissora.
Deborah virou símbolo do que era, na época, uma atriz da Globo pelada de capa. Cada nova edição dela movimentava o mercado de revista e rendia manchete por semanas. No entanto, repetir a dose três anos depois era raro entre as estrelas de novela, e ela fez.
Atualmente, o nome dela é presença certa entre as clássicas. Afinal, poucas atrizes brasileiras nuas cruzaram a barreira das duas capas com o mesmo alcance. O legado dela é o de uma geração em que a estrela de novela ainda comandava a venda de revista.
Mel Lisboa e o ensaio de 2004

Mel Lisboa posou para a Playboy de agosto de 2004, a edição de 29 anos da revista, num ensaio de luz natural. Anteriormente, ela tinha estourado na minissérie “Presença de Anita”, da Globo, em 2001, aos 19 anos, no papel que a apresentou ao país inteiro.
Aqui vale a precisão que a fofoca costuma apagar: houve três anos entre a obra e o ensaio. No entanto, esse intervalo desmonta a ideia de aproveitamento imediato da exposição, muito repetida sobre a geração dela.
Posteriormente, o ensaio ganhou fama de um dos mais caprichados daquela fase, valorizado pela iluminação suave e pelo cuidado de produção. As fotos de Mel Lisboa pelada seguem ligadas ao auge de “Presença de Anita”, não a qualquer trabalho recente. É essa estreia que ainda define a lembrança do público sobre a atriz.
Grazi Massafera, a mais vendida de 2005

Grazi Massafera é a campeã de vendas da geração. A Playboy de agosto de 2005, feita logo após o BBB5, foi a mais vendida daquele ano, com 563.865 exemplares. O recorde histórico da revista, porém, é de outra edição, de fora do time da Globo.
O caso dela resume a força das atrizes da Globo peladas no mercado de revista. Entre os ensaios em revistas masculinas, sobretudo os das estrelas de novela foram os mais disputados, tanto na Playboy Brasil quanto na Revista Sexy. A edição de 2005 virou item de colecionador, símbolo do auge em que a capa era garantia de venda.
Posteriormente, o número de 2005 segue como referência de demanda. Aliás, é ele que mantém Grazi entre as atrizes brasileiras nuas mais lembradas até hoje. As fotos de Grazi Massafera pelada seguem como o retrato daquele recorde, do reality à novela.
Carol Castro, a capa que virou ação judicial

Carol Castro estampou a Playboy em agosto de 2008, na edição de 33 anos, com ensaio fotografado em Salvador. Numa das imagens, ela aparece seminua, de corpete transparente, segurando um símbolo religioso católico (terço) perto de uma procissão. Essa foto gerou ação judicial, e a Editora Abril foi proibida de publicar ensaios de temática religiosa, sob multa diária.
A capa dela entrou para a história por um motivo além da nudez. Virou caso jurídico citado até hoje quando o assunto é o limite editorial da revista no Brasil.
O caso uniu estética religiosa e disputa judicial, combinação rara entre os ensaios daquela geração. Virou precedente lembrado sempre que se discute até onde a revista podia ir no país, e o nome de Carol Castro segue colado a esse capítulo do limite editorial.
Fernanda Paes Leme, o cachê que virou apartamento

Fernanda Paes Leme posou para a Playboy de 2005, ainda jovem atriz em plena ascensão na Globo. Ela contou que usou o cachê para comprar um apartamento no Rio e um carro, e que nem pediu autorização aos pais antes de aceitar o convite da revista.
O caso dela é o exemplo mais documentado de motivação financeira declarada na geração dos anos 2000. Todavia, ela sempre tratou a decisão com naturalidade, sem o drama que a imprensa esperava.
Com o tempo, o relato do cachê virou o retrato honesto de uma escolha de carreira. Ela é lembrada mais pela franqueza sobre o dinheiro do que pela própria capa. Naquela época, poucas atrizes falavam abertamente do valor de um ensaio com tanta naturalidade.
Betty Faria, a eterna Tieta

Betty Faria foi uma das grandes musas da Globo a posar, com ensaios em 1978 e 1984, no auge da fama. Ela é a eterna Tieta, personagem que virou sinônimo da sensualidade brasileira na TV.
Por certo, as capas dela são registro de uma era em que a atriz de novela ocupava a revista com naturalidade. Posteriormente, esse trabalho seguiu como retrato de um Brasil que via a estrela da emissora estampar a Playboy sem escândalo.
A imagem de Tieta ainda acompanha o nome dela em qualquer lista do tema. Betty ajudou a firmar a figura da atriz brasileira nua em capa como parte natural da carreira, sem estigma. Era uma geração em que a musa da novela e a musa da revista eram, muitas vezes, a mesma pessoa.
Claudia Ohana, de 1985 a 2008

