Famosas nuas é assunto que o Brasil não larga há 50 anos, e a razão é simples: sempre teve uma famosa nua que o país inteiro quis ver. E sempre teve quem pagasse pra ver. Começou nas páginas da Playboy em 1975, bateu recorde de vendas nos anos 90 e hoje fatura milhões no OnlyFans e na Privacy.
Só que o topo ninguém alcançou de novo: Joana Prado, a Feiticeira, passou de 1,2 milhão de exemplares em dezembro de 1999, um número que virou lenda. A Playboy fechou o impresso em dezembro de 2017, mas o desejo não fechou junto. Só trocou de endereço.
O dinheiro seguiu enorme, mas mudou de bolso. Grazi Massafera levou R$ 1,3 milhão para posar em 2005; vinte anos depois, Geisy Arruda passou do mesmo milhão faturando por conta própria, sem revista no meio. Logo, a musa deixou de vender a foto para a editora e virou a própria editora.
Neste post, eu reuni as famosas brasileiras nuas que marcaram esse meio século: das atrizes da Globo às rainhas do funk, das ex-BBBs às donas de plataforma. Tem quem posou de verdade, quem virou desejo nacional sem nunca tirar a roupa, e quem não passa de lenda de internet. Cada uma com a história de onde veio e onde parou.
Neste post sobre famosas nuas no Testosterona Blog
- A era das revistas: Playboy e Sexy
- Atrizes da Globo e cenas de novela
- Famosas no OnlyFans e Privacy em 2026
- Ex-BBBs que viraram fenômeno
- Ex-panicats e as musas do Pânico
- Cantoras, funkeiras e influenciadoras
- Musas do Carnaval
- Fato ou boato: o que é real e o que é lenda
- Modelos e musas das redes
- Ranking, cachês e linha do tempo das edições
A era das revistas: as famosas na Playboy e na Sexy
A Playboy Brasil circulou de agosto de 1975 a dezembro de 2017, somou cerca de 497 edições e catalogou 8.149 mulheres, segundo o levantamento em livro de 2026. Enquanto isso, a Revista Sexy deixou o papel em 2017. Foi nesse palco que as famosas peladas viraram evento nacional.
Durante quatro décadas, capa de revista foi o troféu máximo de uma musa. Primeiro vieram as pioneiras dos anos 70 e 80, depois a era de ouro dos anos 90, e por fim a década final. O registro histórico da Playboy Brasil documenta o arco inteiro.
Vera Fischer posou em 1982 e voltou em 2000, já mito. Luma de Oliveira é a recordista, com 5 capas entre 1987 e 2005. Sônia Braga estampou a revista nos anos 80 e virou lenda do assunto.
Só que a virada de escala veio nos anos 90. Adriane Galisteu nua em agosto de 1995 passou de 1 milhão de exemplares. Joana Prado nua como Feiticeira quebrou o recorde histórico em dezembro de 1999, com fotos em Istambul. Logo após, voltou à capa duas vezes em 2000; foram 3 no total.
Deborah Secco estreou nua na revista em agosto de 1999. Scheila Carvalho nua não apenas posou em 1999, no auge do É o Tchan, como rendeu capas até 2003. Andressa Soares, a Mulher Melancia nua de 2008, esgotou a tiragem inicial de 200 mil. A edição 397 fechou com 550 mil exemplares, a mais vendida daquele ano.
O time de celebridades nuas dessa era é longo: Luana Piovani, Ellen Rocche nua (Playboy nº316) e Barbara Evans (Playboy nº439) completam o álbum. As fotos da Carol Dias na Sexy viraram capítulo à parte. O acervo está no arquivo de famosas que posaram na Playboy.
Atrizes da Globo e cenas de novela
A novela é a maior fábrica de musas do país. Grazi Massafera e Juliana Paes tiraram a roupa na Playboy no auge da fama; Bruna Marquezine, Paolla Oliveira e Jade Picon viraram desejo nacional sem nunca precisar disso. Duas formas de reinar no horário nobre, e cada uma rende a própria história.
Grazi Massafera, a capa de R$ 1,3 milhão em 2005

Grazi saiu do BBB5 sem o prêmio. Logo depois, no mesmo ano, assinou o ensaio de R$ 1,3 milhão. A capa de Grazi Massafera nua na Playboy de agosto de 2005 vendeu 564 mil exemplares, a segunda maior marca de uma ex-BBB na revista.
O valor do cachê ficou em sigilo por vinte anos. Foi ela mesma quem abriu o número em 2025, já consolidada como atriz de novela das nove.
O ensaio não atrapalhou a carreira que veio depois. Pelo contrário, financiou o começo dela: do primeiro papel em novela até Verdades Secretas, o papel que a levou ao Emmy Internacional.
O caso dela virou o argumento definitivo da era: dava pra posar nua e virar a maior atriz da geração.
Juliana Paes, a musa da Globo que posou em 2004

Juliana Paes nua na Playboy de maio de 2004 não é lenda de internet: a edição existe e vendeu cerca de 685 mil exemplares. Mas ela nunca voltou a uma revista masculina, e isso só aumentou o valor daquele ensaio.
O palco dela sempre foi a novela. De Gabriela a Pantanal, Juliana construiu o posto de musa definitiva da Globo, aquela que atravessa gerações sem sair do imaginário. No caminho, levou até o título de mulher mais sexy do mundo pela VIP e reinou como rainha de bateria da Grande Rio. A revista foi um capítulo. A fama vem do resto.
Aquela edição de 2004 segue entre as mais lembradas da década. Em 2020, ela posou de novo, num nu artístico de Dia da Mulher com o fotógrafo Paulo Edu. O Brasil inteiro sabia quem ela era antes da capa. Depois dela, nunca mais esqueceu.
Bruna Marquezine, o desejo nacional pela TV

