A busca por panicats nuas é uma das poucas em que a fama corresponde à realidade. As assistentes de palco do programa Pânico viveram numa época em que a capa de revista masculina era quase um rito de passagem. De fato, a maioria delas realmente posou nua, na Playboy ou na Sexy. Mesmo aqui, no entanto, vale a precisão: algumas recusaram o ensaio, outras nunca foram panicats de verdade, e o tempo levou cada uma para um rumo bem diferente.
Este post reúne as panicats que de fato estamparam as bancas, com a revista e o ano certos, conta quem disse não ao nu e mostra onde elas estão hoje. Aliás, todas eram maiores de idade em qualquer ensaio citado. Para o panorama maior das musas do país, vale também a página das atrizes e cantoras nuas, que reúne o melhor desse universo.
A lista a seguir vai pela revista e pelo ano de cada ensaio, separando quem realmente posou nua de quem só fez foto sensual ou recusou o convite. Em vez de só empilhar nome de gata gostosa, a ideia é contar a trajetória de cada uma. Vai do auge no palco do Pânico até onde elas foram parar depois que o programa acabou.
Neste post sobre panicats nuas no Testosterona Blog
As panicats que pararam a banca na Playboy
No auge do Pânico, ganhar uma capa de Playboy era o passo natural de uma panicat de sucesso. As quatro abaixo viveram isso na prática: estamparam a revista mais famosa do gênero, venderam por centenas de milhares e firmaram a imagem da panicat gostosa como símbolo sexual de uma geração. Aqui, sobretudo, a nudez é fato, com edição e ano confirmados.
Para entender o fenômeno, vale lembrar como funcionava aquela época. Ao longo dos quatorze anos de Pânico, entre 2003 e 2017, mais de vinte mulheres passaram pelo palco como assistente do programa, quase sempre de biquíni, segundo o registro histórico das panicats. Para cada modelo que estourava no quadro, a capa de revista masculina virava quase um selo de que ela tinha vingado de vez.
Por isso, a Playboy e a Sexy disputavam esses nomes a peso de ouro, e uma boa edição com a panicat do momento esgotava as bancas em dias. De fato, era a economia da fama de antes do Instagram, quando uma panicat pelada numa revista ainda era o ápice da exposição de uma mulher na TV. Não à toa, a procura por panicats nuas se concentrava nessas capas.
Quem eram as panicats e por que viraram fenômeno
Antes de falar de capa, vale situar quem eram essas mulheres. As panicats eram as assistentes de palco do Pânico, presença fixa nos quadros e nas reportagens, quase sempre em trajes curtos, no papel de símbolos sexuais do programa. Ao longo dos quatorze anos somando as fases RedeTV e Band, cerca de vinte e seis mulheres passaram pela função, em levas que se renovavam a cada temporada.
Por isso, a concorrência por uma vaga era enorme, e o posto funcionava como vitrine nacional. Uma panicat em alta virava capa de revista, garota-propaganda e nome de coluna social da noite pro dia. Afinal, era o auge da TV aberta como fábrica de celebridade, e o quadro entregava rosto novo pro público quase toda temporada. A busca por panicats nuas, hoje, mistura todas essas levas numa lista só.
Houve duas grandes fases. Na RedeTV, entre 2003 e 2012, saíram as panicats mais clássicas, como Dani Bolina, Lizi Benites, Nicole Bahls e Juju Salimeni. Já na Band, de 2012 até o fim em 2017, veio a leva de Mari Gonzalez, Carol Narizinho, Aline Mineiro, Aricia Silva e a Mendigata. Cada fase tem suas musas, e a busca por panicats nuas, hoje, mistura as duas sem distinção.
Juju Salimeni nua: as duas capas de Playboy
Juju Salimeni é talvez a panicat mais lembrada quando o assunto é ensaio nu, e com razão. Quem procura por juju salimeni fotos esbarra logo nas duas capas dela. Ela posou nua para a Playboy em janeiro de 2010, ainda como panicat, num ensaio que vendeu cerca de 211 mil cópias. Depois repetiu em outubro de 2017, já fora do programa. Foram duas capas com anos de diferença, o que prova que o apelo dela durou.
Além disso, a imagem de mulher fitness e simétrica virou marca registrada, e Juju soube transformá-la em carreira para muito além do palco do Pânico.