Claudia Ohana atravessou gerações na Playboy, com capas em 1985 e novembro de 2008, distantes mais de duas décadas uma da outra. Decerto, poucas atrizes da Globo mantiveram por tanto tempo a imagem de musa sensual diante das câmeras.
O caso dela mostra como algumas estrelas voltaram à revista décadas depois, com o mesmo apelo. Enquanto a maioria posava uma vez, Ohana repetiu o gesto num intervalo de mais de vinte anos.
Enfim, esse intervalo longo entre uma capa e outra é o que torna o caso dela raro. Sobretudo entre as clássicas, poucas mantiveram o mesmo apelo por tanto tempo. Já o caso dela virou exemplo de longevidade, atravessando a fase de ouro dos anos 80 e chegando aos anos 2000 com o mesmo magnetismo.
Maitê Proença, uma das capas mais icônicas

Maitê Proença fez uma das capas mais lembradas da história da Playboy brasileira, em fevereiro de 1987, e voltou em agosto de 1996. Inclusive, o ensaio de 1987 é citado até hoje entre os mais icônicos da revista.
Ela é referência absoluta quando o assunto é atriz da Globo pelada em capa clássica: o trabalho dela virou parâmetro para toda uma geração de ensaios que veio depois.
Posteriormente, o ensaio de 1987 firmou-se como o padrão de uma capa icônica no país. O nome dela aparece sempre que se fala em marco da revista, sem exceção. Ainda hoje, aquela imagem serve de referência estética para quem revisita o auge da publicação no Brasil. Poucos ensaios daquela época sustentaram esse status de referência por tanto tempo.
Bruna Lombardi, a capa de 1991

Bruna Lombardi posou para a Playboy de fevereiro de 1991, num ensaio elegante feito em St. Barth, no Caribe. Atriz e escritora, ela sempre teve imagem sofisticada, e a capa dela seguiu exatamente esse tom, distante do apelo mais explícito de outras edições da revista.
O trabalho é lembrado como um dos mais refinados da era das clássicas. Contudo, foi um dos poucos em que a própria atriz tinha controle do conceito do ensaio.
Com o tempo, a capa dela ganhou fama de uma das mais autorais daquela fase. Atriz e escritora, Bruna levou para o ensaio a mesma exigência estética que marcava o resto da carreira. O trabalho envelheceu como retrato de elegância, não de escândalo, algo raro entre as capas de apelo comercial.
Vera Fischer, da capa de 1982 à do milênio

Vera Fischer é uma das maiores musas da história da TV brasileira, com capas em agosto de 1982 e janeiro de 2000, a edição do milênio, feita em Paris. Ela atravessou décadas como símbolo sexual e atriz premiada.
Certamente, o nome dela é presença obrigatória em qualquer lista de atriz da Globo que marcou época. Ela posou tanto na fase de ouro dos anos 80 quanto na virada do milênio, cruzando eras que quase nenhuma colega alcançou.
Vera é o elo entre gerações de famosas da Globo nuas. Inclusive, o nome dela aparece ao lado das grandes celebridades nuas da cultura brasileira. No fundo, ela é quase um resumo vivo da história do desejo na televisão brasileira, presente do apogeu da revista à era das grandes protagonistas de novela.
Danielle Winits, duas capas de Playboy

Danielle Winits posou para a Playboy em agosto de 1998 e voltou em outubro de 2003, no auge da carreira em novelas. Certamente, ela foi uma das atrizes mais requisitadas da virada do milênio, tanto na dramaturgia quanto nas capas de revista.
As duas capas dela marcam a fase em que a estrela de novela ainda parava o mercado de revista. Enquanto muitas colegas posavam uma vez, Winits voltou cinco anos depois, com a carreira ainda mais forte.
O retorno em 2003 confirmou o alcance dela no momento em que ainda liderava tramas de destaque na emissora. Winits figura entre as poucas atrizes que repetiram a dose de capa com a carreira em alta, não como aceno de despedida. Isso reforça o peso que ela tinha no mercado da época.
Paloma Duarte e a capa da Playboy de 1996

Paloma Duarte estampou a Playboy de abril de 1996, numa fase de destaque em novelas da Globo. Ela levou o nome à revista ainda muito jovem, quando despontava como uma das promessas da emissora. Naquele momento, a capa sensual era passo comum na carreira de uma estrela em ascensão.
A capa dela é registro de uma geração de atrizes que passou pela revista sem drama. Em geral, o caso dela mostra como o ensaio já era rotina de carreira para a estrela de novela naquele momento.
Vinda de uma tradicional família de atores, Paloma levou o nome à revista sem alarde, num gesto que combinava com o perfil discreto que manteve na carreira. A capa de 1996 ficou como um retrato de juventude, sem virar o centro da trajetória dela.
Regiane Alves e a capa da Playboy de 2003