Bruna cresceu na frente do Brasil e virou a mulher mais comentada da internet nacional. Só que as fotos de Bruna Marquezine nua que existem vêm da ficção e da moda. Foi topless, por exemplo, em cena de Em Família, na Globo de 2014, e capa artística na Vogue.
A Playboy chegou a convidá-la para a edição de aniversário. Ela recusou. Afinal, o palco dela hoje é o cinema internacional e as campanhas de moda, onde a sensualidade aparece nos termos dela. A estreia em Hollywood veio no elenco de Besouro Azul, em 2023.
Cada aparição de biquíni dela rende mais conversa que muitos ensaios completos de outra época. É a prova de que o posto de musa mudou de moeda: hoje vale mais o controle do que a exposição.
Paolla Oliveira, a fantasia nacional do horário nobre

A atriz da Globo colecionou papéis de destaque e uma legião de fãs, mas Paolla Oliveira nua nunca aconteceu em revista. Ela mesma contou que recusou propostas de R$ 1 milhão da Playboy, com “muitos nãos” ao longo dos anos.
O que existe é uma capa vestida na VIP e vinte anos de cenas marcantes em novela. Paolla é a prova de que o posto de fantasia nacional não exige tirar a roupa. Exige aparecer do jeito certo, sobretudo no horário nobre.
O interesse por ela só cresce ano após ano. Aos 40 e poucos, segue no topo das musas mais desejadas do país, com o corpo em evidência na dança e na TV. A recusa, aos poucos, virou parte do mito.
Jade Picon, a nativa digital que estreou em Travessia

Jade fez o caminho inverso: nasceu famosa no Instagram, com milhões de seguidores, e depois foi para a novela. Antes que a novela chegasse, veio o BBB 22: ela saiu como a sétima eliminada, com 84,93% dos votos. A primeira cena sensual de Jade Picon nua em Travessia, na Globo de 2022, parou a internet justamente por ser inédita.
Ensaio de revista nunca fez. A fama dela é nativa digital: biquíni, treino e closes que rendem mais que muita capa antiga rendeu. Às vezes o material sai dela mesma: em 2024, no aniversário de 23 anos, publicou um topless com a legenda Golden era.
A cena de Travessia mostrou que ela topa o jogo da TV. Mas a geração dela não sonha com capa de revista: sonha com engajamento, e nisso Jade é bilionária.
Mel Maia, a estreia adulta em Os Donos do Jogo

Mel Maia entrou na fase adulta da carreira em 2025, com personagem em Os Donos do Jogo, da Netflix. É esse novo capítulo que colocou Mel Maia nua em evidência, na passagem da menina de novela para papéis adultos.
Um aviso direto: as contas de Privacy com o nome dela são falsas e as imagens são deepfake. No entanto, o que ela entrega de verdade é uma atriz de 21 anos assumindo papéis de mulher adulta na tela.
O jogo agora é dela. A transição de imagem vem sendo feita com calma, papel a papel, e o público acompanha cada passo da virada. Quem vende conta falsa e deepfake com o nome dela está cometendo crime, não flagra, e é bom não cair na armadilha.
A nova geração ainda escreve a própria história. Entre elas, Gabz nua, que viveu a Viola de “Mania de Você”, e a Bella Campos, duas atrizes em ascensão, ainda sem ensaio no currículo. O dossiê completo da emissora, cena a cena, está em atrizes da Globo nuas.
Famosas no OnlyFans e Privacy em 2026
Geisy Arruda, Suzy Cortez, Priscila Zoo, Petra Mattar e Ohana Lefundes mantêm conteúdo adulto próprio confirmado em 2026. Nenhuma delas planejou isso a vida inteira: a onda das plataformas chegou depois da fama, e elas souberam surfar.
Aqui o jogo mudou de dono. Na revista, a musa recebia cachê, enquanto a editora ficava com o resto. Só que na plataforma, ela é a editora. Em outras palavras, o que era convite virou decisão.
A migração tem data sentida: depois que o impresso acabou, em 2017, a geração seguinte já não tinha capa pra sonhar. Então inventou a própria. O mapa completo dessa economia está em famosas brasileiras no OnlyFans.
Geisy Arruda, a empresária que faturou mais de R$ 1 milhão

Do vestido rosa da Uniban a empresária do próprio corpo. Atualmente, Geisy mantém OnlyFans e Privacy, cobra R$ 89,90 pelo acesso e já passou de R$ 1 milhão faturado. O capítulo de revista dela está em Geisy Arruda na Sexy.
Ninguém transformou polêmica em negócio com tanta frieza. A fama veio de graça, mas de forma cruel, em 2009. O que ela construiu em cima foi trabalho: a primeira capa nua saiu na Sexy de novembro de 2010, edição 371, a mais vendida da revista em três anos.
A segunda capa veio em abril de 2016, com contrato na casa dos R$ 300 mil. De lá pra cá, ela ainda lançou quatro livros de contos eróticos. Hoje ela administra o negócio como empresa mesmo: agenda, precificação e equipe. E quem esperava que a fama dela durasse um verão segue esperando há mais de quinze anos.
Suzy Cortez, a Miss Bumbum pioneira do OnlyFans

a Miss Bumbum Suzy Cortez foi pioneira do OnlyFans no Brasil. O título veio em novembro de 2015, com R$ 50 mil em contratos de trabalho. Logo depois, ela estampou a capa da Sexy de dezembro de 2015. Em agosto de 2016, virou capa da Playboy do México como musa das Olimpíadas do Rio.
Depois dos troféus, ela transformou o corpo em marca global. Ainda mais um título veio em 2019: o Miss Bumbum World, disputado na Cidade do México, com prêmio de 100 mil dólares. Hoje vive do próprio conteúdo, com público em dezenas de países, e virou o exemplo mais citado de quem fez da plataforma um negócio de verdade.
No Brasil, o nome dela virou sinônimo do modelo de negócio. Sempre que uma famosa anuncia plataforma hoje em dia, a comparação com a Suzy aparece no primeiro comentário. Pioneirismo tem dessas: vira referência.
Valesca Popozuda, a rainha do funk na capa de 2009

