Cantoras nuas no Brasil mexem com o imaginário masculino como poucas coisas. A voz já prende o público, mas é quando entra o rebolado no palco, a foto ousada, o clipe que ninguém esquece, que a fama vira desejo em estado puro. E na memória vem tudo junto: a capa histórica de Playboy, a nudez que virou arte na capa de disco, a funkeira que fez do OnlyFans o próprio palco.
Foi assim por quase quatro décadas, e cada geração achou o próprio caminho. Algumas encararam a capa de revista no auge, com cachê que virava manchete. Outras, depois, transformaram o corpo em capa do próprio disco, no controle total da imagem. Outras abriram a plataforma de assinatura e viraram donas do próprio negócio. E tem as que nunca posaram para ninguém e viraram desejo nacional só no gogó, no rebolado e na presença de palco. Hoje elas todas entram na mesma fantasia de cantoras peladas, cada uma com o próprio jeito de acender o desejo.
Da capa de 1989 à assinatura de 2026, estão lado a lado as cantoras brasileiras que mais mexem com o país. Quem são, o que fizeram, por que o público não larga o nome delas. Da Elba Ramalho da Playboy de 1989 à Luísa Sonza nua na capa de 2026, muda o nome, mas a história é a mesma. Mulher no comando da própria imagem, muito depois de a música já ter conquistado o ouvido.
Neste post sobre cantoras nuas no Testosterona Blog
Anitta e as cantoras mais desejadas do Brasil
Nenhuma cantora brasileira concentra tanto desejo quanto Anitta. O corpo dela virou assunto de novela, de Carnaval e de capa internacional, e cada foto sensual dela vira notícia no dia seguinte. Ela abre a lista porque o motivo é gostoso de explicar. Dá para ser a mulher mais cobiçada do país, mas ainda mandar em cada centímetro da própria imagem.

Anitta posou nua? A nudez que virou arte
Quando o assunto é cantora famosa em ensaio sensual, o primeiro nome que sobe é Anitta nua. Em 2020 ela posou para a revista americana V Magazine coberta só por papel celofane, num ensaio de nudez artística e conceitual. Foi arte de moda, com direção e assinatura, mas, mesmo coberta, ela parou a internet.
A própria Anitta já falou que não posaria totalmente nua para a Playboy, com aquela franqueza que virou marca dela: se a vissem sem roupa nenhuma, “passaria o encanto”. É a lógica de quem entende que insinuar guarda mais poder do que mostrar. O corpo dela aparece o tempo todo, mas sempre na dose que ela calcula. É a mesma malícia que ela leva pro palco, pro clipe e pra cada campanha, sempre um passo à frente do que o público espera.
Ela emenda o álbum “EQUILIBRIVM”, em 2026, com um single ao lado de Shakira e ainda abre a turnê do The Weeknd na América Latina. Mais empresária do próprio nome do que musa à espera de convite. Anitta provou uma coisa gostosa de dizer. A cantora mais desejada do Brasil pode ser também a que menos precisa tirar a roupa para provar.
Cantoras na Playboy: as pioneiras (1989-2002)
Houve um tempo em que a capa da Playboy era o topo do desejo no Brasil, e um punhado de cantoras entendeu isso antes de todo mundo. Foi Elba Ramalho quem abriu a fila, em 1989, mas logo vieram Mara Maravilha, Simony e Kelly Key. Da TV infantil ao pop teen, cada uma transformou uma capa num acontecimento nacional.
Elba Ramalho, a primeira cantora de peso na Playboy