Regiane Alves posou para a Playboy de agosto de 2003, no auge da sua projeção como uma das jovens atrizes de maior sucesso da Globo. O ensaio chegou numa fase em que ela emplacava papéis de destaque nas novelas da emissora e figurava entre os rostos mais populares da televisão.
A capa entrou na leva de atrizes da Globo que estamparam as revistas masculinas ao longo dos anos 2000, período de forte procura por esse tipo de ensaio. Ainda assim, o nome dela hoje é um dos menos lembrados dessa geração, apesar do sucesso que vivia quando posou.
O caso funciona como lembrete de que estar no topo da popularidade num dado momento não garante memória duradoura. A trajetória de Regiane seguiu firme na televisão nos anos seguintes. Aquele ensaio, porém, acabou ficando como um marco pontual da carreira, mais do que um capítulo definidor da imagem dela.
Taís Araújo e a nudez artística fora da Playboy

Aqui vale a precisão que a fofoca costuma errar: Taís Araújo nunca posou para a Playboy. A nudez artística dela foi para a revista Interview, em 1996, na fase de “Xica da Silva”, além de trabalhos para a Trip e a Ela.
Atribuir uma capa de Playboy a ela é erro comum. Apesar disso, o trabalho dela sempre foi de nudez artística, num contexto editorial diferente do da revista masculina.
O trabalho dela é lembrado como exemplo de nudez artística fora da revista masculina. Enquanto a fofoca insiste na Playboy, o registro real aponta Interview, Trip e Ela, com o veículo certo. Hoje uma das atrizes de maior destaque da Globo, e também à frente de programas da casa, ela construiu a carreira longe do circuito da revista masculina. Aquele ensaio de 1996 ficou como marco pontual do começo, não como o eixo da imagem que ela tem hoje.
Vendas e recordes: a Playboy de Grazi Massafera (agosto de 2005) foi a mais vendida do ano, com 563.865 exemplares. Maitê Proença (1987) é lembrada como uma das capas mais icônicas da revista. As edições comemorativas com atrizes da Globo estão entre as mais disputadas por colecionadores até hoje.
Atrizes em cenas de novela que viraram clássico
Quando a revista impressa perdeu força, a cena de novela virou o grande palco do desejo na TV. Por exemplo, produções como Verdades Secretas, Gabriela e Pantanal deram às atrizes da Globo momentos que o país inteiro comentou. Cada cena entra como atuação, sempre com obra, ano e personagem, separando o trabalho público da exposição privada.
Juliana Paes, a Gabriela de 2012

Juliana Paes vem tanto da novela quanto da revista. Ela é a inesquecível Gabriela de 2012, papel que virou símbolo da sensualidade na dramaturgia, e também posou para a Playboy em maio de 2004.
Poucas resumem tão bem a história das atrizes da Globo peladas quanto ela. É referência tanto em cenas sensuais na novela quanto em capa de revista, algo cada vez mais raro nas gerações seguintes.
Sem dúvida, ela lidera qualquer lista do tema. No fundo, Juliana é a ponte perfeita entre a era da revista e a era da dramaturgia adulta. Ela transitou das capas dos anos 2000 aos papéis mais sensuais da dramaturgia recente sem perder o posto de musa. É difícil pensar em outra atriz que tenha equilibrado tão bem os dois mundos.
Alessandra Negrini, de Engraçadinha ao cinema

As fotos de Alessandra Negrini pelada vêm de trabalhos fortes. Ela marcou época em “Engraçadinha”, a adaptação de Nelson Rodrigues que a Globo levou ao ar em 1995. Depois, posou para a Playboy em abril de 2000, já como uma das atrizes mais respeitadas da casa. Em seguida, emendou papéis sensuais no cinema autoral ao longo da carreira, alternando o drama pesado com personagens de forte carga erótica.
Ela é referência de dramaturgia adulta, com cenas que envelheceram bem por causa da entrega artística. Enquanto muitas colegas ficaram ligadas a um único papel, Negrini manteve o tom em fases diferentes.
Decerto, ela segue no cinema autoral e no teatro, longe de qualquer capa de revista. O nome dela virou sinônimo de dramaturgia adulta feita com risco, algo que a nova geração raramente repete. As personagens intensas que interpretou seguem entre as mais lembradas do gênero no país.
Bruna Marquezine em Nada Será Como Antes