Valesca Popozuda nua na Playboy de junho de 2009 rendeu um dos ensaios mais ousados da revista. As fotos foram feitas nas comunidades do Alemão e da Rocinha, ideia da própria editora.
O ensaio consagrou um fenômeno que já lotava baile antes da capa. Ela ainda era a voz da Gaiola das Popozudas, grupo que comandou durante 12 anos. Em agosto de 2021, o comando da própria imagem chegou ao OnlyFans: ela abriu a conta junto do single Presentinho. Marcou a estreia para o dia 13, prometendo ensaio exclusivo aos assinantes.
O ensaio dela provou que a revista tinha entendido o país: a musa nacional não morava mais só na novela. Morava no baile, e a capa foi buscar lá. O baile ainda deu a ela um hino nacional: Beijinho no Ombro, de 2013, o estouro da carreira solo.
Denise Rocha, o Furacão da CPI na capa de 2012

Denise Rocha nua foi capa da Playboy em setembro de 2012, no auge do escândalo que a tornou o Furacão da CPI. A advogada virou musa da noite pro dia e então usou a revista como resposta. Atualmente, ela mantém perfil próprio na Privacy, aberto em 2025.
Depois da capa, ela ainda circulou pelo posto de musa por alguns anos. Logo após, em 2013, ficou com o vice de A Fazenda 6, atrás só da campeã Bárbara Evans, e se firmou como musa fitness. A edição de 2012 ficou como uma das últimas capas de grande impacto do impresso, já na reta final da revista.
A história dela resume a mecânica da época: o escândalo criava a fama, e a revista monetizava o momento. Mas Denise entendeu o jogo rápido, cobrou o preço dela e virou um dos últimos grandes números do papel.
Aline Mineiro, a ex-panicat do ensaio em dupla

Ex-panicat, Aline recusou a Playboy quando o convite veio. Anos depois, escolheu o próprio palco: o perfil de Aline Mineiro nua estreou em agosto de 2022, com um ensaio em dupla que virou assunto nacional. Depois que a conta engrenou, ela mesma contou que já tinha faturado mais de R$ 1 milhão.
Ela construiu a fama no palco do Pânico, nas campanhas de biquíni e em A Fazenda 13. A TV deu o nome. O negócio, ela mesma montou depois, quando o mercado mudou de lugar. O não de ontem virou a empresa de hoje, nos termos dela.
Esse caso também mostra o novo poder de escolha. Recusar a revista não fechou porta nenhuma. Assim que decidiu mostrar o corpo, ela fez isso no palco em que a bilheteria é toda dela. Em 2026, veio mais um reality: De Férias com o Ex Diretoria 2.
Petra Mattar, a filha de Maurício Mattar na Privacy

Filha de Maurício Mattar, Petra Mattar retomou a Privacy em janeiro de 2025, cobrando R$ 100 pela assinatura. Cresceu sob sobrenome famoso, mas resolveu ser dona da própria imagem.
Ela fala do assunto sem rodeio, e o movimento rendeu manchete em todo portal de celebridades do país. A vida de assinatura começou antes, no fim de 2021, num OnlyFans de uns 40 dólares por mês, aberto no isolamento da pandemia. Já em 2022, a plataforma virou a única atividade profissional dela. O sobrenome virou detalhe: a audiência que paga é dela.
Antes da plataforma, ela já tinha vivido a fama por tabela, entre noticiário de família e polêmica herdada. Nem a gravidez parou o perfil: aos 8 meses, ela posou nua exibindo o barrigão. A Privacy marcou a volta dela ao próprio nome como marca, depois da pausa pela maternidade.
Ohana Lefundes, a dançarina da Anitta com plataforma própria

Dançarina da Anitta por anos, Ohana Lefundes abriu plataforma própria de conteúdo em novembro de 2023 (as fontes divergem entre OnlyFans e Close Fans). De repente, quem sustentava o show dos outros virou a atração principal. A assinatura saiu por cerca de 20 dólares mensais, anunciada pra mais de 920 mil seguidores.
Enquanto a assinatura roda, ela segue no mundo da dança que a projetou, com formação de balé clássico, jazz, sapateado e dança contemporânea. No currículo entram palcos de Ivete Sangalo, bem como de Ludmilla e Luan Santana. Ao mesmo tempo, a plataforma não substituiu o palco: virou o segundo palco, com renda própria e agenda controlada por ela.
O corpo que o país conhecia dos palcos da maior turnê pop do Brasil virou o produto principal. A agenda dupla diz muito sobre a era: dá pra ser profissional de dança e dona de plataforma na mesma semana, sem pedir desculpa.
Renata Del Bianco, a ex-Chiquititas no OnlyFans

A ex-Chiquititas Renata Del Bianco está no OnlyFans desde 2023, com conteúdo soft. Em janeiro daquele ano, ela também postou um ensaio com o uniforme da personagem, com a frase-símbolo “a Vivi cresceu”. É uma das reinvenções mais comentadas do grupo: da TV dos anos 90 direto pra economia de assinatura, sem escala em revista.
O público que cresceu vendo a novela virou assinante, e a mudança devolveu a ela a manchete. Ela mantém o tom leve: o conteúdo é sensual, definido por ela, sem promessa falsa.
Entre as veteranas da TV, ela foi das primeiras a entender a assinatura como carreira de verdade, com constância e público fiel. Sem escândalo e sem promessa exagerada: um negócio tocado no ritmo dela.
Duda Castro, a modelo dona da própria audiência