Fevereiro de 1989, e a maior revista masculina do país estampou uma voz do forró na capa. Elba Ramalho posou para a Playboy aos 37 anos, no auge, quando já era uma das cantoras mais respeitadas do Brasil. Não era menina em busca de fama, mas artista consagrada botando o corpo onde antes só entravam atrizes e modelos.
O ensaio marcou porque ligou a nudez de revista a uma cantora que o Brasil já ouvia com respeito. Uma nordestina de forró na capa da Playboy, em plena redemocratização, era gesto político, não apenas estético. O corpo feminino ainda era tabu na TV aberta, e ali estava ele, na maior revista do país, assinado por uma artista no auge.
Ainda assim, Elba nunca tratou aquilo como polêmica de carreira, e sim como um capítulo de uma trajetória que já somava discos de ouro e turnês esgotadas. Foi ela quem mostrou que cantora podia ocupar aquele espaço sem perder o peso artístico. Toda pioneira que veio depois passou pela porta que ela abriu. E, hoje, o nome dela ainda abre qualquer conversa sobre cantoras na Playboy. Enquanto muita gente lembra só do forró, o Brasil também guarda essa Elba de 1989 na memória, dona de uma das capas mais comentadas da década.
Mara Maravilha e a capa que vendeu meio milhão

Um ano depois de Elba, em fevereiro de 1990, foi a vez de Mara Maravilha. Ela vinha da TV infantil, mas o contraste entre a moça dos programas de criança e a capa sensual virou um choque calculado. Deu certo: a edição vendeu cerca de 550 mil cópias, um número que hoje soa de outro planeta.
Meio milhão de exemplares é difícil de imaginar hoje. Naquele começo dos anos 90, a Playboy era leitura de revistaria em cidade grande e pequena, e uma capa campeã pautava conversa de bar por semanas. A de Mara virou item de colecionador antes mesmo de sair de circulação.
Ainda hoje, a capa dela aparece nas listas das mais procuradas da década. Foi a prova de que, nos anos 90, uma cantora na capa certa movimentava o mercado inteiro sem depender de escândalo nenhum. Só do apelo de ver a moça do programa infantil virar mulher na frente do país. Mara abriu o gosto do público por essa transformação, o mesmo passo que tanta cantora daria depois.
Simony: da Playboy à capa da Revista Sexy

Simony posou nua pela primeira vez em 1994, aos 18 recém-feitos, deixando para trás a estrela mirim do Balão Mágico. Foi a despedida oficial da imagem de criança, no tempo dela. Mas seis anos depois, em 2000, ela voltou a tirar a roupa, dessa vez para a capa da Revista Sexy.
A segunda capa rendeu mais do que manchete: virou processo. A publicação da Sexy acabou em disputa judicial sobre o uso da imagem dela. Mas, mesmo posando por vontade própria, a artista nem sempre manda no destino da foto. Simony encarou os dois lados da exposição, o glamour e o risco, sem se esconder de nenhum.
É caso raro de cantora que posou em duas revistas diferentes, em duas fases da vida. A dos 18 fechou a infância artística. A dos 24 reafirmou a mulher adulta. Entre uma e outra, ela seguiu emplacando hit, provando que a exposição foi escolha de carreira, nunca último recurso. Hoje, Simony é lembrada como a estrela mirim que virou símbolo adulto sem pedir licença a ninguém. A briga por direito de imagem que ela levantou virou referência para outras artistas que passaram pelo mesmo aperto.
Kelly Key e o cachê de R$ 1,5 milhão em 2002

Kelly Key fechou a era das pioneiras com a Playboy de dezembro de 2002, no auge de “Baba”. O cachê entrou para a lenda: cerca de R$ 1,5 milhão, com fatia por exemplar vendido, um dos maiores já pagos a uma cantora. Quem clicou foi J.R. Duran, o fotógrafo mais cobiçado da revista.
Aquele número explica o que era a capa de revista nos anos 2000: o topo absoluto da exposição sensual paga. Não existia plataforma de assinatura nem OnlyFans, mas existia a revista, o único lugar onde uma cantora transformava o próprio corpo em contrato milionário. Kelly fechou o maior desses acordos.
Depois dela, cantora de pop na Playboy virou raridade ainda maior. O bastão passou para o funk, que chegaria com outra pegada. Kelly Key ficou como o último grande cheque da era das pioneiras, no momento em que a revista ainda pagava fortuna por uma capa. Hoje, aquele cachê milionário soa como relíquia de um tempo em que só a revista pagava tanto por um ensaio. Mas o hit “Baba” e a fama de musa pop mantêm o nome dela vivo para quem cresceu nos anos 2000.
Cantoras que posaram nuas de verdade (2009-2026)
Quando a era das revistas começou a minguar, a nudez das cantoras não sumiu, mas mudou de mãos. O funk assumiu a bandeira com Valesca em 2009 e Tati Zaqui em 2015, nudez sem meio-termo. E uma nova geração, de IZA a Luísa Sonza, levou o corpo para dentro da própria arte, na capa de revista de moda e na capa do próprio disco.
Valesca Popozuda: a capa de 2009 que marcou o funk