Bruna Marquezine ganhou o eixo das cenas com a série “Nada Será Como Antes”, da Globo, de 2016, em que viveu a personagem Beatriz. Foi ali que ela fez uma cena de nudez que foi ao ar, marcando a transição de atriz teen para papéis adultos.
A cena é de 2016 e da Globo, não de uma produção de streaming recente. Ainda assim, circula muito boato de que seria de uma série nova, o que é falso.
Com obra e ano confirmados, o registro de Bruna Marquezine nua pertence a essa cena de 2016, da minissérie de Guel Arraes e Jorge Furtado. Foi o trabalho que consolidou a passagem dela dos papéis juvenis para o elenco adulto da emissora. Obra e data desmontam o boato de que a cena seria de uma produção recente.
Flávia Alessandra, o pole dance de Duas Caras

Flávia Alessandra remete a uma cena que virou clássico. O pole dance da personagem Alzira, em “Duas Caras”, de 2007, é lembrado como um dos momentos mais sensuais da novela das nove.
Ela entra pelo eixo da dramaturgia, com cena de obra e ano bem definidos. A personagem Alzira era dançarina, e a coreografia no palco do cabaré rendeu um dos flagras mais comentados daquela novela.
Anos depois, o pole dance de Alzira ainda aparece em listas de momentos quentes da novela das nove. A atriz seguiu em papéis de destaque na emissora, mas foi aquela cena que virou a marca registrada dela. Ela é revisitada sempre que se fala em sensualidade no horário nobre da teledramaturgia brasileira. Foi o tipo de cena que definiu a fama sensual dela por muito tempo.
Rosanne Mulholland em Falsa Loura

Rosanne Mulholland tem no cinema, não na novela, a origem da fama sensual. Ela fez cenas de nudez no filme “Falsa Loura”, de 2008, dirigido por Carlos Reichenbach, um trabalho independente marcado por forte carga dramática e sensual.
A atriz mantém demanda alta, sempre ligada a esse papel específico e datado. Por outro lado, é raro vê-la associada a qualquer outro trabalho de mesmo teor, o que reforça o peso do filme na trajetória dela.
Ainda hoje, a fama dela fica colada a esse único papel do cinema de Carlos Reichenbach. “Falsa Loura” mantém o nome dela vivo entre os cinéfilos, como exemplo de nudez de cinema autoral, com direção e roteiro, distante da lógica do ensaio de revista. O nome dela segue ligado a esse único trabalho de forte impacto.
Mel Maia em Os Donos do Jogo

Mel Maia exige cuidado com o que é real. O material verdadeiro dela é a série “Os Donos do Jogo”, da Netflix, de 2025, primeiro papel adulto de peso da atriz que cresceu na Globo.
O que vale mesmo são as cenas que ela fez na tela, com presença e sensualidade de sobra, já no registro de uma intérprete adulta. Foi nesse papel que o público passou a vê-la longe da imagem infantil que a projetou.
Atualmente, ela consolida a fase adulta da carreira com esse papel de peso na Netflix. O que circula como Mel Maia nua costuma ser montagem sem valor de verdade. O que sustenta a fama dela é o trabalho audiovisual real, com obra e ano no lugar do boato de galeria.
Bella Campos, de Pantanal a Vale Tudo

Bella Campos é uma das atrizes mais em alta da nova geração. Ela brilhou em “Pantanal” e “Vai na Fé”, e hoje vive Maria de Fátima em “Vale Tudo”. É o papel de protagonista que a colocou de vez no centro da dramaturgia da emissora.
No campo sensual, o registro real dela é um ensaio seminua de 2023, em preto e branco, de topless e calça jeans, fotografado por Gustavo Lima. É um trabalho editorial ousado, com produção e data, longe de qualquer boato de cena.
A fama sensual de Bella vem dessa mistura de protagonismo forte e ensaio autoral. Jovem e em ascensão, ela constrói a imagem pela obra e pela escolha própria, sem depender de capa de revista para marcar presença.
Camila Queiroz em Verdades Secretas

Camila Queiroz vem de um marco da dramaturgia adulta e foi a revelação dele. Ela protagonizou “Verdades Secretas”, de 2015, novela que ganhou o Emmy Internacional de melhor novela em 2016 e virou sinônimo de sensualidade na Globo.
Ela é referência da nova geração, com cena e obra bem definidas, ao lado de Agatha Moreira e Camila Queiroz. A dupla ancorou a trama que reabriu o espaço da nudez dramática na teledramaturgia brasileira.
Atualmente, ela alterna novela e streaming, sempre ligada ao marco de “Verdades Secretas”. Como protagonista da trama, ela estreou e emplacou de uma vez o rótulo de estrela da dramaturgia adulta, que a acompanha desde então. Desde a estreia, ela nunca deixou de ser associada àquela trama premiada.
Alanis Guillen, a Juma de Pantanal