Modelo e ex-mulher do cantor Biel, Duda Castro mantém OnlyFans desde 2021. Aos poucos, saiu do noticiário de celebridades pra construir audiência própria, longe de editora e de emissora.
Por anos, o nome dela circulou atrelado ao ex. Em contrapartida, a plataforma inverteu o jogo: hoje a audiência é dela, o produto é dela e o sobrenome alheio ficou em segundo plano. Ela também é membro-fundadora do Playboy Centerfold, ao lado de nomes como Amanda Cerny e Cardi B, a única brasileira do grupo.
A trajetória dela é a mais comum da geração: modelo com carreira em curso, fama emprestada de relacionamento e a decisão de transformar seguidor em assinante. O que era nota de fofoca virou fonte de renda própria.
Priscila Zoo, a musa nativa das redes na Privacy

Priscila Zoo, nome artístico de Priscila D’Ávila, mantém conteúdo adulto na Privacy, confirmado em 2026. A catarinense de 3,7 milhões de seguidores cresceu sem passar por capa nenhuma: o palco dela sempre foi a internet e a música.
Antes que a assinatura existisse, ela cantou no Lollapalooza de 2018 e no Rock in Rio de 2019, e passou por De Férias com o Ex, na MTV, em 2017. Ex do youtuber Christian Figueiredo, com quem tem dois filhos, ela converteu o alcance em público pagante.
Não apenas palco, tem músculo na história: em 2025, ela levou o terceiro lugar na categoria Fit Model do Mr. Olympia Brasil e saiu com o Pro-Card. O caso dela mostra que o funil inverteu de vez. Antes, a TV criava a musa, enquanto a revista lucrava com ela. Agora a musa nasce pronta, com público formado e meio de cobrança no bolso.
Ex-BBBs que viraram fenômeno
Sabrina Sato é a recordista: a Playboy dela, de maio de 2003, vendeu 604 mil exemplares, a maior marca de uma ex-BBB. Carla Diaz posou nua na VIP de 2011. Juliette e Amanda Meirelles viraram desejo nacional sem tirar a roupa.
O BBB fabrica musa desde 2002, e cada era teve seu troféu. Primeiro, de 2002 a 2009, sair da casa valia contrato com a revista. Vieram depois os anos de vitrine digital. Hoje, porém, a ex-BBB pelada que quer posar não espera convite: publica.
O BBB virou fornecedor anual de musa nova, igual ao Carnaval. O arquivo completo do reality, ano a ano, está em ex-BBBs peladas.
Sabrina Sato, a recordista com 604 mil exemplares

Mesmo eliminada do BBB3, Sabrina virou o maior case da história do programa. A edição 334 trouxe Sabrina Sato nua em maio de 2003, fotografada por Bob Wolfenson, e vendeu 604 mil exemplares.
Nenhuma outra ex-BBB passou do número: os 564 mil da Grazi ficaram logo atrás. E o ensaio foi só o começo, pois do Pânico ao próprio programa de TV, Sabrina transformou carisma em império. A virada tem datas: panicat em 2003, apresentadora na Band em 2012 e na Record em 2014. O recorde dela envelheceu melhor que a revista.
Ela mesma resumiu o ensaio sem pudor: topou por prazer, dinheiro e vaidade, mesmo com a família inteira contra. E tem mais: ela repetiu a dose anos depois, já consagrada, provando que a primeira capa não tinha sido sorte. Entre as ex-BBBs, existe a Sabrina e existem as outras.
Carla Diaz, a capa da VIP em 2011

A Playboy dela foi de biquíni branco, em outubro de 2017, sem tirar a roupa, e a internet vive misturando as duas coisas. Apesar disso, Carla Diaz nua de verdade foi na VIP de 2011, aos 20 anos, quando ela avisou que “não era mais aquela menina” das novelas.
A atriz depois viveu Suzane von Richthofen no cinema, em A Menina que Matou os Pais, e ganhou elogio da crítica. No BBB 21, ela renovou a fama pra uma geração nova, com direito a paredão falso que virou história. O ensaio ficou como marco da virada dela pra vida adulta na TV.
Ela usou o ensaio como declaração de independência, como outras atrizes da lista. Deu certo: hoje é lembrada pelos papéis, enquanto a capa virou nota de rodapé charmosa.
Juliette, a campeã mais amada do BBB

Juliette venceu o BBB21 em maio de 2021, com 90,15% dos votos, e nunca posou nua. Não precisou. Em seguida, a paraibana virou cantora, fenômeno de publicidade e uma das mulheres mais amadas do país usando só a voz e o carisma.
Foram dezenas de milhões de seguidores conquistados ainda no confinamento. Teve até marca mundial: um post do perfil dela bateu 1 milhão de curtidas em 6 minutos, superando Billie Eilish. A estreia na música veio assim que ela saiu. O EP de setembro de 2021 somou quase 6 milhões de streams em 24 horas, maior estreia nacional do Spotify Brasil até então.
Tudo o que Juliette fez até aqui foi nos termos dela, do disco ao contrato de beleza. Se um dia existir ensaio, vai ser porque ela decidiu, e o país vai ficar sabendo por ela.
Amanda Meirelles, o ensaio de corpo real em Noronha

A médica campeã do BBB23 fez diferente: em vez de revista, publicou um ensaio autoral de “corpo real” em Fernando de Noronha, sem retoque. É a nova versão do ensaio de musa: sem editora, sem cachê, no perfil dela.
A repercussão foi imediata, mas ela seguiu a rotina de médica e influenciadora sem transformar o ensaio em produto. O gesto disse tudo: o corpo é assunto dela, e de mais ninguém.
O contraste com as antecessoras é o ponto. Nos anos 2000, quem saía do BBB posava por cachê milionário. A campeã de 2023 posou de graça, por decisão própria, e colheu o mesmo tamanho de conversa.
Outro nome do grupo, aliás: Angélica Morango foi a primeira participante assumidamente lésbica do BBB10 (2010) e hoje comanda conteúdo adulto próprio, com OnlyFans e produtora dela.
Ex-panicats e as musas do Pânico
O palco do Pânico revelou uma geração inteira de musas, e a maioria não teve pudor de posar. Nicole Bahls lidera o grupo, com mais ensaios sensuais que qualquer outra ex-panicat, e o time completo tem arquivo próprio.
Nicole Bahls, o maior acervo entre as ex-panicats