Em junho de 2009, a Playboy subiu o morro. A Valesca Popozuda pelada posou na Rocinha e no Complexo do Alemão, no meio da comunidade, a certa altura coberta só pela bandeira do Brasil. Era a funkeira nua em cima do próprio território, sem pedir licença a ninguém.
Foi a primeira funkeira de peso a estampar a capa, e escancarou a porteira do gênero na revista. Nada de meio-termo: no auge da Gaiola das Popozudas, ela fez do corpo uma bandeira de liberdade, mas nunca um constrangimento. Vendeu, deu polêmica, virou folclore do funk carioca.
Em 2021 ela levou esse controle para o digital e abriu um OnlyFans com um lema que resume a carreira: o corpo é dela, as regras também. A estreia na plataforma veio junto do single “Presentinho”, prova de que ela sabe transformar cada passo do corpo em lançamento de carreira. Aos 47 anos, nunca largou o palco, que segue lotando com o funk que ajudou a levantar. Da revista de 2009 até o nu do próprio EP, em 2024, ela sempre fez do corpo parte do trabalho.
MC Tati Zaqui: a Playboy de 2015 e a virada gospel

Em julho de 2015, aos 21 anos, a MC Tati Zaqui nua estampou a Playboy no primeiro ensaio sem roupa da carreira. Já era um dos nomes mais quentes do funk, mas o ensaio a firmou como símbolo do gênero por anos, com um OnlyFans de muito sucesso na sequência.
Aí a vida dela virou outra. Em novembro de 2023, Tati anunciou que se converteu ao evangelho e saiu do funk pesado; o conteúdo adulto foi encerrado na sequência. Depois disso, chegou a lançar música gospel. A Playboy de 2015 e o OnlyFans ficaram como um capítulo que ela mesma decidiu fechar.
O ensaio é fato histórico do funk e continua lá, marcante. Mas o que mudou foi ela, que trocou de caminho por escolha própria. Hoje, Tati vive de influência e de empreendimento, longe do proibidão. Ela é a musa que teve o auge sensual e depois virou a página, com as duas fases na mesma mulher. E, enquanto muita gente insiste no rótulo antigo, ela segue firme na fé e nos negócios, dona da própria história como sempre foi.
IZA: a nudez artística que virou capa de revista

A Iza cantora assinou um dos ensaios mais elegantes da música recente. Dezembro de 2019, capa da revista Joyce Pascowitch: ela nua, só de botas pretas, o cabelo cobrindo parte do corpo. Nudez de verdade, mas em registro editorial e sofisticado.
É a assinatura de IZA: sensualidade com classe, sempre dentro de um projeto estético. Não é a cantora que apela, é a que transforma o corpo em imagem de campanha. Direção de fotografia, conceito, veículo de peso. O tipo de ensaio que envelhece bem porque nasceu como arte.
Em 2026 ela vive uma fase luminosa: mãe da pequena Nala, num romance novo, no auge da voz. Segue como uma das artistas mais potentes do pop e do R&B nacional. IZA mostra que dá para fazer nudez explícita e continuar sendo tratada como artista antes de tudo. Depende de quem segura a câmera, e ela segura a dela. O cuidado com a imagem nunca a afastou do público: quanto mais IZA se assume dona do corpo, mais o país corre atrás dela.
Luísa Sonza: nua na capa do próprio álbum em 2026