Atualmente, aos 39 anos, ela comanda o podcast “Podshape” ao lado do noivo, Diogo Basaglia, e tem falado abertamente sobre temas difíceis, como a depressão e o uso de anabolizantes no passado. Em 2025, aliás, ainda anunciou ter reatado o contato com Nicole Bahls, encerrando uma das rixas mais comentadas da história do programa.
Vale lembrar que a saída dela do Pânico, em 2011, aconteceu junto com a de Nicole Bahls. Foi no auge das brigas públicas entre as duas, num episódio que virou novela à parte na imprensa da época. A primeira capa, aliás, saiu quando Juju tinha 24 anos, ainda no posto de panicat, o que ajuda a entender o tamanho do estouro.
Nicole Bahls: a capa de Playboy feita na Bahia
Nicole Bahls dividiu com a Juju tanto o auge quanto a treta nos bastidores do Pânico, e também a passagem pela Playboy. O ensaio de nicole bahls nua saiu na revista em outubro de 2010, feito no litoral da Bahia, em Porto Seguro. Vendeu mais de 200 mil cópias quando ela ainda era panicat.
O carisma atrapalhado virou a marca dela, e rendeu uma carreira longa de reality e TV depois do programa, com direito a títulos em competições de celebridades.
Atualmente, aos 40 anos, Nicole vive uma fase que ela mesma descreve como mais leve e independente, entre trabalhos de apresentação e presença nas redes. Por fim, a rixa antiga com a Juju ficou para trás, e as duas hoje tratam aquela fase como história de um tempo que passou.
A demissão das duas, em 2011, fechou um ciclo barulhento, mas não apagou o tamanho que a Nicole alcançou depois. Ela emendou realities, concursos e trabalhos de TV, sempre com aquela mistura de beleza e gafe que o público adotou de primeira.
Jaque Khury posou nua? Da Playboy à Sexy
Jaque Khury tem uma trajetória que confunde a ordem dos fatos, então vale acertar. Ela ficou conhecida primeiro no BBB 8, em 2008, como a primeira eliminada daquela edição, e só depois, em 2011, entrou no Pânico como panicat, dançarina e repórter. Em outras palavras, foi ex panicat só mais tarde: primeiro veio o reality, depois o palco.
Na questão dos ensaios, ela posou nua duas vezes. A primeira foi para a Playboy em março de 2008, logo após sair do BBB. A segunda saiu na Sexy, já na fase Pânico, num ensaio fotografado numa pedreira no interior de São Paulo.
Hoje, aos 42 anos, Jaque seguiu um caminho bem distante dos holofotes da TV, dedicada a temas de espiritualidade nas redes sociais. Por fim, as capas marcantes dela viraram memória de uma fase que ela deixou para trás.
O ensaio nu da Sexy, aliás, foi assinado pelo fotógrafo Daniel Aratangy, num cenário pouco usual de pedreira, bem diferente do clima de praia das capas concorrentes. Era a Sexy tentando dar uma identidade própria às suas musas do Pânico.
Fernanda Lacerda nua: a Mendigata na capa da Playboy
Fernanda Lacerda, eternizada como a personagem Mendigata, foi uma das panicats mais populares da fase do programa na Band. Promovida a assistente de palco em 2014, depois de participações no ano anterior, ela transformou um papel cômico num fenômeno de audiência.
A Playboy veio no mesmo embalo. Ela estampou a capa de outubro de 2014, vestida da própria Mendigata, e ainda tinha aparecido na capa de janeiro daquele ano ao lado de outras musas do programa. Foram, portanto, duas aparições de nudez no mesmo ano, no auge do personagem.
Aos 37 anos, Fernanda trocou os holofotes pela maternidade e pelos estudos, com planos ligados à educação infantil. Em 2025, aliás, voltou a aparecer no carnaval paulista, pela Gaviões da Fiel, mostrando que a ligação com o samba resistiu ao fim do Pânico. Ela não é a única: várias ex-panicats viraram destaque de escola e entraram para a lista das musas do carnaval nuas, levando o currículo de banca para a avenida.
Fora da TV, ela mergulhou em planos ligados à educação infantil, chegando a estudar uma franquia de desenvolvimento para crianças em São Bernardo do Campo. Foi uma virada e tanto para quem ficou conhecida como a Mendigata mais famosa do país.
As clássicas que viraram capa de revista
Nem toda capa de panicat foi na Playboy. A Sexy, principal concorrente, também disputou as musas do programa e revelou várias delas. Por isso, esta seção reúne as clássicas, as panicats peladas que o público ainda procura pelo nome, com a revista e o ano corretos de cada ensaio. Inclusive, uma delas viveu uma reviravolta pública que mudou a história.