Nicole Bahls nua é o maior acervo entre as ex-panicats: nenhuma colega do palco acumulou tantos ensaios sensuais. A modelo do Paraná virou personagem querido da TV, mas o posto de musa nunca saiu dela.
Em primeiro lugar veio o palco do Pânico, depois vieram as capas, os realities e a fazenda dela com os bichos. A carreira mudou de forma várias vezes. O acervo de ensaios só aumentou.
Do mesmo palco vieram Aricia Silva d’A Fazenda e Carol Narizinho pelada, além de Fernanda Lacerda, a Mendigata. Depois, cada uma seguiu um caminho, entre reality, capa de revista e vida nova longe da TV.
O quadro acabou, mas a prateleira de musas que ele deixou segue viva na memória do país. A história completa, quem posou e onde cada uma está hoje, vive em Panicats nuas.
Cantoras, funkeiras e influenciadoras
Kelly Key posou na Playboy de dezembro de 2002 e vendeu 700 mil exemplares. MC Tati Zaqui estourou no funk paulista em 2014, com Parará Tibum. Pocah abriu conteúdo próprio no FanFever. E Anitta, a mais popular de todas, nunca posou pra revista nenhuma.
Anitta, a estrela pop dona da própria imagem

Nenhuma cantora brasileira desperta tanta curiosidade quanto Anitta. Contudo, Anitta pelada segue sendo miragem: as fotos mais comentadas vêm do palco e dos clipes. A cena de sexo simulado em Funk Rave estava no roteiro, foi decisão de arte dela.
Só que revista masculina, nunca. A Playboy ela recusou; o que mantém desde 2021 é um OnlyFans de conteúdo artístico, sem nudez explícita. A sensualidade da maior estrela pop do país sempre foi produto próprio, controlado por ela, do funk carioca ao mercado global.
Ninguém dirige a imagem da Anitta além da própria Anitta. Cada clipe provocante é decisão de negócio, com data, roteiro e resultado medido. Hoje, os números dão a dimensão: mais de 60 milhões de seguidores e duas indicações ao Grammy, em 2023 e 2025. É o modelo que as mais novas copiam.
Luísa Sonza, a provocação de Escândalo Íntimo

Luisa Sonza nua roda a internet desde Escândalo Íntimo, o álbum autobiográfico de 2023 que fez da intimidade dela matéria-prima. A sensualidade é de palco e de clipe: conta em plataforma adulta nunca foi confirmada. No clipe de Campo de Morango, ela apareceu com a nudez artística coberta de frutas; na capa de Brutal Paraíso, em 2026, posou nua de vez.
Nos palcos, ela nunca economizou. Figurino mínimo, coreografia provocante e uma discografia que fala de sexo sem eufemismo. A sensualidade é parte do produto artístico, e ela administra cada centímetro disso. No geral, são cinco álbuns desde Pandora, de 2019, com 29 milhões de seguidores acompanhando cada passo.
A persona dela mistura confissão e provocação, e é isso que mantém o nome rodando. Conta adulta ela não tem; o que sustenta o interesse é o que ela mesma canta em disco, verso a verso.
Kelly Key, a capa mais vendida de 2002
A rainha do pop teen dos anos 2000 assinou um dos maiores contratos da história da revista em outubro de 2002, e ditou os termos. Na capa ela aparecia vestida; o nu ficou só no ensaio interno. A edição 329, de dezembro de 2002, vendeu 700 mil exemplares, recorde da revista naquele ano.
Foi a jogada perfeita de timing, porque a cantora que todo adolescente ouvia virou a capa que todo homem adulto comprou. Funcionou de tal forma que a venda passou até a marca do ensaio de Deborah Secco, de 500 mil.
A edição entrou no top de vendas da década e o contrato dela virou referência de negociação. No ranking das edições mais vendidas, ela segue no pelotão de frente, com 700 mil exemplares comprovados. Poucas musas transformaram um único ensaio em tanto dinheiro e tanta memória.
MC Tati Zaqui, do Parará Tibum à conta própria

MC Tati Zaqui pelada foi decisão da própria artista: ela manteve conta de assinatura adulta, sem editora no meio. O nome explodiu antes, em 2014, quando Parará Tibum virou hit e o desafio da música ganhou até Bruna Marquezine.
Tatiane Zaqui Ferreira, nascida em 1994, é cria do funk de São Paulo e começou a cantar como MC em 2013, na última fase da revista impressa. A fama, porém, veio de cabelo colorido, tatuagem, baile e reality, caso de A Fazenda, sempre com o figurino como assinatura.
Veio a virada no fim de 2023: ela se converteu à fé evangélica, deixou o funk e encerrou a conta adulta. A estreia no gospel veio com a música Me Guia. Um retrato do país mudando de musa, agora na direção contrária.
Pocah, o conteúdo próprio no FanFever