Alanis Guillen explodiu com o remake de “Pantanal”, de 2022, no papel de Juma. A cena de romance dela com o Jove de Jesuíta Barbosa, somada ao icônico banho de rio, foi um dos maiores fenômenos sensuais da década na TV.
A atriz virou símbolo instantâneo, com cena de obra e ano que o público reconhece de imediato. O banho de rio gerou mais repercussão do que muitas capas antigas de revista.
Alanis é o retrato de uma geração que constrói fama pela dramaturgia, não pela revista. Ela abre caminho, então, para as protagonistas que vieram depois, com a cena no lugar do ensaio. A Juma segue entre os papéis mais marcantes da nova safra da emissora. A cena virou um marco imediato da teledramaturgia recente.
Dandara Mariana, de Verão 90 ao teatro

Dandara Mariana brilhou em “Verão 90” e viveu a vilã de “Travessia”, em 2022. Também passou por “A Força do Querer”, em 2017, sempre com forte presença sensual, no papel de mulheres marcantes.
Fora da novela, a sensualidade dela aparece nas próprias redes e em cliques de biquíni que viram assunto, com a atriz exibindo as curvas e a beleza natural sem receio. Não há um ensaio nu com produção e data cravadas, mas sobra presença sensual no registro do dia a dia.
O forte dela é a atuação, e Dandara Mariana nua fica no campo do rótulo, ligado à imagem sensual que ela cultiva em cena e nas redes. É uma sensualidade de personagem e de atitude, não de capa de revista.
Debora Nascimento em Olhar Indiscreto

Debora Nascimento ganhou o eixo com um trabalho recente de streaming. Ela protagonizou “Olhar Indiscreto”, da Netflix, de 2023, um thriller erótico com cenas de universo BDSM gravadas com coordenadora de intimidade no set. Antes disso, ela recusou convite da Playboy, com nudez de revista fora dos planos.
O caso dela é um dos primeiros de atriz da Globo em streaming com esse protocolo citado abertamente em entrevista. Serve, então, de marco do novo padrão de produção, em que a cena adulta tem regra e acompanhamento profissional.
O trabalho dela é citado como marco do novo padrão de cena adulta na TV brasileira. Certamente, o protocolo de intimidade em “Olhar Indiscreto” virou referência para as produções que vieram depois. Foi o momento em que o streaming assumiu de vez o espaço da cena sensual antes restrito à novela.
Júlia Dalavia e a Guta de Pantanal

Júlia Dalavia ganhou destaque no remake de “Pantanal”, de 2022, no papel de Guta. A personagem teve momentos sensuais marcantes ao longo da trama, ainda que sem uma cena de nudez icônica única, e virou uma das preferidas do público naquele elenco.
Ela entra pela dramaturgia adulta, com obra e personagem bem definidos. Ao lado de Alanis Guillen, ajudou a fazer daquele remake um dos maiores fenômenos sensuais recentes da teledramaturgia.
Hoje ela segue como uma das jovens de maior destaque da nova geração da Globo. As cenas sensuais de Júlia Dalavia no remake seguem entre as mais revisitadas, e a atriz emendou novos protagonismos na emissora, firmando o nome para além daquele único papel. Ainda assim, é a Guta que o público lembra primeiro quando fala dela.
Mariana Ximenes e os papéis de destaque

Mariana Ximenes aparece tanto pela atuação quanto pelo ensaio. Ela teve papéis de destaque em novelas como “Passione” e “Cordel Encantado”, e construiu uma imagem que mistura sofisticação e ousadia ao longo da carreira na Globo.
No campo sensual, ela posou nua para revistas de estilo, como a Women’s Health e a Harper’s Bazaar Brasil, sempre em registro artístico, nunca em revista masculina. Em 2023, aos 42 anos, publicou no próprio Instagram um ensaio nu em que se cobre apenas com uma folha, e a ousadia roubou a cena.
No geral, ela une trajetória de atuação e ensaio autoral, algo raro entre as colegas de geração. É uma sensualidade construída no controle da própria imagem, com a atriz decidindo quando e como aparecer, bem distante das antigas capas de revista.
Thaila Ayala e o ensaio da Trip

Thaila Ayala tem no editorial, não na novela, a origem da imagem sensual. Ela posou de forma sensual para a revista Trip em 2006, num trabalho editorial, sem uma cena de nudez em obra da Globo.
Ela também estrelou o livro fotográfico “Privado”, do fotógrafo Jairo Goldflus, e um ensaio de natureza em Fernando de Noronha. Ainda assim, recusou convites repetidos da Playboy ao longo da carreira. O ensaio real dela não se confunde com o boato de cena que nunca existiu.
Enfim, o ensaio dela na Trip, de 2006, é o registro sensual que ficou, a capa que ainda circula entre os fãs. O trabalho editorial dela sempre teve viés artístico, o que a mantém como referência de sensualidade fora do circuito da revista masculina.
Vitória Strada e a nova geração