Com a Luisa Sonza pelada, a nudez virou manifesto. Na capa do álbum “Brutal Paraíso”, de abril de 2026, ela aparece completamente nua sobre o capô de um carro, só de salto branco. É explícito, mas é projeto autoral, com a artista no controle total da imagem.
Luísa entendeu cedo que o próprio corpo é parte da obra, não favor para revista. Cada exposição vem com um disco, um conceito, uma mensagem. Antes do capô, já tinha feito capa sensual da Rolling Stone Brasil em 2021, sempre subindo a aposta e sempre nos termos dela.
Pouco antes do álbum, o single “Fruto do Tempo” já preparava o terreno. O álbum de 23 faixas saiu emendado com a estreia no Coachella, levando o pop brasileiro para o deserto da Califórnia. A imagem ousada anda de mãos dadas com a ambição. Hoje, Luísa é a cantora que transformou tirar a roupa em declaração de autoria, e não em concessão a ninguém. Enquanto o pop nacional inteiro observa, ela faz de cada capa e cada disco um acontecimento, sempre no controle do próprio corpo e da própria narrativa.
Do palco pro OnlyFans: cantoras donas do conteúdo
A Playboy Brasil fechou o impresso em 2018, mas o desejo não fechou junto. Essa geração de cantora não espera convite de revista: quando quer mostrar o corpo, abre a própria plataforma e cobra por ele. Gabily, Perlla e Petra Mattar encarnam essa troca, em que a artista deixa de entregar a foto para a editora e passa a ser dona do próprio negócio.
Gabily: a funkeira que abriu o próprio OnlyFans

A Gabily é o exemplo claro dessa geração que dispensa a revista. Cantora de funk proibidão, dona de hits como “Bad Girl”, ela abriu um OnlyFans em outubro de 2021 e passou a soltar o conteúdo sensual pelas próprias redes. Nada de capa de Playboy, mas negócio próprio, controlado por ela do preço à frequência.
A jogada dela é misturar música e sensualidade no mesmo pacote, sem depender de editora ou fotógrafo. O corpo aparece quando dá lucro e visibilidade para a carreira. Filha de mãe missionária evangélica, Gabily mostra como esse caminho da sensualidade autoral cruza origens que ninguém imaginaria juntas. Em 2025, ela reforçou a exposição ao passar pelo reality “A Fazenda 17”, da RecordTV, e virou assunto também como ex-affair do jogador Neymar.
O caso dela resume a virada do jogo. Onde Kelly Key precisou de um contrato de revista e de um fotógrafo famoso, Gabily, hoje, precisa de um celular e de uma conta de assinatura. O poder saiu da mão da editora e foi para a da artista. O proibidão continua sendo a marca dela, dentro e fora da plataforma. Foi ela quem escolheu quando abrir a conta, quanto cobrar e até onde ir, sem esperar sinal verde de gravadora nenhuma.
Perlla: do funk gospel ao conteúdo íntimo pago

Perlla estourou em 2006 com “Tremendo Vacilão” e passou por uma fase gospel, mas reapareceu forte por outro caminho: o conteúdo íntimo pago. Ela vende nudes e material adulto em aplicativo de assinatura, monetizando a própria imagem direto com o público.
A escolha dela mostra que o modelo de assinatura pegou até quem já tinha nome antigo na música. Ela não esperou um convite de revista que talvez nunca viesse, mas abriu o próprio canal e botou o preço. É a mesma lógica das cantoras que preferem controle direto a intermediário.
Hoje, o caminho de Perlla é o do conteúdo próprio, feito no tempo e nos termos dela. A cantora que já foi do funk gospel virou, depois, dona de um negócio adulto que ela comanda sozinha. Menos revista, mas mais controle sobre o que mostra e por quanto. É a mesma liberdade que as cantoras peladas de hoje buscam quando trocam a capa pela assinatura. O passado gospel e o presente adulto convivem na mesma biografia, e é ela quem decide como contar cada capítulo.
Petra Mattar: a cantora que faz do OnlyFans o palco