A funkeira e ex-BBB abriu conteúdo no FanFever em novembro de 2024, com assinatura de R$ 49,90 e aviso próprio: “vão me conhecer como nunca”. É o roteiro da geração dela: a artista decide o quê, quando e por quanto.
Pocah já empurrava a fronteira da sensualidade nos clipes e nos palcos. No BBB 21, ela chegou à reta final, caindo como 15ª eliminada, com 73,16% dos votos. A plataforma veio depois, anunciada por ela mesma, junto do álbum Cria de Caxias.
O detalhe que importa: nada disso aconteceu por necessidade ou escândalo. Foi expansão de marca, com a cantora lucrando nas duas frentes, palco e plataforma. O nome também já era jogada de negócio: em 2019, ao assinar com a Warner, ela trocou MC Pocahontas por Pocah, por causa dos direitos da Disney.
MC Lexa, o ensaio sensual da CARAS em 2024

MC Lexa nua nunca virou ensaio de revista: o que há é o ensaio sensual da CARAS de janeiro de 2024 e anos de figurino ousado no palco do funk. A fama dela é de voz e presença, não de revista.
Ainda assim, ela comanda uma das carreiras mais sólidas do funk melody, com turnê cheia e presença fixa na TV. O nome, ela levou até pro cartório: registrada Léa Cristina, virou oficialmente Léa Cristina Lexa Araújo da Fonseca em 2016, com o x inspirado na Xuxa.
A estrada vem de longe: ela canta como MC Lexa desde 2013, com primeiro single solo em dezembro de 2014. Em agosto de 2025, voltou às raízes do funk com É Arte, parceria com Kevin O Chris. Hoje ela segue no controle absoluto da própria imagem, sensual na medida exata que ela define.
Ludmilla, a vencedora do Grammy Latino

Vencedora do Grammy Latino em 2022, Ludmilla é uma das maiores artistas do país. Ludmilla pelada resume-se a uma foto autoral, publicada por ela mesma nas Maldivas em 2022, de costas e sem biquíni; ensaio de revista ela nunca fez. O poder dela, de resto, está no palco, dos bailes ao Numanice.
Do Rio pro mundo, ela virou instituição. A sensualidade aparece nos shows e nos clipes, mas para por aí. Depois de tanto recorde, a única capa que interessa a ela é a de disco.
Ela é outro caso enorme de fama sem ensaio: gigante na música, zero capa de revista. E nada indica que isso mude. O negócio dela é a música, e vai bem demais sem capa de revista.
Deolane Bezerra, a advogada que domina as redes

A advogada mais famosa do Brasil, pós-graduada em Direito Penal, construiu império no luxo, na polêmica e no domínio absoluto das redes. Deolane Bezerra atrai por esse personagem, não por ensaio: nunca posou nua. Fama pura.
A pernambucana de Vitória de Santo Antão, nascida em 1987, virou figura nacional em 2021, como viúva do funkeiro MC Kevin. Daí em diante, tudo cresceu junto: processos, mansões e transmissões ao vivo. O figurino justo faz parte do personagem. Ensaio nu, porém, nunca fez e nunca prometeu.
Depois vieram A Fazenda, na Record, e até funk próprio, com Quem Paga Sou Eu no repertório. A fama dela prova que o desejo nacional não precisa de ensaio pra existir. Precisa de personagem. E poucas figuras recentes construíram um personagem tão forte quanto a doutora.
Gkay, a anfitriã da Farofa mais comentada do país

A comediante da Farofa vive nos assuntos do momento, e Gkay nua entra nesse pacote de curiosidade. Ensaio de revista ou plataforma ela não fez. Ainda assim, o que há é uma das mulheres mais comentadas da internet brasileira.
A fama dela é de timing: virou meme, depois anfitriã da festa mais comentada do país, e por fim assunto permanente. Existem fotos sensuais reais dela, tipo topless de espelho e bronzeamento nu, mas nenhum ensaio de revista ou plataforma paga.
Mas ela segue fazendo o que a trouxe até aqui: comédia, moda e presença constante. A sensualidade existe, mas é acessório do personagem, nunca o produto principal do show.
Fecham o time do funk MC Rebecca nua, que fez do Rock in Rio vitrine, e Dani Russo pelada. A Dani, cria da internet paulista, abriu um OnlyFans em junho de 2022 e emplacou carreira musical pela KondZilla. MC Rebecca, por outro lado, nunca posou.
Na música, o palco é o que menos precisou de revista em toda esta página. O raio-x completo do gênero, voz a voz, está em cantoras nuas.
Famosas e musas do Carnaval
O sambódromo é o palco onde a sensualidade é o próprio ofício. Viviane Araújo reina há 18 anos à frente da bateria do Salgueiro, presença confirmada até o Carnaval de 2026. Mulher Melão fez da avenida e das redes o império dela.
Viviane Araujo nua tem acervo real de ensaios, além do posto de rainha de bateria mais longeva do país. Ao mesmo tempo, Renata Frisson nua, a Mulher Melão, mostra a catarinense de Balneário Camboriú que se fez no funk e nos desfiles do Rio. Na prática, ela uniu avenida e plataforma numa carreira só. Em 2026, ela também coordena as musas do Salgueiro.


A avenida sempre foi o palco mais honesto do desejo nacional: a musa desfila diante de milhões, ao vivo, sem edição. O posto de rainha vale tanto quanto qualquer capa já valeu.
Rainha de bateria, madrinha, musa de ala: cada posto tem dono e história própria. Enquanto a revista acabou, a avenida segue firme, e é lá que boa parte das musas do país renova o posto todo ano.
O guia completo da avenida, escola por escola, está em musas do Carnaval nuas.
Fato ou boato: o que é real e o que é lenda
Boa parte do que circula sobre mulheres famosas nuas é lenda. Virginia Fonseca nunca posou. Carol Portaluppi foi vetada pelo pai. Karoline Lima disse “tô fora”. E os supostos conteúdos de Mel Maia e Mirela Janis são deepfake, crime puro.
A recusa também é história. Virginia Fonseca nua não existe: a maior influenciadora do país construiu o império vendendo tudo, menos isso. Por outro lado, Carol Portaluppi fotos na Playboy quase aconteceram, até o pai, Renato Gaúcho, vetar: “está decretado”. A própria Carol também já disse que posar vai contra os princípios dela.