Playboy e Sexy: a disputa pelas musas do Pânico
Faz sentido abrir um parêntese sobre as duas revistas. Playboy e Sexy eram as gigantes do mercado masculino impresso e brigavam a peso de ouro por cada panicat em alta. Uma boa capa esgotava banca em poucos dias e rendia cachês de centenas de milhares de reais, num tempo em que mostrar o corpo numa revista era o ápice da exposição.
Por isso, ter uma panicat na capa virava disputa de bastidor entre as editoras. A Sexy, por exemplo, gostava de juntar mais de uma musa numa edição só, enquanto a Playboy investia na capa individual de maior impacto. De um jeito ou de outro, era a revista que carimbava o sucesso da modelo na TV.
Carol Narizinho nua: a capa de Playboy de 200 mil reais
Carol Narizinho, cujo apelido nasceu de uma cirurgia no nariz na época dos testes do programa, foi panicat na fase Band, por volta de 2012 e 2013. Embora a Sexy também disputasse cada panicat em alta naquele momento, foi a Playboy que a levou. Ela posou nua para a revista em março de 2013, num contrato que girou em torno de 200 mil reais mais percentual de vendas, segundo a imprensa da época. O ensaio foi feito no litoral paulista.
De fato, foi uma das capas mais comentadas daquele período, no momento em que o programa ainda era um fenômeno de audiência.
Hoje, aos 35 anos, Carol seguiu um caminho curioso: virou referência em ensinar mulheres a posarem e a se posicionarem diante das câmeras, uma espécie de coaching de imagem para as redes. Em outras palavras, ela transformou a própria experiência de musa em método para outras, e segue aparecendo em programas de TV de tempos em tempos.
Na TV, ela ainda disputou A Fazenda 12, em 2020, e voltou a aparecer em programas como o Mega Senha. E, em 2023, contou que foi convidada para o OnlyFans e preferiu recusar, dizendo que já era difícil se afastar da imagem sensual depois do Pânico, então não quis entrar nessa.
Ana Paula Minerato nua na Sexy: a capa e a queda pública
Ana Paula Minerato foi uma das panicats mais fotografadas da fase do Pânico na RedeTV, entre 2011 e 2014, e posou nua para a Sexy em 2014. Fora do programa, virou musa da Gaviões da Fiel e disputou duas edições de A Fazenda, terminando como vice-campeã em uma delas.
A trajetória dela, no entanto, teve uma virada negativa que não dá para ignorar. Em novembro de 2024, Ana Paula foi demitida da Band e perdeu o posto na escola de samba após a divulgação de áudios com ofensas racistas contra uma cantora. Com efeito, o episódio marcou a carreira dela e é parte da história recente do nome.
Enfim, é um caso que mostra como a fama de musa não blinda ninguém das próprias atitudes, e por que contar a trajetória de uma figura pública pede honestidade tanto nos altos quanto nos baixos.
No currículo de reality, ela foi vice-campeã de A Fazenda em 2016 e voltou na edição Nova Chance, no ano seguinte. Era, naquele período, uma das musas mais presentes na mídia esportiva e de carnaval, com a faixa de musa da Gaviões pendurada no pescoço.
Dani Bolina e Lizi Benites nuas: a capa tripla da Sexy
Dani Bolina e Lizi Benites pertencem à primeira geração de panicats, ainda na RedeTV, e dividiram um dos ensaios mais lembrados do gênero. Em outubro de 2008, as duas estamparam juntas uma capa tripla da Sexy, ao lado de outra colega, num dos trabalhos que firmaram a imagem das panicats como símbolos sexuais nacionais.
Dani Bolina posou para revista masculina mais de uma vez naquele ano e seguiu como uma das musas mais requisitadas da fase inicial do programa. Atualmente, aos seus quarenta e poucos, ela vive nos Estados Unidos, dedicada à família e à vida de influenciadora.
Lizi Benites, apelidada de Piu-Piu, teve uma virada de vida ainda mais marcante. Anos depois do ensaio, ela se converteu e hoje atua como palestrante e influenciadora ligada à maternidade e à fé. Por outro lado, o tom é completamente diferente do da panicat dos anos 2000, e a capa da Sexy é, para ela, um capítulo encerrado.