A Petra Mattar nua virou nome forte quando o assunto é cantora e conteúdo adulto. Filha do ator Maurício Mattar, ela mantém há anos um OnlyFans, que pausou na primeira gravidez, mas retomou em julho de 2023. Faz da própria plataforma o palco, sem precisar de revista nenhuma.
O sobrenome famoso abre a porta, mas quem decide o conteúdo é ela. Petra construiu uma audiência fiel misturando música e material adulto, no controle de cada detalhe. É mãe solo, empresária de si mesma e dona da própria imagem, tudo ao mesmo tempo.
Esse caminho coloca as cantoras no mesmo time das famosas no OnlyFans e Privacy que trocaram a revista pela assinatura digital. A diferença é que aqui a música veio primeiro, mas a plataforma veio logo depois. Gabily do proibidão, Perlla do funk melody, Petra de uma família de artistas: caminhos diferentes para o mesmo palco novo. Hoje, as três desenham o novo mapa da sensualidade musical, sem depender de convite de ninguém.
Cantoras gostosas que estouraram nas redes
Tem uma geração de cantora que virou desejo nacional sem nunca precisar de uma capa de revista. O símbolo sexual delas nasceu do clipe, do palco e da foto de rede social, no jeito e na hora delas. Ludmilla, Simaria, Tília Fialho e Dani Russo são a cara dessas cantoras brasileiras gostosas: puro magnetismo de imagem, construído a cada post.
Ludmilla: a foto sem biquíni que ela mesma publicou

Maio de 2022, mar das Maldivas. Existe foto da Ludmilla nua, sim, e foi ela mesma quem publicou: dispensou o biquíni e postou sem roupa nenhuma, do jeito dela, na viagem dela. Nada de capa de revista, nada de clique vazado, mas ela mesma escolhendo o momento, a luz e o feed onde aquilo ia aparecer.
É a medida de como Ludmilla trata o próprio corpo, do mesmo jeito que trata a carreira: na hora dela, no lugar dela, sem ninguém no meio. Já contou que posaria nua “para se sentir bem”, mas, com ela, isso nunca soou a favor para revista. Soa a decisão.
Casada com a dançarina Brunna Gonçalves, segue como uma das vozes mais potentes do funk e do pop do país. Ela roda a turnê “Fragmentos”, emplaca o single “Bota” e ainda desfila no Carnaval. O corpo aparece quando ela quer que apareça, nem antes nem depois. Ela é o tipo de mulher que vira desejo nacional sem precisar de capa nenhuma para provar. Enquanto isso, o funk e o pop dela seguem lotando show, prova de que o corpo é só mais uma parte de um pacote que o Brasil inteiro consome.
Simaria: o topless estratégico da fase solo

A Simaria ficou ainda mais quente quando assumiu a carreira solo. Depois do fim da dupla com a irmã Simone, em 2022, ela passou a soltar nas redes cliques ousados, topless estratégico incluído, sempre com produção caprichada e luz pensada. Vale o alerta: a “capa de Playboy” dela que circula é montagem de fã, e as imagens íntimas que vazaram em 2024 foram confirmadas como deepfake pela própria assessoria.
A sensualidade virou parte da reinvenção dela como artista independente, bem longe da imagem comportada que o sertanejo de dupla carregava. É Simaria mostrando que a fase solo também é uma fase de dona do próprio corpo, exibido do jeito que ela quer ser vista.
Em 2026 ela prepara o terreno para o próximo passo da carreira solo, com dezenas de músicas inéditas já gravadas. A aposta no corpo caminha junto com a virada profissional, no ritmo que ela escolheu. Hoje, Simaria é o retrato da sertaneja que se soltou e gostou, sem dever satisfação a ninguém.
Tília Fialho: a cantora gostosa da nova geração