Karoline Lima respondeu convite com um “tô fora” público. Beatriz Reis nua não existe; sensual existe aos montes, e ela resume: “pode ser virgem e usar o que quiser”. Mari Gonzalez também recusou, mas segue musa fitness do mesmo jeito.

E tem o lado criminoso da lenda: os perfis adultos com o nome de Mel Maia e de Mirela Janis são montagem de IA, nenhuma das duas tem conteúdo real. Desconfie de qualquer “vazado”, porque quando não existe origem, não existe foto: existe golpe.
A lenda quase sempre grita mais alto que o fato. A recusa tem nome e frase pronta, a montagem tem crime por trás, e a história de verdade, essa, está espalhada nome por nome pelo resto desta página.
Modelos e famosas das redes
As modelos famosas do país fazem sucesso onde a câmera estiver: passarela, campanha de lingerie, Instagram e, cada vez mais, plataforma própria. Yasmin Brunet, Regina Volpato, Sill Esteves e Bruna Biancardi mostram quatro caminhos diferentes pro mesmo posto.
Yasmin Brunet, a modelo internacional que o BBB renovou

O posto de modelo é o mais antigo do nicho: veio antes da TV e sobreviveu a todas as mudanças de palco. As quatro da vez provam a elasticidade dele.
Filha de Luiza Brunet, Yasmin nasceu no posto de modelo e fez carreira internacional em campanha de biquíni e moda praia. Só que Yasmin Brunet nua em revista nunca aconteceu: a sensualidade dela sempre foi de editorial. Na ficção, porém, foi diferente: ela viveu a Stephanie de Verdades Secretas, na Globo de 2015, com cena de nudez que marcou a novela.
O BBB 24 renovou a fama pra uma audiência que não a conhecia das passarelas. Hoje ela é das figuras mais populares do país, no posto que herdou e reinventou.
Yasmin marca a era dela como a mãe marcou a sua: menos revista, mais câmera própria. A beleza é o mesmo patrimônio de família. Mas o palco é que mudou completamente.
Regina Volpato, a apresentadora que abriu OnlyFans aos 54

A apresentadora abriu OnlyFans em fevereiro de 2023, aos 54 anos, e virou o caso mais improvável do grupo. Regina Volpato nua na Playboy, porém, é lenda repetida por aí: a capa nunca se confirmou. A plataforma, pelo contrário, ela mesma assume.
Sempre que dá entrevista, ela defende o trabalho, com a franqueza que é a marca dela. Vende também fotos dos próprios pés e já publicou uma foto nua na banheira, em junho de 2023, com nudez parcial coberta por espuma. No fim, o movimento abriu uma conversa nova no país: musa não tem prazo de validade.
O currículo dela é de TV consagrada, de programa diário e debate sério. É justamente esse contraste que faz o caso dela render conversa até hoje.
Sill Esteves, a ex-Pânico que estreou na FanFever

Ex-Pânico, Sill Esteves estreou na FanFever em fevereiro de 2025 e divulga o trabalho abertamente, sem meias palavras. A proposta: mostrar a sensualidade da mulher depois da maternidade. Do palco da TV pro negócio próprio, com a naturalidade de quem nunca pediu licença.
Na TV, ela era presença de palco desde o Pânico na Band, entre 2015 e 2017, e vive a Dona Margarida em A Praça É Nossa desde 2016. Na plataforma, virou a própria marca: o público encontrou uma versão sem filtro, administrada por ela do preço ao conteúdo.
A experiência ainda virou piada: o espetáculo Sou mãe, e agora? nasceu daí, de quem faz comédia desde 2005. Entre as ex-assistentes de palco do humor, ela é o caso mais direto de transição bem resolvida. Sem drama e sem volta atrás, com o conteúdo tratado como trabalho igual a qualquer outro.
Bruna Biancardi, o nu de gravidez autoral de 2023

Empresária e modelo, com marca própria de moda e passagens por Balmain, Louis Vuitton e Off-White, ela é mais que “mulher de Neymar”. Em 2023, publicou um ensaio nu de gravidez em preto e branco, no próprio Instagram. As Bruna Biancardi fotos que ganharam repercussão vêm daí, pois foi um nu autoral, artístico e sem revista no meio.
A vida dela é vitrine de outra natureza: viagens, família e campanhas de moda pra milhões de seguidores. O nu foi um capítulo escolhido, com estética de editorial e zero apelo.
O gesto abriu caminho: depois dela, o ensaio de gravidez autoral virou tendência entre as famosas. A revista teria cobrado a pauta. No Instagram, a pauta é de quem publica.
O radar das redes segue cheio. Ex-namorada de Kanye West, Juliana Nalu também estampou a SKIMS, enquanto as fotos da Emily Garcia abastecem os 21 milhões de seguidores dela. Gabriela Versiani, com 7 milhões de seguidores e noiva do cantor Murilo Huff, cresce no mesmo ritmo. Na prateleira entram também as fotos da Lorena Maria, influencer morena do Instagram. Já Vanessa Lopes pelada não passa de boato, sem nada real por trás. Vivi Winkler vem do universo fitness, com Duda Kropf, Suelyn Medeiros e Carol Bresolin fechando o time das sem ensaio confirmado. Só Kefera foge à regra: publicou nu próprio numa banheira em 2018. A fama, ninguém discute.