Vitória Strada publicou, no próprio Instagram, um ensaio de banho em março de 2023. A silhueta aparece atrás do vidro embaçado do box, em registro artístico e autoral, sem nudez explícita, no clique que mais circula quando o nome dela entra no assunto. Foi um gesto de controle da própria imagem, com a atriz decidindo o quanto mostrar.
Atriz de novelas do horário das seis e das sete, ela também já estampou ensaios de moda sensuais e ficou em quarto lugar no BBB 25. Isso ampliou a fama dela para além da teledramaturgia. Vitoria Strada nua remete a esse ensaio autoral de 2023, não a uma cena de novela nem a capa de revista, que nunca fizeram parte do trabalho dela.
As atrizes nas últimas grandes capas de revista
Na reta final da Playboy impressa, que deixou as lojas em 2018, ainda saíram capas memoráveis de atrizes da Globo. Algumas vieram já num modelo sem cachê, o que a revista anunciou como nova política a partir de 2016. São as últimas grandes capas da revista, no fim de uma era.
Cleo, a capa de 2010

Cleo tem data exata: a Playboy de agosto de 2010, a edição de 35 anos, quando a atriz tinha 27 anos. O ano costuma ser trocado por engano, porém o ensaio dela foi em 2010, não antes.
Foi uma das capas fortes da última década da revista, feita por uma atriz da Globo no auge. Todavia, muita galeria repete que o ensaio teria sido em 2004, aos 22 anos, o que está errado.
Por fim, a fonte é clara: foi em 2010, aos 27. A edição trouxe 80 páginas e pôster em 3D, e a capa de Cleo Pires mostra como edição e ano definem a história, mesmo quando a galeria insiste no engano. A precisão da data é o que separa o registro real do boato repetido.
Nanda Costa, o ensaio de Cuba

Nanda Costa fez uma das capas mais debatidas da fase final da revista, a Playboy de agosto de 2013, fotografada em Cuba por Bob Wolfenson. Nesse sentido, o ensaio manteve a depilação natural dela, contrariando o padrão editorial da publicação na época.
Aquilo virou tema de empoderamento e a capa dela é lembrada como marco de escolha própria, não só de nudez. Foi uma decisão estética assumida pela atriz, contra a regra da casa.
O ensaio em Havana é lembrado até hoje pela declaração dela em defesa da natureza, o “Salve a Mata Atlântica”, que emprestou humor ao gesto. A escolha estética contra a regra da casa virou tema de empoderamento na fase final da revista. Ela ajudou a fixar o nome de Nanda entre as capas mais comentadas daquele período.
Luana Piovani, a capa sem cachê de 2016

Luana Piovani estampou a Playboy de abril de 2016, aos 39 anos, na primeira edição da nova fase da revista. Foi o caso mais comentado da decisão de não pagar cachê às famosas. A nova editora da publicação anunciou esse modelo sob o argumento de que “o corpo da mulher não tem preço”.
A capa dela virou símbolo dessa virada de modelo, no fim da era impressa. No entanto, marcou o momento em que a revista deixou de ser negócio para a estrela e passou a ser gesto pessoal.
Por fim, a edição dela fechou o ciclo em que a capa ainda era negócio para a atriz. As fotos de Luana Piovani pelada em 2016 marcaram a virada do modelo sem cachê.
Tatá Werneck, a VIP de 2016

Tatá Werneck tem uma resposta bem-humorada nesse tema. O trabalho sensual dela foi uma capa da revista VIP, em julho de 2016, feita com o tom cômico que é a marca da atriz e comediante.
No entanto, não houve ensaio nu de Playboy, e sim um editorial de humor, coerente com o estilo dela. Ela levou para a foto a mesma comédia que faz no palco e na televisão.
Atualmente, ela é um dos maiores nomes do humor no país, longe da lógica da capa sensual. O caso dela mostra que nem toda foto marcante da geração passou pela nudez de revista. A VIP de 2016 ficou como um registro divertido, coerente com o humor que é a marca dela. Foi a resposta bem-humorada a uma pergunta que muita atriz levava a sério.
As atrizes queridinhas da última década
A última década trouxe um grupo de atrizes que viraram queridinhas do público, umas por cena, outras por recusa assumida. São os nomes que dominam o horário nobre sensual de agora, cada uma com sua cena ou seu ensaio marcante.
Marina Ruy Barbosa e o ensaio sensual