A Tilia Fialho é o nome mais jovem da lista, aos 23 anos, e entra pela presença e pelo carisma. Filha do DJ Dennis e da empresária Kamilla Fialho, cresceu dentro da indústria e, assim como o pai, virou cantora e DJ, lançando os próprios trabalhos. É a caçula desta seleção, e já respirava som e bastidor de carreira dentro de casa muito antes de assinar o primeiro trabalho.
A beleza chama atenção, mas o que sustenta o nome dela é a vibe de artista da nova geração, criada no meio da música. Tília é o tipo de cantora gostosa que constrói imagem de musa pelo estilo e pela atitude, sem nunca ter feito disso um ensaio.
Ela mostra bem que “cantora gostosa” e “cantora pelada” são coisas diferentes. No caso dela, o símbolo nasce da vibe e da presença, nunca de um ensaio sem roupa. Hoje, existe uma safra inteira de cantoras gostosas que vira desejo só pela presença, pela roupa certa no clipe certo, pelo carisma que gruda. Tília é o retrato dessa turma, símbolo pela vibe e pela nova geração.
Dani Russo: a dona de paredão símbolo do baile

O nome da Dani Russo nua não sai do baile. Ela estourou com “A Melhor do Baile”, lançada em 2016 com o selo da KondZilla, e o canal Dani Russo TV passa de 11 milhões de inscritos. A presença de palco sustenta a fama de símbolo sexual, com aquela sensualidade que mora no clipe, no figurino e no ritmo que faz todo mundo dançar.
O desejo pelo nome dela é real, mas vem do palco, não de foto de revista. É a nova safra de funkeira que nasce símbolo sexual pela força do próprio hit: o paredão toca, o clipe viraliza, e a imagem quente vem junto, embalada no beat.
Dani Russo e Tília Fialho estão entre as cantoras brasileiras gostosas mais desejadas da geração. As duas provam a mesma coisa: dá para ser desejo nacional só com talento, ritmo e atitude. A musa de hoje se constrói no streaming e na rede, não na capa. E o baile não deixa ninguém esquecer disso.
Cantoras nuas: a linha do tempo por ano
A história das cantoras nuas no Brasil cabe numa linha do tempo enxuta, mas cada ano marca uma virada de época. Da MPB de Elba ao pop de Luísa Sonza, dá para ver o desejo mudando de endereço. Saiu da capa de Playboy para a revista de moda, e daí para a capa do próprio disco. Cada nome ali é uma cantora famosa em ensaio sensual que marcou o próprio tempo. Cada marco abaixo conta um pedaço dessa travessia.
- 1989: Elba Ramalho, Playboy (a primeira cantora de peso)
- 1990: Mara Maravilha, Playboy (~550 mil cópias)
- 1994: Simony, Playboy (aos 18 anos)
- 2002: Kelly Key, Playboy (cachê de R$ 1,5 milhão)
- 2009: Valesca Popozuda, Playboy (marco do funk)
- 2015: MC Tati Zaqui, Playboy (hoje um capítulo fechado)
- 2019: IZA, revista Joyce Pascowitch (nudez artística)
- 2020: Anitta, V Magazine (artística, coberta por celofane)
- 2026: Luísa Sonza, capa do álbum “Brutal Paraíso”
O auge foi o funk das viradas de 2009 e 2015, com Valesca e Tati Zaqui. O pop e o sertanejo quase nunca entraram nesse jogo, preferindo a sensualidade do clipe. Depois que a Playboy Brasil encerrou o impresso em 2018, o ensaio nu de revista foi virando raridade. O corpo da cantora migrou de vez para a tela do celular.
Cantoras do funk que viraram símbolo no palco
Tem uma turma de cantora que faz o baile inteiro ferver só com presença. O símbolo sexual delas nasce no palco, no clipe e no grave do paredão. E vira fantasia nacional na base do carisma e do refrão que não sai da cabeça.
A MC Lexa pelada aparece muito na fantasia do público, mas o forte dela sempre foi o palco. Ela é uma das vozes do funk pop, com hits que enchem pista. O material sensual real vem do palco e das redes: fotos de biquíni fio-dental que rendem repercussão nos portais de fofoca.