Ranking / linha do tempo: as edições e os cachês por ano
A edição mais vendida da Playboy Brasil é a de Joana Prado, de dezembro de 1999, com mais de 1,2 milhão de exemplares. Nenhuma capa de celebridades nuas chegou perto depois. Os cachês contam outra disputa: Adriane Galisteu cobrou R$ 2 milhões em 2011, o maior valor já registrado por um ensaio.
| Posição | Musa | Quem era ela | Edição | Exemplares |
|---|---|---|---|---|
| 1º | Joana Prado | A Feiticeira, da TV | dez/1999 | mais de 1,2 milhão (recorde histórico) |
| 2º | Adriane Galisteu | Modelo e apresentadora | ago/1995 | mais de 1 milhão |
| 3º | Kelly Key | Cantora pop | dez/2002 | 700 mil (recorde do ano) |
| 4º | Juliana Paes | Musa da Globo | mai/2004 | cerca de 685 mil |
| 5º | Sabrina Sato | Ex-BBB3 | mai/2003 | 604 mil (recorde ex-BBB) |
| 6º | Grazi Massafera | Ex-BBB5, atriz | ago/2005 | 564 mil |
| 7º | Mulher Melancia | Funkeira | jun/2008 | 550 mil (a mais vendida de 2008) |
| 8º | Deborah Secco | Atriz da Globo | 2002 | 500 mil |
| 9º | Leka | Ex-BBB2 | mai/2002 | 390 mil |
| 10º | Priscila Pires | Ex-BBB9 | ago/2009 | 350 mil |
A linha do tempo das mulheres famosas nuas conta a queda da própria revista. O recorde é de 1999, e nenhuma edição dos anos 2010 aparece no topo. Quando a Playboy fechou o impresso, em dezembro de 2017, o posto de vitrine já tinha mudado de mãos.
Os números dimensionam a época, pois um milhão de exemplares em 1999 era fila no jornaleiro em cada esquina do país.
Quanto pagavam: os maiores cachês
Quanto valia tirar a roupa? O maior cachê registrado é o de Adriane Galisteu: R$ 2 milhões em 2011. Vêm atrás Grazi e Cleo. Só esse grupo teve cachê milionário confirmado em toda a história da revista. O valor de Joana Prado que circula na casa do milhão nunca passou de boato da época, sem confirmação oficial.Posição Musa Cachê Ano Detalhe 1º Adriane Galisteu R$ 2 milhões 2011 Maior cachê já registrado; ela já tinha vendido 1 milhão em 1995 2º Grazi Massafera R$ 1,3 milhão 2005 Valor revelado por ela mesma em 2025 3º Cleo R$ 1,2 milhão 2010 Uma das últimas levas milionárias do impresso 4º Joana Prado cerca de R$ 1 milhão 1999 Rumor da época, nunca confirmado oficialmente
O valor de Cleo Pires em 2010 marcou uma das últimas levas milionárias do impresso. De Deborah Secco, Mulher Melancia e Luana Piovani ficou o ensaio e o número de vendas, mas o cachê nunca veio a público.
Perguntas frequentes sobre as famosas
Quais famosas já posaram nuas na Playboy Brasil?
Entre as confirmadas: Grazi Massafera (2005), Juliana Paes (2004), Sabrina Sato (2003), Kelly Key (2002), Valesca Popozuda (2009) e Denise Rocha (2012). Carla Diaz posou nua na VIP, em 2011. A revista circulou de 1975 a 2017 no papel.
Qual a edição da Playboy que mais vendeu no Brasil?
A de Joana Prado, a Feiticeira, de dezembro de 1999, com mais de 1,2 milhão de exemplares, recorde histórico da revista no país. De acordo com os números que vieram a público, Adriane Galisteu (1995, mais de 1 milhão) e Kelly Key (2002, 700 mil) aparecem no pelotão de frente.
Quanto as famosas ganhavam para posar nua?
Os maiores cachês documentados: Adriane Galisteu R$ 2 milhões (2011), Grazi Massafera R$ 1,3 milhão (2005) e Cleo R$ 1,2 milhão (2010). Só esse grupo chegou à casa do milhão, mas os valores variaram muito por época.
Mais sobre famosas nuas
Quais ex-BBBs posaram nuas?
Sabrina Sato é a recordista, com 604 mil exemplares em 2003. Grazi Massafera vendeu 564 mil em 2005, enquanto Carla Diaz posou na VIP em 2011. Hoje, porém, o caminho das ex-BBBs mudou: o fenômeno migrou das revistas para o OnlyFans e a Privacy.
Quais famosas estão no OnlyFans e na Privacy em 2026?
Com conteúdo confirmado em plataforma adulta: Geisy Arruda, Suzy Cortez, Priscila Zoo, Duda Castro, Ohana Lefundes, Petra Mattar, Renata Del Bianco e Regina Volpato. Além delas, Pocah e Sill Esteves no FanFever. De qualquer forma, a lista muda rápido: entra e sai gente todo mês, então a data importa.
Quais famosas recusaram posar nua?
Paolla Oliveira recusou propostas de R$ 1 milhão. Bruna Marquezine também disse não à edição de aniversário da Playboy. Carol Portaluppi foi vetada pelo pai, Renato Gaúcho, e Karoline Lima respondeu com um “tô fora”. Hoje, recusar também virou parte da história das famosas peladas do país.
Testosterona Blog: o arquivo de famosas que o país não esquece
No fundo, esta página conta uma história só: a de como o desejo nacional trocou a capa de revista pela assinatura no celular, sem nunca perder a força. Musa de novela, rainha de bateria, campeã de reality ou dona de plataforma, todas dividem o mesmo imaginário. Boato, montagem e “vazado”, esses ficam de fora, sempre.
No Testosterona Blog, cada musa tem a história contada por inteiro: quem é, por que o país olha pra ela e onde ela faz sucesso. Da capa de revista de 1975 à assinatura de 2026, o desejo nacional mudou de palco, enquanto o retrato completo das famosas brasileiras nuas segue mudando com ele. As fotos de famosas e a história de cada uma estão reunidas aqui no Testosterona. Em seguida, a parada natural é o acervo de famosas que posaram na Playboy, com as capas que construíram tudo isso.