Marina Ruy Barbosa carrega fama de imagem comportada, mas tem material sensual na carreira, ao contrário do que muita gente repete. Em 2025, ela apareceu num ensaio ousado, seminua e de topless, sem nudez frontal, que rendeu forte repercussão nas redes.
Antes disso, ela já havia posado para a revista VIP, em editorial sensual fotografado em Arraial do Cabo. Os dois trabalhos mostram uma faceta que contraria o rótulo de ruiva discreta que sempre acompanhou o nome dela.
A imagem contida vale para a rotina pública, não para o registro editorial, que tem outra pegada. Marina escolhe a dose e o contexto, e a sensualidade dela aparece no ensaio pensado, com controle da atriz sobre cada foto. É uma sensualidade dosada, bem diferente de exposição espontânea.
Agatha Moreira em Verdades Secretas 2

Agatha Moreira vem de uma cena forte de streaming. Ela viveu a Giovanna em “Verdades Secretas 2”, de 2021, com cenas de nudez que marcaram a continuação da trama.
Ela é uma das grandes referências da dramaturgia adulta recente, com obra e ano bem definidos. Por outro lado, a fama dela vem da cena, não de qualquer ensaio de revista. É um caminho que virou típico da geração que trocou a capa pela dramaturgia adulta de streaming e novela.
O projeto “365Nus”, do fotógrafo Fernando Schlaepfer, também reúne um ensaio de nudez autoral dela, fora do universo da novela. A cena de “Verdades Secretas 2” segue como a referência mais lembrada dela, mas não é a única do repertório sensual da atriz.
Sheron Menezes, o editorial da VIP

Sheron Menezes tem um editorial sensual bem datado. Ela posou para a revista VIP, em março de 2014, num ensaio de biquíni de nove páginas, fotografado por Fernando Louza. Não houve nudez, ao contrário do que a fofoca às vezes sugere.
O trabalho é de sensualidade de biquíni, com a atriz exibindo o corpo em clima de verão. Ele não se confunde com cena de novela nem com boato de nudez em atuação. Enfim, é o registro editorial que ficou, com produção e data certas.
As fotos de Sheron Menezes são desse ensaio de 2014, no auge da carreira dela na dramaturgia. Atriz de novelas de sucesso, ela leva o nome pela atuação, e a VIP entra como o momento sensual mais lembrado do currículo.
Paolla Oliveira, a cena e a recusa honesta