A MC Thammy é Thammy Caroline Gomes, cantora de brega-funk de Jaboatão dos Guararapes, na Grande Recife, eleita mais de uma vez a melhor MC mulher do Brega Awards. A sensualidade dela é a do brega pernambucano, de clipe quente e refrão safado. Nada a ver com o ator de mesmo apelido, filho de uma cantora dos anos 80: são duas pessoas diferentes, mas o apelido igual às vezes confunde. Hoje, o nome dela é uma das referências do brega-funk feminino no Nordeste, sempre com o corpo no comando do clipe.
O time do baile ainda tem a MC Rebecca pelada na fantasia da galera, ex-rainha de bateria do Salgueiro que virou uma das vozes fortes do funk. E as pioneiras Tati Quebra-Barraco e Deize Tigrona abriram caminho para o proibidão feminino lá atrás. Todas provam a mesma coisa: dá para ser dona do baile só com talento, ritmo e atitude. Essas cantoras gostosas mostram que a fama de musa nasce no grave do paredão, não na capa de revista.
Perguntas frequentes sobre cantoras nuas
Quais cantoras brasileiras já posaram nuas de verdade?
Na Playboy: Elba Ramalho (1989), Mara Maravilha (1990), Simony (1994), Kelly Key (2002), Valesca Popozuda (2009) e MC Tati Zaqui (2015). Já IZA e Luísa Sonza fizeram nudez artística, em revista de moda e capa de álbum.
Anitta já posou pelada?
Em revista masculina, não. Anitta fez nudez artística e conceitual para a V Magazine em 2020, coberta por papel celofane. Ela mesma disse que não posaria totalmente nua para a Playboy, porque “passaria o encanto”. A sensualidade dela é estratégia de imagem.
Quem foi a primeira cantora a posar na Playboy?
Entre as cantoras de peso, Elba Ramalho abre o arco, com a capa da Playboy Brasil de fevereiro de 1989. No funk, o divisor de águas é Valesca Popozuda, na edição de junho de 2009. São dois marcos de duas gerações bem diferentes.
Mais sobre cantoras nuas
Quais cantoras têm OnlyFans?
Valesca Popozuda, Gabily e Petra Mattar têm conteúdo adulto pago confirmado. Valesca e Gabily abriram os perfis em 2021: a de Valesca saiu junto do single “Presentinho”, e a de Gabily veio em outubro daquele ano. Petra pausou na primeira gravidez e retomou em julho de 2023. Perlla também vende conteúdo íntimo em app de assinatura. MC Tati Zaqui encerrou a dela em 2023 ao se converter.
Quanto a Playboy pagava às cantoras?
Kelly Key recebeu cerca de R$ 1,5 milhão pela capa de dezembro de 2002, com fatia por exemplar vendido, um dos maiores cachês pagos a uma cantora. Os valores das pioneiras, como Elba Ramalho e Simony, nunca foram divulgados oficialmente pela editora.
Toda cantora sensual já posou nua?
Não. Muita cantora virou símbolo sexual só pela sensualidade de palco, clipe e redes. Ludmilla, Simaria e MC Lexa são exemplos de quem vira desejo nacional sem ensaio nenhum. Sensualidade e nudez são coisas diferentes.
Testosterona Blog: as cantoras da nossa música
A sensualidade das cantoras brasileiras é uma das maiores forças da nossa música. Mas ela chega de mil jeitos. A capa histórica de Playboy, a nudez virada arte na capa de disco, a plataforma própria e, na maior parte das vezes, o puro fogo do palco. Cada uma dessas musas tem uma carreira inteira segurando a fama.
No Testosterona Blog, a gente vive de acompanhar essas mulheres e contar a história por trás do desejo. A próxima parada natural é o arquivo completo das atrizes e cantoras nuas do país. Lá, as cantoras dividem espaço com atriz da Globo, com as ex-BBBs que posaram nuas e com musa de toda época. O time das famosas brasileiras é enorme: das funkeiras nuas de hoje às celebridades nuas que marcaram época. As musas do BBB e cada ex-BBB que virou cantora cabem nesse mesmo mapa do desejo. Porque, quando o assunto é beleza brasileira, sempre tem mais uma voz para descobrir.