A capa tripla de outubro de 2008, aliás, juntou Dani Bolina, Lizi Benites e Gabi Monteiro numa só edição, um formato que a Sexy usava para vender três musas do programa de uma vez. Lizi, segundo a imprensa da época, teria recebido cerca de 80 mil reais pelo ensaio, valor de respeito para o período.
Quem recusou a capa e quem migrou pro OnlyFans
Nem toda panicat seguiu o roteiro da capa de revista. Algumas recusaram o convite da Playboy em pleno auge. Outras, por outro lado, foram para o conteúdo próprio em plataforma de assinatura, e tem até quem largou tudo por uma carreira improvável. Afinal, a história das panicats é bem mais variada do que a busca por nudez sugere.
Por que tanta panicat trocou a capa pelo OnlyFans
A virada da capa para a assinatura tem uma explicação simples de mercado. Com a Playboy e a Sexy saindo das bancas a partir de 2018, a capa de revista deixou de existir como meta, e o lugar natural de quem queria mostrar o corpo virou a internet. A procura por panicats nuas, que antes ia parar na banca, migrou junto com elas. A panicat que antes esperava o convite de uma editora passou a poder abrir o próprio perfil quando quisesse.
Além disso, a lógica financeira mudou de figura. A capa pagava um cachê único, por maior que fosse, enquanto a plataforma de assinatura paga todo mês, com a modelo no controle do preço e do conteúdo. Por isso, nomes como Aline Mineiro e Aricia Silva acharam no OnlyFans uma renda recorrente que a banca nunca ofereceu, e sem intermediário entre elas e o público.
Aline Mineiro posou nua? A panicat que recusou a Playboy
Aline Mineiro é um caso interessante de escolha. Panicat do Pânico na Band por volta de 2015 a 2018, ela foi convidada para a Playboy no auge e recusou, decisão da qual depois disse se arrepender. Quem busca por Aline Mineiro pelada encontra, na verdade, fotos sensuais de topless e lingerie, sem o nu completo de revista.
A virada veio anos depois, pela nova lógica do mercado. Depois de participar de A Fazenda 13, em 2021, Aline abriu um OnlyFans e, segundo o colunismo da época, faturou alto logo na primeira semana. Ou seja, ela trocou a capa que recusou pelo conteúdo próprio, que controla sozinha.
Aos 34 anos, é influenciadora com milhões de seguidores e empreendedora. Aline também é uma das ex-panicats que falou abertamente sobre o assédio que dizem ter marcado os bastidores do programa, somando a voz a um debate importante sobre aquela época.
Na TV, ela foi semifinalista de A Fazenda 13 e ainda passou pelo De Férias com o Ex. No OnlyFans, o colunismo da época falou em cerca de 150 mil reais só na primeira semana, número que ajuda a entender por que tanta ex-panicat seguiu o mesmo caminho da assinatura.
Mari Gonzalez nua? A panicat que recusou o ensaio
Mari Gonzalez é a prova de que dava para ser uma das musas mais desejadas do Pânico sem nunca tirar a roupa para revista. Panicat na Band a partir de 2014, conhecida como “Baianinha”, ela foi procurada para um ensaio nu e recusou na hora, dizendo que nem queria saber o valor do cachê. Aliás, o máximo que fez foi um ensaio sensual, sem nudez, para o Paparazzo em 2015.
A escolha não atrapalhou em nada a carreira dela. Mari saiu do programa, participou do BBB 20 e se firmou como uma das influenciadoras digitais mais populares da sua geração.
Aos 32 anos, ela mostra que o título de panicat gostosa nunca dependeu de capa de banca. Em outras palavras, foi construído na simpatia, na imagem fitness e na presença, sem que ela precisasse abrir mão do que não queria fazer.
Depois do BBB 20, em 2020, ela investiu de vez na carreira de apresentadora e influenciadora, com projetos próprios na área fitness. A imagem da Baianinha simpática rendeu mais contrato de publicidade do que qualquer capa de revista renderia.
Aricia Silva nua: da última leva de panicats ao OnlyFans
Aricia Silva entrou no Pânico em 2017, já na última leva de panicats antes do fim do quadro. Por isso, a carreira dela pegou em cheio a virada do mercado, da capa de revista para o conteúdo de assinatura. Em 2021, ela abriu um OnlyFans, citando a Anitta como inspiração para a decisão.
No campo da revista, o que existe é uma aparição em capa coletiva da Playboy em 2014, antes do Pânico, cujo grau de exposição não dá para cravar com certeza. Ainda assim, fica como história sem afirmação de nudez total.