Paolla Oliveira tem uma resposta dupla e honesta. A marca dela são as cenas de “Verdades Secretas”, de 2015, e o trabalho como rainha de bateria, e ela recusou publicamente propostas da Playboy.
O material real dela é a cena de dramaturgia. Ainda assim, ela é uma das atrizes da Globo pelada mais lembradas quando o assunto é sensualidade na dramaturgia.
A recusa dela fica registrada como fato, com respeito à decisão. O registro real de Paolla Oliveira nua são as cenas de novela, e é nelas que a fama se sustenta.
Outras atrizes da mesma leva entram só pela trajetória, sem ensaio nu com produção e data. É o caso de Dani Suzuki, atriz de carreira sólida na emissora, que recusou um convite da Playboy em 2016 e declara que opta por não posar. Já Alinne Moraes é lembrada por personagens marcantes em novelas, sem ensaio de revista comprovado no currículo.
As novas atrizes protagonistas (2025-2026)
A nova safra de protagonistas da Globo já lidera o imaginário das atrizes da globo peladas, mesmo quando o material é só a cena de dramaturgia. Bella Campos assumiu a protagonista de “Vale Tudo”, em 2025, enquanto Alanis Guillen e Vitória Strada consolidaram o posto de estrelas da nova geração.
O padrão dessa geração é diferente do das clássicas. No geral, quase nenhuma pensa em capa de revista, e a sensualidade delas aparece na cena, no papel e nas próprias redes. Essas novas protagonistas entram pela obra e pela trajetória, sem prometer ensaio nu que não faz parte do plano de carreira delas.
Vale dizer com clareza o que muda no perfil. Cada nova protagonista carrega o rótulo de atriz brasileira nua, mas raramente há uma foto de atrizes da Globo sem roupa por trás dela. No entanto, o que existe é a cena real, a obra e o ano, no lugar de expectativa que não se confirma.
A era do streaming e das redes
O streaming reabriu o espaço da nudez dramática que a TV aberta tinha reduzido. O Globoplay disponibiliza sem censura obras como “Verdades Secretas” e “Todas as Flores”, além de reprises de “Tieta” sem os cortes antigos. Muitas cenas clássicas voltaram a circular, agora sem as limitações do horário de exibição original.
Ao mesmo tempo, a Netflix virou palco dessa nova fase. “Olhar Indiscreto”, com Debora Nascimento, é exemplo de produção com coordenadora de intimidade e temática adulta assumida. O streaming é hoje o principal endereço das cenas sensuais das atrizes da Globo, mais até do que a novela das nove.
O resultado é uma nova era de cenas de nudez em séries e minisséries. As atrizes da Globo nuas de hoje aparecem quase sempre em plataforma de streaming, não em revista. Aos poucos, a fronteira entre novela, cinema e série ficou mais fina, e a cena virou o registro definitivo do desejo na dramaturgia.
Os nus que marcaram época na TV
No fim, os nus que marcaram época na TV brasileira formam o recorte oficial da nudez na teledramaturgia, sempre como fenômeno cultural datado. Cada uma dessas cenas é trabalho audiovisual público, com obra, ano e personagem, não imagem privada. Elas entram como parte da história da dramaturgia, não como material de galeria.
As famosas da Globo nuas mais lembradas são conhecidas de qualquer telespectador, da Gabriela de Juliana Paes, em 2012, à Juma de Alanis Guillen, em 2022. Por exemplo, entram aí Verdades Secretas, com Camila Queiroz e Agatha Moreira, e Nada Será Como Antes, com Bruna Marquezine. Essas cenas viraram patrimônio afetivo, comentadas por gerações, e é assim que o Testosterona Blog as registra.
Repare que a maioria dessas cenas sensuais na Globo não tem relação com ensaio de revista. Ser uma atriz da Globo pelada numa cena de novela é trabalho de atuação, com direção e roteiro. Nada a ver com uma foto de atrizes da Globo sem roupa em revista. Cada uma vale pela obra e pelo ano, como registro cultural, sem sensacionalismo.
Perguntas frequentes sobre atrizes da Globo nuas
Quais atrizes da Globo posaram na Playboy?
Muitas, ao longo das décadas: Vera Fischer, Maitê Proença, Betty Faria e Claudia Ohana nos anos 80 e 90; Deborah Secco (1999), Grazi Massafera (2005), Danielle Winits, Regiane Alves, Cleo Pires (2010) e Nanda Costa (2013), entre outras. Uma galeria de capas que atravessa gerações.
Qual a Playboy de atriz da Globo mais vendida?
A de Grazi Massafera, de agosto de 2005, a edição de 30 anos da revista, com 563.865 exemplares. Foi a mais vendida daquele ano. O recorde geral da Playboy brasileira, porém, é de Joana Prado, a Feiticeira, de 1999, que não era atriz da Globo.
Quais as cenas de novela mais sensuais?
Entre as mais lembradas estão Camila Queiroz e Agatha Moreira em Verdades Secretas e Juliana Paes em Gabriela (2012). A lista segue com Alanis Guillen em Pantanal (2022), Bruna Marquezine em Nada Será Como Antes (2016) e Debora Nascimento em Olhar Indiscreto, da Netflix. Todas com obra e ano definidos.
Mais sobre atrizes da globo nuas
A Paolla Oliveira posou nua?
Não. Paolla Oliveira recusou publicamente a Playboy. A marca dela são as cenas de Verdades Secretas, de 2015, e o trabalho como rainha de bateria no carnaval, não um ensaio nu de revista. É um caso de recusa assumida, tratado com honestidade.
A Globo proíbe ensaios sensuais?
Não há proibição formal, mas o perfil mudou. A nova geração quase não posa para revista, e a sensualidade aparece na cena, com coordenadora de intimidade, ou nas próprias redes. A Playboy impressa saiu de circulação em 2018, o que fechou o principal caminho da capa.
Onde assistir as cenas clássicas sem censura?
Boa parte está no Globoplay, que traz Verdades Secretas, Todas as Flores e Tieta sem os cortes das reprises antigas. Além disso, a Netflix tem Olhar Indiscreto, com Debora Nascimento. O streaming reabriu o acesso a essas cenas, no formato original.
Testosterona Blog: a nudez que virou história
Da capa de Vera Fischer nos anos 80 à Juma de Pantanal, a sensualidade das atrizes da Globo nuas é um arquivo afetivo do país inteiro. O formato mudou, da capa de revista à cena de streaming, mas o interesse do público atravessou todas as épocas.
No Testosterona Blog, a gente prefere contar isso com obra, ano e fonte, dando a cada cena e cada capa o crédito certo. Afinal, várias dessas estrelas cruzam com as BBBs peladas e as musas de outros nichos do país. A próxima parada natural é o arquivo das famosas brasileiras nuas. Lá, a atriz da Globo divide espaço com a cantora, a ex-BBB e a rainha de bateria de cada época.