Aos seus trinta e poucos anos, Aricia toca uma carreira que mistura música e conteúdo adulto próprio. Além disso, ela é uma das que vieram a público falar sobre o tratamento duro que as panicats recebiam nos bastidores, somando a denúncia ao relato de outras colegas.
Na TV, ela passou por A Fazenda e seguiu também na música, com single próprio. Foi numa entrevista, anos depois, que Aricia falou abertamente sobre o tratamento humilhante que diz ter recebido nos bastidores do Pânico, somando a voz às colegas que toparam contar.
Carol Dias: da capa da Sexy à educação financeira
Carol Dias talvez tenha feito a virada mais surpreendente de todas. Panicat do Pânico na Band entre 2013 e 2017, ela já tinha passado por outros programas antes. Posou nua para a revista Sexy no início dos anos 2010, no auge da fase de musa. Quem busca por carol dias fotos hoje esbarra num contraste e tanto.
Isso porque o que veio depois não tem nada a ver com aquela imagem. Carol largou de vez o mundo da sensualidade e se reinventou como educadora financeira, virando uma das maiores influenciadoras de investimentos do país, com livro publicado e milhões de seguidores.
Aos 37 anos, ela é hoje um nome respeitado em finanças pessoais. E costuma usar o próprio passado como gancho, com aquela ideia bem-humorada de que uma ex panicat também tem muito a ensinar sobre dinheiro. Enfim, é a panicat que trocou a capa pelo gráfico.
Antes do Pânico, aliás, ela já tinha sido assistente do Legendários e ring girl do UFC, então chegou ao programa rodada de TV. Hoje, o livro de finanças dela leva no título a própria origem, com aquela provocação bem-humorada de que uma ex-panicat tem sim o que ensinar sobre dinheiro.
Sabrina Sato: a estrela que não era panicat
Tem um nome que a busca insiste em colocar entre as panicats, mas que precisa de uma correção honesta: a Sabrina Sato. Ela foi o maior rosto feminino do Pânico, só que num papel completamente diferente das assistentes de palco.
Sabrina Sato chegou ao Pânico vinda do BBB 3, em 2003, e integrou o programa de 2004 a 2013, quase uma década. Só que ela nunca foi uma panicat no sentido das assistentes de palco. Sabrina era a apresentadora e musa principal, a estrela feminina ao lado de Emílio Surita, um posto bem acima na hierarquia, com salário de seis dígitos.
Chamá-la de panicat, como muita gente faz, é um erro factual. De fato, ela ajudou a construir a imagem do programa, mas como protagonista, não como uma das musas anônimas do quadro.
A diferença de papel importa porque muda o sentido da busca. Procurar uma assistente de palco do Pânico é uma coisa, procurar a apresentadora que comandava o programa ao lado de Emílio Surita é outra bem diferente. Sabrina nunca foi uma das musas anônimas do quadro, e tratar isso com clareza é o que separa informação correta de boato repetido.
Sabrina Sato pelada? Onde fica o ensaio dela
O que veio depois confirma o tamanho dela: Sabrina virou uma das maiores apresentadoras da TV brasileira, com carreira sólida na Globo e no carnaval, onde reina como rainha de bateria. Quem procura por Sabrina Sato pelada encontra a trajetória dela contada no perfil próprio, com os ensaios dos anos seguintes ao BBB 3. Enfim, a relação dela com o Pânico é parte da história, desde que contada no papel certo.
Onde as panicats estão hoje
O quadro das panicats acabou com o fim do Pânico na Band, no fim de 2017. Quase dez anos depois, o destino daquela turma é tão variado quanto possível, e quase nenhum deles passa por capa de revista. A capa de banca virou memória de uma era.
O mapa de hoje é cheio de viradas. Carol Dias é educadora financeira, Carol Narizinho ensina mulheres a posarem para as redes, Lizi Benites virou palestrante de fé e maternidade, e Dani Bolina mora nos Estados Unidos. Juju Salimeni toca podcast e fala de saúde mental, enquanto Mari Gonzalez se firmou como uma das maiores influenciadoras do país. Em outras palavras, a capa de revista ficou para trás em quase todos os casos.
Esse leque de destinos diz muito sobre o tamanho do programa. O Pânico não revelou só gata gostosa de capa, revelou mulheres que viraram apresentadora, empresária, palestrante e até educadora financeira. Cada uma levou o nome de panicat para um lugar diferente, e poucas continuaram ligadas à imagem das panicats nuas que abriu as portas lá no começo.
Da banca da revista ao OnlyFans
A revista masculina, aliás, é parte do que mudou. Com a Playboy e a Sexy fora das bancas a partir de 2018, a geração de panicats nuas que ainda quis mostrar o corpo migrou para o OnlyFans e as redes. Foi o caso de Aline Mineiro e Aricia Silva, no controle total da própria imagem e do próprio preço. Por isso, elas seguiram o caminho de tantas celebridades em plataformas premium, que trocaram o cachê único da capa pela renda recorrente do conteúdo de assinatura.
O lado difícil dos bastidores das panicats
Vale registrar também um lado menos glamouroso da história. Nos últimos anos, várias ex-panicats vieram a público falar sobre o assédio e as condições duras dos bastidores do programa, dos cachês baixos ao tratamento humilhante que diziam receber.
Aricia Silva, por exemplo, contou em entrevista que o comando do programa humilhava as assistentes de palco, e outras colegas confirmaram relatos parecidos. Por trás da imagem das panicats nuas que vendia revista, havia um custo humano pouco contado. De fato, é uma camada importante da história dessas mulheres, que foram muito mais do que os corpos que a TV vendia, e que hoje contam a própria versão dos bastidores.
Perguntas frequentes sobre panicats nuas
Quais panicats posaram nuas de verdade?
Várias. Na Playboy posaram Juju Salimeni (2010 e 2017), Nicole Bahls (2010), Carol Narizinho (2013), Jaque Khury (2008) e Fernanda Lacerda, a Mendigata (2014). Na Sexy posaram Ana Paula Minerato (2014), Dani Bolina e Lizi Benites (2008) e Carol Dias (início dos anos 2010). Diferente de outros grupos de musas, aqui a nudez de revista é a regra, não a exceção.
Alguma panicat recusou o ensaio nu?
Sim. Aline Mineiro foi convidada para a Playboy e recusou, fazendo só ensaios de topless e sensuais. Mari Gonzalez também recusou o nu e fez apenas um ensaio sensual, sem nudez. As duas seguiram como musas muito populares mesmo sem a capa.
Sabrina Sato foi uma panicat?
Não. Sabrina Sato foi a apresentadora e musa principal do Pânico, entre 2004 e 2013, um papel acima das panicats, que eram as assistentes de palco. Chamá-la de panicat é um erro comum. Ela veio do BBB 3 e era a estrela feminina do programa.
OnlyFans, fim do programa e cachês
Alguma ex panicat tem OnlyFans?
Sim. Aline Mineiro abriu um OnlyFans depois de A Fazenda 13, e Aricia Silva criou o dela em 2021. Já Carol Narizinho, que tem nu de revista no currículo, disse ter recusado o convite para a plataforma.
Quando o programa Pânico e o quadro das panicats acabaram?
O Pânico foi da RedeTV para a Band em 2012 e saiu do ar no fim de 2017, encerrando o quadro das panicats. Ao longo de cerca de 14 anos, mais de vinte mulheres passaram pela função de assistente de palco do programa.
As panicats ganhavam bem para posar nua?
Os valores das capas variavam. Carol Narizinho, por exemplo, teria recebido cerca de 200 mil reais pela Playboy de 2013. Por outro lado, várias ex-panicats denunciaram depois que os cachês do dia a dia no programa eram baixos e os bastidores, difíceis, um contraste que faz parte da história delas.
No fim das contas, contar a história das panicats nuas com honestidade é também reconhecer esse contraste. De um lado, o brilho da capa de revista. Do outro, o relato duro de quem viveu os bastidores. As duas coisas são verdadeiras, e ignorar qualquer uma delas seria contar a metade da história. Por isso, cada nome desta lista aparece com a revista, o ano e o contexto certos, sem inventar capa que não existiu nem apagar quem disse não.
Testosterona Blog: as musas que o Pânico revelou
O Pânico saiu do ar, mas as musas que ele revelou continuam entre os nomes mais buscados quando o assunto é beleza brasileira. Tem a que posou duas vezes na Playboy, a que recusou a capa, a que virou educadora financeira e a estrela que nunca foi panicat. No Testosterona Blog, a gente conta essa história das panicats nuas com o nome, a revista e o ano certos, do auge das bancas à era do conteúdo próprio. Os próximos nomes a gente avisa primeiro no Telegram.










